Olá a todos! Hoje, vamos explorar o mundo das Finanças Descentralizadas, também conhecido como DeFi1. Esta é uma tendência que já se tornou realidade no mercado de criptomoedas1.
DeFi é a sigla para decentralized finance ou, finanças descentralizadas2. Ela define o uso de tecnologias como os algoritmos da blockchain, smart contracts, stablecoins e outras, para descentralizar produtos financeiros2. Neste tipo de criptoativos, não há um comando central, como em um banco comum2.
As operações em protocolos DeFi são descritas e executadas por algoritmos e contratos inteligentes, que são programas de computador autoexecutáveis1. Um exemplo prático para visualizar como um deles funciona é um empréstimo: Um indivíduo pode pegar dinheiro com outra pessoa em uma negociação peer-to-peer3. A forma de transferência, os valores, os juros, a garantia e todos os pormenores são previamente definidos nesses contratos automatizados, e colocados em prática por eles1.
A principal bandeira da tecnologia DeFi é criar um sistema financeiro global descentralizado, independente, barato, menos burocrático e acessível a todos1. Isso tem o potencial de melhorar significativamente a qualidade de vida das pessoas em muitas áreas diferentes4.
Um dos principais representantes desse novo mercado é a MakerDAO (MKR), uma plataforma descentralizada de empréstimos1. Outras blockchains também passaram a dar suporte para o desenvolvimento de soluções descentralizadas, como a Binance Smart Chain (BSC), a Solana (SOL) e a Avalanche (AVAX)1.
A tecnologia blockchain abre muitas possibilidades, do mundo dos negócios ao setor de saúde. Por isso, depois do boom do DeFi em 2020, a tecnologia permanece em ascensão em 2021.
Os números do setor refletem esse movimento. Para efeito de comparação, o valor total bloqueado neste mercado, em 10 de agosto deste ano, era de US$ 80 bilhões, de acordo com o DeFi Pulse. Em 16 de dezembro, data em que esta matéria foi escrita, as finanças descentralizadas já alcançavam US$ 98,7 bilhões. E o mercado segue sendo impulsionado por soluções inovadoras, colaborativas e descentralizadas.
https://br.investing.com/crypto/currencies
De acordo com o Defi Pulse, em 16 de dezembro, as três plataformas DeFi com maior total value locked são MakerDao, Curve Finance e Aave.
A primeira delas é a MakerDao, com US$ 18,52 bilhões e alta de 5,25% nas últimas 24 horas (entre 15 e 16 de dezembro). Ela é uma plataforma de crédito descentralizada no Ethereum, que dá suporte ao Dai, uma stablecoin pareada ao dólar.
A Curve Finance, em segundo lugar, também é um projeto baseado em Ethereum, voltado à negociação de stablecoins. A plataforma concentra US$ 14,19 bilhões, embora tenha tido queda de 4,48% nas últimas 24 horas.
Por fim, a Aave, com US$ 11,42 bilhões, teve alta de 9,69% entre 15 e 16 de agosto. A plataforma é um protocolo de código aberto no Ethereum, sem custódia, focada em empréstimos descentralizados.
DeFi é a sigla para decentralized finance ou, finanças descentralizadas. Ou seja, ela define o uso de tecnologias como os algoritmos da blockchain, smart contracts, stablecoins e outras, para descentralizar produtos financeiros.
Neste tipo de criptoativos, não há um comando central, como em um banco comum, por exemplo. Então, quem toma as decisões são os próprios usuários, por meio dos tokens de governança, que se tornaram um ativo bastante valorizado.
O DeFi atrai investidores ao oferecer a possibilidade de retorno alto, embora também represente riscos. Geralmente, o ganho mais elevado é fruto de uma maior alavancagem dos investimentos.
A tecnologia possibilita mandar dinheiro para qualquer lugar do mundo, efetuar pagamentos em fluxos contínuos, operar com empréstimos, entre outras ações. Na verdade, tudo o que sistema financeiro convencional faz hoje pode ser feito por DeFi, de forma mais econômica, sem deixar de lado a segurança. A agilidade e a democratização do sistema são suas grandes vantagens.
O DeFi é um serviço financeiro descentralizado, desenvolvido na rede do Ethereum, que utiliza várias criptomoedas, como a principal e mais conhecida delas, o bitcoin. Mas também existe uma moeda chamada DEFI, cuja classificação atual na CoinMarketCap é #7055, negociada principalmente nas corretoras Binance e BinanceDEX.
No entanto, como explicamos, vários criptoativos circulam no DeFi. Assim, com mais exposição a diferentes tipos de ativos, aumentam as chances de lucrar, mas também as de ter prejuízo. Portanto, é preciso atenção ao investir – até porque podem ocorrer falhas.
Por não haver um comando central, quem toma as decisões nos protocolos DeFi são os próprios usuários. Para isso, precisam ter um token de governança daquele protocolo. Esses tokens se tornaram também ferramenta de especulação. Quem compra o ativo logo no começo consegue vendê-lo por um valor mais alto quando aquele protocolo pega tração.
Em alguns casos, eles desbancaram não só as altcoins favoritas do mercado, mas também o próprio bitcoin.
Quais as melhores plataformas de DeFi? Com essa explosão do DeFi, no início de 2019, havia apenas cinco grandes plataformas em operação. Porém, o setor evoluiu e novas soluções tecnológicas para negociações descentralizadas surgiram.
Algumas das mais conhecidas e seguras são: Binance, Aave, Maker, Curve, Rede Celsius, Crypto.com, Uniswap, YouHodler, BlockFi e Hodlnaut

