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        <title>Tomas Tav &amp; Eira</title>
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        <description>A good rear view of good things in life.</description>
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            <title>Tomas Tav &amp; Eira</title>
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            <title><![CDATA[Casa Malhoa, Lisboa]]></title>
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            <pubDate>Sun, 29 Oct 2023 22:34:03 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[English version here. GPS 38.73252452403213, -9.146441638734874 A Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves, ou Casa Malhoa, é uma casa-museu localizada na antiga freguesia de São Sebastião da Pedreira, atual Avenidas Novas, em Lisboa. Projectada pelo arquitecto Norte Júnior nos anos 1904 – 1905, foi construída com a finalidade de servir de habitação e atelier de trabalho ao pintor José Malhoa. Esta Casa-Museu foi agraciada com o Prémio Valmor, em 1905, devido à sua beleza arquitectural, e está clas...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>English <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/ncv2kBIQh9Ls6xvxpZIL-U6pkF29_EaMMCTrqQSj6RQ">version</a> here.</p><p>GPS 38.73252452403213, -9.146441638734874</p><p>A Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves, ou Casa Malhoa, é uma casa-museu localizada na antiga freguesia de São Sebastião da Pedreira, atual Avenidas Novas, em Lisboa.</p><p>Projectada pelo arquitecto Norte Júnior nos anos 1904 – 1905, foi construída com a finalidade de servir de habitação e atelier de trabalho ao pintor José Malhoa.</p><p>Esta Casa-Museu foi agraciada com o Prémio Valmor, em 1905, devido à sua beleza arquitectural, e está classificada como Imóvel de Interesse Público desde 1982.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/8076fe72a5e3974baef40c0f7928cb8020aa0f1e864cd56f4f8e7c43bba997c0.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p><strong>História do Edifício</strong></p><p>A autorização para a construção desta Casa-museu – inicialmente chamada “Oficina Pró-Arte” e depois “Casa Malhoa” – foi dada pela Câmara Municipal de Lisboa em 1904, tendo a obra ficado ao encargo do construtor Frederico Ribeiro. Tratou-se, assim, da primeira casa-de-artista da capital.</p><p>O construtor escolhido Frederico Ribeiro conhecido por mestre já teria o desejo de ser o primeiro construtor autor da primeira casa de artista em Lisboa. Terá confiado a elaboração do projecto a Manuel Joaquim Norte Júnior (1878-1962) pela prova do seu talento no concurso para a pensão Valmor.</p><p>É uma casa constituída na sua fachada por três corpos bem distintos, mas que se integram de uma forma harmoniosa no seu conjunto. Destaca-se na zona central um grande janelão, correspondente à zona que servia de atelier ao pintor. À esquerda desse janelão pode-se ver um pequeno alpendre sobre a escada que dá acesso à porta de entrada. O lado direito da fachada corresponde à zona da sala de jantar.</p><p>A Casa Malhoa integrou-se urbanisticamente no plano de crescimento da cidade de Lisboa, o qual não enunciava princípios normativos em matéria de desenho urbano: “cada promotor, construindo para si mesmo, para venda ou arrendamento, pôde optar entre prédio ou moradia, pela ocupação de toda a frente do lote ou não, pelo isolamento do edifício ou pela disposição em banda. As cérceas não foram impostas, muito menos exigências de materiais ou de resoluções estilísticas”. Assim, Norte Júnior projetou um edifício de gaveto, isolado, com uma planta irregular, mas com uma implantação harmónica, distribuído por cave e dois pisos, incluindo espaços ajardinados e muro à volta. A decoração das fachadas assume grande importância, não só pelo cuidado com os pormenores, mas também pelo ritmo empregue, de forma coerente, entre os vários elementos empregues: “eles articulam-se com o jogo de janelas e vazamentos que pululam por todo o edifício entre elementos neo-românicos, persistências da “casa à portuguesa”.</p><p>O vitral na sala de jantar e sala anexa ao atelier do pintor é de origem francesa. De destacar também, no exterior do edifício, o portão em ferro forjado, estilo Arte Nova. No conjunto dos elementos decorativos da fachada, destacam-se o friso de azulejos que marca a passagem do primeiro para o segundo piso, embora também existam vários outros registos figurativos e florais, com predomínio das cores de fundo azul e branco (embora também exista o amarelo), que se vão articulando com uma fenestração que é irregular e variada: no corpo central do primeiro piso contam-se quatro janelas de vão retangular; no segundo piso observa-se uma ampla janela de sacada sobre mísulas, com guarda de ferro, sendo que todo o vão é preenchido por uma quadrícula de ferro e vidro. Em suma, “este edifício, que lembra uma original reinterpretação da Casa Portuguesa, traduz uma síntese das correntes estéticas da época, evidenciando um ecletismo patente na utilização do vitral, do azulejo e do ferro forjado, assim como num gosto neo-românico, visível em alguns vãos, associado a uma estética Arte Nova, nomeadamente ao nível da decoração dos vitrais no interior, do ferro forjado no portão e do luxo no programa ornamental”. No período de sucedeu à conclusão das obras de construção, José Malhoa realizou inúmeras viagens, acompanhado pela mulher, exibindo as suas obras nas mais conceituadas exposições de todo o mundo. Contudo, em 1917 verifica-se a morte do seu irmão, seguida pela da sua mulher em 1919, o que, segundo os historiadores, o fez mergulhar numa depressão. Ainda em 1919, o pintor resolve vender a sua casa, instalando o seu atelier na Rua do Rosário, também em Lisboa, já a partir de 1920. A Casa Malhoa foi então adquirida pelo comerciante Dionísio Vasques. Em 1932, por aquisição em hasta pública, a mesma foi comprada pelo médico oftalmologista Anastácio Gonçalves, grande colecionador de arte, que nela residiu até à sua morte, em 1965.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/00e9022f4247cb38589ddf5b0de973a661447cb6bb7d5ab473e49fb48154f1d3.jpg" alt="Interior da Casa Museu Dr. Anastácio Gonçalves" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">Interior da Casa Museu Dr. Anastácio Gonçalves</figcaption></figure><p><strong>Origem do museu</strong></p><p>O Dr. Anastácio Gonçalves adquiriu a Casa Malhoa em 1932 utilizando-a como sua residência e principalmente como arquivo da sua vasta colecção de arte. A estrutura da casa nessa altura foi alvo de algumas alterações, como a mudança da cozinha para a cave.</p><p>Com o falecimento do Dr. Anastácio em 1965, a Casa-Museu passa, por vontade expressa do falecido, para o estado português em 1969.</p><p>O edifício abre as suas portas ao público, já como museu, em 1980, depois de ter sofrido algumas alterações de adaptação às suas novas funções. Entretanto, devido à exiguidade de espaço para o espólio existente, sofreu novas alterações em 1996, de acordo com o projecto arquitectónico elaborado pelos arquitectos Frederico George e Pedro George, em que foi anexado ao museu a moradia que existia ao lado. Esta moradia tinha sido projectada pelo arquitecto Norte Júnior.</p><p>Em 1987 já se tinham iniciado as obras de remodelação da casa António Pinto da Fonseca, como já referido também da autoria do arquitecto Norte Júnior, construída em 1908, que, sendo confinante à Casa Malhoa proporcionava a ampliação do museu. A junção desta casa veio acrescentar áreas de serviço disponibilizadas ao público, como uma loja, uma cafetaria, uma zona de recepção e algumas salas de exposição temporária. O museu reabriu em Dezembro de 1997 tal como se encontra nos dias de hoje.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/41eae9285d3710f807c6ac124357aaac20a2c7c7d9e1cab5ba5e5fa833d990c6.jpg" alt="Pormenor do edifício, prémio Valmor em 1905 A Casa Museu Dr. Anastácio Gonçalves, está classificada, por proposta do IGESPAR, como Imóvel de Interesse Público." blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">Pormenor do edifício, prémio Valmor em 1905 A Casa Museu Dr. Anastácio Gonçalves, está classificada, por proposta do IGESPAR, como Imóvel de Interesse Público.</figcaption></figure><p><strong>Colecção permanente</strong></p><p>A Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves é um espaço museológico da cidade de Lisboa onde se expõe o acervo reunido pelo médico colecionador António Anastácio Gonçalves. O conjunto de cerca de 3.000 obras de arte compõe-se por três grandes núcleos: 1. pintura portuguesa dos séculos XIX e XX que inclui obras de Tomás da Anunciação Vieira Portuense, Miguel Ângelo Lupi, Alfredo Keil, José Rodrigues, Marques de Oliveira, Silva Porto, José Malhoa, Domingos Sequeira, Columbano, 2. porcelana chinesa e 3. mobiliário português e estrangeiro. Existem ainda importantes núcleos de ourivesaria civil e sacra, pintura europeia, escultura portuguesa, cerâmica europeia, têxteis, numismática, medalhística, vidros e relógios de bolso de fabrico suíço e francês. Para além das obras reunidas pelo colecionador, a Casa-Museu encerra ainda um significativo espólio documental e um conjunto de desenhos, aguarelas e pequenos artefactos pertencentes ao espólio do pintor Silva Porto.</p><p><strong>Lista completa de Geochaching abaixo:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p>]]></content:encoded>
            <author>tomas-tav-eira@newsletter.paragraph.com (Tomas Tav &amp; Eira)</author>
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            <title><![CDATA[Casas Reis & Filhos, Porto]]></title>
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            <pubDate>Mon, 23 Oct 2023 20:45:13 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[English version here. GPS 41.146238406608376, -8.607175654345674Em 1880 foi fundada por António Alves dos Reis a ourivesaria Reis & Filhos. Esta loja que se encontra ainda aberta como espaço comercial, construída na esquina da Rua de Santa Catarina com a Rua 31 de Janeiro, ostenta na fachada principal duas deventures (frentes de loja) em ferro fundido que se inscrevem no movimento Arte Nova, como se comprova pelos elementos decorativos que adornam a fachada, em particular o busto feminino do ...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>English <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0x60D010a4Fbd000794ab977930eD0F1D6FE313743/B2dKjNYUJmuWuKq-wmnITUWZfBif5YMQ54tuNjRfdf8">version</a> here.</p><p>GPS 41.146238406608376, -8.607175654345674</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/9bdeac8bfe8be1402144e9316011904dc5fd4881b278d66da6aa694ea6c4266b.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p>Em 1880 foi fundada por António Alves dos Reis a ourivesaria Reis &amp; Filhos. Esta loja que se encontra ainda aberta como espaço comercial, construída na esquina da Rua de Santa Catarina com a Rua 31 de Janeiro, ostenta na fachada principal duas deventures (frentes de loja) em ferro fundido que se inscrevem no movimento Arte Nova, como se comprova pelos elementos decorativos que adornam a fachada, em particular o busto feminino do remate superior da moldura de ferro. Estas deventures foram colocadas no edifício em 1905 e foram fabricadas na fundição portuense Companhia Aliança.</p><p><strong>Descrição</strong></p><p>Arquitectura civil comercial, arte nova. Loja em arquitectura do ferro com referências Arte Nova e Rocaille nas formas aconcheadas e onduladas com volutas. Afinidades com a Ourivesaria Cunha e <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0xC710C0812f12f0DA85791D15942d58365DA870E6/1uuvgv0x9f7GrNNMhddko_kXkTOIIUKEmo61t-sZhzY">Casa Vicent</a>.</p><p>Constitui um dos raros exemplares da arquitectura comercial com referências Arte Nova (o busto da mulher na esquina) muito semelhante a outros dois casos de devantures na mesma R., a Ourivesaria Cunha e a <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0xC710C0812f12f0DA85791D15942d58365DA870E6/1uuvgv0x9f7GrNNMhddko_kXkTOIIUKEmo61t-sZhzY">Casa Vicent</a>. Todas elas foram construídas pela Companhia Aliança. O trabalho em ferro fundido assemelha-se à arte de ourivesaria da prata lavrada e cinzelada.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/a99bbe36e93d6841f62d126084a3e9b855b36043b5cce2f75b269b59e64a16a2.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p><strong>Lista completa de Geochaching abaixo:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p>]]></content:encoded>
            <author>tomas-tav-eira@newsletter.paragraph.com (Tomas Tav &amp; Eira)</author>
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            <title><![CDATA[Livraria Latina, Porto]]></title>
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            <pubDate>Mon, 23 Oct 2023 20:42:57 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[English version here. GPS 41.14625204321254, -8.607022766207422 Situada na rua Santa Catarina, é uma das mais antigas livrarias da cidade do Porto, tendo sido fundada em 1942. Do seu acervo, destacam-se obras de literatura portuguesa e estrangeira, assim como os livros técnicos e os direccionados para as crianças.Ambas a Livraria Latina e a Casas Reis & Filhos junto à Igreja de Santo Ildefonso, estão decoradas com esculturas em ferro fundido no estilo Arte Nova. No mesmo estilo temos ainda du...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>English <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0x60D010a4Fbd000794ab977930eD0F1D6FE313743/Sxjbefsh4SUpear_NKy2-ustuusBxhPgOMI5aQ65Fjw">version</a> here.</p><p>GPS 41.14625204321254, -8.607022766207422</p><p>Situada na <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0x101777Cbe67dbC18c3841144853777DBd241eb32/wHPtY5lJKJtjDVv44DHJVzemu1I_KTanWJP2daZH7Is">rua Santa Catarina</a>, é uma das mais antigas livrarias da cidade do Porto, tendo sido fundada em 1942. Do seu acervo, destacam-se obras de literatura portuguesa e estrangeira, assim como os livros técnicos e os direccionados para as crianças.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/cc01d0ef28f94c92339e77853f3df60038882168286f947ab7eeca6f9faa020c.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p>Ambas a Livraria Latina e a <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0xC710C0812f12f0DA85791D15942d58365DA870E6/pnYL3BsiTjChD1hqUryxChF6qAt_kDZGI6sRuGJzhnE">Casas Reis &amp; Filhos</a> junto à <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0x60D010a4Fbd000794ab977930eD0F1D6FE313743/PsYPHdnWHxAhAv3xmgK-F7zKiV3alAC7bngv4vWqHdc">Igreja de Santo Ildefonso</a>, estão decoradas com esculturas em ferro fundido no estilo Arte Nova.</p><p>No mesmo estilo temos ainda duas ourivesarias situadas na Rua 31 de Janeiro, que anexa com o início da <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0x101777Cbe67dbC18c3841144853777DBd241eb32/wHPtY5lJKJtjDVv44DHJVzemu1I_KTanWJP2daZH7Is">Rua de Santa Catarina</a> - <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0xC710C0812f12f0DA85791D15942d58365DA870E6/1uuvgv0x9f7GrNNMhddko_kXkTOIIUKEmo61t-sZhzY">A Casa Vincente</a> e a Casa Machado.</p><p><strong>Lista completa de Geochaching abaixo:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p>]]></content:encoded>
            <author>tomas-tav-eira@newsletter.paragraph.com (Tomas Tav &amp; Eira)</author>
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            <title><![CDATA[Casa Vicent, Porto]]></title>
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            <pubDate>Mon, 23 Oct 2023 20:36:28 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[English version here. GPS 41.14607561878717, -8.608184908826278 A Casa Vicent é um antigo estabelecimento comercial na cidade do Porto, em Portugal. A Casa Vicent localiza-se no número 174 da Rua de 31 de Janeiro, na freguesia da Santo Ildefonso, em plena Baixa do Porto.Caracterização A Casa Vicent está em vias de classificação, na sequência de Despacho de 24 de Agosto de 1995. O edifício destaca-se, sobretudo, pela utilização de ferro fundido dourado na fachada, com contornos constituídos po...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>English <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0x60D010a4Fbd000794ab977930eD0F1D6FE313743/9VFGZ_DteHq4jy5HthSdUH50yd_xtaLQNMdPJA7Vid4">version</a> here.</p><p>GPS 41.14607561878717, -8.608184908826278</p><p>A Casa Vicent é um antigo estabelecimento comercial na cidade do Porto, em Portugal.</p><p>A Casa Vicent localiza-se no número 174 da Rua de 31 de Janeiro, na freguesia da Santo Ildefonso, em plena Baixa do Porto.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/d252eac0c91f8079933d4948604c89b2ab312c98627c14cfa17c5e7cec0e45e3.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p><strong>Caracterização</strong></p><p>A Casa Vicent está em vias de classificação, na sequência de Despacho de 24 de Agosto de 1995.</p><p>O edifício destaca-se, sobretudo, pela utilização de ferro fundido dourado na fachada, com contornos constituídos por uma cadeia de elementos arqueados formando motivos vegetalistas, rematada superiormente com uma concha coroada por um elemento vegetal, cujas formas parecem remeter para a sobrevivência de um certo gosto rocaille.</p><p>No interior, o espaço mantém todo o mobiliário original, incluindo vitrinas, balcões e candeeiros, onde o dourado se revela uma constante. E é ainda no interior que podemos admirar as paredes forradas a papel, os tectos estucados e pintados, além dos pavimentos de madeira.</p><p><strong>História</strong></p><p>No início do século XX, o Porto ostentava diversos espaços urbanos de elevado requinte e elegância, dispostos numa atmosfera verdadeiramente cosmopolita, em boa parte mercê do desenvolvimento do comércio do vinho do Porto e da enorme influência que a comunidade britânica exercia na cidade.</p><p>Tal como nos principais centros europeus da época, foi no dealbar do século XX que a cidade assistiu ao florescimento do movimento da Arte Nova, cujas linhas arquitectónicas e decorativas eram preferencialmente apostas em edifícios comerciais e cafés. Os novos materiais—como o ferro e o vidro—evocavam o poder industrial e o avanço científico-tecnológico operado ao longo do século XIX. São disso bons exemplos edificações emblemáticas como o <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0x60D010a4Fbd000794ab977930eD0F1D6FE313743/BqSocnALqEJ9gZ63bYN4NWzk-LCofEZmANB1cwWNnY4">Café Majestic</a>, a Ourivesaria Cunha e a <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0xC710C0812f12f0DA85791D15942d58365DA870E6/pnYL3BsiTjChD1hqUryxChF6qAt_kDZGI6sRuGJzhnE">Reis &amp; Filhos</a>, onde o trabalho do ferro fundido se acerca da elaboração da prata lavrada e cinzelada.</p><p>Localizada na Rua de 31 de Janeiro, a fachada da Casa Vicent foi elaborada em plena Primeira Guerra Mundial, entre 1914 e 1915, com materiais provavelmente encomendados à Companhia Aliança, fundada no Porto, em 1852 pelo Barão de Massarelos. Desconhece-se o seu arquitecto.</p><p>A designação Vicent vem do comerciante espanhol que nele se instalou, numa época em que esta rua se transformou numa das principais artérias comerciais do quotidiano portuense.</p><p><strong>Lista completa de Geochaching abaixo:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p>]]></content:encoded>
            <author>tomas-tav-eira@newsletter.paragraph.com (Tomas Tav &amp; Eira)</author>
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        </item>
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            <title><![CDATA[Charafiz de Santo António da Convalescença]]></title>
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            <pubDate>Wed, 16 Aug 2023 13:55:36 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[English version here. GPS 38.742994831895516, -9.173554062639406 O imponente arranjo arquitetónico do Chafariz de Santo António da Convalescença está implantado no sítio primitivamente conhecido por Cruz da Pedra. Faz gaveto entre a Estrada de Benfica e a Travessa das Águas Boas e situa-se quase em frente à fachada principal do antigo Convento de Santo António da Convalescença.Conhecido também, e primeiramente, por Chafariz das Águas Boas pela proximidade da Travessa das Águas Boas que segund...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>English <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/fh62IrEqe9Lws62q2UdtrN71LSpmfDfRIDuIPsGbHiQ">version</a> here.</p><p>GPS 38.742994831895516, -9.173554062639406</p><p>O imponente arranjo arquitetónico do Chafariz de Santo António da Convalescença está implantado no sítio primitivamente conhecido por Cruz da Pedra. Faz gaveto entre a Estrada de Benfica e a Travessa das Águas Boas e situa-se quase em frente à fachada principal do antigo Convento de Santo António da Convalescença.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/8249980d7a3486ac6d88b0ff97a6e0067255506d975c5a2c9fc6fb0022c5ac56.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p>Conhecido também, e primeiramente, por Chafariz das Águas Boas pela proximidade da Travessa das Águas Boas que segundo Pastor de Macedo existia em virtude da Quinta das Águas Boas à Cruz da Pedra e de que há referência em 1573, 1684 e 1738. Esta secular travessa começa junto ao chafariz na Estrada de Benfica e termina no início da Estrada da Luz. Das qualidades da sua água antes da construção do aqueduto não temos registo mas apenas a indicação pelo topónimo que teria água a que a população reconhecia qualidades.</p><p>O Chafariz da Convalescença teve ordem de edificação ainda no século XVIII, estaria quase terminado no ano de 1817 quando foi inaugurado. Teve o custo de 18.961$423 réis e recebia água pelo encanamento que partia do Chafariz de São Domingos de Benfica e que passava por baixo da calçada ao correr do muro da Quinta da Infanta D. Isabel Maria. A 13 de maio de 1818, saiu a autorização para a construção da fonte embora já corresse água no Chafariz da Convalescença. Em 1849 foi substituído e alterado todo o percurso da canalização.</p><p>Em 1791, Joaquim Pedro Quintela, Conde de Farrobo, dirigiu a D. Maria I uma exposição por haver falta de água nas Laranjeiras e a 12 Dezembro uma provisão régia determinou a exploração, aquisição de terrenos e construção dos sistemas de canalização para as Laranjeiras e para a Convalescença tendo por fim o benefício da população. Esta provisão de D. Maria I ordenava aos directores da Real Obra das Águas Livres que realizassem um estudo sobre nascentes e trabalhos inerentes à condução das águas. Há muito que a população local aspirava por esta medida de tal forma que já tinha, por variadas vezes, solicitado à Direcção das Obras que fosse construído no local um chafariz. Tendo sugerido que no caso de não se encontrar nenhuma fonte de água próxima com caudal suficiente para o abastecer fosse feita uma derivação do Aqueduto das Águas Livres.</p><p>Diz-nos Velloso d’Andrade, em 1851, que neste chafariz, abastecido com água do Aqueduto das Águas Livres, operavam 64 companhias de aguadeiros com os seus respectivos capatazes, o que envolvia cerca de 2100 aguadeiros, o que é revelador da sua importância em São Domingos de Benfica e áreas adjacentes.</p><p>O Chafariz da Convalescença é de ampla dimensão, inserido num espaço elíptico todo pavimentado com calçada portuguesa, onde seis frades de cantaria e guardas de ferro decoradas resguardam a área. De faustosa decoração, o Chafariz das Águas Boas é ladeado por dois painéis curvos de alvenaria com seis bancos de cantaria e tem no seu magnificente espaldar de elementos barrocos, como peça central, as reais armas de D. João VI, sobre a inscrição &quot;REAL OBRA DE AGOAS LIVRES ANNO DE 1817&quot;, rematado por uma arca de água única para onde vertiam duas bicas, com torneiras de bronze, envoltas em um laço e drapeados.</p><p>O Chafariz de Santo António da Convalescença é uma grandiosa fonte, sem água corrente, obra do século XIX, fruto da insistência da população que para lá do abastecimento de água pretendia com a boa utilização das suas águas, em muito, melhorar o seu bem-estar. A par de crenças populares, das águas termais e de usufruir da água para diversos fins a população de Lisboa passou séculos e saber, de geração em geração, a integrar a utilização da água dos chafarizes da cidade nas suas quotidianas vivências.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/dfe50234c9d088cb8eaf3d74337bebf7c05e494cffc1bdcb45aca37a2b83aea8.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p>O imponente arranjo arquitectónico do Chafariz da Convalescença está implantado no sítio primitivamente conhecido por Cruz da Pedra. Faz gaveto entre a Estrada de Benfica e a Travessa das Águas Boas e situa-se quase em frente à fachada principal do antigo Convento de Santo António da Convalescença.</p><p>É uma grandiosa fonte, sem água corrente, obra do século XIX, fruto da insistência da população que muito além do abastecimento de água pretendia com a boa utilização das suas águas, em muito, melhorar o seu bem-estar. A par de crenças populares, das águas termais e de usufruir da água para diversos fins a população de Lisboa passou séculos e saber, de geração em geração, a integrar a utilização da água dos chafarizes da cidade nas suas quotidianas vivências.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/e8bef5f00c484ec45ef5a993bd48839655f3b92fedd98f54948d910cf644990a.jpg" alt="Planta do levantamento topográfico de Lisboa de 1904-1911 - executada por Júlio António Vieira da Silva Pinto (1860-19-?) e Alberto de Sá Correia (1874-1937), agente técnico de engenharia, entre 1908 e 1910)" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">Planta do levantamento topográfico de Lisboa de 1904-1911 - executada por Júlio António Vieira da Silva Pinto (1860-19-?) e Alberto de Sá Correia (1874-1937), agente técnico de engenharia, entre 1908 e 1910)</figcaption></figure><p>Conhecido por Chafariz das Águas Boas pela proximidade da Travessa das Águas Boas, que, segundo Pastor de Macedo, existia em virtude da Quinta das Águas Boas à Cruz da Pedra e de que há referência em 1573, 1684 e 1738. Esta secular travessa começa junto ao chafariz na Estrada de Benfica e termina no início da Estrada da Luz. Das qualidades da sua água antes da construção do aqueduto não temos registo mas apenas a indicação pelo topónimo que teria água a que a população reconhecia qualidades.</p><p>Pormenor da planta referente à: Travessa das Águas Boas (linha encarnada); Estrada de Benfica (circulo cor de rosa), Quinta de Santo António da Convalescença (sublinhado azul) e implantação do Chafariz das Águas Boas ou de Santo António da Convalescença na confluência da Travessa das Águas Boas com a estrada de Benfica (circulo amarelo).</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/9fd224f70f35d977fbd24121fe222dcfb21561e47a3829b2f7c4acf4444e45d5.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p>O Chafariz da Convalescença é de ampla dimensão, inserido num espaço elíptico todo pavimentado com calçada portuguesa, onde seis frades de cantaria e guardas de ferro decoradas resguardam a área. De faustosa decoração, o Chafariz das Águas Boas é ladeado por dois painéis curvos de alvenaria com seis bancos de cantaria e tem no seu magnificente espaldar de elementos barrocos, como peça central, as reais armas de D. João VI, sobre a inscrição &quot;REAL OBRA DE AGOAS LIVRES ANNO DE 1817&quot;, que termina numa arca de água única para onde vertiam duas bicas, com torneiras de bronze, envoltas em um laço e drapeados.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/080950701f7833243f6bf1bd1b487eab4507350753f4b8205cf2ddd171b8dddb.jpg" alt="Fotografia da autoria de Amândio Maia Serôndio (1907-1978) no ano de 1968." blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">Fotografia da autoria de Amândio Maia Serôndio (1907-1978) no ano de 1968.</figcaption></figure><p>Depois de edificado o aqueduto e de se terem recuperado fontes e bicas que abasteciam zonas específicas da cidade houve lugar à construção de monumentais e grandiosos chafarizes, mesmo já no início do século XIX.</p><p>O Chafariz da Convalescença teve ordem de edificação ainda no século XVIII, só terá sido terminado em 1817 e inaugurado no ano seguinte. A 12 Dezembro de 1791, uma provisão régia de D. Maria I determinou a exploração, aquisição de terrenos e construção dos sistemas de canalização para as Laranjeiras e para a Convalescença tendo por fim o benefício da população.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/7be0730adbe241eaad20cc6e944bf121467a0c4f9256990ba756e2d4e26793f4.jpg" alt="Fotografia não datada de Eduardo Portugal (1900-1958) do edifício do Convento de Santo António da Convalescença." blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">Fotografia não datada de Eduardo Portugal (1900-1958) do edifício do Convento de Santo António da Convalescença.</figcaption></figure><p>Frente ao chafariz está o convento que lhe deu o nome, fundado em 1640, e edificado no então local da Cruz da Pedra.</p><p>Estes religiosos dedicavam-se a tratar outros quer na área dedicada a hospício de religiosos quer como refúgio de convalescença de religiosos após os tratamentos na enfermaria do Convento de Santo António dos Capuchos. Extinto em 1834 foi então sede de vários estabelecimentos de ensino.</p><p><strong>Lista completa de Geochaching abaixo:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p>]]></content:encoded>
            <author>tomas-tav-eira@newsletter.paragraph.com (Tomas Tav &amp; Eira)</author>
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            <title><![CDATA[Paço de São Cipriano - en]]></title>
            <link>https://paragraph.com/@tomas-tav-eira/pa-o-de-s-o-cipriano-en</link>
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            <pubDate>Sat, 12 Aug 2023 10:25:04 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Versão portuguesa aqui. GPS 41.39687708119584, -8.288205322522371 The Paço de São Cipriano is a Portuguese palace dating from the 15th century, located in the parish of Tabuadelo and São Faustino, a short distance from the city of Guimarães. It rises between elegant and rich gardens, making a sober combination between historical and unquestionably important architecture and the beauty of nature. Paço de São Cipriano has been classified as a Public Interest Building since 1977. History Like ma...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Versão <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0x60D010a4Fbd000794ab977930eD0F1D6FE313743/cta2Q9TGxSUyemK1zzOOPYURlQWd4-C_CbiNixdGTv8">portuguesa</a> aqui.</p><p>GPS 41.39687708119584, -8.288205322522371</p><p>The Paço de São Cipriano is a Portuguese palace dating from the 15th century, located in the parish of Tabuadelo and São Faustino, a short distance from the city of Guimarães.</p><p>It rises between elegant and rich gardens, making a sober combination between historical and unquestionably important architecture and the beauty of nature.</p><p>Paço de São Cipriano has been classified as a Public Interest Building since 1977.</p><p><strong>History</strong></p><p>Like many old houses and manor houses in the Entre Douro e Minho Region, Paço de S. Cipriano must have its most remote origins in Roman villas.</p><p>On July 22, 1415, as evidenced by a transcription of the oldest known document, the Sottomayor family took possession of the house.</p><p>In its origins, the House was certainly small, like those of its time, having grown over time, due to the works that the same family undertook over centuries, maintaining a primitive part that still exists today. This did not happen in many other houses, especially in the 18th century, in which the initial construction was replaced by another in an erudite style.</p><p>Part of the wing of the palace where the «Cozinha Velha» (Old Kitchen) is located still survives today in the valuable architectural complex.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/a5801b787fff82af25befc11e7ddfd161da26704552f8cde51ee7579b7397046.jpg" alt="Statue of Neptune, in the inner courtyard of the Palace" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">Statue of Neptune, in the inner courtyard of the Palace</figcaption></figure><p>During the 18th century, this house was Lord Domingos Gonçalves Cibrão, who lived between 1704 and 1798, who as a great administrator, considerably increased the properties and undertook important works of recovery and flooding in the São Cipriano palace, completely rebuilding the valuable Chapel of Santo António, renowned historical and cultural landmark in Portuguese architecture.</p><p>At the end of the same century, the Cibrão family became connected with the Casa dos Santiagos, through the marriage of the heiress of the first family to D. João Santiago.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/419ec04e2c64d9c51a802188be7edf84da2b1167914419a600e3f62582942690.jpg" alt="Garden of the Palace" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="">Garden of the Palace</figcaption></figure><p>At the end of the 19th century, the last morgado of the palace, due to unexpected financial problems, sold the entire property, together with the palace, to his brother, Dr. João da Costa Santiago de Carvalho e Souza, who undertook large and dashing works.</p><p>Lord of Quinta de São Cipriano and a lawyer by training, João de Carvalho e Souza was the one who introduced the most alterations to the main building and surrounding spaces, giving the complex its current appearance. In addition, he tried to preserve the rich documentary and artistic assets that the palace held inside.</p><p>He removed poor-quality additions from the main house, the result of partial adaptations in the fashion of a bad time in architecture, and extended the two side wings that give it the characteristic &quot;U&quot;-shaped architectural style in which the turret is the main element, creating inside, a cozy and charming atmosphere.</p><p>This set includes different styles, marks of generations, which harmoniously give the House its «personality». João Carvalho e Souza also tried to modify the garden, already almost in ruins. He also had a large orchard and a vegetable garden planted at the back of the building. Such elements, still remain there today, in a farm that is described as a «time travel».</p><p>Dom João d&apos;Almeida Santiago de Sottomayor, great-grandson of the last morgado, inherited the Paço de São Cipriano in 1955. With the constant changes of current times, it becomes increasingly difficult to maintain a property like a 15th century palace, with almost 600 years. With the possession of the farm, the current Lords of the same were implementing modifications.</p><p>The big change came in 1982. It was in this year, with the advent of Turismo de Habitação, that Paço de S. Cipriano, along with five other houses in the vicinity, opened the doors to this new way of doing tourism in Portugal, the so-called &quot;rural tourism&quot;.</p><p>In 1999, it hosted the recordings of the telenovela A Lenda da Garça, produced by NBP and broadcast by RTP that same year.</p><p><strong>Full list of Geochaching below:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p>]]></content:encoded>
            <author>tomas-tav-eira@newsletter.paragraph.com (Tomas Tav &amp; Eira)</author>
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            <title><![CDATA[Palácio da Trindade, Seixal - en]]></title>
            <link>https://paragraph.com/@tomas-tav-eira/pal-cio-da-trindade-seixal-en</link>
            <guid>Zh8zyMneSo5R3w3xS0Bw</guid>
            <pubDate>Sun, 30 Jul 2023 19:41:45 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[Versão portuguesa aqui. GPS 38.64440732752775, -9.09272013753915 Walking through the two floors of the main building of Quinta da Trindade is, at the same time, taking a journey through the history of tile-making in Portugal. It is a very rich collection, with around 8000 tiles, with a very wide chronological scope. In this farmhouse from the end of the 14th century, there are Hispano-Arabic tiles from the 15th century, checkered tiles from the 16th century, patterned tiles from the 17th cent...]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Versão <a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/0x9Ee8427b516617743dA7Fb127ea4ee15cC72b5a8/Z8J2f4oB7Tvqx7OdN1_UWuePViO759kHZhCS9B4a3uE">portuguesa</a> aqui.</p><p>GPS 38.64440732752775, -9.09272013753915</p><p>Walking through the two floors of the main building of Quinta da Trindade is, at the same time, taking a journey through the history of tile-making in Portugal. It is a very rich collection, with around 8000 tiles, with a very wide chronological scope. In this farmhouse from the end of the 14th century, there are Hispano-Arabic tiles from the 15th century, checkered tiles from the 16th century, patterned tiles from the 17th century, very rare transitional panels from polychrome to the blue and white tiles from the end of that same century and even a panel with the toponym of Quinta da Trindade from the Lusitânia factory, already from the 20th century.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/7673400c8ed043650a098810a68af8c21d6bc2d02914db2d782ad5477d9824f8.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p>The origin of Quinta da Trindade dates back to the end of the 14th century, when a convent was founded by the order of the Holy Trinity, who also founded the hermitage of Boa Viagem in the same space. The 1755 earthquake destroyed both structures and the reconstruction of the building was the responsibility of Manuel Martins Gomes Júnior, also known as the King of Trash or just Martins, who also built a smaller structure with a square plan, similar to a small castle. .</p><p>Throughout the building we can find, in addition to the significant tile heritage, 18th century paintings on the ceiling of one of the rooms and architectural elements from various eras, remains of figurines from convents, monasteries and churches that were abandoned after the extinction of the Religious Orders in 1834, and which Martins collected and applied at the Quinta. Also worth mentioning is the garden with exotic trees and a small neomedieval pavilion, known as the beach house, as it gives direct access to the river.</p><figure float="none" data-type="figure" class="img-center" style="max-width: null;"><img src="https://storage.googleapis.com/papyrus_images/7bb363bd9bac3ae6c94214c61f510177ee62cdecc9ea6b8af790dfaef2738d45.jpg" alt="" blurdataurl="data:image/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAP///wAAACwAAAAAAQABAAACAkQBADs=" nextheight="600" nextwidth="800" class="image-node embed"><figcaption HTMLAttributes="[object Object]" class="hide-figcaption"></figcaption></figure><p>The Nucleus of Quinta da Trindade is installed in the residential area of ​​the former agricultural property, located in Azinheira, Seixal, where a building classified as Property of Public Interest (Decree n.º 516/71, of 22 November) is integrated. In addition to reserves and other technical areas, the Conservation and General Inventory Service, the Architecture Service and the Architecture and Cultural Heritage Area are installed.</p><p><strong>Full list of Geochaching below:</strong></p><p><a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow ugc" class="dont-break-out" href="https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc">https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc</a></p>]]></content:encoded>
            <author>tomas-tav-eira@newsletter.paragraph.com (Tomas Tav &amp; Eira)</author>
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