My friends and family are tired of hearing me talk about decentralization. Now it's your turn.
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Podemos dividir em duas partes: bloco e cadeia.
Bloco é um conjunto de registros. Pense que um bloco seria o mesmo que uma das páginas do caderno de quem está devendo e quanto na padaria da esquina.
E por que eles estão conectados em uma cadeia?
Imagine que estamos registrando no caderno quem fez uma compra e está devendo. Cada página começa com um resumo do total que existe em aberto da página anterior. Então, se alterarmos algo na página anterior (João deve $10 e não $5), teremos que alterar também o resumo que está na página seguinte. Ou seja, as páginas (blocos) estão ligadas/conectadas - cadeia de blocos.
E aqui uma curiosidade: Satoshi, criador do Bitcoin, não mencionou a palavra blockchain no whitepaper do Bitcoin. O que ele escreveu foi “chain of blocks”.

Blockchain é uma tecnologia que permite a criação, verificação e atualização de registros de forma pública.
Ela está apoiada em quatro pilares: Conexão P2P (peer to peer), criptografia, algoritmo de consenso, sistema de recompensas e punições.
Uma conexão entre dois computadores que rodam um mesmo software (mais conhecido como nó da rede). Qualquer pessoa pode baixar o software e executá-lo.
Imagine que você e seu amigo possuem uma planilha idêntica em seus computadores. Cada alteração feita por um de vocês será imediatamente refletida na planilha do outro sem a necessidade de um servidor central, mantendo sempre uma versão única do documento. Um exemplo de conexão P2P que foi popular por um tempo foram os serviços de compartilhamento de arquivos via "torrent", como o Napster, onde os usuários transmitiam os pacotes de dados diretamente entre si.

É o mecanismo que permite que se comunique de forma segura em um ambiente hostil. Ela permite que se verifique o conteúdo de uma mensagem e também garanta a autenticidade do remetente mesmo porque, numa rede P2P, qualquer pessoa pode participar e é bem provável que existam os mal intencionados que estejam tentando enviar certas mensagens e/ou ler o conteúdo de outras.
Imagine que você receba umas dez mensagens de números desconhecidos no seu whatsapp, todos se passando pela mesma pessoa e alegando que mudaram recentemente seus números de contato. Como você saberia qual é o verdadeiro? Então você já entendeu onde a criptografia entra!
São as regras definidas para atualizarmos os registros de quem está devendo e quanto no caderno da padaria. Não é permitido que um devedor vá lá e atualize os registros sem comunicar ninguém, por exemplo.
Existem vários tipos de algoritmos, como Proof of Work (PoW), Proof of Stake (PoS), Delegated Proof of Stake (DPoS). Mas por hora basta saber que não é qualquer participante da rede que pode atualizar os registros. Iremos entrar mais no detalhe de como funcionam os algoritmos de consenso em outra oportunidade.

Esse pilar é derivado da teoria dos jogos, e tenta garantir que seguir as regras será sempre melhor para o indivíduo e para o grupo.
Até agora temos uma rede onde qualquer um pode fazer parte, temos um mecanismo para que a comunicação dentro dessa rede seja feita de forma segura e temos um conjunto de regras para seguir.
Temos então:
Uma rede de participantes;
Mecanismo seguro de se comunicar;
E conjunto de regras para se chegar a um consenso;
Agora então é necessário criar os incentivos que unam todos esses elementos.
Isso é feito oferecendo recompensas para os participantes da rede que ajudem a manter os registros atualizados.
Geralmente é paga na forma de uma criptomoeda ou token da rede que se está participando sempre que chega-se a um consenso e adiciona-se uma nova página ao caderno da padaria com os registros atualizados dos devedores.
Por outro lado, os participantes mal intencionados que tentam obter vantagens manipulando os registros acabarão perdendo dinheiro, seja na forma de recursos computacionais empregados no processo, ou de criptomoedas/tokens que ele possui na rede. Isso depende do mecanismo de consenso.
O sistema de recompensas e punições altera o incentivo de algo que você precise seguir para algo que você queira seguir!
E isso tudo só funciona se tivermos uma certa quantidade de participantes na rede. Com poucos participantes, a demanda pelas criptomoedas e tokens da rede serão baixas e o sistema de recompensas e punições não será efetivo.
Sendo assim, é necessário uma quantidade mínima para que a rede de blockchain seja verdadeiramente descentralizada e consequentemente imutável.
Resumindo, as características de uma blockchain são:
Não consiste em um único ponto de falha;
Os registros são imutáveis;
Resistente à censura;
Então, como vimos no texto anterior, uma blockchain que resolve problemas de centralização precisa ser descentralizada.
Podemos dividir em duas partes: bloco e cadeia.
Bloco é um conjunto de registros. Pense que um bloco seria o mesmo que uma das páginas do caderno de quem está devendo e quanto na padaria da esquina.
E por que eles estão conectados em uma cadeia?
Imagine que estamos registrando no caderno quem fez uma compra e está devendo. Cada página começa com um resumo do total que existe em aberto da página anterior. Então, se alterarmos algo na página anterior (João deve $10 e não $5), teremos que alterar também o resumo que está na página seguinte. Ou seja, as páginas (blocos) estão ligadas/conectadas - cadeia de blocos.
E aqui uma curiosidade: Satoshi, criador do Bitcoin, não mencionou a palavra blockchain no whitepaper do Bitcoin. O que ele escreveu foi “chain of blocks”.

Blockchain é uma tecnologia que permite a criação, verificação e atualização de registros de forma pública.
Ela está apoiada em quatro pilares: Conexão P2P (peer to peer), criptografia, algoritmo de consenso, sistema de recompensas e punições.
Uma conexão entre dois computadores que rodam um mesmo software (mais conhecido como nó da rede). Qualquer pessoa pode baixar o software e executá-lo.
Imagine que você e seu amigo possuem uma planilha idêntica em seus computadores. Cada alteração feita por um de vocês será imediatamente refletida na planilha do outro sem a necessidade de um servidor central, mantendo sempre uma versão única do documento. Um exemplo de conexão P2P que foi popular por um tempo foram os serviços de compartilhamento de arquivos via "torrent", como o Napster, onde os usuários transmitiam os pacotes de dados diretamente entre si.

É o mecanismo que permite que se comunique de forma segura em um ambiente hostil. Ela permite que se verifique o conteúdo de uma mensagem e também garanta a autenticidade do remetente mesmo porque, numa rede P2P, qualquer pessoa pode participar e é bem provável que existam os mal intencionados que estejam tentando enviar certas mensagens e/ou ler o conteúdo de outras.
Imagine que você receba umas dez mensagens de números desconhecidos no seu whatsapp, todos se passando pela mesma pessoa e alegando que mudaram recentemente seus números de contato. Como você saberia qual é o verdadeiro? Então você já entendeu onde a criptografia entra!
São as regras definidas para atualizarmos os registros de quem está devendo e quanto no caderno da padaria. Não é permitido que um devedor vá lá e atualize os registros sem comunicar ninguém, por exemplo.
Existem vários tipos de algoritmos, como Proof of Work (PoW), Proof of Stake (PoS), Delegated Proof of Stake (DPoS). Mas por hora basta saber que não é qualquer participante da rede que pode atualizar os registros. Iremos entrar mais no detalhe de como funcionam os algoritmos de consenso em outra oportunidade.

Esse pilar é derivado da teoria dos jogos, e tenta garantir que seguir as regras será sempre melhor para o indivíduo e para o grupo.
Até agora temos uma rede onde qualquer um pode fazer parte, temos um mecanismo para que a comunicação dentro dessa rede seja feita de forma segura e temos um conjunto de regras para seguir.
Temos então:
Uma rede de participantes;
Mecanismo seguro de se comunicar;
E conjunto de regras para se chegar a um consenso;
Agora então é necessário criar os incentivos que unam todos esses elementos.
Isso é feito oferecendo recompensas para os participantes da rede que ajudem a manter os registros atualizados.
Geralmente é paga na forma de uma criptomoeda ou token da rede que se está participando sempre que chega-se a um consenso e adiciona-se uma nova página ao caderno da padaria com os registros atualizados dos devedores.
Por outro lado, os participantes mal intencionados que tentam obter vantagens manipulando os registros acabarão perdendo dinheiro, seja na forma de recursos computacionais empregados no processo, ou de criptomoedas/tokens que ele possui na rede. Isso depende do mecanismo de consenso.
O sistema de recompensas e punições altera o incentivo de algo que você precise seguir para algo que você queira seguir!
E isso tudo só funciona se tivermos uma certa quantidade de participantes na rede. Com poucos participantes, a demanda pelas criptomoedas e tokens da rede serão baixas e o sistema de recompensas e punições não será efetivo.
Sendo assim, é necessário uma quantidade mínima para que a rede de blockchain seja verdadeiramente descentralizada e consequentemente imutável.
Resumindo, as características de uma blockchain são:
Não consiste em um único ponto de falha;
Os registros são imutáveis;
Resistente à censura;
Então, como vimos no texto anterior, uma blockchain que resolve problemas de centralização precisa ser descentralizada.
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