CosmicPaper é o nome interno a um documento semelhante aos Whitepapers utilizado para descrever minuciosamente um projeto do universo web3.
Aos Visionários e Buscadores do Conhecimento,
Nas brumas do tempo, em meio à vastidão do universo, erguemos nossos olhos para o firmamento e encontramos as estrelas piscando como promessas. Nossos corações ardem com a chama da curiosidade e da ousadia, enquanto trilhamos o caminho da descoberta e da transformação. Esta carta é um chamado àqueles que anseiam por uma revolução do pensamento, por uma redefinição da sociedade, e por uma conexão profunda com a essência de quem somos.
Imagine um mundo onde as barreiras da ignorância são despedaçadas pelo martelo do conhecimento. Visualize uma comunidade que transcende o individualismo, erguendo-se como um todo coeso e sinérgico. Pense em um ecossistema onde a arte, a filosofia e a tecnologia se entrelaçam, formando uma tapeçaria de visões e ideais.
Bem-vindo a Meta AdAstra, onde os sonhos se encontram com a realidade, onde os movimentos literários Cyberpunk, Solarpunk e LunarPunk se fundem em uma dança harmoniosa com os pensamentos filosóficos disruptivos e críticos, contrários a ignorância e propagadores do livre conhecimento. Este é um convite para que você se torne parte de algo maior do que si mesmo, uma comunidade que almeja a disrupção, a igualdade, a descentralização e a saúde emocional.
O Eixo do Novo Mundo, chamamos de Axis Mundis, onde a luz do conhecimento ilumina as sombras da ignorância. Imagine um reservatório de sabedoria, alimentado pelos pensamentos críticos e nutrido pelas leis da verdade e da ética. Este é o alicerce da nossa jornada, a fonte de nossa força. Contra eles, os Berílicos – promotores da falsidade e do engano – lutam em vão, pois somos unidos pela crença na verdade e na justiça.
De NexEtheris, o plano das ideias construído pelas necessidades justas e que nos tornam humanos, seres que personificam a harmonia entre a tecnologia e a natureza. Suas histórias contadas por meio de uma narrativa especulativa nos levam a um universo onde a arte digital e a mitologia se encontram, cativando nossa imaginação e levando-nos a lugares distantes. Seus contornos vivos, suas jornadas envolventes – todos apontam para um futuro em que a humanidade se eleva a novos patamares de consciência.
Nomeamos MetaCommunity, a filosofia especulativa que transcende os limites da individualidade, nos lembrando de que somos parte de um todo maior. Aqui, buscamos equilíbrio emocional, valorizamos a saúde mental e promovemos a conexão com a natureza e com a essência justa do indivíduo, em promoção da liberdade do outro e da dedicação da colaboração como ferramenta indispensável para a construção de um novo ecossistema. Este é o nosso norte moral, o farol que guia nossa jornada em direção a um mundo mais sustentável e harmonioso.
Você, que lê estas palavras, é convidado a juntar-se a nós na construção deste universo inovador. Em nossas fileiras, você encontrará exposição, aprendizado e colaboração. Sua voz será ouvida, sua visão será reconhecida e suas habilidades encontrarão um solo fértil para florescer. Juntos, moldaremos a narrativa do futuro, reescrevendo a história dos Ets (você que atendeu ao chamado) e, por extensão, a história da humanidade, sem presunção e firme nos fundamentos da realidade, tanto quanto diferente ela pode se manifestar para cada um, buscando encontrar o denominador comum entre nós, aquilo que nos faz humanos e que emerge potencialmente a resposta para a filosófica pergunta: Qual é a vida boa de ser vivida?
Às vezes, nos perdemos no caos da vida moderna, esquecendo-nos de que somos criadores, arquitetos do amanhã. A Meta AdAstra é a expressão concreta de nossas aspirações, o reflexo de nossos anseios mais profundos. Não somos apenas uma comunidade; somos um movimento, uma força, um chamado para despertar.
O futuro é um vasto horizonte, e nós o desbravaremos juntos, mão na mão, olho no olho. Se você anseia por mais, se seu coração bate em sintonia com o ritmo da mudança, então este é o seu chamado. Junte-se a nós na Meta AdAstra e deixe sua marca na história das estrelas.
Em busca do conhecimento, da disrupção e da igualdade,
Os Arquitetos da Meta AdAstra.
A coleção nfETs Alien Old World é composta por uma série de tokens não fungíveis (NFTs) que representam personagens alienígenas conhecidos como NexEtheris (ETs). Cada nfET é um item digital único, baseado na tecnologia blockchain, garantindo autenticidade e propriedade exclusiva para seu detentor. Esses ETs são representações artísticas de seres Metacomunitários, refletindo uma filosofia de vida sustentável e em harmonia com a natureza. Cada nfET é uma obra de arte digital cuidadosamente criada, com detalhes impressionantes que dão vida a esses personagens alienígenas. Os detentores dos nfETs têm a oportunidade de colecionar esses tokens e participar de eventos exclusivos e histórias envolventes dentro do universo dos NexEtheris.
Como é constituída da comunidade da Meta AdAstra?
A Meta AdAstra está em busca de talentos entusiasmados e dedicados que tenham reconhecido o potencial promissor que nossa comunidade apresenta. Convidamos voluntários de diversas áreas, como gerenciamento de comunidade, artistas, desenvolvedores, entusiastas da tecnologia blockchains, empreendedores e outros profissionais interessados em projetos relacionados a Web3, a se juntarem a nós na construção de um ecossistema forte e vibrante em torno do ideal da Meta AdAstra.
Ao se tornar parte da comunidade da Meta AdAstra, você terá a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento de ferramentas fundamentais que impulsionarão a adoção e a escalabilidade da tecnologia blockchain. Nós valorizamos sua experiência e habilidades, reconhecendo que o trabalho voluntário é uma forma valiosa de crescimento profissional e pessoal.
Ao se juntar a nós, você poderá desfrutar dos seguintes benefícios:
Exposição e Reconhecimento: Sua participação na comunidade Meta AdAstra lhe proporcionará visibilidade no espaço dos NFTs e da blockchain. Seu trabalho e contribuições serão reconhecidos e apreciados por uma comunidade engajada e em constante crescimento, composta por entusiastas e propagadores do ideal exposto na “Carta de Declaração do Ideal” (no início desse documento).
Oportunidades de Aprendizado: Ao trabalhar com uma equipe diversificada de talentos e mentes criativas, você terá a chance de aprender com pessoas reais, que compartilham de buscas semelhantes e experimentam desafios compatíveis com sua realidade. A Meta AdAstra é um ambiente de colaboração, onde todos podem compartilhar conhecimentos e experiências para impulsionar o crescimento pessoal e profissional.
Networking e Colaboração: Conecte-se com profissionais talentosos, artistas e desenvolvedores inovadores dentro da comunidade Meta AdAstra. Essas conexões podem levar a parcerias futuras, projetos conjuntos e oportunidades de carreira dentro do crescente ecossistema da Web3.
Acesso antecipado a Recursos: Como membro da Meta AdAstra, você terá acesso antecipado a recursos exclusivos e atualizações do projeto. Isso permitirá que você esteja na vanguarda das inovações e das últimas tendências criadas, experimentadas e/ou absorvidas pelo projeto, ampliando suas habilidades e conhecimentos e aumentando suas chances de sucesso nos seus projetos particulares.
Impacto na Comunidade: Ao participar ativamente do desenvolvimento da Meta AdAstra, você estará contribuindo para a criação de um ecossistema robusto e inclusivo. Sua dedicação e trabalho árduo ajudarão a moldar a experiência dos membros e a impulsionar a adoção em larga escala da tecnologia e dos benefícios propícios.
A filosofia dos ETs, conhecida como MetaCommunity, é baseada no movimento literário SolarPunk, com destaque para a ideologia LunarPunk. A MetaCommunity busca promover uma visão de futuro sustentável, onde a tecnologia e a natureza coexistem em harmonia. Os ETs são embaixadores dessa filosofia, representando a crença de que é possível criar um mundo melhor por meio da conexão com a natureza, da busca pelo equilíbrio emocional e da valorização da saúde mental. Os detentores dos nfETs Alien Old World são encorajados a abraçar essa filosofia e se tornarem agentes de mudança em suas próprias vidas e comunidades.
Por definição, MetaCommunity se trata de uma energia abstrata, quase impossível de se traduzir, mas que em suma, causa um efeito alimentador do inconsciente coletivo, dos projetos no ecossistema Web3 que entende como um link entre essas comunidades, sendo a força motriz que desenvolve uma microcomunidade, em direção a macrocomunidade, fortalecida pelos ideais do Network State.
Dentro da comunidade dos detentores dos nfETs, eles utilizam uma linguagem própria chamada NexEtheriano. Essa linguagem foi desenvolvida para fortalecer a identidade dos membros da comunidade e promover uma conexão mais profunda com o universo dos NexEtheris. Ao se comunicarem em NexEtheriano, os detentores dos nfETs reconhecem-se como membros da Nave, o nome dado à comunidade/servidor da Meta AdAstra no DISCORD. Essa linguagem exclusiva adiciona um elemento de imersão e coesão entre os detentores dos nfETs, tornando a narrativa, sincreta e causando senso de pertencimento, além da ritualística que fabrica naturalmente os pensamentos da filosofia MetaCommunity.
O projeto Filoversando é um espaço virtual único que reúne a comunidade Meta AdAstra em encontros virtuais, como Spaces no x.com (o antigo Twitter). Ele foi criado como uma fusão das palavras "Filosofia" e "Conversando", e tem como propósito promover discussões profundas, reflexões filosóficas e práticas de bem-estar. O Projeto tem como intuito apresentar a filosofia especulativa MetaCommunity, os detalhes da coleção nfETs e suas versões subsequentes, além de fazer networking.
O Filoversando é um espaço inclusivo, acolhedor e enriquecedor, valorizando a diversidade de ideias e experiências. Por meio desses encontros, a comunidade busca transformar positivamente suas vidas e contribuir para uma sociedade mais consciente e compassiva.
Um roadmap de um projeto Web3, como o da Meta Adastra, é uma representação estratégica e visual do plano de desenvolvimento e implementação do projeto ao longo do tempo. É uma ferramenta crucial que esboça os marcos, objetivos, funcionalidades e atividades planejadas em uma linha do tempo, permitindo que a equipe e a comunidade tenham uma visão clara do caminho que o projeto seguirá desde o seu estágio atual até a realização completa de sua visão.
A importância de um roadmap é vasta e pode ser dividida em várias áreas-chave:
Visão Compartilhada: O roadmap serve como um meio para compartilhar a visão estratégica do projeto com a equipe interna, os colaboradores externos e a comunidade em geral. Ele estabelece uma compreensão comum dos objetivos e direção do projeto, alinhando todos os participantes em torno de um objetivo comum.
Transparência e Comunicação: Um roadmap bem elaborado oferece transparência sobre as metas e os passos a serem seguidos. Isso ajuda a construir confiança com a comunidade, investidores e outras partes interessadas, demonstrando um compromisso claro com os objetivos e prazos estabelecidos.
Planejamento Estratégico: O roadmap*permite que a equipe planeje suas atividades e recursos de forma eficaz. Ele ajuda a distribuir tarefas e responsabilidades, alocar recursos adequados e identificar possíveis gargalos ou obstáculos antes que eles surjam.
Acompanhamento de Progresso: Ao longo do tempo, o roadmap fornece uma maneira tangível de monitorar o progresso do projeto. Os marcos alcançados podem ser marcados, permitindo que todos vejam o quão longe o projeto avançou e quais etapas ainda estão por vir.
Gerenciamento de Expectativas: Com um roadmap claro, a equipe e a comunidade têm expectativas realistas sobre quando certos recursos ou funcionalidades serão implementados. Isso ajuda a evitar frustrações e desentendimentos, já que todos têm uma compreensão clara das fases do projeto.
Atratividade para Investidores: Investidores e apoiadores procuram projetos que tenham uma estratégia sólida e um plano bem definido. Um roadmap detalhado pode aumentar a confiança dos investidores, uma vez que eles podem avaliar a viabilidade e o potencial de crescimento do projeto.
Adaptação e Flexibilidade: Embora um roadmap seja uma representação planejada, ele também deve ser flexível o suficiente para acomodar mudanças e ajustes à medida que o projeto evolui. As condições do mercado, feedback da comunidade e novas oportunidades podem influenciar a necessidade de alterar partes do roadmap.
Em resumo, um roadmap é uma ferramenta estratégica que proporciona direção, clareza e alinhamento a um projeto Web3 como a Meta Adastra. Ele atua como um guia visual, não apenas para a equipe interna, mas também para a comunidade e partes interessadas externas, garantindo que todos estejam em sincronia em relação aos objetivos e ao progresso do projeto.
Última atualização: 12 de agosto de 2023 | Brasil.
Cada número desse parágrafo representa um passo planejado do projeto Meta AdAstra. Embora um roadmap seja uma representação planejada, ele também é flexível o suficiente para acomodar mudanças e ajustes à medida que o projeto evolui. As condições do mercado, feedback da comunidade e novas oportunidades que podem influenciar a necessidade de alterar partes de cada passo. Toda a alteração será feita sempre com o acompanhamento da Assembleia dos Holders, para que haja clareza nos objetivos e responsabilidade com a comunidade. A Meta AdAstra não é DAO, mas presa pela participação dos membros e na desconstrução de poderes monopolizados. Confira os passos planejados até a data exposta no início dessa página:
Formação utilizando do laboratório de Onboarding: O time da Meta Adastra, originalmente (e até a presente data), foi constituída por 12 indivíduos que desconheciam o ecossistema web3 e a tecnologia web3. O onboarding foi um sucesso e os indivíduos conseguiram fazer a migração, naturalmente através de acompanhamento, iniciando por espaços no metaverso e posteriormente se conectando a demais grupos e pessoas no twitter e DISCORD.
O planejamento da coleção de NFTs 1: A coleção nfETs Modern Age, foi planejada para ser ferramenta fundamental para o onboarding tanto da Web3 como dos principais usos da tecnologia como tokengates, flip, trade, pool de liquidez e para experiência de tudo quanto a tecnologia com NFTs puder propiciar. Isso responde a simplicidade das artes, uma vez que elas foram criadas pra que os holders usufruíssem de seu item, sem apego emocional (ou pelo menos minimizando esse feito), que é pré-requisito fundamental para o trade.
Colaboração com empreendimento Web3: Depois do lançamento da coleção 1 e antes do MINT OUT, a coleção também serviu para apoiar um empreendimento de um membro da comunidade, para laboratório de colabs com a tecnologia. A colaboração em questão se deu com a Papelaria Nolacio, cuja empreendedora é membro da Adastra.
O planejamento da coleção NFTs 2 (Membership card): Para fazer uso da tecnologia de NFTs como tokengates do projeto Meta AdAstra, a segunda coleção nomeada pelo time como nfETs Alien Old World, foi criada com alta escassez, pensando no limite de indivíduos dentro do projeto para melhor aproveitamento da ideia e humanização dos trabalhos. O supply foi definido para 666, observando o limite de 300 membros da AdAstra, possibilitando que cada um possua pelo menos 2 em suas Wallets. Os demais 66 foram criados como margem de erro, imaginando possibilidade de especulação e/ou holders não ativos dentro da comunidade.
O planejamento da coleção NFTs 3 (FanArt): Uma coleção subsequente, também foi devidamente planejada para servir de monetização dos membros artistas da comunidade, oferecendo visibilidade e potencial de ganho. Para tanto a Meta Adastra oferta aos artistas, as características dos Ets de sua coleção (for the culture), com liberdade de uso, sem taxação de royalties. Assim, a terceira coleção foi planejada para ser parte integral de uma galeria da AdAstra na plataforma FOUNDATION, mintadas na rede Ethereum, com itens FanArt. Cada artista poderá expressar em suas técnicas, uma arte, baseada nos Ets das Coleções anteriores, inclusive se inspirando no seu Membership card, conquistado. Os gastos com a mintagem e o suporte da galeria (World) na FOUNDATION serão custeados pelo projeto, auxiliando os artistas, membros da comunidade, a alcançarem novas redes (ideal do multichain), desenvolverem portfólio e ainda aumentarem suas chances de ganhos com a web3.
Espaços exclusivos no metaverso: Ambientes criados no metaverso da Spatial, como a Nave, Galeria de Artes, Cidade da Comunidade e Cidade das Artes, deve servir como exploração da tecnologia, onboarding e fonte possível de rentabilização à comunidade e ao projeto.
Biblioteca Axis Mundis: Utilizando da blockchain, todos os estudos desenvolvidos pela Meta Adastra, suas experiências e resultados, serão hospedados na blockchain no desenvolvimento da Biblioteca Axis Mundis. Inicialmente, um ambiente dentro do DISCORD foi desenvolvido, para hospedar esses PDFs e possibilitar o acesso à comunidade e enriquecer o acervo de conhecimento, pesquisas e projetos.
Planejamento financeiro: A Meta AdAstra e seu time, possui um planejamento financeiro que vis a valorização de seus conteúdos e serviços, como as coleções NFTs, como forma inicial de arrecadação ao projeto, aos envolvidos e a comunidade. A partir do acesso ao Membership Card, da coleção nfETs Alien Old World, todos os indivíduos ativos e eleitos à Assembleia dos Holders (ou Távola dos ETs), terão participação de lucro do projeto; então, 30% da arrecadação do projeto, deste passo em diante, será revertido e dividido aos membros da Távola, sem exceção. Esse plano, visa manter o potencial de monetização justa e próspera aos envolvidos com o projeto. Para além disso, é importante ressaltar os seguintes pontos planejados:
Programa de Membros ou Assinaturas: A coleção nfETs Alien Old World, servirá ao projeto como PASS e os valores de sua venda, tanto no mercado primário, quanto no secundário, será 30% revertido aos membros da Távola os demais 70% será gasto no pagamento do time, dos serviços, registros, plataformas e todos os demais gastos gerados pelo projeto Havendo valores em sobra, a Távola terá conhecimento e construirá um Tesouro da Meta AdAstra para investimentos futuros, apoios a outros projetos e/ou a membros.
Parcerias e Patrocínios: Parcerias estratégicas com organizações, marcas ou indivíduos que compartilham os mesmos valores e objetivos da ação social. Essas parcerias podem incluir acordos de patrocínio, investimentos diretos ou programas conjuntos.
Leilões e Eventos Beneficentes: A Meta AdAstra planeja realizar leilões especiais de NFTs, onde uma porcentagem dos recursos arrecadados seja destinada à ação social dentro da comunidade. Esses leilões podem ser realizados em plataformas populares de NFTs ou mesmo em eventos presenciais, se viável. Além de promover a conscientização sobre a causa, eles proporcionarão uma oportunidade de envolver os colecionadores e a comunidade em uma experiência única e significativa.
Cronograma de desenvolvimento pessoal e profissional: A Meta AdAstra tem um planejamento de desenvolvimento dos indivíduos a ela pertencente, ativamente. Os membros terão calls semanais de instrução e acompanhamento do uso das mais diversas tecnologias da blockchain, mentoria de Inteligência Emocional e manutenção da filosofia especulativa disruptiva. Esses conhecimentos foram planejados e seu cronograma de estudos (em língua nativa dos brasileiros) será apresentado após o acesso ao MEMBERSHIP CARD. O cronograma foi imaginado para garantir o acesso ao livre conhecimento, ao desenvolvimento descentralizado e a diminuição de potencial prejuízo por estar submetido a movimentos ilegítimos do ideal exposto na filosofia por trás da web3.
Network State: Um estado de rede é um conceito que descreve uma comunidade que usa tecnologia Web3 para governança e organização. Isso pode incluir a realização de censos em cadeia e o uso de carteiras de criptomoedas para provar sua viabilidade econômica. A tecnologia Web3 permite a criação de novas formas experimentais de sociedade e governança, com confiança garantida por meio de transparência e resultados certos. Para planejar uma comunidade que use a filosofia da Web3 para desenvolver indivíduos em direção à criação de uma sociedade melhor, nos inspiramos começar por definir uma visão compartilhada e princípios orientadores para a Meta Adastra. A comunidade Web3 valoriza a liberdade, a equidade e a descentralização e esses foram os pontos de partida escolhidos. Planejamos explorar maneiras de usar a tecnologia Web3 para promover a colaboração, o aprendizado e o crescimento dentro do projeto.
Qual é a diferença entre uma Comunidade baseada no Network State e uma DAO? R: Uma DAO (Organização Autônoma Descentralizada) é uma organização que é gerenciada por meio de contratos inteligentes em uma blockchain, em vez de ser controlada por um grupo centralizado de indivíduos ou entidades. Isso permite que os membros da comunidade tenham um papel ativo na tomada de decisões e na governança da organização.
Por outro lado, um estado de rede é um conceito que descreve uma comunidade que usa tecnologia Web3 para governança e organização. Isso pode incluir a realização de censos em cadeia e o uso de carteiras de criptomoedas para provar sua viabilidade econômica. A tecnologia Web3 permite a criação de novas formas experimentais de sociedade e governança, com confiança garantida por meio de transparência e resultados certos.
A principal diferença entre uma DAO e uma comunidade formada com os princípios de um estado de rede é que uma DAO é uma organização específica com um conjunto definido de regras e estruturas, enquanto um estado de rede é um conceito mais amplo que descreve como uma comunidade pode se organizar e se governar usando tecnologia Web3. Uma comunidade pode usar uma DAO como parte de sua estrutura de governança, mas também pode usar outras ferramentas e estratégias para alcançar seus objetivos.
A Meta AdAstra visa utilizar qual método de governança? R: Nós imaginamos, utilizar do abrangente tema “Network State” para reinventar uma maneira de solucionar alguns problemas atuais nos exemplos de governanças que temos. A grosso modo, se o número de tokens for a regra que valoriza a voz do eleitor das decisões, pode ser um problema. Esse tipo de governança é, desde já, fora de cogitação dos planos da AdAstra. Isso porquê, poderia fomentar uma manipulação e centralização de poder e ser força oposta à nossa luta em desfavor da monopolização. A AdAstra imagina usar da filosofia e de sua moral interna (baseada em sua idealização) para construir um sistema de governança, que faça uso da tecnologia e transparência mirando numa entidade algorítmica e num conselho, mas que não haja forças para desconstruir ou mudar o projeto numa direção que seja injusta, que se desconecte com o propósito humanitário e/ou desvalorize seus membros. Para que não haja possibilidade do projeto se encaminhar para uma governança centralizada, desde o início após o acesso ao Membership Card, todos os membros ATIVOS na Comunidade, holder do item da coleção nfETs Alien Old World, farão parte da chamada Távola dos Ets, onde todos, independente da quantidade de tokens que possuem, terão voz igual, nos votos de decisões da AdAstra. Para que não haja manipulação externa, todas as decisões serão garantidas, apenas sob apresentação detalhada das motivações que levaram o eleitor àquele voto, em auditório.
A comunidade Meta AdAstra oferece uma série de benefícios aos seus membros, incluindo exposição e reconhecimento, oportunidades de aprendizado, networking e colaboração, acesso antecipado a recursos e a chance de impactar a comunidade. A filosofia dos ETs, conhecida como MetaCommunity, busca promover uma visão de futuro sustentável, onde tecnologia e natureza coexistem em harmonia. A linguagem NexEtheriano fortalece a identidade dos membros, enquanto o Projeto Filoversando promove discussões profundas e bem-estar.
Um roadmap é uma ferramenta crucial para projetos Web3 como a Meta AdAstra, pois proporciona visão estratégica, transparência, planejamento, acompanhamento de progresso e gerenciamento de expectativas. O roadmap da Meta AdAstra inclui etapas como onboarding, planejamento de coleções NFTs, colaborações, espaços no metaverso, biblioteca Axis Mundis e cronograma de desenvolvimento pessoal e profissional.
A Meta AdAstra se baseia em um estado de rede, um conceito que descreve uma comunidade que utiliza a tecnologia Web3 para governança e organização. A comunidade visa reinventar a governança, utilizando princípios morais e algoritmos para evitar a centralização do poder. A Távola dos Ets garante que todos os membros ativos tenham voz igual nas decisões da comunidade.
Em resumo, a Meta AdAstra é uma comunidade baseada em valores de sustentabilidade, colaboração e governança descentralizada, aproveitando a tecnologia Web3 para criar um ambiente de aprendizado, crescimento pessoal e impacto social positivo.
Texto fonte:
O que são Solarpunk e Lunarpunk afinal?
Dois microgêneros ficcionais focados no meio ambiente tornaram-se pilares da estética Web3. Veja como isso aconteceu.
A cultura Ethereum pode ser dividida em três categorias: cypherpunk, solarpunk e lunarpunk. Digo "pode" porque alguns argumentam que as distinções -punk poderiam ser alegremente dobradas em uma. O problema é que, dependendo de quem você pergunta, não está claro qual prefixo domina. É o tipo de catnip conceitual que eu amo, então aqui vai.
Paul Dylan-Ennis, colunista do CoinDesk, é conferencista/professor assistente na Faculdade de Negócios da University College Dublin.
Cypherpunk é um caminho bem desgastado na história da cripto/Web3. Foi uma influência central em Satoshi Nakamoto, que escolheu uma lista de discussão cypherpunk para anunciar o Bitcoin. Os Cypherpunks têm uma atitude punk DIY em relação ao desenvolvimento de código aberto, geralmente orientada para a criação de protocolos credivelmente neutros. Eles valorizam muito a privacidade. Os cypherpunks do Ethereum geralmente são os desenvolvedores de engenharia hacker que mantêm o protocolo Ethereum.
Solarpunk é um movimento mais recente em cripto/Web3, que parece ter se formado em reação à vertente individualista e libertária que atravessa o Bitcoin. Para os solarpunks, o Bitcoin na pior das hipóteses se transformou em um populismo ao estilo americano – bifes, chapéus de cowboy, memes boomer – e, na melhor das hipóteses, ossificado em irrelevância.
Solarpunk é, então, um rótulo progressivo que você usa para mostrar que não é esse tipo de cripto, não é um bitcoiner, evitando habilmente o suicídio social completo (pelo menos até que você traga tokens não fungíveis). Mas é um termo ambíguo, que poderia muito bem ser grafado como "hippie" para os críticos.
Para os críticos, solarpunk é um conceito vazio sem conteúdo significativo – pouco mais do que uma estética, que tem raízes em um microgênero de ficção científica. Apesar da onipresença do termo nos círculos da Web3, solarpunk não é apenas mais um nome para etéreo, porque eles também rejeitam o niilismo de mercado baseado em Ethereum de DeFi degens (abreviação para os degenerados das finanças descentralizadas).
Não posso culpar as pessoas por suas suspeitas sobre o solarpunk porque, curiosamente, ninguém tentou explicar o que é solarpunk em nosso contexto. Então, tendo sentado esperando que alguém o fizesse, apresento a vocês o que significa solarpunk dentro do mundo das criptomoedas.
Antes de sua estreia na Web3, solarpunk tinha alguns sentidos difusos:
Taquigrafia para um pequeno gênero literário com raízes na América do Sul entre os anos 2000 e 2010. Essa primeira vertente começa bastante cyberpunk, onde solarpunk simplesmente significava "ambientado em um cenário movido a energia solar", seja isso positivo ou negativo no resultado. O gênero lentamente desenvolveu seus próprios temas característicos e tornou-se mais otimista. Uma história típica seria sobre a humanidade reparando nossa relação com o mundo natural, crucialmente, sem regredir ao ludismo. Notavelmente, as histórias são um pouco conscientes de que sua construção de mundo pode influenciar o mundo real, em vez de simplesmente existir para entretenimento. Você pode encontrar esses contos em tradução em "Solarpunk: Histórias Ecológicas e Fantásticas em um Mundo Sustentável" (2018).
O nome de um punhado de contos e arte de autores ocidentais e designers gráficos que publicaram em blogs e nas mídias sociais originalmente, antes de criar suas próprias coleções e revistas a partir de 2010. Esta é a fonte da "estética" solarpunk estereotipada. É steampunk Studio Ghibli encontra Zelda de nível inicial (e as coisas podem ficar um pouco floridas). Grande parte dessa arte é de qualidade Tumblr, mas também é, para ser um pouco básica, bastante gentil e agradável de se olhar, implorando para algum artista emergente elevar o padrão, empurrar o meio. As histórias são de qualidade bastante variada, mas uma coleção representativa decente é "Glass and Gardens: Solarpunk Summers" (2018) e a recém-lançada Solarpunk Magazine continua nessa tradição. Esse tipo de imagem – arquitetura futurista povoada de árvores – chegou até mesmo ao blog de Vitalik Buterin, ainda que de forma irônica.
Uma definição post-hoc para um microgênero de ficção científica por romancistas que escreveram, a partir da década de 1970, sobre a criação de sociedades sustentáveis e, particularmente, como elas podem ser alcançadas. Ursula K. Le Guin e Kim Stanley Robinson são as porta-estandarte. Esse microgênero retrata sociedades pós-capitalistas e ecologicamente utópicas. Por exemplo, em "Pacific Edge" (1990), de Robinson, vemos uma descrição de uma Califórnia em 2065 que conseguiu fazer a transição para uma sociedade "utópica", mas bastante fundamentada e realista. Digo "utópico" porque o termo implica um estado inatingível, mas esses romances geralmente apresentam sociedades que, para todos os efeitos, parecem "utopias reais", para ser um pouco paradoxal.
Um ramo mais ativo e prefigurativo associado a anarquistas como Santo André, onde há uma ênfase mais forte em colocar a teoria em ação – como cidades que bombardeiam sementes. Esta variação indiscutivelmente também inclui os primeiros pioneiros solarpunk em cripto/Web3.
Vale a pena notar que as origens do conceito atual de cripto/Web3 de solarpunk permanecem obscuras.
No entanto, dentro do contexto da Web3, solarpunk refere-se a uma estética política que promove externalidades positivas, mundos de soma positiva e bens públicos na Web3 e além – o que chamo de "três Ps". Os solarpunks da Crypto são caracterizados por um compromisso com a colaboração, otimismo e são verdes.
Os três Ps do solarpunk Web3 (como espero que todos os chamem agora) estão intimamente relacionados. A primeira, uma ênfase na criação de externalidades positivas, é baseada em um reconhecimento do histórico da tecnologia de produzir externalidades negativas, como a disseminação de notícias falsas no Meta. A Solarpunks está comprometida com a construção de tecnologia consciente, onde você leva em conta as implicações de seu projeto além de sua comunidade imediata.
A definição de livro didático para bens públicos, P número dois, são bens não excludentes e não rivais. Isso significa que você não pode impedir ninguém de usá-los e usá-los não os diminui para ninguém. No contexto solarpunk, originalmente significava um foco em infraestrutura não lucrativa, mas necessária para o ecossistema Ethereum, mas desde então se expandiu para ajudar a financiar boas causas além da Web3 também.
Finalmente, a construção de mundos de soma positiva é a estrela guia para os solarpunks – o esforço para construir um mundo melhor para o amanhã. Se a cultura cripto contemporânea está focada em imediatismos financeiros (como puxar tapete ou levantar fundos apenas para levantar fundos), os solarpunks tentam quebrar o ciclo construindo bens públicos com externalidades positivas que duram além de nós, em um nível civilizacional.
A ascensão do solarpunk como estética dentro da Web3 tem sido recebida com críticas. Surpreendentemente, isso não vem de fora da indústria, mas daqueles adjacentes, os lunarpunks. Os lunarpunks não se veem como Web3, mas estão definitivamente em diálogo com ela, provavelmente estrategicamente.
Um pouco de fundo: Lunarpunk também pré-existe sua forma Web3, mas em um sentido muito mais obscuro e nicho como uma \marca mística](https://aesthetics.fandom.com/wiki/Lunarpunk#:~:text=Lunarpunk%20is%20a%20more%20tentative,and%20the%20circle%20of%20life.)) de solarpunk. Também era muito voltado para a natureza, mas um pouco mais pagão e bruxo. Pense no festival de psy-trance em uma pequena cidade universitária. Não consegui descobrir nenhuma política substantiva associada ao lunarpunk pré-Web3.
A crítica lunarpunk ao solarpunk primeiro borbulhou no defensor da privacidade, a desenvolvedora do DarkFi e ex-aluna do CoinDesk Rachel-Rose O'Leary quase manifesto "Lunarpunk and the Dark Side of the Cycle", que apresentou sua ideologia radical e lunarpunk.
O'Leary apresenta solarpunk como o irmão ingênuo, que significa bem, mas não tem a experiência de vida acidentada do aventureiro lunarpunk, que viu o inimigo de perto. Enquanto isso, de volta a casa, seu amigo hippie passou o verão alegremente ouvindo techno em um terraço em alguma cidade europeia ensolarada (possivelmente Barcelona). Eles provavelmente se juntaram a uma organização autônoma descentralizada. (Você pode notar que no manifesto de O'Leary eu sou o solarpunk incentivando as pessoas a se juntarem a DAOs!) Essa é a crítica mais leve, a crítica de longa data na política é que o aliado não tem disciplina. E na política o aliado às vezes recebe as palavras mais duras, até mais do que o inimigo.
A crítica mais dura é que o solarpunk é ingenuamente otimista e reprime o emergente "ciclo sombrio" distópico. Os solarpunks, reconhece O'Leary, estão preocupados em construir bens públicos que superem as antigas instituições ao escrever que "os hackers solarpunk estão criando infraestruturas transparentes para financiar bens públicos". Mas a introdução do termo "transparência" – não uma palavra comumente usada em comunidades de bens públicos solarpunk (Gitcoin, DoinGud, etc.) – reformula sua intenção de forma bastante dramática.
Esta é uma sobreposição vinda da perspectiva lunarpunk, que também usa motivos naturalistas de ficção científica, mas que iguala imagens do sol não com otimismo, mas com vigilância. O próprio Ethereum, em vez de simplesmente solarpunk, é propenso à vigilância, argumenta O'Leary.
A crítica mais profunda é que o solarpunk contém tendências e impulsos inerentemente estatistas que são perigosos. A ideia aqui é que o interesse solarpunk na construção de sistemas baseados em identidade Web3 é intrinsecamente estatista porque segue a lógica racionalista ocidental de Gestell – lentamente transformando as pessoas em estoque documentado, controlável com burocracia.
O'Leary também contrasta o solarpunk com o trabalho mais solene que os lunarpunks estão fazendo em preparação para uma guerra de privacidade que se aproxima, construindo um blockchain de preservação do anonimato chamado DarkFi. Essa guerra parecia teórica até recentemente, mas assumiu uma seriedade maior desde a sanção do Tornado Cash pelo Departamento do Tesouro dos EUA.
Os lunarpunks veem os embates das criptomoedas com o Estado como inevitáveis. O'Leary contrasta isso com a negação dos solarpunks sobre esse conflito e o desejo de ignorar o cenário final de baixa, onde os capitalistas de varejo e de risco fogem à primeira vista do lado feio do Estado.
Subjacente a tudo isso está a ideia de que os solarpunks, com seu gosto pela construção de sistemas transparentes, terão efetivamente construído sua própria prisão.
Talvez a parte mais presciente do ensaio de O'Leary seja a previsão de que as restrições regulatórias, como o Tornado Cash, reacenderão a consciência política da cripto/Web3. Isso certamente se provou verdade, mas descobriu-se que não são os cypher ou solarpunks que estão dispostos a virar, mas os degens DeFi niilistas do mercado, especialmente seus front-ends, por assim dizer.
Os cypherpunks do Ethereum gastaram seu tempo planejando contratáticas para a censura on-chain e até levantaram o espectro da velha escola de um \Soft Fork Ativado pelo Usuário (UASF)\ is a specific,administration of a cryptocurrency model.)](https://www.techopedia.com/definition/32913/user-activated-soft-fork-uasf#:~:text=A%20user%2Dactivated%20soft%20fork%20\(UASF\)%20is%20a%20specific,administration%20of%20a%20cryptocurrency%20model.)) no estilo Guerra Civil do Bitcoin.
E os solarpunks? Acho que qualquer solarpunk autocrítico reconhecerá que está dormindo ao volante em relação à privacidade. Isso não é o mesmo que ser ignorante ou desconhecer a privacidade. E isso não é absolutamente o mesmo que ser pró-vigilância. Em vez disso, é simplesmente que, quando os bons momentos são bons, é fácil esquecer o quão cruel o inimigo pode ser. Mas o inimigo ainda está aqui.
Como meu nym online (polarpunklabs) sugere, estou em algum lugar entre o sol e a lua. Durante toda a minha vida a posição lunarpunk foi óbvia para mim. Estou profundamente interessado na realpolitik e em como o mundo funciona realmente. Pensar assim é efetivamente uma maldição. Você pode ver por quilômetros e quilômetros, mas de que adianta a visão se é apenas uma visão de engano e brutalidade sem fim?
A imagem de solarpunk que O'Leary nos apresenta é a realpolitik: iguala o sol à transparência, à identidade e até ao deserto aberto. O problema com isso, de uma perspectiva política (não realpolitik), é que a maioria das pessoas não quer existir em uma guerra hobbesiana de todos contra toda a mentalidade. Você tem que oferecer algo melhor além deste mundo e é isso que o solarpunk é, o mundo além deste mundo. Sem ela você não tem um objetivo claro ou teleologia, que é o mesmo que estar preso no presente.
A estética solarpunk é fascinante porque é tudo futuro. Você poderia perguntar a qualquer pessoa no mundo, em qualquer lugar, se eles ficariam felizes em ficar presos em uma imagem solarpunk para sempre e provavelmente estariam bem com isso.
Talvez, e essa é a parte crucial, eles possam estar dispostos a lutar por isso também, mesmo que isso envolvesse guerras lunarpunk de décadas de desgaste nas florestas e nas montanhas. Mas se não há nada além da guerra, de um mundo além deste mundo, então é isso que você encontrará, nada.
Uma entrevista recente de O'Leary indica um interesse lunarpunk por esse futuro positivo, construído nos moldes do confederalismo democrático de Öcalans, que, eu diria, é um pouco solarpunk em sua consciência ecológica.
Escureça
Eu argumentaria, então, que a visão solarpunk não deve ser vista em termos de repressão. É uma coisa desejável de se almejar, e nos mostra no aqui e agora o quanto essa sociedade carece. Deve ser propagandeado em imagens, textos, discussões, vídeos e filmes cada vez mais bonitos.
O'Leary termina seu artigo dizendo que solarpunk deve integrar o inconsciente lunarpunk, o que certamente está garantido agora que o espaço foi invadido, mas ela acrescenta que a única esperança para solarpunk é "ir às escuras". Com certeza, em termos de estratégia.
O solarpunk é um movimento cultural e político que se originou em meados dos anos 2000, inspirado na ficção científica, especialmente no subgênero cyberpunk. No entanto, o solarpunk tem um enfoque mais positivo e esperançoso, em que a tecnologia é vista como uma ferramenta para melhorar a qualidade de vida das pessoas e proteger o meio ambiente.
O solarpunk se concentra em criar soluções para os desafios globais, como mudanças climáticas, desigualdade social e poluição. Ele enfatiza a colaboração, o otimismo e a consciência ambiental como valores fundamentais, e busca construir tecnologia consciente que leva em conta as implicações de seus projetos além de sua comunidade imediata.
A estética solarpunk é caracterizada por uma mistura de elementos de ficção científica, tecnologia e natureza, com ênfase na criação de externalidades positivas e bens públicos. Isso se traduz em projetos que visam melhorar a qualidade de vida das pessoas, como a criação de jardins urbanos, sistemas de energia solar e projetos de transporte sustentável.
O movimento solarpunk também tem sido alvo de críticas. Algumas pessoas argumentam que o solarpunk é ingênuo e tendencioso ao estatismo, e que sua ênfase na transparência pode levar à criação de sistemas que acabam por se tornar prisões para seus usuários. Alguns acreditam que o solarpunk não leva em conta as realidades sombrias da vida e que sua abordagem otimista é inadequada para lidar com os desafios e as complexidades do mundo real.
No entanto, apesar das críticas, o movimento solarpunk continua a crescer e a desempenhar um papel importante na construção de um futuro mais sustentável e colaborativo. Ele pode ser visto como um contrapeso ao pessimismo que muitas vezes permeia as conversas sobre o futuro, oferecendo uma visão esperançosa e positiva do que a humanidade pode alcançar.
O movimento lunarpunk, por sua vez, pode ser visto como um complemento ao solarpunk. Enquanto o solarpunk se concentra na criação de externalidades positivas e bens públicos, o lunarpunk tem uma abordagem mais focada na privacidade e na segurança. Ele busca construir sistemas baseados em identidade Web3 que não sejam controlados por instituições centralizadas e que garantam a privacidade dos usuários.
Os lunarpunks também são sensíveis à natureza e preocupados com a sustentabilidade, mas sua filosofia é mais voltada para a proteção da privacidade e da liberdade individual. Em uma época em que a privacidade parece estar cada vez mais ameaçada, o lunarpunk pode ser visto como uma resposta necessária e importante.
Em resumo, o solarpunk e o lunarpunk são movimentos que buscam construir um futuro melhor e mais sustentável para todos. Enquanto o solarpunk enfatiza a criação de externalidades positivas e bens públicos, o lunarpunk se concentra na privacidade e na segurança. Ambos os movimentos podem ser vistos como uma resposta criativa e imaginativa aos desafios globais que enfrentamos atualmente, oferecendo uma visão esperançosa e positiva do futuro.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Solarpunk é um movimento artístico[1] que contempla as possibilidades de futuro da humanidade, caso os grandes desafios contemporâneos sejam resolvidos. Estes desafios giram em torno da sustentabilidade mundial e envolvem questões como as mudanças climáticas, a poluição[2] e a desigualdade social.[3] O Solarpunk é expresso por meio de uma multitude de mídias, tais como literatura, arte, arquitetura, moda, música e jogos eletrônicos, de forma semelhante a seus movimentos associados, como o Steampunk e o Cyberpunk.[4] O Solarpunk apresenta visões de um futuro positivo para a humanidade, enfocando energias renováveis e a tecnologia como um todo;[5]mas engloba também formas menos complexas de redução de emissões de carbono, como a jardinagem agloflorestal. Solarpunk também é um gênero de ficção especulativa.[5][2]
As ideias iniciais de solarpunk remetem-se ao ano de 2008.[6] Naquele ano, um blog chamado Republic of the Bees publicou: From Steampunk to Solarpunk. A postagem conceitualiza de forma inicial o solarpunk, como um gênero literário inspirado no steampunk.
Em 2012, no Brasil, a primeira antologia solarpunk, Solarpunk: Histórias ecológicas e fantásticas em um mundo sustentável foi lançada. A tradução para o inglês foi lançada em 2018.
Solarpunk atraiu maior antenção em maio de 2014 quando Miss Olivia Louise publicou uma postagem no Tumblr que estabeleceu uma estética solarpunk.[7] Em setembro de 2014, Solarpunk: Notes toward a manifesto[8] foi publicado. O autor, Adam Flynn, deu crédito a postagem de Miss Olivia Louise como inspiração.[9]
Em outubro de 2019, A Solarpunk Manifesto[10], "uma readaptação criativa das ideias sobre solarpunk escritas por várias pessoas" foi publicado, assinado como The Solarpunk Community.
A linhagem direta do Solarpunk é do steampunk e cyberpunk.[6] Steampunk imagina uma nova história e mundo com vapor como a principal fonte de energia ao invés da tradicional eletricidade de hoje.[2] Cyberpunk imagina um mundo com tecnologias avançadas que frequentemente exibem uma falta de apreciação pela humanidade. Tanto cyberpunk quanto solarpunk imaginam futuros possíveis a partir da perspectiva das preocupações do presente, mas enquanto cyberpunk traz um pessimismo instrínseco (distopia) solarpunk imagina positivamente o futuro (utopia).
A ficção solarpunk, que incluí romances, estórias curtas e poesia utópicas que respondem às preocupações ambientais como vários graus de otimismo. Solarpunk é um subconjunto do gênero ficção especulativa.[5]
A estética solarpunk usa aspectos da natureza e é altamente ornamental. [2] É uma reação contra a estética contemporânea usada no cenário convencional.[6] Sua estética inspira-se no Art Nouveau e no movimento de Arts and Crafts,[11] enfatizando o aspecto artesanal.[6]
Solarpunk não tem um ideal político especifico, embora pratique política prefigurativa, criando espaços onde os princípios de um movimento podem ser explorados e demonstrados na prática, na vida real. Solarpunks são encorajados a agir de forma coerente com as crenças solarpunk, bem como contribuir para a criação do futuro otimista que eles envisionam.[5] A prática do Solarpunk se dá de várias formas, desde grandes esforços como criar ecovilas, como esforços menores como plantar a própria comida e ações faça-você-mesmo (DIY).[12]
Apesar disso, solarpunk possui ideais anticapitalistas, como é dito no manifesto:
Em essência, Solarpunk é uma visão de um futuro que incorpora o melhor do que a humanidade pode alcançar: um mundo pós-escassez, pós-hierarquia e pós-capitalista, onde a humanidade se vê como parte da natureza e a energia limpa substitui os combustíveis fósseis.
O «punk» em Solarpunk é sobre rebelião, contracultura, pós-capitalismo, descolonialismo e entusiasmo. Trata-se de ir em uma direção diferente da tradicional, que está cada vez mais em uma direção assustadora.[13]

