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Vemos o streamer Casimiro colocando 545 mil pessoas simultaneamente em uma live, o gamer brasileiro Nobru sendo o ídolo de toda uma geração de jovens e a youtuber Bianca Andrade faturando milhões com sua marca de beleza. Todos eles podem ser definidos como Criadores de Conteúdo, ou Creators (aqui vamos usar esse segundo termo).
Mas o que de fato é um creator?
Essa é uma definição original do Hugo Amsellem e para ele, os creators são uma intersecção de 3 coisas: Leverage (alavancagem), Rebellion (rebelião) e Individuality (individualidade). E não é coincidência que chamamos Levri, a junção das iniciais desses 3 pilares. Agora vamos lá:
Leverage. O local de trabalho dos creators é a internet e o que fazem é criar conteúdo, mas aqui o custo marginal de reprodução é zero, o que significa que eles podem multiplicar seus esforços sem ter que despender mais tempo. Ao contrário dos freelancers, eles não alugam seu tempo. Eles constroem ativos que ganham enquanto dormem, permitindo assim, se alavancar.
Rebellion. A internet desbloqueou a distribuição. Tradicionalmente, os gatekeepers ditavam quem tinha influência: gravadoras, editores de jornais, emissoras de TV. Agora qualquer um pode construir uma comunidade online. Você pode compartilhar vídeos no YouTube, música no Spotify, escrever no Substack. Os creators desafiam o status quo, eles são rebeldes.
Individuality. Os creators são menos julgados por seu talento ou paixão e mais por quão bons são em serem eles mesmos. De dicas de maquiagem à live de games, através de sua autenticidade conseguem mover uma comunidade de fãs. Os nichos de comunidades são praticamente infinitos, assim como o potencial de descobrir a própria individualidade e se tornar o melhor nisso.

O futuro é dos creators. Nos séculos XV e XVI vivemos a Renascença, que foi o auge da produção criativa humana. Um movimento que reinventou a arte, moda, arquitetura, literatura, ciência e música. Agora estamos entrando em uma segunda Renascença - uma Renascença digital. As inovações estão mais uma vez remodelando a sociedade e a cultura.
O que chama a atenção no fenômeno do creators é que não é uma tendência vertical; em vez disso, é uma linha que atravessa redes sociais, jogos, criptomoedas, mídia e comércio. É o futuro do trabalho e o futuro do lazer.
Então, a Levri surgiu para ser o braço direito desses rebeldes e alavancar as suas individualidades.
Vemos o streamer Casimiro colocando 545 mil pessoas simultaneamente em uma live, o gamer brasileiro Nobru sendo o ídolo de toda uma geração de jovens e a youtuber Bianca Andrade faturando milhões com sua marca de beleza. Todos eles podem ser definidos como Criadores de Conteúdo, ou Creators (aqui vamos usar esse segundo termo).
Mas o que de fato é um creator?
Essa é uma definição original do Hugo Amsellem e para ele, os creators são uma intersecção de 3 coisas: Leverage (alavancagem), Rebellion (rebelião) e Individuality (individualidade). E não é coincidência que chamamos Levri, a junção das iniciais desses 3 pilares. Agora vamos lá:
Leverage. O local de trabalho dos creators é a internet e o que fazem é criar conteúdo, mas aqui o custo marginal de reprodução é zero, o que significa que eles podem multiplicar seus esforços sem ter que despender mais tempo. Ao contrário dos freelancers, eles não alugam seu tempo. Eles constroem ativos que ganham enquanto dormem, permitindo assim, se alavancar.
Rebellion. A internet desbloqueou a distribuição. Tradicionalmente, os gatekeepers ditavam quem tinha influência: gravadoras, editores de jornais, emissoras de TV. Agora qualquer um pode construir uma comunidade online. Você pode compartilhar vídeos no YouTube, música no Spotify, escrever no Substack. Os creators desafiam o status quo, eles são rebeldes.
Individuality. Os creators são menos julgados por seu talento ou paixão e mais por quão bons são em serem eles mesmos. De dicas de maquiagem à live de games, através de sua autenticidade conseguem mover uma comunidade de fãs. Os nichos de comunidades são praticamente infinitos, assim como o potencial de descobrir a própria individualidade e se tornar o melhor nisso.

O futuro é dos creators. Nos séculos XV e XVI vivemos a Renascença, que foi o auge da produção criativa humana. Um movimento que reinventou a arte, moda, arquitetura, literatura, ciência e música. Agora estamos entrando em uma segunda Renascença - uma Renascença digital. As inovações estão mais uma vez remodelando a sociedade e a cultura.
O que chama a atenção no fenômeno do creators é que não é uma tendência vertical; em vez disso, é uma linha que atravessa redes sociais, jogos, criptomoedas, mídia e comércio. É o futuro do trabalho e o futuro do lazer.
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