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        <title>Invictus</title>
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            <title><![CDATA[Murais Churra Galega Mirandesa]]></title>
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            <pubDate>Thu, 01 Feb 2024 15:23:53 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[GPS 41.49825268629807, -6.2703201164384526Lista completa de Geochaching abaixo: https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>GPS</p><p>41.49825268629807, -6.2703201164384526</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/b063b8b692dac3189cb32ed77bb61a34167c9129d002c229237be1a45237f695.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/9af6344d3ba8b93ddb0eaf0b94a62a349a7ab92cbb313a6f2541ba2477f3aa3b.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p><strong>Lista completa de Geochaching abaixo:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p>]]></content:encoded>
            <author>invictus-2@newsletter.paragraph.com (Invictus)</author>
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            <title><![CDATA[Teatro Nacional São João, Porto]]></title>
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            <pubDate>Sun, 07 Jan 2024 19:24:24 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[English version here. GPS 41.14469630032576, -8.607418316886218 O Teatro São João, vulgarmente designado por Teatro Nacional de São João, é uma sala portuguesa de teatro e concertos situada na freguesia de Cedofeita, Santo Ildefonso, Sé, Miragaia, São Nicolau e Vitória, no concelho do Porto, norte de Portugal.História O primitivo teatro foi construído no final do século XVIII (1796) pelo italiano Vicente Mazzoneschi e inaugurado em 13 de maio de 1798, como Teatro do Príncipe. Foi nomeado em h...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>English <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/XmlbBOV0wLyY48NROIq-fbM_0hcmxyXAr3KzHPordx4">version</a> here.</p><p>GPS 41.14469630032576, -8.607418316886218</p><p>O Teatro São João, vulgarmente designado por Teatro Nacional de São João, é uma sala portuguesa de teatro e concertos situada na freguesia de Cedofeita, Santo Ildefonso, Sé, Miragaia, São Nicolau e Vitória, no concelho do Porto, norte de Portugal.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/55ce529becfa3a102b01accf0f8cea7bb36fafbbe804c99b794ab313d7e19d77.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p><strong>História</strong></p><p>O primitivo teatro foi construído no final do século XVIII (1796) pelo italiano Vicente Mazzoneschi e inaugurado em 13 de maio de 1798, como Teatro do Príncipe. Foi nomeado em homenagem ao príncipe-regente João VI, que mais tarde se tornou rei. A construtora Francisco de Almada Mendonça foi encarregada do projecto e realizou um edifício de quatro pisos cuja fachada principal é decorada com as armas reais sob uma inscrição.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/23d256168007185e66c150520e95b162d945a71bb6e2bcff96a20cf566f0518d.jpg" alt="The remnants of the simple facades of the theatre as they appeared following the fire that gutted the entire building" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">The remnants of the simple facades of the theatre as they appeared following the fire that gutted the entire building</figcaption></figure><p>Mas, no dia 11 de abril de 1908, ocorreu um incêndio que destruiu o interior do teatro, e uma nova estrutura foi construída no antigo local. Antes de sua destruição, o teatro tinha uma planta marcadamente em forma de ferradura. Seu teto arredondado foi pintado por Joaquim Rafael e recebeu em 1856 nova pintura de Paulo Pizzi. O edifício incluía quatro fileiras de estandes, com o estande da família real localizado centralmente no segundo andar. O grande átrio, e os grandes corredores sustentados por acessos por grandes escadas. Ao longo do segundo andar havia uma magnífica sala de concertos. Geralmente, o teatro tinha excelente acústica. A parede do palco foi pintada por Sequeira, mas posteriormente substituída em 1825 por pinturas contratadas ao espanhol João Rodrigues, e mais tarde, Palucci. Até 1838, o teatro era iluminado por velas de sebo e, posteriormente, por velas semelhantes acesas a óleo.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/c001e79b8647aa0a407e9f6bba4739a9c04776252be8952c397ac49515a2e461.jpg" alt="The Teatro São João as it appeared in 1934" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">The Teatro São João as it appeared in 1934</figcaption></figure><p>Em 11 de abril de 1908, o Governador Civil nomeou uma comissão para promover a construção de um novo teatro.</p><p>Um concurso foi aberto no dia 8 de outubro, presidido pelo engenheiro Basílio Alberto de Sousa Pinto, Xavier Esteves, Casimiro Jerónimo de Faria, pelo arquiteto José Marques da Silva e pelo diretor de obras públicas, Isidro de Campos, que denunciou de imediato as condições do concurso. Um novo concurso foi anunciado uma semana depois, com base em ligeiras alterações às disposições originais. As propostas preliminares de projectos foram aceites em 22 de Fevereiro de 1910. Foi Marques da Silva quem obteve o primeiro prémio e João de Moura Coutinho de Almeida d&apos;Eça o segundo classificado. Antes da realização do concurso, o projeto vencedor foi atribuído a Moura Coutinho, então diretor da Direção das Obras Públicas de Braga. O projeto vencedor foi aprovado no dia 6 de maio, em sessão municipal, tendo a obra sido adjudicada à empresa Soconstroi.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/2308f78e9c08c5338593b71bcb9fd1e51547970c3ab4e7d8c128dcb857380c5a.jpg" alt="The typical view of the theatre in the 20th century" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">The typical view of the theatre in the 20th century</figcaption></figure><p>As obras iniciaram-se em 1911 sob a direcção do arquitecto portuense José Marques da Silva. A sala de concertos interior, em forma de ferradura, incluía um tecto pintado pelos artistas José de Brito e Acácio Lino, enquanto o hall de entrada era decorado com obras escultóricas de Henrique Araújo Moreira, Diogo de Macedo e José Fernandes de Sousa Caldas. Na fachada principal, de desenho sóbrio, encontram-se quatro relevos representando quatro sentimentos: Bondade, Dor, Ódio e Amor, da autoria de Diogo de Macedo e Sousa Caldas. O edifício foi concluído em 1918. A sua inauguração ocorreu a 7 de março de 1920, com a apresentação da Aida de Giuseppe Verdi.</p><p>Em 1932 foi construída uma área de projeção, e o teatro passou a funcionar um cinema, então denominado Cine São João.</p><p>Em 26 de Fevereiro de 1982, o edifício foi designado Imóvel de Interesse Público, ao abrigo do Decreto 28/82 (Diário da República, Série 1, 47).</p><p>Em 1992, o teatro foi adquirido pelo Estado à família de Pinto da Costa. Nessa altura, foram realizadas no local as obras de instalação de dispositivos de segurança e serviços públicos. Estas foram elaboradas no ano seguinte com melhorias nos camarins, palco, banheiros e reforma da rede elétrica, que incluiu a instalação de um gerador elétrico.</p><p>Dois anos depois (23 de Novembro) foi apresentada pela DRPorto uma proposta para reclassificar o Teatro como Monumento Nacional Português. Após um período de remodelação, o teatro passou a funcionar regularmente, sob a designação de Teatro Nacional de São João. Além da limpeza geral, os trabalhos incluíram a consolidação e restauro das fachadas exteriores, recuperação das esculturas decorativas, tratamento de superfícies em argamassa pigmentada e instalação de novas madeiras e ferro.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/d58caf4ce9e103041df0f564c8d702d634cfa70116fd5063935bd43bacda1a83.jpg" alt="An idyllic view of the theatre and square " blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">An idyllic view of the theatre and square</figcaption></figure><p>Durante esta transição, continuaram as tentativas de reclassificar a instituição; em 22 de Abril de 1996, um despacho do Vice-Presidente do IPPAR, devolveu à DRPorto a sua proposta de reformulação. Em 12 de Setembro de 2005, foi emitida uma nova proposta por aquela entidade. Esta nova proposta foi aceite favoravelmente pelo conselho deliberativo do IGESPAR (sucessor do IPPAR), que propôs também que não fosse necessária qualquer área de protecção especial, devido à inclusão dos sítios na Zona Histórica mais ampla do Porto (área já designada). O processo foi ratificado pelo Secretário de Estado da Cultura (Secretário de Estado da Cultura) em 14 de Outubro de 2010.</p><p><strong>Arquitetura</strong></p><p>O teatro tem uma localização central no Porto, ocupando um quarteirão completo, em frente à Praça da Batalha, entre a Rua de Augusto Rosa (à sua esquerda) e a Travessa do Cativo (à sua direita), estando a Rua do Cativo à direita. traseira.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/b4444b162aa7b807c437bae27cde571c5193f58ac3d1f263f94feb591b935fa5.jpg" alt="The main entranceway along the narrower facades, with three porticos, doorways and Neoclassical pilasters" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">The main entranceway along the narrower facades, with three porticos, doorways and Neoclassical pilasters</figcaption></figure><p>A planta retangular é coberta por telhas, cuja fachada principal se encontra num dos dois lados menores, emoldurada lateralmente por cantarias rústicas e acentuada por caprichosas urnas e guirlandas. O “andar nobre” de três arcos sobre pilastras íngremes inscreve-se sob colunas de fustes largos e capitéis jónicos, enquanto as portas das lojas são encimadas por frontões interrompidos.</p><p>Existem três loggias em varandas prolongadas, sobre soleiras na espessura das paredes e interligadas por uma varanda que corre sobre 4 fortes consolas no mesmo alinhamento das colunas de ordenação. Os arcos têm uma veneziana de apoio e transição para o entablamento, que abre um friso correspondente a um mezanino de três aberturas e baixos-relevos alusivos às paixões humanas (&quot;Dor&quot;, &quot;Ódio&quot;, &quot;Bondade&quot; e &quot;Amor&quot;) , legendado na arquitrave. Acima, o cordão denticulado termina no friso e no início de uma forte cornija assente em cachorros rebatidos, densos, num ritmo repetitivo que percorre todo o edifício. A coroar a fachada está a empena, que se eleva sobre uma plataforma alta, com fenestrações rítmicas e balaustradas formais e ornamentadas. As fachadas laterais são simétricas. No rés-do-chão existem 3 portais em arco (encimados por varanda corrediça e apoiados em 4 consolas), ladeados por 2 portinhas, com frontão curvilíneo interrompido. Aqui, 3 portas (que se repetem nos dois pisos superiores sucessivos) com varandas e soleiras, intercalam-se entre quatro pilastras jónicas embutidas. O conjunto é ladeado por fortes máscaras, em piso intermediário, sobre as quais se abre uma janela na parte superior, com pequeno vão na parte inferior. Correspondendo à área do palco, existem fendas altas e abertas; nesta zona, o corpo do teatro eleva-se acima do entablamento, acompanhando as formas quebradas ou empenas, sublinhadas pela moldura e faixa ornamental.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/c458f999f9a352a1f5fb80acf61a7568d267e377dc4d812b6e729f8a940046c1.jpg" alt="The pediment of the lateral facades " blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">The pediment of the lateral facades</figcaption></figure><p><strong>Interior</strong></p><p>No piso térreo, o vestíbulo ocupa toda a largura do edifício, com acesso pelas 3 portas da fachada principal e entradas laterais. A partir deste espaço é possível aceder aos corredores de acesso às bancadas ou, lateralmente, às escadas de acesso aos pisos superiores. O avant-foyer e o foyer situam-se no primeiro andar e ocupam toda a largura do edifício, com duas salas para restaurante e sala para fumadores. Com pé-direito duplo, correspondente ao salão principal e à fachada, o interior é profusamente decorado ao longo das janelas e balaustradas, com amplo óculo nas portas de transição para o “vestíbulo de vanguarda”. Os dois andares correspondem aos camarotes reais de primeira ordem e, no segundo andar, aos camarotes de segunda ordem. O “avant-foyer” e o “foyer” permitem a circulação com as suas varandas. Nos últimos pisos encontram-se as galerias e o anfiteatro, formando um conjunto único de locais, mas com acessos distintos (um ao nível dos pisos inferiores e outro ao nível dos superiores). No primeiro andar do anfiteatro encontra-se uma arrecadação e uma oficina de pintura. Do rés-do-chão, as escadas conduzem às galerias e anfiteatros, por duas entradas exteriores directas, ao longo das fachadas laterais. A disposição do salão em forma de ferradura comporta 1.328 lugares, incluindo os 6 grandes camarotes, sendo um na altura do primeiro andar, destinado a ser uma alternativa ao camarote real. Entre o público e o palco fica o fosso da orquestra, com entradas independentes pelas fachadas laterais. O palco e camarins possuem entradas laterais e traseiras, que podem ser divididas por uma tela metálica.</p><p><strong>Lista completa de Geochaching abaixo:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p><p>*<s>Released</s>*✅ *<s>Reviewed</s>*✅ <strong>Approved</strong>✅</p><p><em>Curator Body</em><br><code>0x1336fD9C06456Bd9d00Bc5C36319F3c06c84C759 0x68af894920213658F54aCB51694aF9AD0D2446fC 0x9A6F0Df3BE30246b199AC4b5106e2ac2FCD070f2 0x339A5aB90862b839CD5ccD0Ec1D44cA4c340Df46 0x2a965A4aE1798d5bbc654cc29a45e46fe791dc6D</code></p>]]></content:encoded>
            <author>invictus-2@newsletter.paragraph.com (Invictus)</author>
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            <title><![CDATA[Correia Garção - Parque dos Poetas - en]]></title>
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            <pubDate>Fri, 05 Jan 2024 13:52:02 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Versão portuguesa aqui. GPS 38.69795168969011, -9.30063981152404 Life and work Correia Garção (1724-1771 or 1772). Born in Lisbon, he was a senior state official and Pombal&apos;s private secretary. His literary vocation revealed itself in the poet even when he belonged to the Academia dos Ocultos. He was interested in imitation, a basic principle of classical poetics and stands out as a true representative of the modern spirit and defender of the role of criticism as a driver of progress.The...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Versão <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0xdA9A8f4Ad93735244F47f0E7511d392E2D5a05F6/MvYJNxTI5yTNsgexHJltV_UmHsS6cyCltFyBd4WxCgg">portuguesa</a> aqui.</p><p>GPS 38.69795168969011, -9.30063981152404</p><p><strong>Life and work</strong></p><p>Correia Garção (1724-1771 or 1772). Born in Lisbon, he was a senior state official and Pombal&apos;s private secretary. His literary vocation revealed itself in the poet even when he belonged to the Academia dos Ocultos. He was interested in imitation, a basic principle of classical poetics and stands out as a true representative of the modern spirit and defender of the role of criticism as a driver of progress.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/15d0d03a7d5c0a17887077d40ea93ff3936ccc69fe21cd1eb5781d9f7736c02a.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p>The gift for poeticizing the banal that the poetic tradition of great themes relegated to the subordinate place of humble style is one of the most important characteristics of Correia Garção&apos;s literary personality. He is an illustrious representative of Portuguese realism and a convinced enlightener, denouncing a prejudiced and intolerant Portugal.</p><p><strong>Sculptor</strong> Cristina Ataíde</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/e830bf5216575ac0392d3688c1a81b5c31780444867015bff2f7de11f40f7c18.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p><strong>Full list of Geochaching below:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p><p>*<s>Released</s>*✅ *<s>Reviewed</s>*✅ <strong>Approved</strong>✅</p><p><em>Curator Body</em><br><code>0x1cDFC7E07D992687159F773f5bC47985167a5357 0xfF3fc4F2Ed099abb09869DE8D1944ef124d9D040 0xDBf7D77231251Cb30772582d0af63D7F5Aa98300 0xe44305293dbfCd29abfcb1FBaFa7B41e6C696953 0x339A5aB90862b839CD5ccD0Ec1D44cA4c340Df46</code></p>]]></content:encoded>
            <author>invictus-2@newsletter.paragraph.com (Invictus)</author>
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            <title><![CDATA[Livraria Latina, Porto - en]]></title>
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            <pubDate>Thu, 02 Nov 2023 16:40:44 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Versão portuguesa aqui. GPS 41.14625204321254, -8.607022766207422 Located on Rua Santa Catarina, it is one of the oldest bookstores in the city of Porto, having been founded in 1942. Its collection includes works of Portuguese and foreign literature, as well as technical books and those aimed at children.Both Livraria Latina and Casas Reis & Filhos, next to the Church of Santo Ildefonso, are decorated with cast iron sculptures in the Art Nouveau style. In the same style we also have two golds...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Versão <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0xC710C0812f12f0DA85791D15942d58365DA870E6/QLupw4Ur3YSUUPyalto_-tzp6zDO8kI6H1QLXvqhG9g">portuguesa</a> aqui.</p><p>GPS 41.14625204321254, -8.607022766207422</p><p>Located on <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/LgU3Wr2-Kkp4dfLBYghzg-0mNDPCncmCFCx8GZ8tr6E">Rua Santa Catarina</a>, it is one of the oldest bookstores in the city of Porto, having been founded in 1942. Its collection includes works of Portuguese and foreign literature, as well as technical books and those aimed at children.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/cc01d0ef28f94c92339e77853f3df60038882168286f947ab7eeca6f9faa020c.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p>Both Livraria Latina and <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0x60D010a4Fbd000794ab977930eD0F1D6FE313743/B2dKjNYUJmuWuKq-wmnITUWZfBif5YMQ54tuNjRfdf8">Casas Reis &amp; Filhos</a>, next to the <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/siKZ39PX7BG-Ogl_qtLdhhcHdbwx1DFE7mrh7V6Gkxk">Church of Santo Ildefonso</a>, are decorated with cast iron sculptures in the Art Nouveau style.</p><p>In the same style we also have two goldsmith shops located on Rua 31 de Janeiro, which adjoins the beginning of <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/LgU3Wr2-Kkp4dfLBYghzg-0mNDPCncmCFCx8GZ8tr6E">Rua de Santa Catarina</a> - <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0x60D010a4Fbd000794ab977930eD0F1D6FE313743/9VFGZ_DteHq4jy5HthSdUH50yd_xtaLQNMdPJA7Vid4">Casa Vincente</a> and Casa Machado.</p><p><strong>Full list of Geochaching below:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p>]]></content:encoded>
            <author>invictus-2@newsletter.paragraph.com (Invictus)</author>
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            <title><![CDATA[Casa Vicent, Porto - en]]></title>
            <link>https://paragraph.com/@invictus-2/casa-vicent-porto-en</link>
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            <pubDate>Thu, 02 Nov 2023 12:22:42 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Versão portuguesa aqui. GPS 41.14607561878717, -8.608184908826278 Casa Vicent is an old commercial establishment in the city of Porto, in Portugal. Casa Vicent is located at number 174 Rua de 31 de Janeiro, in the parish of Santo Ildefonso, in the heart of Porto.Description Casa Vicent is in the process of being classified, following an Order dated August 24, 1995. The building stands out, above all, for the use of golden cast iron on the facade, with contours made up of a chain of arched ele...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Versão <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0xC710C0812f12f0DA85791D15942d58365DA870E6/1uuvgv0x9f7GrNNMhddko_kXkTOIIUKEmo61t-sZhzY">portuguesa</a> aqui.</p><p>GPS 41.14607561878717, -8.608184908826278</p><p>Casa Vicent is an old commercial establishment in the city of Porto, in Portugal.</p><p>Casa Vicent is located at number 174 Rua de 31 de Janeiro, in the parish of Santo Ildefonso, in the heart of Porto.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/d252eac0c91f8079933d4948604c89b2ab312c98627c14cfa17c5e7cec0e45e3.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p><strong>Description</strong></p><p>Casa Vicent is in the process of being classified, following an Order dated August 24, 1995.</p><p>The building stands out, above all, for the use of golden cast iron on the facade, with contours made up of a chain of arched elements forming vegetal motifs, topped off with a shell crowned by a vegetal element, whose shapes seem to refer to the survival of a certain rocaille taste.</p><p>Inside, the space maintains all the original furniture, including showcases, counters and lamps, where gold is a constant. And it is also inside that we can admire the paper-covered walls, the plastered and painted ceilings, as well as the wooden floors.</p><p><strong>History</strong></p><p>At the beginning of the 20th century, Porto boasted several urban spaces of great refinement and elegance, arranged in a truly cosmopolitan atmosphere, largely thanks to the development of the Port wine trade and the enormous influence that the British community had in the city.</p><p>As in the main European centers of the time, it was at the dawn of the 20th century that the city witnessed the flourishing of the Art Nouveau movement, whose architectural and decorative lines were preferably placed in commercial buildings and cafes. The new materials—such as iron and glass—evoked the industrial power and scientific-technological advances made throughout the 19th century. Emblematic buildings such as <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/deSzERMyn-g2g6O-Kn6kzqKiSULrbSD5AuzteUrKqAU">Café Majestic</a>, <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0x60D010a4Fbd000794ab977930eD0F1D6FE313743/B2dKjNYUJmuWuKq-wmnITUWZfBif5YMQ54tuNjRfdf8">Ourivesaria Cunha and Reis &amp; Filhos</a> are good examples of this, where cast iron works closely with the production of carved and chiselled silver.</p><p>Located on Rua de 31 de Janeiro, the facade of Casa Vicent was created during the First World War, between 1914 and 1915, with materials probably ordered from Companhia Aliança, founded in Porto in 1852 by Barão de Massarelos. Its architect is unknown.</p><p>The name Vicent comes from the Spanish merchant who settled there, at a time when this street became one of the main commercial arteries of daily life in Porto.</p><p><strong>Full list of Geochaching below:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p>]]></content:encoded>
            <author>invictus-2@newsletter.paragraph.com (Invictus)</author>
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            <title><![CDATA[Casas Reis & Filhos, Porto - en]]></title>
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            <pubDate>Wed, 01 Nov 2023 17:33:52 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Versão portuguesa aqui. GPS 41.146238406608376, -8.607175654345674In 1880, the Reis & Filhos goldsmith shop was founded by António Alves dos Reis. This store, which is still open as a commercial space, built on the corner of Rua de Santa Catarina and Rua 31 de Janeiro, boasts two cast iron deventures (store fronts) on the main facade that are part of the Art Nouveau movement, as if This is demonstrated by the decorative elements that adorn the facade, in particular the female bust on the top ...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Versão <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0xC710C0812f12f0DA85791D15942d58365DA870E6/pnYL3BsiTjChD1hqUryxChF6qAt_kDZGI6sRuGJzhnE">portuguesa</a> aqui.</p><p>GPS 41.146238406608376, -8.607175654345674</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/9bdeac8bfe8be1402144e9316011904dc5fd4881b278d66da6aa694ea6c4266b.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p>In 1880, the Reis &amp; Filhos goldsmith shop was founded by António Alves dos Reis. This store, which is still open as a commercial space, built on the corner of Rua de Santa Catarina and Rua 31 de Janeiro, boasts two cast iron deventures (store fronts) on the main facade that are part of the Art Nouveau movement, as if This is demonstrated by the decorative elements that adorn the facade, in particular the female bust on the top of the iron frame. These deventures were placed in the building in 1905 and were manufactured at the Companhia Aliança foundry in Porto.</p><p><strong>Description</strong></p><p>Commercial civil architecture, art nouveau. Iron architecture store with Art Nouveau and Rocaille references in the shaped and wavy shapes with volutes. Affinities with Ourivesaria Cunha and <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0x60D010a4Fbd000794ab977930eD0F1D6FE313743/9VFGZ_DteHq4jy5HthSdUH50yd_xtaLQNMdPJA7Vid4">Casa Vicent</a>.</p><p>It is one of the rare examples of commercial architecture with Art Nouveau references (the bust of the woman on the corner) very similar to two other cases of devantures on the same street, Ourivesaria Cunha and <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0x60D010a4Fbd000794ab977930eD0F1D6FE313743/9VFGZ_DteHq4jy5HthSdUH50yd_xtaLQNMdPJA7Vid4">Casa Vicent</a>. All of them were built by Companhia Aliança. Cast iron work resembles the goldsmithing art of carved and chiselled silver.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/a99bbe36e93d6841f62d126084a3e9b855b36043b5cce2f75b269b59e64a16a2.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p><strong>Full list of Geochaching below:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p>]]></content:encoded>
            <author>invictus-2@newsletter.paragraph.com (Invictus)</author>
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            <title><![CDATA[A escultura "Juventude", Porto - en ]]></title>
            <link>https://paragraph.com/@invictus-2/a-escultura-juventude-porto-en</link>
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            <pubDate>Mon, 23 Oct 2023 10:53:37 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Versão portuguesa aqui. GPS 41.14715668514306, -8.611246103318358 The sculpture "Youth", better known as "Naked Girl" is located in Porto. The beautiful sculpture of the Naked Girl - Youth. Graceful, slender and with a very feminine look, sitting with her arms resting on a plinth on her cheeks from which four masks throw water into a small tank.Work by Henrique Moreira, it was built in 1929, located on Avenida dos Aliados. "The model was called Aurélia Magalhães Monteiro and was known as Lela...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Versão <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0xFae1f2F5794580aFFa9586Ed684B36eDE352d5c1/xK1fiip348qkNO15NKXsfKcIMKL0svU7X8KdDaUI5vg">portuguesa</a> aqui.</p><p>GPS 41.14715668514306, -8.611246103318358</p><p>The sculpture &quot;Youth&quot;, better known as &quot;Naked Girl&quot; is located in Porto. The beautiful sculpture of the Naked Girl - Youth. Graceful, slender and with a very feminine look, sitting with her arms resting on a plinth on her cheeks from which four masks throw water into a small tank.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/5d2fc5adbd0b66842fe559a2aa4687f9a1a94ec54aa740d4085f45d9137b58ba.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p>Work by Henrique Moreira, it was built in 1929, located on Avenida dos Aliados.</p><p>&quot;The model was called Aurélia Magalhães Monteiro and was known as Lela, Lelinha or &quot;Ceguinha do 9&quot; - for eternity she will always be the &quot;Naked Girl&quot; on <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/DQM805SlN-pBqvcKkW5I8eaMIEx0wXyxjQXgexK8S1k">Av. dos Aliados</a>.&quot;</p><p>Simões Pinto says that Lelinha was 21 years old when she served as a model for Henrique Moreira, for the production of Menina Naked. But neither was the statue the only one to use his face or his body, nor was the sculptor the only one to use the model.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/084d42a72d1c5a0beb0ef36f4a1004eb2ce09cc0b87771111ff30277fe9b1166.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/962ad7fc37f66af608ff148bc7c2345365296ca60d3e3e3acf47c2eb7daf602c.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p>She says, in the same text as Simões Pinto: &quot;I&apos;m in Buçaco, at the Rivoli cinema, in Lisbon and Mozambique.&quot;</p><p>Lelinha was born in Bonfim in 1910 and died in 1992, poor and blind, in the social neighborhood of Pasteleira.</p><p><strong>Full list of Geochaching below:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p>]]></content:encoded>
            <author>invictus-2@newsletter.paragraph.com (Invictus)</author>
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            <title><![CDATA[Mercado do Bolhão, Porto]]></title>
            <link>https://paragraph.com/@invictus-2/mercado-do-bolh-o-porto</link>
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            <pubDate>Fri, 20 Oct 2023 13:32:47 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[English version here. GPS 41.148828130140856, -8.607365989452713 O Mercado do Bolhão é um dos mercados mais emblemáticos da cidade do Porto, em Portugal.A sua construção caracteriza-se pela sua monumentalidade, própria da arquitectura neoclássica. Os vendedores no mercado distribuem-se por dois pisos. Existem quatro entradas principais a diferentes cotas: a entrada sul dá acesso ao piso térreo é feito pela Rua Formosa, as entradas laterais pela Rua de Sá da Bandeira e pela Rua Alexandre Braga...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>English <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/8sry-QiRg1ttJAmrOkyQ7J2TIW0VIgleUhjvcQwgeYI">version</a> here.</p><p>GPS 41.148828130140856, -8.607365989452713</p><p>O Mercado do Bolhão é um dos mercados mais emblemáticos da cidade do Porto, em Portugal.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/67136e3feabafa8e267897af0ec4464b4a87c24bcbe03ee8529c9c4dcb6d8d1a.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p>A sua construção caracteriza-se pela sua monumentalidade, própria da arquitectura neoclássica. Os vendedores no mercado distribuem-se por dois pisos. Existem quatro entradas principais a diferentes cotas: a entrada sul dá acesso ao piso térreo é feito pela Rua Formosa, as entradas laterais pela Rua de Sá da Bandeira e pela Rua Alexandre Braga dão acesso a um patamar intermédio com escadarias que ligam ambos os pisos, e finalmente, a entrada norte pela Rua de Fernandes Tomás, que dá acesso directo ao piso superior.</p><p>O Mercado do Bolhão é vocacionado sobretudo para produtos frescos, sobretudo alimentares. Os vendedores estão divididos em diferentes secções especializadas, designadamente: zona de peixarias, talhos, hortícolas e florais. Na parte exterior do edifício existem lojas de outras variedades, como vestuário, cafetaria, perfumarias, tecidos, etc.</p><p>O edifício do mercado foi homologado como imóvel de interesse público em 22 de Fevereiro de 2006.</p><p>Em 2013 foi classificado como monumentos de interesse público.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/c2c0eab92c17de4b18c8beb96da8091adfeef0cd25326c5b38cac998f5ee846f.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p><strong>Localização</strong></p><p>O Mercado do Bolhão situa-se na freguesia de Santo Ildefonso, delimitado a norte pela Rua de Fernandes Tomás, a sul pela Rua Formosa, a este e oeste pelas ruas Alexandre Braga e Sá da Bandeira, respectivamente. Integrada na Baixa do Porto, a zona de que o mercado é expoente é conhecida por ser uma área de lojas tradicionais dedicadas a produtos alimentares. Para além do Mercado do Bolhão, situam-se ao seu redor mercearias finas, tais como a &quot;Casa Chineza&quot;, a &quot;Casa Transmontana&quot; e a &quot;Pérola do Bolhão&quot;.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/3b6ad2abd786893c6503094cc76ccf232d3c8a2ff9420de1a79722df85b6139b.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p><strong>História</strong></p><p>As origens do Mercado do Bolhão, um dos edifícios mais emblemáticos da cidade, remontam a 1839, quando a Câmara do Porto decidiu construir uma praça em terrenos adquiridos ao cabido. Neste local existia um extenso lameiro, atravessado por um regato que ali formava uma bolha de água, de que resultou o nome do mercado,&apos;Bolhão&apos;. Alguns anos depois, esta praça foi melhorada com a construção de rampas de acesso e barracas de madeira no corredor central do mercado. Mais tarde, no início do século XX, os dirigentes da cidade decidiram construir fora do burgo um novo mercado, de forma a assegurar o abastecimento de alimentos que permita a expansão da cidade, foi então que em 1910 surgiu um ante-projecto do arquitecto Casimiro Barbosa, que previa um edifício com duas alas, tendo a Rua de Sá da Bandeira como eixo central. Contudo este projecto foi abandonado por razões económicas, acabando por ser construído, em 1914, o actual edifício, num projecto desenhado pelo arquitecto Correia da Silva. Tratou-se de uma obra de vanguarda para a época, devido à utilização do betão armado em conjugação com estruturas metálicas, coberturas em madeira e cantaria de pedra granítica. Ao longo da sua história, o mercado foi sofrendo algumas alterações, ocorrendo na década de 40 a construção do piso que divide o edifício, fazendo a ligação das entradas entre as ruas Alexandre Braga e Sá da Bandeira.</p><p>Actualmente o edifício do Mercado do Bolhão esta tudo renovado. Foi reconstruido durante mais de 4 anos, e 15 de setembro de 2022 foi reaberto a publico.</p><p><strong>Polémica em torno da reabilitação</strong></p><p>A necessidade de uma reabilitação profunda começou a ser equacionada em meados de 1984, quando os serviços municipais detectaram patologias construtivas graves nos pavimentos do mercado. Na sequência das obras que se seguiram, os técnicos concluíram que era necessária uma intervenção de consolidação e reabilitação do mercado, tendo a autarquia decidido abrir um concurso que veio a ser ganho por um projecto apresentado pelo arquitecto Joaquim Massena.</p><p><strong>Processo desde 1992</strong></p><p>A Câmara Municipal do Porto recorreu, na década de 1990, a um concurso público internacional, nomeando para júri de concurso, o IPPAR, a Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto e o arquitecto Álvaro Siza Vieira. As bases do concurso tinham o seguinte fundamento: Manter o carácter geral do edifício, no que respeitava à salvaguarda dos aspectos formais e funcionais, à manutenção do Mercado Tradicional, ao acrescentar novas funções a espaços perdidos.</p><p>O projecto vencedor, do arquitecto Joaquim Massena, foi aprovado por &quot;unanimidade com distinção e Louvor&quot; (citado no Processo Concurso 1992 Mercado do Bolhão- C.M Porto, exposto no Orfeão do Porto) Contemplava a manutenção de todo o edifício numa perspectiva Patrimonial, nos seus aspectos funcionais e compositivos. O comércio tradicional é mantido, dotando de novas infra-estruturas para a comercialização de frescos. São ainda equacionadas áreas Museológicas e Auditórios, reforçando no Mercado diferentes horários de funcionamento.</p><p>Em 1994, com a articulação do sistema da Metro Ligeiro do Porto com a estação de Metro do Mercado do Bolhão, a C.M. Porto, decide avançar com a Reabilitação do Mercado, fazendo nesse mesmo ano, a adjudicação à equipa liderada pelo arquitecto Joaquim Massena, o projecto de execução, para a Reabilitação do Mercado do Bolhão.</p><p>O arquitecto Joaquim Massena, instalou um gabinete de apoio, no interior do Mercado do Bolhão, com o objectivo de fazer um levantamento exaustivo sobre o uso do edifício e o seu estado físico, bem como levar a conhecer os trabalhos realizados pela a equipa, aos Comerciantes e à Cidade.</p><p>Em 1997, foi pedida a Classificação do Mercado do Bolhão, enquanto edifício Patrimonial.</p><p>Foi aprovado a classificação pelo edital de 10/97 da C.M. Porto, confirmada pelo IPPAR (actual IGESPAR).</p><p>Em 1998, o projecto de execução da Cidade, foi acompanhado por todos os Organismos de Tutela, incluindo a C.M. Porto, e IPPAR (Instituto do Património Arquitectónico e Arqueológico- actual IGESPAR).</p><p>O projecto de execução foi aprovado por todos os Organismos de Tutela, em 1998, estando pronto a ser executado o que não se concretizou.</p><p><strong>Processo em 2007</strong></p><p>Em 2007, a Câmara do Porto decidiu abrir um novo concurso público de concepção/construção/exploração.</p><p>O concurso admite a entrega do Mercado do Bolhão para exploração a privados, durante 70 anos (50 + 20 anos). A empresa imobiliária vencedora, TramCroNe - Promoção e Projectos Imobiliários, S.A., anunciou na pessoa do seu administrador Eng.º Pedro Neves, que &quot;a demolição de todo o interior do Mercado do Bolhão é uma inevitabilidade para rentabilizar o investimento&quot;. O programa contempla ainda a construção de habitações de luxo e de um centro comercial, deixando apenas cerca de 3% da área total do Mercado do Bolhão para o comércio tradicional.</p><p>Estas premissas provocaram uma série de movimentos cívicos, levantando diversas questões sociais e culturais, prometendo impedir que se faça a demolição do Mercado do Bolhão.</p><p>Várias associações e movimentos, assim como cidadãos individuais do Porto, uniram-se na tentativa de impedir a entrega do Mercado do Bolhão a privados por 70 anos (50 + 20 anos) e respectiva demolição, sensibilizando para a sua urgente reabilitação. Entre as acções desenvolvidas inclui-se uma petição com mais de 50.000 assinaturas, entregue na Assembleia da República, uma acção judicial, várias iniciativas de mobilização junto ao Mercado e à Câmara, tertúlias e acções de esclarecimento e o Cordão Cultural do Bolhão, grande evento cultural em torno do mercado que contou com a participação de vários artistas solidários com a causa.</p><p>Em Janeiro de 2008, o município aprovou o contrato para adjudicar a privados a recuperação e exploração do mercado, mas as partes entraram em ruptura devido ao que a autarquia apelidou de &quot;incumprimento de obrigações pré-contratuais&quot;.</p><p>A Câmara decidiu-se então por uma parceria com o Ministério da Cultura, através da DRC-N, mas no fim de 2011 Rui Rio anunciou não poder avançar com o projecto de 20 milhões de euros sem uma comparticipação substancial de fundos comunitários.</p><p><strong>Processo de 2015</strong></p><p>A Câmara do Porto apresentou em 22 de abril de 2015 o projecto do mercado do Bolhão depois de ter anunciado folga nas finanças para o fazer por conta própria, naquela que é quarta iniciativa para requalificar o espaço.</p><p>A Câmara do Porto anunciou que vai investir 20 milhões de euros no espaço.</p><p>O mercado vai ser dotado de aquecimento artificial para o inverno, de coberturas no piso inferior, acesso direto ao metro e cave técnica com acesso para cargas e descargas a partir da rua Alexandre Braga. Vai manter a parte comercial e instalar restauração no piso superior, com entrada pela rua Fernandes Tomás, transferindo todo o mercado de frescos para o piso inferior.</p><p>Em janeiro de 2016, foi anunciado que o concurso público para a requalificação do mercado seria lançado até final de março de 2016. A Câmara do Porto já tem os projetos prontos e ultima a documentação.</p><p>Em julho de 2016, foi comunicado pela Câmara Municipal do Porto que as obras de reabilitação do Mercado do Bolhão começarão a 1 de agosto do mesmo ano, estimando-se que as obras de remodelação estejam concluídas apenas em 2019.</p><p>Em 19 de dezembro de 2016, foi lançado o concurso público internacional para requalificar o mercado do Bolhão por um valor máximo de 25 milhões de euros. O contrato de empreitada de restauro e modernização do Mercado do Bolhão a celebrar com a empresa municipal de Gestão de Obras Públicas terá o prazo de 720 dias e o critério de adjudicação será o mais baixo preço.</p><p>A empreitada suscitou o interesse de 41 operadores económicos e registou a apresentação de 12 candidaturas. Da primeira fase foram selecionadas para uma segunda ronda oito empresas, entre 12 concorrentes.</p><p>As oito empresas selecionadas são: Domingos da Silva Teixeira, S.A. e Cari Construtores, S.A.; Casais - Engenharia e Construção, S.A.; Ferrovial Agroman, S.A.; Conduril -Engenharia, S.A. e MRG - Construction S.A.; Alexandre Barbosa Borges, S.A., Nicolau de Macedo, S.A. e Bragalux - Montagens Eléctricas, S.A.; Teixeira Duarte - Engenharia e Construções, S.A.; Alberto Couto Alves, S.A. e Lúcio da Silva Azevedo &amp; Filhos, S.A.; HCT - Construções, S.A. e Ferreira - Construção, S.A.</p><p>A empreitada de restauro e modernização do Mercado do Bolhão foi adjudicada ao agrupamento Alberto Couto Alves S.A. e Lúcio da Silva Azevedo &amp; Filhos S.A., por mais de 22 milhões de euros, tendo sido consignada oficialmente a 15 de maio de 2018, prevendo-se um prazo de dois para a conclusão dos trabalhos.</p><p>A empreitada do túnel de acesso à cave do mercado foi adjudicada no fim de fevereiro de 2019 à empresa Teixeira Duarte, por cerca de 4,4 milhões de euros.</p><p>Em Dezembro de 2019, a Câmara do Porto anunciou que as obras de requalificação do Mercado cujo término estava previsto para maio de 2020, vão ser prolongadas por mais um ano, devido à necessidade de alterar o método construtivo.</p><p>Em Março de 2022, a Câmara do Porto anunciou que a reabertura do mercado acontecerá no final de junho de 2022, e vai ter um total de 129 espaços, incluindo 81 bancas interiores, 10 restaurantes interiores e 38 lojas exteriores.</p><p>O mercado reabriu no dia 15 de setembro de 2022, depois de quatro anos de obras de requalificação.</p><p>O mercado tem uma série de novidades como uma ponte que fará a ligação entre as ruas de Sá da Bandeira e de Alexandre Braga, uma saída direta para a estação de metro e 12 elevadores. Os dez restaurantes, no lado virado para a Rua Formosa, assumiram o compromisso de fazer as compras no Bolhão. As descargas vão ser feitas na cave, acabando-se assim com os constrangimentos de trânsito e evitando-se que as carrinhas tapem o edifício.</p><p>A fachada ocupa mais de oito mil metros quadrados, a cobertura tem mais de cinco mil e, durante a obra de reabilitação e adaptação, foi necessário escavar 30 mil metros cúbicos para construir a cave logística. Foram recuperados, dentro do possível, os azulejos originais e até algumas ideias que, com o tempo, foram surgindo nas cabeças das vendedoras, como os cortinados.</p><p>O mercado tem 81 bancas, 38 lojas viradas para a rua e dez restaurantes.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/672cc4527a52df6941d9bd5dbda1fd1fd36cdb3ce4800d0d9f097ecc02f89f27.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p><strong>Lista completa de Geochaching abaixo:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p><p>*<s>Released</s>*✅ *<s>Reviewed</s>*✅ <strong>Approved</strong>✅</p><p><em>Curator Body</em><br><code>0xe44305293dbfCd29abfcb1FBaFa7B41e6C696953 0xfa056236FBC67e1F40B41b987558F48Ab78666e0 0x339A5aB90862b839CD5ccD0Ec1D44cA4c340Df46 0xa9fdA291a97eA4CC8D07fA1f89473f79F171490C 0xD87100cB3f3348c7D9feab81a932f0eACAEeFE56</code></p>]]></content:encoded>
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            <title><![CDATA[Teatro Rivoli, Porto]]></title>
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            <pubDate>Thu, 19 Oct 2023 14:47:05 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[English version here. GPS 41.1477843094959, -8.609552214019507 O Teatro Municipal Rivoli, pertença da Câmara Municipal do Porto, é um dos dois pólos do chamado Teatro Municipal do Porto, sendo o outro polo o também Municipal Teatro do Campo Alegre. Fica situado na Praça D. João I e apresenta programação própria e regular, sob direção de Tiago Guedes e sob a alçada do Pelouro da Cultura da autarquia.História Em 1913 foi inaugurado, o então chamado Teatro Nacional. Nos anos seguintes, mudanças ...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>English <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/41YigZucj0o2Z37dJAH9yWlx8T1U4BOLU5ThJ_7CtUg">version</a> here.</p><p>GPS 41.1477843094959, -8.609552214019507</p><p>O Teatro Municipal Rivoli, pertença da Câmara Municipal do Porto, é um dos dois pólos do chamado Teatro Municipal do Porto, sendo o outro polo o também Municipal Teatro do Campo Alegre. Fica situado na Praça D. João I e apresenta programação própria e regular, sob direção de Tiago Guedes e sob a alçada do Pelouro da Cultura da autarquia.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/8f85ba7754e3e1bac11fb5487dcedef99d9197513740125a30840e2f3b624a3c.png" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p><strong>História</strong></p><p>Em 1913 foi inaugurado, o então chamado Teatro Nacional.</p><p>Nos anos seguintes, mudanças no centro urbano obrigaram a repensar e modernizar o imóvel, e assim, em 1923, aparecia o Teatro Rivoli, remodelado, adaptado ao cinema e com programação de ópera, dança, teatro e concertos. O projecto arquitectónico é da responsabilidade do Arquitecto e Engenheiro Júlio José de Brito.</p><p>As décadas de 1940 e 1950 representam anos dourados na história daquela sala, graças a Maria Borges. A filha de Manuel Pires Fernandes assume o teatro como um projeto pessoal e faz muitas melhorias. A mais importante é o painel em baixo-relevo, da autoria do escultor Henrique Moreira, que ainda hoje se pode ver no topo da fachada.</p><p>O facto de Maria Borges, que era casada com um dos banqueiros do banco Borges &amp; Irmão, ter adoecido e ido viver para Lisboa, foi decisivo para o definhar do Rivoli. “No início dos anos 60 o banco Borges &amp; Irmão ainda não teria desistido totalmente de um velho projeto de demolir o Rivoli e construir uma nova sede. Após a morte da mecenas, em 1976, o Rivoli foi vendido pelos herdeiros a William Graham. Como o Banco Português do Atlântico (BPA) era credor de Graham, acabou por ficar com o teatro.</p><p>Na década de 1970, a imagem do Teatro sofreu um revés, provocado por uma má situação financeira. O Rivoli começou a degradar-se, com equipamento obsoleto, sem programação regular ou público próprio. Em1989, a Câmara Municipal do Porto decidiu comprar a estrutura, de forma a devolvê-la à cidade e aos seus habitantes.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/7adb5b363c618f54ceaa69f0a7395018c4fc8d22a5c0bdacfd978b561ba2d8ca.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p>Em 1992 Teatro fechou para uma total remodelação com projecto do arquitecto Pedro Ramalho. A área existente de 6.000 m² foi ampliada para mais de 11.000m², criando-se um Auditório Secundário, um Café-concerto, uma Sala de Ensaios e um Foyer de Artistas, assim como espaços para os Serviços Administrativos e os Serviços Técnicos.</p><p>Em Outubro de 16 de Outubro de 1997 o Rivoli Teatro Municipal reabriu as suas portas.</p><p>De 2007 a 2011 o teatro foi gerido por Filipe La Féria.</p><p>Em 2014, a Cultura da Câmara Municipal do Porto (Presidente: Rui Moreira; Vereador da Cultura: Paulo Cunha e Silva) assumiu definitivamente os destinos do Teatro Municipal (Rivoli e Campo Alegre). De setembro a dezembro foi apresentado no Rivoli o programa O Rivoli Já Dança!, exemplo da programação que o Teatro Municipal propõe agora.</p><p>Em janeiro de 2015, o novo diretor artístico, Tiago Guedes, apresentou a programação até março e desde logo sobressai a vontade, pelas opções tomadas, de voltar a colocar o Rivoli no mapa dos grandes eventos culturais, com projeção nacional e internacional.</p><p>Pela primeira vez concebida na íntegra pela nova direção artística, a proposta do Rivoli abre-se a múltiplas artes, com destaque natural para a dança, mas com espaço para a performance,o teatro, o cinema, o pensamento, a música, a literatura, as exposições, workshops, marionetas, residências artísticas ou o novo circo.</p><p><strong>Lista completa de Geochaching abaixo:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p><p>*<s>Released</s>*✅ *<s>Reviewed</s>*✅ <strong>Approved</strong>✅</p><p><em>Curator Body</em><br><code>0x989Dfaf2c9Ff9e67B055A74BE928b2599906D3C9 0xfa056236FBC67e1F40B41b987558F48Ab78666e0 0x49478e011f68357F4Af38B92EADa8D7ddfE7e7Dc 0x4345b6ed553a3Cd91d9da370Ec0233d8e47DD5b7 0x45Be6C4d3Acf93BF3dA3Bafb97E944E21A4e9f84</code></p>]]></content:encoded>
            <author>invictus-2@newsletter.paragraph.com (Invictus)</author>
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            <title><![CDATA[Mercado Ferreira Borges]]></title>
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            <pubDate>Wed, 18 Oct 2023 16:22:02 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[English version here. GPS 41.141860896800466, -8.614908811527302 O Mercado Ferreira Borges é um edifício histórico localizado na da cidade do Porto, em Portugal, com acessos pela Praça do Infante D. Henrique, Rua de Ferreira Borges, Rua de Sousa Viterbo e Rua Mouzinho da Silveira.Construído em 1885 para substituir o já velho Mercado da Ribeira, e nunca tendo cumprido as funções para as quais foi originalmente destinado, em virtude da reticência dos negociantes em deixar o mercado anterior, o ...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>English <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/JIsiLfK2-_jEqt7yR1GBM4HORj2PxxXbKohvzj4W9z8">version</a> here.</p><p>GPS 41.141860896800466, -8.614908811527302</p><p>O Mercado Ferreira Borges é um edifício histórico localizado na da cidade do Porto, em Portugal, com acessos pela Praça do Infante D. Henrique, Rua de Ferreira Borges, Rua de Sousa Viterbo e Rua Mouzinho da Silveira.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/9eb557758f3bc9f4584557669c02b7843f531f6c3ccf6e048f2f8f0290589c6d.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p>Construído em 1885 para substituir o já velho Mercado da Ribeira, e nunca tendo cumprido as funções para as quais foi originalmente destinado, em virtude da reticência dos negociantes em deixar o mercado anterior, o Mercado Ferreira Borges é hoje utilizado para exposições e feiras de âmbito cultural.</p><p>O Mercado Ferreira Borges está classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1982.</p><p>Situado acima da Praça da Ribeira, em frente ao Jardim do Infante, assim denominado devido à estátua que domina o jardim, encimada pela figura do navegador Infante D. Henrique apontando o caminho para os descobrimentos portugueses. Lateralmente ao jardim está situado o Palácio da Bolsa.</p><p>O nome do mercado homenageia José Ferreira Borges, um jurisconsulto e político portuense que esteve na génese da implantação do regime liberal em Portugal.</p><p>Atualmente já não serve como mercado do município, sendo explorado por privados. Este é mais conhecido por Hard Club, e serve como espaço cultural. Por ele passam concertos, exposições, feiras de livro e música, servindo também como estúdio.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/4a10349c465d21cda359bfb018874af46e71c5e25d131d5dab7db5985456f935.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p><strong>Lista completa de Geochaching abaixo:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p><p>*<s>Released</s>*✅ *<s>Reviewed</s>*✅ <strong>Approved</strong>✅</p><p><em>Curator Body</em><br><code>0x1cDFC7E07D992687159F773f5bC47985167a5357 0xA874929Dc9c5d864fbff74a98AeCF2A95167f94e 0xfF3fc4F2Ed099abb09869DE8D1944ef124d9D040 0xa554be9835947B10cAB101cf06De85A5E1531050 0xA7f84764eB70a671da251a4c5EE626EEc89f5d4D</code></p>]]></content:encoded>
            <author>invictus-2@newsletter.paragraph.com (Invictus)</author>
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            <title><![CDATA[Café Majestic]]></title>
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            <pubDate>Mon, 16 Oct 2023 14:52:46 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[English version here. GPS 41.14721314269832, -8.606582906382787 O Café Majestic, ou Edifício na Rua de Santa Cartarina, n.º 112, é um café histórico localizado na Rua de Santa Catarina, na cidade do Porto, em Portugal. A sua relevância advém tanto da ambiência cultural que o envolve, nomeadamente a tradição do café tertúlia, onde se encontravam várias personalidades da vida cultural e artística da cidade, como também da sua arquitectura de identidade Arte Nova. Em 2011, foi considerado o sext...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>English <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/deSzERMyn-g2g6O-Kn6kzqKiSULrbSD5AuzteUrKqAU">version</a> here.</p><p>GPS 41.14721314269832, -8.606582906382787</p><p>O Café Majestic, ou Edifício na Rua de Santa Cartarina, n.º 112, é um café histórico localizado na Rua de Santa Catarina, na cidade do Porto, em Portugal.</p><p>A sua relevância advém tanto da ambiência cultural que o envolve, nomeadamente a tradição do café tertúlia, onde se encontravam várias personalidades da vida cultural e artística da cidade, como também da sua arquitectura de identidade Arte Nova. Em 2011, foi considerado o sexto café mais bonito do mundo.</p><p>O Café Majestic encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1983.</p><p><strong>História</strong></p><p>Inaugurado a 17 de Dezembro de 1921, com o nome de &quot;Elite&quot;, o café, situado no n.º 112 da Rua de Santa Catarina, esteve desde logo associado a uma certa frequência das pessoas distintas da época. Um dos que estiveram presentes na inauguração foi o piloto aviador Gago Coutinho, acabado de chegar de uma viagem à ilha da Madeira, e que ficou encantado com o esplendor da decoração arte nova.</p><p>No ano seguinte o nome mudaria de Elite para Majestic, sugerindo o chic parisiense, mais ao encontro da clientela que pretendia atrair, e tão apreciado na época.</p><p>Frequentaram o café nomes como Teixeira de Pascoaes, José Régio, o filósofo Leonardo Coimbra. Mais tarde tornou-se lugar assíduo para os estudantes e professores da Escola de Belas Artes do Porto.</p><p>Uma outra das conhecidas tertúlias que o animou era constituída pelo escultor José Rodrigues e pelos pintores Armando Alves, Ângelo de Sousa e Jorge Pinheiro. Este grupo adoptaria, devido à classificação final do curso, o irónico nome de &quot;Os quatro vintes&quot;, e manter-se-ia unido numa série de exposições no Porto, em Lisboa e em Paris no período 1968-1971.</p><p>Nos últimos anos, entre muitas outras figuras, não deixaram de visitar e assinar o livro de honra os presidentes Mário Soares, Jorge Sampaio, Jacques Chirac e Cavaco Silva. Hoje em dia continua a ser animado com recitais de poesia, concertos de piano, exposições de pintura, lançamentos de livros, realização de algumas cenas para filmes nacionais ou estrangeiros. Uma das cerimónias da despedida de Macau, no final do período de administração portuguesa, teve lugar no Café Majestic com a presença do Embaixador da China em Portugal.</p><p>Na biografia de J.K. Rowling escrita por Sean Smith, refere-se que a escritora passava muito tempo no Café Majestic a trabalhar no primeiro livro &quot;Harry Potter e a Pedra Filosofal&quot; (apesar da escritora ter saído do Porto em 1994 e o livro apenas ter sido publicado em 1997).</p><p><strong>Estilo arquitectónico</strong></p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/2f7411de5b390299da094f023966780818da26714e763e50989e94951dcd7d2e.jpg" alt="Exterior do Majestic ao entardecer." blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">Exterior do Majestic ao entardecer.</figcaption></figure><p>O Café Majestic de traça ideada pelo arquitecto João Queiroz, inspirada na obra do mestre Marques da Silva, permanece ainda hoje como um dos mais belos e representativos exemplares de Arte Nova na cidade do Porto. O edifício, fundeado em 1916 no ângulo formado pelas ruas de Santa Catarina e Passos Manuel, previa, na memória descritiva da sua reconstrução, a existência de &quot;estabelecimentos virados para a rua pedonal.&quot;</p><p>A imponente fachada em mármore, adornada com aspectos vegetalistas de formas sinuosas, reflecte o bom estilo decorativo da altura. Um trio de elegantes colunas marca a frontaria, limitada por uma secção rectangular, rasgada em vidro. No topo um frontão coroa a composição com as iniciais do Majestic. Ladeiam-no duas representações de crianças que, divertidas, convidam o transeunte a entrar.</p><p>Dentro do estabelecimento, de planta rectangular, reina a linguagem Arte Nova. A simetria curvilínea das molduras em madeira e os pormenores decorativos cativam a observação. Grandes espelhos riscados pela idade, intercalados por candeeiros em metal trabalhado, delimitam as paredes num inteligente jogo óptico de amplitude, que lhe dá uma dimensão maior que a real.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/8e40a67cb3870fe18964174ad8dde1614b0fd88ac7c7655fd5024800bd0595df.jpg" alt="Interior do Majestic. " blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">Interior do Majestic.</figcaption></figure><p>Esculturas em estuque, representando rostos humanos, figuras desnudas e florões, confirmam o gosto ondulante e sensual, enquanto que duas linhas de bancos em couro gravado, substituindo os originais em veludo vermelho, criam, em termos de perspectiva, uma sensação de profundidade e elegante aconchego.</p><p>O recorte sinuoso dos caixilhos da espelharia, a luminosidade dos candeeiros, os detalhes em mármore e os bustos sorridentes que se estendem das paredes ao tecto, conferem-lhe ambiência dourada e confortável, incitando ao repouso e à conversa amena. O Café Majestic emana uma atmosfera de luxo, requinte e bem-estar.</p><p>O pátio interior, construído em 1925, é um recanto de contornos delicados, com escada e balaustrada de pequenas dimensões, arquitectado como se de um jardim de Inverno se tratasse. Sob a direcção do mestre Pedro Mendes da Silva, este espaço simboliza uma nova era do Café Majestic. A construção do bar e da ligação ao café por meio de uma escadaria, permitiu abrir uma nova frente, a da rua Passos Manuel, &quot;…onde será posto à venda vinho do Porto. Para isso, escolheu-se o estilo regional da nossa arquitectura, não só para a construção do bar, mas também para a vedação do muro.&quot;</p><p>A nova fachada foi subsequentemente idealizada e executada seguindo moldes diferentes dos adoptados para o interior. Se este é ao gosto internacional, o novo espaço, não o renegando, apresenta um estilo mais rústico, manifestando o que mais tarde Raul Lino designou por casa portuguesa.</p><p>Nesse mesmo ano o Majestic cumpre singularmente a função plural de satisfazer todos os desejos da clientela. Volta a chamar o arquitecto João Queirós, agora para abrir uma modesta mas graciosa janela no muro remodelado, virada para a rua Passos Manuel, onde passará a vender tabaco e rapé à população. Um ano depois, em 1926, o espaço é ampliado e cedido à exploração da firma Tinoco &amp; Irmãos, construindo uma &quot;pequena cabina (…) para servir de tabacaria.&quot;</p><p>Auspícios de novos tempos e hábitos surgiram em 1927, através da ampliação do bar com vista ao &quot;serviço e fornecimento de cerveja para o terraço ali já existente&quot;.</p><p>O espaço, portanto, apresenta-se evolutivo. De uma formulação mais depurada e arquitectural à entrada, motivada pelas raízes Beaux Arts do arquitecto, ao nos aproximarmos do jardim passamos para um decorativismo colmatador das estruturas arquitectónicas, terminando no portal jónico de ligação ao exterior, com grande volutas transparentes e sensuais, tipicamente Art Nouveau, insinuando as esculturas femininas que vislumbramos no exterior. Esse, verdejante e luminoso, serve actualmente para a dinamização de concertos durante o Verão, pelo que se tornou no terceiro centro cultural do Majestic, a rivalizar com o piano de cauda no interior e com as inúmeras exposições de pintura a acontecer no piso inferior, outrora votado ao jogo de bilhar.</p><p>Sob a égide dos Barrias, o Café foi encerrado para execução de um projecto de remodelação. Em 1994, depois da substituição do pavimento interior, da reposição do mobiliário original e do desenho de um novo balcão, o Majestic foi reaberto, devolvendo-se-lhe finalmente uma merecida notoriedade.</p><p><strong>Presente</strong></p><p>A partir da década de 1960, a transformação do ritmo de vida provocou o declínio destes estabelecimentos e o Majestic não escapou a essa sorte até aos primeiros anos da década de oitenta.</p><p>Porém, a sua beleza original e o seu significado na cidade do Porto, valeram-lhe a classificação em 24 de Janeiro de 1983 de Imóvel de Interesse Público e &quot;património cultural&quot; da cidade, o que possibilitou que se iniciasse um processo de recuperação que, apesar de longo, permitiu a reabertura do café em Julho de 1994 com todo o seu antigo esplendor, convidando a reviver a fascinante Belle Époque.</p><p>Na cave foi criada uma galeria de arte destinada a pequenas conferências ou exposições.</p><p><strong>Lista completa de Geochaching abaixo:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p><p>*<s>Released</s>*✅ *<s>Reviewed</s>*✅ <strong>Approved</strong>✅</p><p><em>Curator Body</em><br><code>0x002a8F63E3B2D894218485AA401C702A5F7B588e 0xD989E9E0cc7D16F58357197e305D79d43ca63F0F 0x5FE9800731bF29C08B23539E9BdC0F9453666572 0x083B4bE22ACA5dC213085F59a639663fB7C6C4d6 0x7C73414CB06f542A435faE53673e1d3126f7222d</code></p>]]></content:encoded>
            <author>invictus-2@newsletter.paragraph.com (Invictus)</author>
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            <title><![CDATA[Avenida dos Aliados, Porto]]></title>
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            <pubDate>Mon, 16 Oct 2023 13:07:49 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[English version here. GPS 41.14843328092037, -8.610823527610423 A Avenida dos Aliados é um importante arruamento na freguesia de Santo Ildefonso, na Baixa da cidade do Porto, em Portugal. Com a Praça da Liberdade e a Praça do General Humberto Delgado constitui um tecido urbano contínuo. É a principal avenida e o centro da cidade do Porto.Origem do nome A avenida homenageia os países Aliados da Primeira Guerra Mundial. História O projeto de construção da avenida arrancou a 1 de fevereiro de 19...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>English <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/DQM805SlN-pBqvcKkW5I8eaMIEx0wXyxjQXgexK8S1k">version</a> here.</p><p>GPS 41.14843328092037, -8.610823527610423</p><p>A Avenida dos Aliados é um importante arruamento na freguesia de Santo Ildefonso, na Baixa da cidade do Porto, em Portugal. Com a Praça da Liberdade e a Praça do General Humberto Delgado constitui um tecido urbano contínuo. É a principal avenida e o centro da cidade do Porto.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/79814515ad0f816bb1faabd0d3bddb5696bf4563bd85b5c22b7126e3356a3805.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p><strong>Origem do nome</strong></p><p>A avenida homenageia os países Aliados da Primeira Guerra Mundial.</p><p><strong>História</strong></p><p>O projeto de construção da avenida arrancou a 1 de fevereiro de 1916. No local havia um conjunto de ruas curtas e vielas a que chamavam &quot;os lavadouros&quot;. Para além disso, tinha duas ruas principais muito movimentadas, paralelas, entre a esquina de Sampaio Bruno e o largo da Trindade: a rua de D. Pedro e a do Laranjal.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/ed8e8e320647d5ebcd4dfd59aa74c9394c54925924ab2d13026ce00bee10289a.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p>A cerimónia do lançamento da obra, a 1 de fevereiro de 1916, contou com a presença do então Presidente da República, Bernardino Machado, e consistiu na desmontagem da &quot;primeira pedra&quot; do palacete barroco da Praça da Liberdade, onde, desde 1816 e até então, esteve instalada a Câmara do Porto.</p><p>Foi precisamente nesse dia que foi aprovado em reunião camarária o projeto de construção do atual edifício dos Paços do Concelho logo acima dos Aliados, como parte do plano de expansão do centro cívico da cidade elaborado pelo arquiteto inglês Barry Parker.</p><p>A <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0xFae1f2F5794580aFFa9586Ed684B36eDE352d5c1/xK1fiip348qkNO15NKXsfKcIMKL0svU7X8KdDaUI5vg">estátua &quot;A Juventude&quot;,</a> do escultor Henrique Moreira foi instalada em 1929.</p><p>A imponência do seu conjunto arquitetónico e o seu caráter central fazem dela a &quot;sala de visitas&quot; da cidade, local por excelência onde os portuenses se concentram para celebrarem os momentos especiais.</p><p>Todos os edifícios são de bom granito, muitos deles coroados de lanternins, cúpulas e coruchéus. O eixo da avenida é marcado por uma ampla placa central que, até meados de 2006, era ajardinada e agora está completamente calcetada por paralelipípedos de granito. Quando foram removidos os jardins, foram também tapadas as entradas para o túnel pedonal dos Congregados.</p><p>Sensivelmente a meio da avenida, de um e outro lado, estão as duas bocas da Estação Aliados da Linha D do Metro do Porto. Foi precisamente a construção da estação que originou a completa reformulação da avenida, obra que foi entregue aos arquitetos Álvaro Siza Vieira e Eduardo Souto Moura. O projeto ficou envolvido por uma enorme contestação por, alegadamente, desvirtuar a tradição histórica e paisagística do local. Apesar de tudo, a obra — que procurava criar uma continuidade entre a Avenida e a Praça de Liberdade — foi, nas suas linhas gerais, concretizada.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/bad2215f7bd9d6ccfd8b087dad5a62aadf9f18ffa3293251a4fa485702d0f0a2.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p>Na tarde de 15 de maio de 1982, o Papa João Paulo II presidiu uma missa celebrada junto à Câmara Municipal, na Avenida dos Aliados, na sua primeira visita apostólica a Portugal.</p><p>Em 14 de maio de 2010 o Papa Bento XVI celebrou uma missa na Avenida dos Aliados onde estiveram entre 120 a 150 mil pessoas.</p><p>Ao cimo, onde se ergue o edifício da Câmara Municipal do Porto, a avenida dá lugar à Praça do General Humberto Delgado.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/58f3c42c47c9043ded0c3e9793b3881cabe13d21a685872f880cac613a650c53.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p><strong>Lista completa de Geochaching abaixo:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p><p>*<s>Released</s>*✅ *<s>Reviewed</s>*✅ <strong>Approved</strong>✅</p><p><em>Curator Body</em><br><code>0xa9fdA291a97eA4CC8D07fA1f89473f79F171490C 0x68af894920213658F54aCB51694aF9AD0D2446fC 0xfF3fc4F2Ed099abb09869DE8D1944ef124d9D040 0xA7f84764eB70a671da251a4c5EE626EEc89f5d4D 0x2442a71E79E927a1bA97306D534A6ceFFB53b7cF</code></p>]]></content:encoded>
            <author>invictus-2@newsletter.paragraph.com (Invictus)</author>
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            <title><![CDATA[Antiga Cadeia da Relação, Porto]]></title>
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            <pubDate>Mon, 09 Oct 2023 18:46:51 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[GPS 41.144513849920415, -8.616322958640609 Instalações anteriores Criada em 27 de Julho de 1582, o Tribunal da Relação do Porto, por falta de instalações próprias, começou por funcionar na Antiga Casa da Câmara, instalada na Rua de São Sebastião, no edifício que, por esse motivo, passou também a ser conhecido por Paço da Rolaçon. Poucos anos depois, o Tribunal transferiu-se para o palácio dos Condes de Miranda (onde permaneceu até 1608) no desaparecido Largo do Corpo da Guarda, que ficava ao ...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>GPS 41.144513849920415, -8.616322958640609</p><p><strong>Instalações anteriores</strong></p><p>Criada em 27 de Julho de 1582, o Tribunal da Relação do Porto, por falta de instalações próprias, começou por funcionar na Antiga Casa da Câmara, instalada na Rua de São Sebastião, no edifício que, por esse motivo, passou também a ser conhecido por Paço da Rolaçon. Poucos anos depois, o Tribunal transferiu-se para o palácio dos Condes de Miranda (onde permaneceu até 1608) no desaparecido Largo do Corpo da Guarda, que ficava ao cimo da rua que ainda existe com esta denominação. Os desembargadores eram obrigados a usar barba comprida e a não fazer visitas.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/0c7822ae275e100c7f7e47313b2d8d6b3e121a8e32775134ce8ce5d58ef89999.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p>A Relação manteve-se em actividade, sem sede própria, durante mais de vinte anos. Com efeito, foi só em 1603 que Filipe II ordenou que se construísse uma casa para receber a Relação e a Cadeia. Também esta, sofria do mal do Tribunal - a falta de instalações.</p><p>Andou, primeiro, pela Albergaria dos Palmeiros (1461), que ficava perto da actual Rua de São João; aparece referenciada, em 1490, num casebre entre as ruas Chã das Eiras e de Santo António do Penedo, numa artéria que ainda há pouco se chamava Travessa da Cadeia; depois instalou-se (1504) numa casa junto à sé e mais tarde nos baixos da Casa da Câmara.</p><p>A ordem de Filipe II, no entanto, só começou a ser cumprida em Julho de 1606, quando sob a direcção do corregedor Manuel Sequeira Novais, se deu início às obras no Campo do Olival. Os trabalhos duraram três anos e foram pagos, em grande parte, com dinheiros provenientes das remissões dos degredos para África. Isto é, quem era condenado a degredo para a &apos;costa d&apos;África&apos; podia pagar uma determinada quantia, resgatando a pena que cumpria cá.</p><p>O edifício, considerado enorme, custou tanto dinheiro que durante o tempo da sua construção não foram feitas mais obras na cidade. No entanto, deve ter sido mal construído porque no dia 1 de Abril de 1752, em Sábado de Aleluia, ruiu completamente e a Relação regressou às instalações da Câmara Municipal.</p><p><strong>Edifício actual</strong></p><p>Uma nova casa para a sede da Relação e da Cadeia começou a ser construída sobre os escombros da anterior, em 1765, por iniciativa do regedor das Justiças e governador das Armas do Porto, João de Almada e Melo, segundo uma planta elaborada para o efeito pelo engenheiro e arquitecto Eugénio dos Santos que foi um dos intervenientes na reconstrução da Lisboa pombalina.</p><p>Foi, no entanto, seguida pelo oficial de engenharia Francisco Pinheiro da Cunha, por morte de Eugénio dos Santos. A obra custou 200 contos de réis, durou trinta anos, pois só ficou concluída em 1796. Albergou a sede do Tribunal da Relação e serviu de cadeia até aos nossos dias.</p><p>É um dos edifícios de referência na história do Porto. As enxovias tinham nomes de santos: Santo António, Sant&apos;Ana, para homens; Santa Teresa para mulheres; e Santa Rita para menores. A prisão oficina estava sob a protecção do Senhor de Matosinhos e as prisões de castigo tinham por patrono São Vítor. Havia ainda os salões (do Carmo e de São José) para homens e mulheres. Diferenciavam-se das celas por terem o chão de madeira mas pagava-se para ficar neles - 1$500 réis.</p><p>Na sala do tribunal havia uma capela porque as Ordenações do Reino determinavam que &quot;o governador acolherá um sacerdote, que em todos os dias pela manhã, diga missa na casa da Relação, no oratório ou lugar que para isso se ordenar…&quot; Os presos ouviam a missa das grades das prisões e corredores que davam para o saguão. Mas como não havia, mesmo assim, capacidade para tanta gente, a missa era num Domingo para os detidos de determinadas celas e no outro Domingo para os das outras prisões.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/b6ebad98ee56686d1d99ed979ca4f2e47ad6fd542364fdf4a720eb3973686212.jpg" alt="A Cadeia da Relação: fonte de Neptuno." blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">A Cadeia da Relação: fonte de Neptuno.</figcaption></figure><p><strong>Visitantes ilustres</strong></p><p>A algumas das celas andam ligados nomes famosos.</p><p>No número 8 dos chamados quartos de Malta (eram catorze) passaram, por exemplo, os Mártires da Pátria, o duque da Terceira (António José de Sousa Manuel de Menezes Severim de Noronha) lugar-tenente da rainha D. Maria II nas províncias do Norte, detido em Outubro de 1846; juntamente com vários generais e oficiais.</p><p>Camilo Castelo Branco ocupou (1860) o quarto de São João, enquanto Ana Plácido recolhia ao pavilhão das mulheres, acusados, ambos, do crime de adultério.</p><p>Na cela que Camilo ocupara daria entrada mais tarde o célebre banqueiro Roriz. E, no quarto a seguir a este, Urbino de Freitas, professor da Faculdade de Medicina, acusado de ter assassinado por envenenamento os sobrinhos para ficar senhor da herança que a eles caberia.</p><p>O salteador Zé do Telhado, o caudilho miguelista Pita Bezerra e o jornalista político João Chagas também conheceram as celas da velha cadeia.</p><p><strong>O fim da cadeia</strong></p><p>Em 1961 começa a ser construído o novo estabelecimento prisional do Porto, em Custóias, com plano do arquitecto Rodrigues Lima. No entanto, a estrutura inicial foi abandonada e o edifício que se pretendia modelar, nunca acabou por ser construído. Foi rapidamente ocupado pelos reclusos da Cadeia da Relação, por razões de força maior e conforme determinação superior, em 29 de Abril de 1974.</p><p>Assim o novo Estabelecimento Prisional do Porto, em Custóias, passou a receber irregularmente reclusos preventivos - que deviam aguardar julgamento próximo do local do tribunal, como acontecia na cidade do Porto - foi alargado para aumentar a sua capacidade, substituindo completamente a Cadeia da Relação.</p><p>Em 1974, deu-se a ocupação revolucionária do edifício da Cadeia da Relação. Várias famílias e grupos não familiares procuraram aí abrigo e durante largo tempo o edifício sofreu um desgaste inesperado, degradando-se rapidamente.</p><p>Frequentemente, a antiga cadeia da relação foi habitada por outras situações a qual agora é funcionada como <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0xdA9A8f4Ad93735244F47f0E7511d392E2D5a05F6/LSsieXt6bCZUq0IvB4SbfCDumqCaQdGlWHKXaRDUsLY">Centro Português de Fotografia</a>, mantendo a cela onde Camilo esteve preso.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/d0f020501490d287d22265950d3323d887ae2eac0b0da51a093dc9ef87cde940.jpg" alt="Cadeia da Relação vista do Jardim de João Chagas." blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">Cadeia da Relação vista do Jardim de João Chagas.</figcaption></figure><p><strong>Renovação e uso presente</strong></p><p>O Instituto Português do Património Arquitectónico iniciou os trabalhos de restauro do edifício em 1988, com projecto do arquitecto Humberto Vieira, mas nenhum programa de utilização tinha, ao tempo, sido estabelecido superiormente.</p><p>Em 1997 foi criado o Centro Português de Fotografia e estabelecido, pelo Ministro da Cultura, que teria sede na antiga Cadeia da Relação. As primeiras exposições inauguraram-se em Dezembro de 1997, tendo o rés-do-chão funcionado como espaço de exposição até Dezembro de 2000. Nesta data o edifício encerrou para se terminarem as obras de renovação e adequação do edifício às novas funções. O projecto foi confiado aos arquitectos Eduardo Souto Moura e Humberto Vieira.</p><p>A Cadeia e Tribunal da Relação do Porto reabriu em Outubro de 2001, albergando agora todos os serviços do <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0xdA9A8f4Ad93735244F47f0E7511d392E2D5a05F6/LSsieXt6bCZUq0IvB4SbfCDumqCaQdGlWHKXaRDUsLY">Centro Português de Fotografia.</a></p><p><strong>Lista completa de Geochaching abaixo:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p>]]></content:encoded>
            <author>invictus-2@newsletter.paragraph.com (Invictus)</author>
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            <title><![CDATA[Jardim de João Chagas (Cordoaria)]]></title>
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            <pubDate>Thu, 05 Oct 2023 19:28:46 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[English version here. GPS 41.145842179187184, -8.616706479230173 O Jardim João Chagas é popularmente conhecido como Jardim da Cordoaria devido à atividade que lá se instalou durante cerca de 200 anos.Era neste local, apelidado na altura de cordoaria nova, que se encontravam os cordoeiros. Este nome manteve-se atual e ainda hoje chamamos Jardim da Cordoaria.Antes dos cordoeiros, este jardim chamava-se “Campo do Olival” e ficou aqui instalada a Cordoaria do Bispo. Foi depois disto que este loca...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>English <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/4hScHpsw-9PiWJovKBw7pDrS3T9aaVC_WluCGB8fjaY">version</a> here.</p><p>GPS 41.145842179187184, -8.616706479230173</p><p>O Jardim João Chagas é popularmente conhecido como Jardim da Cordoaria devido à atividade que lá se instalou durante cerca de 200 anos.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/538bc21657f27af2665457b5259ab76046dc4ceae3910e08ae4de57d59e2e833.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p>Era neste local, apelidado na altura de cordoaria nova, que se encontravam os cordoeiros. Este nome manteve-se atual e ainda hoje chamamos Jardim da Cordoaria.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/ab16383ec16d87a029fab55c3df62cb1dfb944b04af115b853976573f620f937.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p>Antes dos cordoeiros, este jardim chamava-se “Campo do Olival” e ficou aqui instalada a Cordoaria do Bispo.</p><p>Foi depois disto que este local começou a ser urbanizado e o Campo do Olival transformou-se em Alameda dos Olivais. Aqui realizavam-se feiras e mercados, tais como a feira de S. Miguel que se mudou, mais tarde, para a Boavista. Por volta de 1865-66, começa-se um processo de transformação da Alameda num Jardim e é o arquiteto paisagista Émile David, também conhecido pelo seu projeto dos <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0x60D010a4Fbd000794ab977930eD0F1D6FE313743/L-bXob3ldx1YjDvXB1_0hjOdGbotajmQPPOPKpARvVM">jardins do Palácio de Cristal</a>, que fica responsável pela tarefa.</p><p>Depois de concluído, o Jardim da Cordoaria, caracteristicamente um jardim romântico, passou a ser mais frequentado pela burguesia da cidade.</p><p>Em 1941, um ciclone alterou a aparência deste jardim. Ainda assim, este jardim foi sempre considerado importante para os portuenses e munícipes e em 2001 volta a ser alvo de uma remodelação.</p><p>Mais ainda, a alameda de plátanos que lá encontramos é considerada, desde 2005, como de Interesse Público.</p><p>Uma montra de arte e história Como vimos, a importância deste jardim é transversal ao tempo. Contudo, não é apenas devido à história, mas também à arte que lá encontramos que este jardim é tão mítico e emblemático.</p><p>Se passearmos pela Cordoaria conseguimos encontrar várias estátuas, tais como:</p><ul><li><p>“A Flora”, de António Teixeira Lopes</p></li><li><p>O busto do poeta António Nobre, de Tomás Costa</p></li><li><p>Uma estátua de Ramalho Ortigão, de Leopoldo Almeida (escultor)</p></li><li><p>“Os Treze a Rir Uns dos Outros”, do madrileno Juan Muñoz</p></li><li><p>“O Rapto de Ganímedes”, de António Fernandes de Sá</p></li></ul><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/9732e646f57c03e3a8729cf640458ec2970c7cae26bd15965a1372bdb7ee1f95.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/ef85416aa2d07b0efa4d00288b7c1ab445e9056fb83d3e97268f1ac386a55954.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/564c2742a4dc4c8d8c820000c3b952fb441c601d14f05e2cf5d232b86ea8f158.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/0ff498cf4e298ca45a089399a6d20f78eebd1e35350c09ff61d999fc4eb1a73b.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/d0f020501490d287d22265950d3323d887ae2eac0b0da51a093dc9ef87cde940.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/96087294cb7147b24829d88f5a564dde8dc8552d41000fa1dde29a5acc50db91.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/794fc7deb8da42c797bf47a00293c3ddc69fdb6a4278e5dbdeef662d7693a366.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p><strong>Lista completa de Geochaching abaixo:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p><p>*<s>Released</s>*✅ *<s>Reviewed</s>*✅ <strong>Approved</strong>✅</p><p><em>Curator Body</em><br><code>0x4345b6ed553a3Cd91d9da370Ec0233d8e47DD5b7 0x7C73414CB06f542A435faE53673e1d3126f7222d 0x61A971a82c67bC52309AcC25ceEF811FAFd9091C 0x7Bc11676b7b231D0Fc6E210b185bd85D615310Be 0xD87100cB3f3348c7D9feab81a932f0eACAEeFE56</code></p>]]></content:encoded>
            <author>invictus-2@newsletter.paragraph.com (Invictus)</author>
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            <title><![CDATA[Castelo da Dona Chica]]></title>
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            <pubDate>Mon, 02 Oct 2023 22:25:14 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[English version here. GPS 41.58878916445875, -8.428279998309838 O Castelo da Dona Chica, também referido como Castelo de Palmeira, Casa da Chica ou Palácio da Dona Chica, localiza-se na freguesia de Palmeira, município de Braga, distrito do mesmo nome, em Portugal. Trata-se de um edifício apalaçado, de características ecléticas sobre um estilo romântico, projetado pelo Arquiteto suíço Ernesto Korrodi. Foi classificado como Imóvel de Interesse Público por Despacho de 20 de Fevereiro de 1985. H...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>English <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/hLjnqeZlgdWMf8lkZF3Xr92m02sTuvg7cImceAuyXlU">version</a> here.</p><p>GPS 41.58878916445875, -8.428279998309838</p><p>O Castelo da Dona Chica, também referido como Castelo de Palmeira, Casa da Chica ou Palácio da Dona Chica, localiza-se na freguesia de Palmeira, município de Braga, distrito do mesmo nome, em Portugal.</p><p>Trata-se de um edifício apalaçado, de características ecléticas sobre um estilo romântico, projetado pelo Arquiteto suíço Ernesto Korrodi.</p><p>Foi classificado como Imóvel de Interesse Público por Despacho de 20 de Fevereiro de 1985.</p><p><strong>História</strong></p><p>A sua construção iniciou-se em 1915, por iniciativa de Francisca Peixoto de Sousa, nascida no Brasil, que mandou vir do seu país muitas das espécies arbóreas actualmente existentes na mata envolvente.</p><p>As obras foram interrompidas em 1919, quando Francisca se separou do marido.</p><p>Ao longo de sua história mudou várias vezes de proprietário, arrastando-se as obras por décadas, só sendo concluídas em 1991, adaptado a restaurante e bar.</p><p>Durante uma disputa judicial quanto à sua posse, o imóvel ficou num estado de abandono e degradação.</p><p>Em 2023 está a ser transformado em hotel com 10 unidades de alojamento, um quarto individual, sete quartos duplos e duas suites. O hotel integra serviço de alimentação e bebidas com a instalação de dois espaços localizados em pisos distintos destinados a dois estilos de gastronomia – bistrô, ou seja, um pequeno restaurante/bar, onde são servidas bebidas alcoólicas, café, além de petiscos e comidas simples – e o restaurante propriamente dito – proporcionando um serviço de refeições.</p><p><strong>A disputa judicial</strong></p><p>Tendo sido adquirido pela Junta de Freguesia de Palmeira, em 1990, por cerca de 95 mil Euros, a autarquia arrendou-o por contrato a uma empresa de turismo, a IPALTUR. Esta, por sua vez, procedeu-lhe beneficiações, adaptando as instalações do imóvel a zona de lazer, com bar, discoteca, restaurante e salas de reuniões e de congressos.</p><p>Com o &quot;de acordo&quot; da autarquia, a IPALTUR hipotecou o imóvel por 750 mil Euros junto à Caixa Geral de Depósitos. Pelo acordo, durante dez anos a autarquia não receberia rendas.</p><p>Em 1994 a IPALTUR entrou em processo de falência. Desse modo, o imóvel veio a ser vendido em hasta pública, em 1998, à Caixa Geral de Depósitos, por 1.500 mil Euros. A instituição financeira, desse modo, conseguiu reaver parte do seu crédito, mas cerca de vinte outros credores continuaram sem conseguir reaver os seus montantes.</p><p>Em 2001 o tribunal de Braga determinou que a CGD deverá pagar 2.250 mil Euros aos demais credores a título das obras de beneficiação efectuadas pela falida IPALTUR no imóvel. Essa decisão, em Novembro de 2002 foi anulada pelo Tribunal da Relação de Guimarães, o que foi confirmado pelo Supremo Tribunal de Justiça em Junho de 2003.</p><p>O imóvel foi comprado em 2010 por um empresário do ramo do imobiliário que o vendeu novamente em 2019.</p><p><strong>Características</strong></p><p>O edifício é constituído por quatro pavimentos. Desenvolve-se num jogo de volumes muito acentuado e caracteriza-se por uma ampla diversidade de materiais e linguagens, misturando referências populares e eruditas, num ecletismo extravagante onde se misturam o estilo neogótico, o neoárabe e o &quot;rústico&quot;.</p><p>Isolados, os volumes têm uma imagem própria e estabelecem ligações através de algumas pontes (materiais e elementos decorativos). A análise dos pormenores construtivos evidencia a importância dada à imagem, em detrimento de um método de construção. As janelas são indiferentemente de madeira ou de ferro, ou mesmo executadas com os dois materiais, sendo difícil saber se obedecem a um projecto de execução da obra ou se, definida inicialmente a imagem pelo arquitecto Korrodi, a solução construtiva ficaria a cargo dos diferentes artistas / artesãos que as executaram. O ferro é empregado ainda no gradeamento, no coroamento da cobertura e no catavento. A repetição da &quot;folha de hera&quot; como elemento decorativo, simultaneamente no desenho dos gradeamentos de ferro e em algumas molduras de mármore, convive com a aplicação de diferentes motivos florais, nos capitéis das diferentes colunatas e com as rosáceas geometrizadas, nos fechos dos arcos ogivais.</p><p>As telhas estão &quot;assinadas&quot; pelo projectista. Coloridas de verde pretendem a integração na paisagem que o restante do edifício recusa.</p><p>A mata envolvente caracteriza-se por vegetação exótica (amendoeira brasileira, pau-santo, pinheiro brasileiro, palmeira, eucaliptos, japoneiras e outras) e muitas variedades nacionais (carvalho, plátanos, cedros, pinheiro bravo, castanheiros, salgueiros, mimosas, sobreiros e outros), com percursos sinuosos. O conjunto do lago, com uma gruta com falsas estalactites, destaca-se, traduzindo uma visão romântica, que pretendeu imitar o período medieval, reproduzindo a natureza, preferindo o &quot;bosque&quot; ao geometrizado jardim barroco.</p><p><strong>Cronologia</strong></p><ul><li><p>1915 - Projecto do arquitecto suíço, Ernesto Korrodi, por encomenda de João José Ferreira Rego;</p></li><li><p>1919 - Obra suspensa, numa etapa em que o interior do edifício se resumia às suas estruturas fundamentais; inacabado, as obras orçamentavam, na altura, em 370 contos de réis;</p></li><li><p>1938 - O imóvel foi vendido, por 165 contos, a um fidalgo inglês que posteriormente o revendeu, por 80 contos de réis, ao guarda livros do conde de Vizela, Alberto Torres de Figueiredo. Francisco Joaquim Alves de Macedo adquiriu o imóvel e encetou obras no seu interior, sem qualquer projecto de recuperação, numa tentativa de reactivar o ideal dos anteriores proprietários. Esta tentativa foi frustrada devido às múltiplas divergências que surgiram no decorrer dos trabalhos, nomeadamente com a autarquia local. Desse modo, destruiu-se o pouco que restava dos elementos decorativos interiores principalmente ao nível de cerâmicas (azulejos, tijoleiras e telhas), não restando quaisquer vestígios para uma possível reposição dessas peças, algumas, segundo referências das gentes mais velhas, de grande interesse artístico, para além da supressão de toda a madeira, base estruturante de todos os pisos;</p></li><li><p>Século XX (segunda metade) - Adquirido pela Junta de Freguesia de Palmeira, que concessiona o imóvel à IPALTUR, Investimentos Turísticos, S.A. através de um contrato de longa duração, renovável;</p></li><li><p>1985, 20 de Fevereiro - Despacho de classificação, com homologação em Imóvel de Interesse Público (IIP);</p></li><li><p>1992 - Adaptação, descrita como transformação, num espaço cultural e recreativo, bem como em restaurante e outros serviços de índole social e hoteleira, com projecto do arquitecto Paulo Tonet;</p></li><li><p>1992, Novembro - Joaquim Costa, gestor da IPALTUR, trespassa o palácio à empresa &quot;Veloso - Empreendimentos Turísticos e Residenciais&quot;, tendo em vista o pagamento de uma alegada dívida, o que não foi aceite pelos restantes credores;</p></li><li><p>1993 - Proposto o pedido de falência da IPALTUR, pela Caixa Geral de Depósitos, principal credora desta firma, e destino incerto relativamente à posse da propriedade, por ter sido hipotecada;</p></li><li><p>1998 - Imóvel adquirido pela Caixa Geral de Depósitos;</p></li><li><p>2004 - A Caixa Geral de Depósitos procedeu à venda do imóvel em hasta pública por cerca de dois milhões de euros à imobiliária Europovoa – Construções e Imobiliária,Lda. com sede na Póvoa do Varzim e liderada por José Campos.</p></li><li><p>2006 - O imóvel encontrava-se à venda.</p></li><li><p>2008 - O imóvel encontrava-se à venda ao preço de € 2.250.000,00. 2009 - O imóvel encontrava-se à venda ao preço de € 2.500.000,00.</p></li><li><p>2013 - O imóvel é classificado como monumento de interesse público, por despacho do secretário de Estado da Cultura, deliberação que confirma tratar-se de «um valor cultural de importância nacional» e cuja deterioração definitiva representa um «dano grave para o património cultural». A decisão coloca o também designado Castelo de Palmeira numa extensa Zona Especial de Proteção.</p></li><li><p>2014 - É adquirido por um empresário da Póvoa de Varzim (PMA Construções).</p></li><li><p>2017 - O imóvel encontrava-se à venda ao preço de € 1.250.000,00</p></li><li><p>2019 - O castelo foi vendido a dois irmãos, um emigrado nos Estados Unidos e outro a residir em Portugal, que pretendem realizar algumas obras de adaptação no espaço envolvente, para transformar-se num local de realização de eventos.</p></li><li><p>2022 - Anunciado que os proprietários estão a preparar um projeto para a conversão do edifício ao turismo, com várias valências, entre as quais a de hotel de charme.</p></li><li><p>2023 - O projeto foi aprovado e iniciaram-se as obras, num empreendimento, da empresa Magalhães &amp; Rocchio, Lda, de Cossourado, Barcelos com projeto arquitetónico do AtelierArq.</p></li></ul><p><strong>Lista completa de Geochaching abaixo:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p>]]></content:encoded>
            <author>invictus-2@newsletter.paragraph.com (Invictus)</author>
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            <title><![CDATA[Antiga "Vivenda Aleluia", Aveiro]]></title>
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            <pubDate>Mon, 02 Oct 2023 21:05:23 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[English version here. GPS 40.64296572505552, -8.64602683924393 A Vivenda Aleluia representa a magistral articulação do estilo Arte Nova, o mais emblemático da obra de Silva Rocha, na criatividade e assimetria do jogo de volumes, na linguagem decorativa da serralharia, com o estilo Casa Tradicional Portuguesa de que é um dos principais ex-libris em Portugal pela riqueza dos elementos decorativos, que a integram, quer no exterior, quer no interior, na expressão da cerâmica e do azulejo, do que ...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>English <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/SKHhoOc9Y5AJ2N1qthbw61r_8X-5ryYxGVaSWozHlzA">version</a> here.</p><p>GPS 40.64296572505552, -8.64602683924393</p><p>A Vivenda Aleluia representa a magistral articulação do estilo Arte Nova, o mais emblemático da obra de Silva Rocha, na criatividade e assimetria do jogo de volumes, na linguagem decorativa da serralharia, com o estilo Casa Tradicional Portuguesa de que é um dos principais ex-libris em Portugal pela riqueza dos elementos decorativos, que a integram, quer no exterior, quer no interior, na expressão da cerâmica e do azulejo, do que de melhor produziu a centenária Fábrica Aleluia.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/53f995d3c71f1ba62e8e07ec0682bb74f3858a9bc5c66d557984636e596d357b.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p>Há que realçar no plano do diálogo com as artes decorativas e aplicadas, tão característico do movimento Arts and Crafts, a riqueza e a diversidade dos painéis de azulejos, o trabalho dos tetos em madeira, a serralharia artística e os vitrais, uma constante na obra de Silva Rocha, especialista na arte de captar e utilizar a luz, colorindo-a, como elemento decorativo. A Vivenda Aleluia, prolonga brilhantemente e com uma atitude moderna o estilo da Casa Tradicional Portuguesa, do qual é talvez um dos mais extraordinários exemplos, segundo Ana Tostões renovando-o e &quot;afirmando a modernização da cultura arquitetónica em Portugal.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/4d34103a8f140171bea95a2020d938d5f38e709e607383301c778e7bf2dfff83.jpg" alt="Francisco Augusto da Silva Rocha (1864-1957) autor da Vivenda Aleluia no estilo Casa Tradicional Portuguesa e dos principais edifícios Arte Nova do centro histórico de Aveiro, por sua causa considerada uma das Capitais Europeias da Arte Nova. Expoente maior deste estilo em Portugal, pela originalidade e qualidade da sua obra, chegou a ser considerado o Gaudí português." blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">Francisco Augusto da Silva Rocha (1864-1957) autor da Vivenda Aleluia no estilo Casa Tradicional Portuguesa e dos principais edifícios Arte Nova do centro histórico de Aveiro, por sua causa considerada uma das Capitais Europeias da Arte Nova. Expoente maior deste estilo em Portugal, pela originalidade e qualidade da sua obra, chegou a ser considerado o Gaudí português.</figcaption></figure><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/eedadf686684f10fb5f2dea9672a7e6a2706074a4b8effcc9182ddc30adbccae.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/151a637925cdbb2571411db2b51ccb70a3b24f4c6f34423631b025488ddc30d6.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/fd865c3801c3ee96680e3b1009afd13b3cab3720f807cc0f0f2eeb163963748a.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p><strong>Lista completa de Geochaching abaixo:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p>]]></content:encoded>
            <author>invictus-2@newsletter.paragraph.com (Invictus)</author>
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            <title><![CDATA[Reitoria da Universidade do Porto]]></title>
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            <pubDate>Mon, 02 Oct 2023 18:49:51 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[English version here. GPS 41.146948824097905, -8.615671791864003 A Reitoria da Universidade do Porto é um edifício histórico situado na Praça de Gomes Teixeira, na cidade do Porto, em Portugal. É um edifício rectangular de estilo neoclássico, inicialmente destinado a Academia Real de Marinha e Comércio. O projecto inicial é da autoria de Carlos Amarante e data de 1807. Durante o período das invasões francesas e das guerras liberais as obras do edifício avançariam muito lentamente. A construçã...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>English <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/UaApLfKezXh64tQ7IyLJ_Y-IspXoLgi2ibYZt_aAEE4">version</a> here.</p><p>GPS 41.146948824097905, -8.615671791864003</p><p>A Reitoria da Universidade do Porto é um edifício histórico situado na Praça de Gomes Teixeira, na cidade do Porto, em Portugal.</p><p>É um edifício rectangular de estilo neoclássico, inicialmente destinado a Academia Real de Marinha e Comércio. O projecto inicial é da autoria de Carlos Amarante e data de 1807. Durante o período das invasões francesas e das guerras liberais as obras do edifício avançariam muito lentamente. A construção inacabada serviu de hospital durante o cerco do Porto (1832-33). Em 1833 o projecto foi remodelado por J. C. Vitória Vila-Nova. As obras continuaram e o projecto inicial ainda sofreu duas grandes remodelações, em 1862, por Gustavo Gonçalves e Sousa, e em 1898, por António Araújo e Silva.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/f55c1273c5cf7e948cf16e65523231fafd81ce147986e0bb90b5945eb652abe7.jpg" alt="Edifíco da Academia Politécnica, onde funcionou a Faculdade de Ciências e agora está instalada a reitoria e diversos museus." blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">Edifíco da Academia Politécnica, onde funcionou a Faculdade de Ciências e agora está instalada a reitoria e diversos museus.</figcaption></figure><p>No edifício funcionaram a Academia Politécnica do Porto, o Colégio dos Órfãos, a Academia das Belas-Artes, o Liceu Nacional, o Instituto Industrial (antecessor do ISEP; até 1933), a Faculdade Técnica (hoje Faculdade de Engenharia; até 1937), a Faculdade de Economia (até 1974) e a Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (até 2007).</p><p>Actualmente está instalada neste histórico edifício a Reitoria da Universidade do Porto, para além do Museu de Ciência, e dos Museus de Zoologia, Ciências Geológicas e Arqueologia e Pré-História do Instituto de Antropologia.</p><p><strong>Museu da História Nacional</strong></p><p>O Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto é resultado de uma fusão do Museu de História Natural da Universidade do Porto e do Museu da Ciência da Universidade Porto e do Núcleo da Faculdade de Ciências da U.Porto. Criado em 2015, este museu encontra-se bipartido: um polo localizado nas instalações do Edifício Histórico da Reitoria da U.Porto e um outro que integra a Galeria da Biodiversidade e o Jardim Botânico do Porto. Possui coleções de geologia, paleontologia, zoologia, arqueologia e etnografia, botânica e ciência.</p><p><strong>Incêndios</strong></p><p>O edifício foi já palco de dois incêndios:</p><ul><li><p>em 20 de Abril de 1974, um grande incêndio destruiu grande parte do edifício.</p></li><li><p>em 5 de Maio de 2008, um incêndio de grandes proporções deflagrou às 11h15 horas.</p></li></ul><p>O incêndio de 2008 deflagrou ao fim da manhã quando se ouviram explosões e se viram chamas a sair do edifício da Reitoria da Universidade do Porto. O incêndio terá começado na cobertura do edifício que estava com obras de restauro. Foi controlado às 12h55 e não registaram feridos. Os danos provocados pelo incêndio numa secção da cobertura do edifício ficaram restringidos a uma ala que se encontrava praticamente desocupada.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/bd47c6ae6aed47fe333f52ec046c0433a387db3698f58eeba07d4bccddcfdff4.jpg" alt="c.1940." blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">c.1940.</figcaption></figure><p><strong>Lista completa de Geochaching abaixo:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p><p>*<s>Released</s>*✅ *<s>Reviewed</s>*✅ <strong>Approved</strong>✅</p><p><em>Curator Body</em><br><code>0xa9fdA291a97eA4CC8D07fA1f89473f79F171490C 0x61A971a82c67bC52309AcC25ceEF811FAFd9091C 0x083B4bE22ACA5dC213085F59a639663fB7C6C4d6 0xfBe049b1b58924089007D87B8F559aB19Bea40aa 0x339A5aB90862b839CD5ccD0Ec1D44cA4c340Df46</code></p>]]></content:encoded>
            <author>invictus-2@newsletter.paragraph.com (Invictus)</author>
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            <title><![CDATA[Paço Episcopal do Porto]]></title>
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            <pubDate>Mon, 02 Oct 2023 18:03:24 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[English version here. GPS 41.14201548057941, -8.61171190521917 O Paço Episcopal do Porto é a antiga residência dos bispos do Porto. Situa-se adjacente à Sé do Porto e, pela sua posição elevada, domina a paisagem do centro histórico do Porto. O Paço Episcopal do Porto está classificado como Monumento Nacional desde 1910.História Atribui-se com frequência a iniciativa da construção do Paço Episcopal do Porto ao bispo D. Fr. João Rafael de Mendonça, que implicou a demolição total do antigo Paço ...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>English <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/UCDmhZLO9AVL6Ya1lz6d11nEsDN9ZBUphztC8rOv2RM">version</a> here.</p><p>GPS 41.14201548057941, -8.61171190521917</p><p>O Paço Episcopal do Porto é a antiga residência dos bispos do Porto. Situa-se adjacente à Sé do Porto e, pela sua posição elevada, domina a paisagem do centro histórico do Porto.</p><p>O Paço Episcopal do Porto está classificado como Monumento Nacional desde 1910.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/e2fd32a0bfdefc9f280e63f0e083add339a44bbd918aacac98e43e5df4f4183d.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p><strong>História</strong></p><p>Atribui-se com frequência a iniciativa da construção do Paço Episcopal do Porto ao bispo D. Fr. João Rafael de Mendonça, que implicou a demolição total do antigo Paço e a encomenda deste novo projecto. No entanto, a construção da obra ir-se-ia prolongar durante vários anos e o bispo não chegaria a vê-la completa. Ainda assim, muitos trechos do traçado original foram alterados e outros terminados à pressa em prejuízo do conjunto global, estrutura, clareza e unidade arquitectónica.</p><p>Porém, é consensual a influência de Nicolau Nasoni no alçado da frontaria, projectando-se em duas fachadas facilmente reconhecidas, a de ocidente e a de sul. Deste bloco, de digna imponência, majestosa e elegante mas não pesada, rasgam-se dezenas de janelas barrocas. Perto da Sé Catedral, sobre penhascos colossais, a fachada principal ficou a mais baixa.</p><p>Forem feitas várias obras de reconstrução do paço, tendo sido uma das mais importantes aquela efectuada pelo bispo D. Luís Pires, ao qual se deve o mérito de aumentar e organizar a importante biblioteca. A mais profunda remodelação seria durante a idade barroca, da iniciativa do Cabido da Sé.</p><p>Entre 1916 e 1956, sediou a Câmara Municipal do Porto, enquanto a remodelação da Praça da Liberdade e construção dos novos Paços do Concelho ocorreram.</p><p>Actualmente este paço pertence ao Estado e foi recentemente recuperado.</p><p><strong>Descrição</strong></p><p>No eixo da composição ergue-se o conjunto portão-janela de honra. O brasão de armas, em pedra, sobrepõe-se ligeiramente ao friso do entablamente que decora a frontaria e acima do beirado eleva-se um frontão curvo e ornamentando, como coroamento do monumental eixo. O brasão é flanqueado de larga decoração. Sobre as lojas, para as quais se abrem cinco portas almofadadas e sete janelas baixas e gradeadas, avistam-se as 24 janelas do andar nobre, 12 de cada lado, unidas verticalmente duas a duas, alternando-se os ornamentos: uns festivos e outros menos ornamentados; cada uma destas janelas abre para varandins guarnecidos de ferro forjado e desenho delicado.</p><p>O interior é composto por amplos salões, alguns exuberando excelentes peças de mobiliário, muitas salas, muitos quartos característicos da época anterior à sofrida expropriação. No fundo do vestíbulo desenvolve-se a escadaria nobre, com decoração mural bem posterior à do início do projecto, embora surpreendentemente concordantes no seu conjunto, tectos, lanternim, patamares, corrimões, a entrada do andar nobre, um verdadeiro portal palaciano.</p><p><strong>Galeria</strong></p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/fa6b79c6c722c43b74ae5a9437ea1ecd3d2b4643abef12641b2cd293d488b67e.jpg" alt="Escadaria" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">Escadaria</figcaption></figure><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/23bc72e1342d0803e0c1a0715c3edc9f7598a9a378a7fc56ac94c9d911bb500d.jpg" alt="Interior" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">Interior</figcaption></figure><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/dc92bf552e3630aab09d00a8523f0df07ef88d7e490f55dc4f438414e6426c7a.jpg" alt="Paço Episcopal visto de Vila Nova de Gaia." blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">Paço Episcopal visto de Vila Nova de Gaia.</figcaption></figure><p><strong>Lista completa de Geochaching abaixo:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p>]]></content:encoded>
            <author>invictus-2@newsletter.paragraph.com (Invictus)</author>
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            <title><![CDATA[Casa Escondida do Porto]]></title>
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            <pubDate>Mon, 02 Oct 2023 13:20:16 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[English version here. GPS 41.147339176050025, -8.61636158517814 Entre as Igrejas do Carmo e das Carmelitas existe uma Casa Escondida… quase ninguém sabe, mesmo porque não é tão fácil assim perceber. Tudo começou quando na construção da Igreja do Carmo (1756), essa seria construída ao lado da já existente Igreja dos Carmelitas (1628). Aconteceu que o Vaticano não autorizou a construção de uma igreja encostada em outra, separadas apenas por uma parede, foi assim que surgiu uma “casa” entre as d...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>English <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/xm7wacgG8Yl5el3yLyULRhmYVYWMyEFrEwlUruD8M9I">version</a> here.</p><p>GPS 41.147339176050025, -8.61636158517814</p><p>Entre as Igrejas do <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0x60D010a4Fbd000794ab977930eD0F1D6FE313743/ZLuY9BVcro3VUzQIL16YAOrONWq_O_PE3pjjQTivGoE">Carmo</a> e das <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0x60D010a4Fbd000794ab977930eD0F1D6FE313743/uw2D9o9EmONDph5yb1cFjZ203mnJOgO-CFWuOdIPoYc">Carmelitas</a> existe uma Casa Escondida… quase ninguém sabe, mesmo porque não é tão fácil assim perceber. Tudo começou quando na construção da Igreja do Carmo (1756), essa seria construída ao lado da já existente Igreja dos Carmelitas (1628). Aconteceu que o Vaticano não autorizou a construção de uma igreja encostada em outra, separadas apenas por uma parede, foi assim que surgiu uma “casa” entre as duas, a “Casa Escondida”, com 1 metro de largura e talvez a casa mais estreita da cidade do Porto, é hoje ponto de visitação de milhares de pessoas.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/f3ba580d368aebb69913715b60e5ab437438cf5b631932e3608202d766df9283.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p>Com certeza muita gente já passou em frente e nem reparou que ali existe uma casa. A casa já foi habitada por artistas, sacristães… já foi local de reuniões secretas durante as Invasões Francesas e as Guerras Liberais… e desde os anos 80 ela já não é mais habitada e hoje só está para visitação.</p><p>Com 3 pisos e vários cômodos, o visitante terá acesso à Igreja do Carmo, a coleção de prata e cristais da Ordem do Carmo e as catacumbas.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/4d1643cbd2c00b14a9c80b0f7d85836aaec69fc55f9b4369e136ae19ab5de1d4.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/e4ea5b6e1f00c01076f3f0eea69461a3fdb6fb8689308fbe55dadf5f20a2030d.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/9ecbbd12c0ec4e083f22fbca97ec773904d870fe568ba350ee7fe2375fe914d0.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/c5b8e740f49238cf6ead60a1eb98a6224a415896a741b310965db80ab5c1708b.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/d4c7a1506db4e242cf8aec9d06e6fcee949307f52f4fef02e8cf4930d0cd4ccf.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p><strong>Lista completa de Geochaching abaixo:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p>]]></content:encoded>
            <author>invictus-2@newsletter.paragraph.com (Invictus)</author>
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            <title><![CDATA[Igreja das Carmelitas, Porto]]></title>
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            <pubDate>Mon, 02 Oct 2023 13:00:28 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[English version here. GPS 41.14735484269529, -8.616448269495688 A Igreja dos Carmelitas ou Igreja dos Carmelitas Descalços localiza-se na freguesia da Vitória, na cidade do Porto, em Portugal. Começou a ser construída em 1616 e ficou concluída em 1628. A decoração do interior só viria a ficar pronta em 1650. Foi classificada como Monumento Nacional a 3 de Maio de 2013, em conjunto com a Igreja do Carmo edificada posteriormente a partir de 1752 estando ambas as Igrejas unidas pela chamada Casa...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>English <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/d3_jASoFwqZ0XfV7AYT-V0w40TfmbHovkP2SL2a1swU">version</a> here.</p><p>GPS 41.14735484269529, -8.616448269495688</p><p>A Igreja dos Carmelitas ou Igreja dos Carmelitas Descalços localiza-se na freguesia da Vitória, na cidade do Porto, em Portugal. Começou a ser construída em 1616 e ficou concluída em 1628. A decoração do interior só viria a ficar pronta em 1650. Foi classificada como Monumento Nacional a 3 de Maio de 2013, em conjunto com a <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0x60D010a4Fbd000794ab977930eD0F1D6FE313743/ZLuY9BVcro3VUzQIL16YAOrONWq_O_PE3pjjQTivGoE">Igreja do Carmo</a> edificada posteriormente a partir de 1752 estando ambas as Igrejas unidas pela chamada <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0x60D010a4Fbd000794ab977930eD0F1D6FE313743/09eneZJ7dEecZFwf1MBmegEil1F3t160VURthgcM7Ng">Casa Escondida do Porto</a> com pouco mais de um metro de largura.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/2faf7d2a1ad90d58137f37699df9e07fd143eee2543ff6992d6667bff42d97d8.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p>A igreja pertencia ao extinto convento, hoje ocupado pela Guarda Nacional Republicana.</p><p><strong>Cronologia</strong></p><p>Com a autorização de D. Filipe II de Portugal, os religiosos da Ordem Terceira dos Carmelitas iniciam em 1616 a construção do convento. A primeira fase fica concluída em 1622, ano em que os Carmelitas se instalam no local. Entre 1632 e 1633 são assentes o retábulo-mor e o sacrário.</p><p><strong>Arquitetura</strong></p><p><strong>Fachada</strong></p><p>A fachada de cantaria granítica, possui três entradas com arcos de volta perfeita, encimadas por igual número de nichos, com as imagens de São José, Santa Teresa de Jesus e de Nossa Senhora do Carmo ao centro. O corpo superior contém três janelões, sendo o central de forma retangular e os dois laterais com a forma de trapézio retangular. A rematar a fachada um frontão triangular encimado por balaústres.</p><p>Possui uma torre sineira do lado esquerdo, revestida a azulejos monocromáticos da cor azul, rematada por uma cúpula em forma de bolbo.</p><p><strong>Interior</strong></p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/6cf4bcda148ee8e131c2a9b6de983b4f48546239a4b8847bfc2f12963292e57d.jpg" alt="Altar e nave no interior da Igreja dos Carmelitas " blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">Altar e nave no interior da Igreja dos Carmelitas</figcaption></figure><p>O interior da Igreja dos Carmelitas é de planta de cruz latina, com uma única nave, com seis capelas laterais e um nártex na entrada. Destaca-se a talha dourada, de estilo barroco e rococó, nas capelas laterais e no altar-mor. O desenho do retábulo principal é da autoria de Joaquim Teixeira de Guimarães e a execução de José Teixeira Guimarães.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/7fe863639966c5b7c1c8b093e183647ea42a1d3b5081979802c04975a560d1f8.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p><strong>Lista completa de Geochaching abaixo:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p><p>*<s>Released</s>*✅ *<s>Reviewed</s>*✅ <strong>Approved</strong>✅</p><p><em>Curator Body</em><br><code>0xfa056236FBC67e1F40B41b987558F48Ab78666e0 0xD989E9E0cc7D16F58357197e305D79d43ca63F0F 0xFe4df4a7B139Ac4783f6ec379932456D442f35d6 0xfBe049b1b58924089007D87B8F559aB19Bea40aa 0x989Dfaf2c9Ff9e67B055A74BE928b2599906D3C9</code></p>]]></content:encoded>
            <author>invictus-2@newsletter.paragraph.com (Invictus)</author>
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