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        <title>André</title>
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        <lastBuildDate>Tue, 07 Jul 2026 16:33:07 GMT</lastBuildDate>
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            <title>André</title>
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        <copyright>All rights reserved</copyright>
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            <title><![CDATA[Thomas à Kempis]]></title>
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            <pubDate>Sun, 27 Jul 2025 02:47:25 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA["A paciência é necessária nesta vida porque grande parte da vida é repleta de adversidades. Não importa o quanto tentemos, nossas vidas nunca serão sem conflito e tristeza. Portanto, não devemos lutar por uma paz sem tentação ou por uma vida que nunca sente adversidades. A paz não é encontrada escapando das tentações, mas sendo provadas por elas. Teremos descoberto a paz quando formos provados e passarmos pela provação da tentação." Thomas à Kempis]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>&quot;A paciência é necessária nesta vida porque grande parte da vida é repleta de adversidades. Não importa o quanto tentemos, nossas vidas nunca serão sem conflito e tristeza. Portanto, não devemos lutar por uma paz sem tentação ou por uma vida que nunca sente adversidades. A paz não é encontrada escapando das tentações, mas sendo provadas por elas. Teremos descoberto a paz quando formos provados e passarmos pela provação da tentação.&quot;</p><p>Thomas à Kempis</p>]]></content:encoded>
            <author>andr@newsletter.paragraph.com (André)</author>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Fiódor Dostoiévski]]></title>
            <link>https://paragraph.com/@andr/fi-dor-dostoi-vski</link>
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            <pubDate>Sun, 27 Jul 2025 02:46:56 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA["Um homem que mente para si mesmo e acredita em suas próprias mentiras torna-se incapaz de reconhecer a verdade, seja em si mesmo ou em qualquer outra pessoa, e acaba perdendo o respeito por si mesmo e pelos outros. Quando ele não tem respeito por ninguém, ele não pode amar mais e, para se divertir, não tendo amor em si, cede aos seus impulsos, entrega-se às formas mais baixas de prazer e, no final, comporta-se como um animal. E tudo vem da mentira - mentira para os outros e a si mesmo." Fiód...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Um homem que mente para si mesmo e acredita em suas próprias mentiras torna-se incapaz de reconhecer a verdade, seja em si mesmo ou em qualquer outra pessoa, e acaba perdendo o respeito por si mesmo e pelos outros. Quando ele não tem respeito por ninguém, ele não pode amar mais e, para se divertir, não tendo amor em si, cede aos seus impulsos, entrega-se às formas mais baixas de prazer e, no final, comporta-se como um animal. E tudo vem da mentira - mentira para os outros e a si mesmo.&quot;</p><p>Fiódor Dostoiévski</p>]]></content:encoded>
            <author>andr@newsletter.paragraph.com (André)</author>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Fábulas da Rússia; Ivan Kriloff; 1768/1844]]></title>
            <link>https://paragraph.com/@andr/f-bulas-da-r-ssia-ivan-kriloff-1768-1844</link>
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            <pubDate>Sun, 27 Jul 2025 02:46:21 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[“Um leão perseguia uma camurça num vale. Estava prestes a agarrá-la e com olhos cúpidos previa um garantido e satisfatório repasto. Parecia impossível a vítima escapar, uma ravina profunda barrava o caminho tanto do caçador quanto da caça. Mas a ágil camurça, reunindo todas as suas forças, lançou-se como uma flecha sobre o abismo e parou do outro lado sobre uma pedra. Nosso leão deteve-se abruptamente. Mas naquele momento um amigo dele passava por ali. Esse amigo era a raposa. ‘O quê!’, ela d...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>“Um leão perseguia uma camurça num vale. Estava prestes a agarrá-la e com olhos cúpidos previa um garantido e satisfatório repasto. Parecia impossível a vítima escapar, uma ravina profunda barrava o caminho tanto do caçador quanto da caça. Mas a ágil camurça, reunindo todas as suas forças, lançou-se como uma flecha sobre o abismo e parou do outro lado sobre uma pedra. Nosso leão deteve-se abruptamente. Mas naquele momento um amigo dele passava por ali. Esse amigo era a raposa. ‘O quê!’, ela disse, ‘com sua força e agilidade você vai perder para uma fraca camurça? Basta querer e será capaz de fazer maravilhas. Embora o abismo seja profundo, se você quiser mesmo, tenho certeza de que o vencerá. Sem dúvida você pode confiar na minha amizade desinteressada. Eu não exporia a sua vida a tanto risco se não conhecesse tão bem a sua força e destreza.’ O sangue do leão ferveu nas veias. Ele se atirou com toda a força ao espaço. Mas não conseguiu vencer o abismo e caiu de cabeça, morrendo na queda. Então, o que fez o seu querido amigo? Desceu cautelosamente até o fundo da ravina e lá, ao ar livre e no espaço aberto, vendo que o leão não precisava mais de elogios nem de obediência, se dispôs a prestar as últimas exéquias ao amigo morto e, de uma só vez, devorou-o até os ossos”</p><p>(Fábulas da Rússia; Ivan Kriloff; 1768/1844)</p>]]></content:encoded>
            <author>andr@newsletter.paragraph.com (André)</author>
        </item>
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            <title><![CDATA[Meditações, Livro IV,17]]></title>
            <link>https://paragraph.com/@andr/medita-es-livro-iv-17</link>
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            <pubDate>Sun, 27 Jul 2025 02:45:28 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Pare o que quer que esteja fazendo nesse momento, e pergunte-se: Estou com medo da morte pois não poderei mais fazer isso que estou fazendo agora? Amamos tanto a vida e temos tanto medo de morrer ...mas quanto tempo dela passamos atirados a procrastinação, preguiça, ou fofoca? Nós poderíamos deixar a vida agora mesmo! Não se esqueça que a vida é frágil e curta, não tome-a como certo. Então deixe que isso determine como age, fala e pensa. Dizer para si mesmo &apos;memento mori&apos; nos trás p...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Pare o que quer que esteja fazendo nesse momento, e pergunte-se: Estou com medo da morte pois não poderei mais fazer isso que estou fazendo agora? Amamos tanto a vida e temos tanto medo de morrer ...mas quanto tempo dela passamos atirados a procrastinação, preguiça, ou fofoca? Nós poderíamos deixar a vida agora mesmo! Não se esqueça que a vida é frágil e curta, não tome-a como certo. Então deixe que isso determine como age, fala e pensa. Dizer para si mesmo &apos;memento mori&apos; nos trás para o presente e faz com que percamos menos tempo da nossa própria vida; isso te dá a oportunidade de não se sentir superior ou melhor do que ninguém porque uma vez acabada essa vida, os corpos, os objetos, as honrarias e títulos vão todos para o mesmo lugar: debaixo da terra. Através do &apos;memento mori&apos; nos é concedida a oportunidade de lembrar a importância de cada abraço e conversa com aquele que amamos, de ter a coragem de pedir perdão, de se permitir sentir emoções, ou de simplesmente acordar mais um dia, olhar para o céu e agradecer: &quot;Obrigado pois ainda estou aqui.&quot; Sêneca diz: &quot;Deve-se aprender a viver por toda a vida, e, por mais que tu talvez te espantes, a vida toda é um aprender a morrer. Muitos dos maiores homens, tendo afastado todos os obstáculos e renunciado às riquezas, a seus negócios e aos prazeres, empregaram até o último de seus dias para aprender a viver, contudo muitos deles deixaram a vida tendo confessado ainda não sabê-lo[...]&quot;. Marco Aurélio diz: &quot;Não faça como se você fosse viver dez mil anos. A morte paira sobre você. Enquanto vive, enquanto está em seu poder, seja bom.” (Meditações, Livro IV,17)&quot;</p>]]></content:encoded>
            <author>andr@newsletter.paragraph.com (André)</author>
        </item>
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            <title><![CDATA[Trecho do Canto XXVI do Inferno]]></title>
            <link>https://paragraph.com/@andr/trecho-do-canto-xxvi-do-inferno</link>
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            <pubDate>Sun, 27 Jul 2025 02:44:45 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[É por isso que com este trio Dante quer que sigamos o que é a natureza humana: viver para buscar as virtudes, melhorar a cada dia, conhecer e aprender coisas novas. Se o homem não aprende, não tem valor. Este trecho do Canto XXVI do Inferno em, A Divina Comédia de Dante Alighieri é composto por um trio interessante: "Considere sua origem": Dante pretende levar em consideração a natureza humana; para nós, em nossa realidade podemos aplicar na nossa origem sobrenatural. Considere sua origem em ...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>É por isso que com este trio Dante quer que sigamos o que é a natureza humana: viver para buscar as virtudes, melhorar a cada dia, conhecer e aprender coisas novas. Se o homem não aprende, não tem valor.</p><p>Este trecho do Canto XXVI do Inferno em, A Divina Comédia de Dante Alighieri é composto por um trio interessante:</p><p>&quot;Considere sua origem&quot;: Dante pretende levar em consideração a natureza humana; para nós, em nossa realidade podemos aplicar na nossa origem sobrenatural. Considere sua origem em Deus.</p><p>&quot;Você não foi treinado para viver como bruto&quot;: Isto é, não fostes criado para viver feito um animal irracional. Não fostes criado para não utilizar sua racionalidade.</p><p>&quot;Mas para seguir a virtude e o conhecimento&quot;: Ou seja, buscar a virtude e o conhecimento, como propósito de vida.</p><p>Dante nos traz aqui uma fórmula; formula que podemos aplicar em nossas vidas para não cairmos na mediocridade.</p><p>Devemos viver em busca pelas virtudes, almejar a magnanimidade do conhecer como verdadeiros philosophos - como verdadeiros amantes da sabedoria.</p><p>Mesmo que errantes por força natural, o convite segue sendo o mesmo, superar a concupiscência que nos arrasta para o mal, e deste modo crescer em virtude e sabedoria. O homem que não aprende [principalmente com seus erros] não tem valor.</p>]]></content:encoded>
            <author>andr@newsletter.paragraph.com (André)</author>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[QUÃO MISERÁVEL É VIDA DO HOMEN MUNDANO
]]></title>
            <link>https://paragraph.com/@andr/qu-o-miser-vel-vida-do-homen-mundano</link>
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            <pubDate>Sun, 27 Jul 2025 02:43:41 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Escutemos ao que diz São Gregório Nazianzeno: "Quem sou? Onde estava antes de nascer? Que será de mim? O caminho dessa vida está repleto de aflições, não há entre os homens alguém impecável e perfeito, todos estão cobertos de falhas e imperfeições. As riquezas são uma corda, a doçura das pompas, das coroas e tronos são como um sonho que logo passa, a beleza não dura mais que um dia, e logo desaparece como a um relâmpago. A juventude pouco dura e a velhice é o triste fim da vida. As palavras p...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Escutemos ao que diz São Gregório Nazianzeno: &quot;Quem sou? Onde estava antes de nascer? Que será de mim? O caminho dessa vida está repleto de aflições, não há entre os homens alguém impecável e perfeito, todos estão cobertos de falhas e imperfeições. As riquezas são uma corda, a doçura das pompas, das coroas e tronos são como um sonho que logo passa, a beleza não dura mais que um dia, e logo desaparece como a um relâmpago. A juventude pouco dura e a velhice é o triste fim da vida. As palavras passam e se desvanecem, a glória é fumaça, a nobreza se assemelha a podridão, a força é um dom que também tem o javali, o matrimônio se converte em escravidão, as praças públicas são escola dos vícios, as necessidades de repouso e alimentação demonstram fraqueza e até o amor pela pátria é traiçoeiro. No mundo tudo é trabalho e mentira.&quot;</p><p>Insensatos os que não querem servir a Deus! Vão em busca do amor do mundo, e para que? Vós trazeis sacrifícios a ele e ele vós despreza, vós o adulam e ele vos maltrata, vós o buscai e de vós ele se aparta, assim o mundo recompensa seus filhos...</p><p>Vós dizei: &quot;São muito penosos os serviços prestados a Deus&quot;. E acaso o que fazeis pelo mundo não é ainda mais penoso? Acaso podem se comparar suas recompensas? O serviço prestado a Deus é pago com o paraíso e a presença do próprio Deus, já os trabalhos da terra são pagos com inquietudes e misérias em vida e o fogo inextinguível do inferno na outra.</p><p>Tem eles tempo para amontoar falsas riquezas que logo se dissipam com a morte e tempo para desfrutar de vãos prazeres que velozmente passam como um corcel, mas eles não tem tempo de pensar em Deus e se preparar para sua morte...</p><p>Tesouros de Cornélio à Lápide. Tomo III. Meditação N°39, Misérias do Mundo.</p><p>Imagem: Totentanz, Pintura X:A Imperatriz. Hans Holbein 1538, Alemanha.</p>]]></content:encoded>
            <author>andr@newsletter.paragraph.com (André)</author>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[A ligação do vício do vício da luxúria com o agir imprudente
]]></title>
            <link>https://paragraph.com/@andr/a-liga-o-do-v-cio-do-v-cio-da-lux-ria-com-o-agir-imprudente</link>
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            <pubDate>Sun, 27 Jul 2025 02:42:44 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA["Como diz o Filósofo, o prazer é o que corrompe sobremaneira a ponderação da prudência; e sobretudo o prazer venéreo, que absorve toda a alma e a arrasta para a deleitação sensível. Ao contrário, a perfeição da prudência e de qualquer virtude intelectual consiste na abstração do sensível. Por onde, os referidos vícios implicando falta de prudência e da razão prática, como estabelecemos, resulta que nascem sobretudo, da luxúria. [...] Por onde, diz o Filósofo que quem não contém a ira escuta, ...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Como diz o Filósofo, o prazer é o que corrompe sobremaneira a ponderação da prudência; e sobretudo o prazer venéreo, que absorve toda a alma e a arrasta para a deleitação sensível. Ao contrário, a perfeição da prudência e de qualquer virtude intelectual consiste na abstração do sensível. Por onde, os referidos vícios implicando falta de prudência e da razão prática, como estabelecemos, resulta que nascem sobretudo, da luxúria. [...] Por onde, diz o Filósofo que quem não contém a ira escuta, é certo, a razão, mas não perfeitamente; ao passo que quem não contém a concupiscência deixa totalmente de escutá-la.</p><p>Também a duplicidade de alma é um efeito resultante da luxúria, assim como a inconstância; enquanto que essa duplicidade implica na conversão da alma para diversos objetos.&quot;</p><p>(S. Tomás de Aquino, Suma Teológica, II-II, q. 53, a. 6)</p>]]></content:encoded>
            <author>andr@newsletter.paragraph.com (André)</author>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[A VAIDADE É UM VENENO DOCE, PORÉM MORTAL
]]></title>
            <link>https://paragraph.com/@andr/a-vaidade-um-veneno-doce-por-m-mortal</link>
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            <pubDate>Sun, 27 Jul 2025 02:41:58 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[As vestimentas que nossos primeiros pais tomaram foram feitas com folhas de árvores e posteriormente simples vestes de couro que Deus lhes deu. Porque adornais vossa carne com panos finos e ouro? Pergunta São Bernardo, se dentro de alguns dias os vermes irão devorá-la em uma cova? Platão que certa vez viu um de seus discípulos cuidando demasiadamente de seu corpo lhe perguntou: "Até quando, miserável, irá continuar adornando essa prisão?". Quanto mais adornado é o exterior de uma pessoa, mais...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>As vestimentas que nossos primeiros pais tomaram foram feitas com folhas de árvores e posteriormente simples vestes de couro que Deus lhes deu.</p><p>Porque adornais vossa carne com panos finos e ouro? Pergunta São Bernardo, se dentro de alguns dias os vermes irão devorá-la em uma cova?</p><p>Platão que certa vez viu um de seus discípulos cuidando demasiadamente de seu corpo lhe perguntou: &quot;Até quando, miserável, irá continuar adornando essa prisão?&quot;.</p><p>Quanto mais adornado é o exterior de uma pessoa, mais frio e tenebroso é seu interior, diz Santo Agostinho.</p><p>É loucura, diz Clemente de Alexandria, que enquanto Nosso Senhor usa uma coroa de espinhos, nós procuremos nos coroar com flores.</p><p>Tesouros de Cornélio à Lápide. Tomo IV. Meditação N° 70, A Vaidade.</p>]]></content:encoded>
            <author>andr@newsletter.paragraph.com (André)</author>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Alea jacta est]]></title>
            <link>https://paragraph.com/@andr/alea-jacta-est</link>
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            <pubDate>Sun, 27 Jul 2025 02:40:30 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA["Alea jacta est", o General Júlio Cesar falou isso em 49 a.C., ao atravessar o rio Rubicão com seu exército, desafiando a ordem do Senado romano e iniciando uma guerra civil que mudaria a história de Roma. O ato de atravessar o Rubicão simbolizava um ponto sem retorno, e a frase reflete a decisão irrevogável de enfrentar o destino, confiando na vitória. É uma das citações mais emblemáticas da história, reflete à coragem e à tomada de grandes decisões. Nosso destino não é mais determinado pelo...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Alea jacta est&quot;, o General Júlio Cesar falou isso em 49 a.C., ao atravessar o rio Rubicão com seu exército, desafiando a ordem do Senado romano e iniciando uma guerra civil que mudaria a história de Roma. O ato de atravessar o Rubicão simbolizava um ponto sem retorno, e a frase reflete a decisão irrevogável de enfrentar o destino, confiando na vitória. É uma das citações mais emblemáticas da história, reflete à coragem e à tomada de grandes decisões. Nosso destino não é mais determinado pelo desígnio dos Deuses ou pela ousadia de nossos inimigos, mas sim pela força de nossas vontades.</p>]]></content:encoded>
            <author>andr@newsletter.paragraph.com (André)</author>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Analogia entre David Hume Immanuel e Kant (Bola de sinuca)
]]></title>
            <link>https://paragraph.com/@andr/analogia-entre-david-hume-immanuel-e-kant-bola-de-sinuca</link>
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            <pubDate>Sun, 27 Jul 2025 02:39:09 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[David Hume via o mundo com empirismo, e para ele tudo que sabemos vem dos sentidos, seguindo sua visão a ideia de causa e efeito é um hábito da mente, baseada na repetição, ou seja, é algo como “já vimos isso várias vezes, e esperamos que aconteça novamente”. Já Kant tinha uma visão mais voltada a construção do entendimento. Basicamente Hume acreditava que todo conhecimento era advindo da experiência sensível, isso quer dizer que para ele a causalidade era apenas um hábito mental, por exemplo...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>David Hume via o mundo com empirismo, e para ele tudo que sabemos vem dos sentidos, seguindo sua visão a ideia de causa e efeito é um hábito da mente, baseada na repetição, ou seja, é algo como “já vimos isso várias vezes, e esperamos que aconteça novamente”. Já Kant tinha uma visão mais voltada a construção do entendimento. Basicamente Hume acreditava que todo conhecimento era advindo da experiência sensível, isso quer dizer que para ele a causalidade era apenas um hábito mental, por exemplo, ao vermos uma bola de sinuca batendo na outra, presumimos que uma causou o movimento da outra, mas essa “causa” não pode ser observada diretamente, apenas inferida. Já Kant, ao ler Hume, despertou para outro aspecto além do seu “sono dogmático”. Ele disse que a causalidade não vem da experiência, na verdade é uma categoria do entendimento que a mente humana impõe ao mundo de forma que possamos compreendê-lo. Por fim, podemos entender que a diferença central está em onde cada um acredita que a causalidade mora. Hume passa a ser uma crença psicológica baseada na repetição, já Kant tem a percepção de uma estrutura racional a priori, sem a qual não há experiência possível. Hume nos ensina a ser céticos, e duvidar das certezas automáticas. Kant nos lembra que precisamos de estrutura para viver. Nossa mente entrega forma ao mundo, e isso é necessário para agir, decidir, compreender.</p>]]></content:encoded>
            <author>andr@newsletter.paragraph.com (André)</author>
        </item>
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