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Com a evolução e disseminação da internet, existe uma necessidade de deixa-la livre do controle das grandes empresas e reguladoras. Os nossos dados estão completamente expostos, as corporações como Facebook, Twitter e Google podem rastrear, vender ou usar os nossos dados da maneira que bem entenderem, o que além de ser perigoso e restringir a liberdade do usuário, é bem chato. Afinal, quem não se irrita com as dezenas de propagandas que aparecem em nossas redes?
O acesso deliberado aos nossos dados e todas as dores que isso traz para a sociedade, permitiu que surgisse um novo conceito – a internet descentralizada. A Web3 é baseada em redes blockchain de código aberto. Podemos dizer que nesta nova etapa da internet não será mais necessário sistemas operacionais gigantescos ou “fazendas” de processamento de dados, pois todas as informações estarão na blockchain. Apesar do conceito também entregar mais velocidade e maiores possibilidades, a cereja do bolo é a autonomia, segurança e portabilidade de dados que cada usuário ganhará através da descentralização.

Por mais que pareça uma realidade distante do que imaginamos, a Web3 já está funcionando a algum tempo e se popularizou recentemente com alguns projetos que foram lançados e contemplam o conceito e a estrutura de descentralização. Desde de 2020 há uma gama de jogos, por exemplo, que funcionam com o conceito de Web3, podemos citar jogos como; BombCrypto, Sidus, Startatlas, Axie Infinity, entre outros. Nestes jogos nós interagimos com a plataforma usando uma “carteira”, sem a necessidade de entregar o nosso CPF, RG, endereço físico, endereço de e-mail, estado civil e por fim a nossa “alma”.

Surgiram também várias plataformas de investimento e de serviços financeiros, como a Equalizer e BBank. Nós também podemos, por exemplo, fazer o cambio de moedas de maneira descentralizada utilizando exchanges. E ainda há as soluções para as redes sociais, como a rede social Minds, a plataforma de vídeos D.tube, Piexelfed, Peer Tube e LBRY. E a ideia por traz dessas plataformas é assegurar que os dados de todos os participantes estão seguros e são de propriedade pessoal. Da mesma maneira que os produtores de conteúdo em plataformas como, You Tube, Twitter e Instagram são recompensados por postarem vídeos e alimentarem a rede, os produtores das plataformas descentralizadas também são recompensados, mas a recompensa é justa, e as porcentagens são divididas pelo contrato inteligente que está na blockchain, e é inalterável e seguro.

Há ainda um longo caminho até que a descentralização seja uma realidade mundial, apesar disso as grandes empresas estão se movimentando para não ficarem de fora, recentemente o Facebook anunciou algumas mudanças, a começar pelo nome que passou a ser “Meta”, também houve o anúncio de uma série de transformações nas redes sociais gerenciadas pela empresa, como no Instagram que passará a permitir a postagem e o anúncio de NFTS. Claro que o movimento se trata também de uma preocupação comercial, mas todas as grandes empresas estão olhando para a Web3. E você? Já conhecia a nova era da internet? Já utilizou algum serviço ou plataforma descentralizada? Interaja com o nosso conteúdo através do LinkedIn ou em nosso canal no Telegram.
Com a evolução e disseminação da internet, existe uma necessidade de deixa-la livre do controle das grandes empresas e reguladoras. Os nossos dados estão completamente expostos, as corporações como Facebook, Twitter e Google podem rastrear, vender ou usar os nossos dados da maneira que bem entenderem, o que além de ser perigoso e restringir a liberdade do usuário, é bem chato. Afinal, quem não se irrita com as dezenas de propagandas que aparecem em nossas redes?
O acesso deliberado aos nossos dados e todas as dores que isso traz para a sociedade, permitiu que surgisse um novo conceito – a internet descentralizada. A Web3 é baseada em redes blockchain de código aberto. Podemos dizer que nesta nova etapa da internet não será mais necessário sistemas operacionais gigantescos ou “fazendas” de processamento de dados, pois todas as informações estarão na blockchain. Apesar do conceito também entregar mais velocidade e maiores possibilidades, a cereja do bolo é a autonomia, segurança e portabilidade de dados que cada usuário ganhará através da descentralização.

Por mais que pareça uma realidade distante do que imaginamos, a Web3 já está funcionando a algum tempo e se popularizou recentemente com alguns projetos que foram lançados e contemplam o conceito e a estrutura de descentralização. Desde de 2020 há uma gama de jogos, por exemplo, que funcionam com o conceito de Web3, podemos citar jogos como; BombCrypto, Sidus, Startatlas, Axie Infinity, entre outros. Nestes jogos nós interagimos com a plataforma usando uma “carteira”, sem a necessidade de entregar o nosso CPF, RG, endereço físico, endereço de e-mail, estado civil e por fim a nossa “alma”.

Surgiram também várias plataformas de investimento e de serviços financeiros, como a Equalizer e BBank. Nós também podemos, por exemplo, fazer o cambio de moedas de maneira descentralizada utilizando exchanges. E ainda há as soluções para as redes sociais, como a rede social Minds, a plataforma de vídeos D.tube, Piexelfed, Peer Tube e LBRY. E a ideia por traz dessas plataformas é assegurar que os dados de todos os participantes estão seguros e são de propriedade pessoal. Da mesma maneira que os produtores de conteúdo em plataformas como, You Tube, Twitter e Instagram são recompensados por postarem vídeos e alimentarem a rede, os produtores das plataformas descentralizadas também são recompensados, mas a recompensa é justa, e as porcentagens são divididas pelo contrato inteligente que está na blockchain, e é inalterável e seguro.

Há ainda um longo caminho até que a descentralização seja uma realidade mundial, apesar disso as grandes empresas estão se movimentando para não ficarem de fora, recentemente o Facebook anunciou algumas mudanças, a começar pelo nome que passou a ser “Meta”, também houve o anúncio de uma série de transformações nas redes sociais gerenciadas pela empresa, como no Instagram que passará a permitir a postagem e o anúncio de NFTS. Claro que o movimento se trata também de uma preocupação comercial, mas todas as grandes empresas estão olhando para a Web3. E você? Já conhecia a nova era da internet? Já utilizou algum serviço ou plataforma descentralizada? Interaja com o nosso conteúdo através do LinkedIn ou em nosso canal no Telegram.
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