Com o intuito de auxiliá-los no início de suas jornadas pela Web3, trago este glossário abrangendo diversas palavras e gírias utilizadas no mundo das criptomoedas.
Espero que lhes ajudem nos estudos e a entender melhor esse universo, ou melhor, metaverso!
...E quem diria que meu primeiro blog da vida seria na Web3!?
GLOSSÁRIO CRIPTO
A
Altcoins: criptomoedas digitais alternativas ao Bitcoin.
ATH (All-Time High): o maior preço já registrado.
ATL (All-Time Low): o menor preço já registrado.
AML (Anti Money Laundering): anti-lavagem de dinheiro. Medidas de identificação de usuários exigidas por reguladores para evitar evasão fiscal, ocultação de capital, entre outros crimes.
AMA (Ask Me Anything): é um evento em que são feitas perguntas sobre um projeto. Então a comunidade pode questionar e esclarecer suas dúvidas.
AirDrop: distribuição gratuita de um token. Prática realizada por projetos cripto visando construir comunidades, gerar engajamento e recompensas aos usuários que apoiam o projeto.
APY (Annual Percentage Yield): Rendimento Percentual Anual é a taxa de retorno de um investimento após considerar o principal investido e os juros compostos. Um APY alto significa que os usuários ganham mais com o seu depósito. Portanto, os usuários que desejam depositar suas criptomoedas devem considerar o APY ao comparar plataformas.
B
Baleias: grandes investidores de criptomoedas que possuem um volume de criptomoedas tão grande que suas movimentações podem influenciar o preço do mercado, como uma enorme baleia se movendo no fundo do oceano.
Bitcoin: primeira DLT desenvolvida, adotando o modelo de blockchain. Foi concebida por Satoshi Nakamoto e consiste em uma rede descentralizada, imutável e pública de armazenamento distribuído. Sua criação trouxe o que seria o nascer do mercado dos criptoativos, sendo o BTC sua moeda nativa e criptomoeda utilizada pela rede para o pagamento de recompensas aos mineradores responsáveis pela validação dos blocos da blockchain.
Blockchain: tecnologia de armazenamento distribuído (DLT). Há outros tipos de DLTs, mas o que torna a blockchain diferente de outros tipos de DLTs é a compilação dos dados em blocos de informações encadeados. Os blocos que armazenam os dados da rede são interligados pelos denominados HASHs (identificações únicas associadas a cada um dos blocos). Cada bloco, em seu cabeçalho, traz a cópia do HASH do bloco anterior, interligando-os como uma corrente e, ao final, gerando um HASH único, resultando em uma identificação igualmente singular.
Block Explorer: também conhecido como Blockchain Browser, é um site ou programa de computador que permite você visualizar as transações, endereços, blocos e qualquer informação de uma blockchain e de uma criptomoeda específica. Exemplo é o Etherscan.
Bloco Genesis: o primeiro bloco do Bitcoin, minerado por Satoshi Nakamoto.
Breedar: ato de se emprenhar um NFT para gerar outro.
Bridges: pontes entre redes blockchain para facilitar a transferência de ativos. Exemplo são a Polygon Bridge que faz ponte para a blockchain da Ethereum.
BTC: moeda nativa da blockchain do Bitcoin. É utilizada como forma de pagamento entre usuários na rede do Bitcoin, bem como recompensa aos validadores dos blocos da blockchain. É a criptomoeda com maior nível de descentralização, devido ao seu criador, Satoshi Nakamoto, não ser conhecido 12 anos após seu desenvolvimento e todas as atualizações de sua rede dependerem da aprovação da maioria dos nós participantes na blockchain.
BUIDL: mantenha o foco e continue contribuindo para a construção do próximo sistema financeiro.
C
CEX: Centralized Exchange (Binance, Coinbase etc.). Corretora centralizada que fornece serviços relacionados a criptoativos. Realiza a custódia dos ativos de usuários para conseguir provê-los.
Cold Wallet: um tipo de wallet para armazenamento de criptomoedas. É uma carteira sem conexão à internet, mais segura para guardar criptos no longo prazo. Exemplos de cold wallets são Ledger e Trezor.
Criptografia: uma codificação de mensagens para evitar que outras pessoas possam decifrar o seu conteúdo. No geral, espera-se que o destino de uma mensagem criptografada saiba decifrá-la. No caso do Bitcoin, usa-se a função HASH SHA-256 para criptografar (codificar) o conteúdo das transações em um termo de 64 caracteres ininteligíveis, protegendo assim as suas informações.
Custódia: ter a propriedade de ativos sob seu controle. Manter a custódia de uma carteira e seus ativos também significa manter as chaves privadas e a responsabilidade de manter os fundos seguros.
Cypherpunk: uma comunidade de defensores da privacidade e do anonimato online. Seu lema é Cypherpunks write code (Cypherpunks escrevem código) e acreditam que aqueles que desejam privacidade devem buscá-la por conta própria em vez de esperar que outros o façam para si. Não se sabe se Satoshi Nakamoto era de fato um cypherpunk, mas foi na comunidade virtual dos Cypherpunks que ele primeiro publicou o projeto do Bitcoin.
D
DD (Due Diligence): diligência prévia. Tomar decisões baseadas em fatos.
DApps: DApps ou aplicativos descentralizados são todos os protocolos que interagimos no mundo descentralizado. Existem muitos tipos de DApps, como: DEXes, protocolos de empréstimo (DeFi), seguros e games Play to Earn.
DAI: stablecoin descentralizada emitida pela Maker DAO. É garantida por uma cesta de criptoativos.
DAO: Decentralized Autonomous Organization ou Organização Autônoma Descentralizada é a uma organização sem hierarquia, controlada e guiada por seus contribuidores. A princípio, as DAOs são desenvolvidas a partir de smart contracts*.* Sua implementação permite condicionar ações somente com determinada quantia de votos dos participantes da organização. As votações são realizadas com o uso de tokens de governança, que representarão o poder de voto de cada contribuidor dentro da DAO.
DCA: Dollar Cost Averaging ou Estratégia de Preço Médio que significa fazer aportes mensais, independentemente do preço da criptomoeda, para alcançar um bom preço médio e obter bons retornos dos investimentos minimizando a volatilidade. Estratégia utilizada para longo prazo.
DeFi: DeFi ou Finanças Descentralizadas é o termo cunhado a um novo setor no mercado de criptomoedas. É composto por aplicativos descentralizados (DApps) com funcionalidades que replicam instrumentos financeiros, mas descentralizam as decisões tomadas para a manutenção e continuidade dos projetos.
Deep Cold: chaves privadas ou seeds que são geradas offline e nunca tocam um computador.
DEX: Decentralized Exchange (UniSwap, PancakeSwap, Raydium). É uma corretora descentralizada que fornece serviços de negociação de criptoativos sem custodiá-los e requerer identificação do usuário.
Dump: quando o preço de um ativo cai muito repentinamente.
DYOR: Do Your Own Research, ou seja, faça sua própria pesquisa. Não confie, verifique.
E
Embedar: a palavra “embed” vem do inglês e significa “incorporar”. É exatamente isso que a funcionalidade faz. Por meio de um código HTML, é possível incorporar conteúdo de terceiros no seu próprio blog ou site. Eles podem ser posts de redes sociais, vídeos, infográficos, podcasts etc. O código HTML é fornecido pelo site do conteúdo de origem e você só precisa copiá-lo e depois colá-lo no seu blog.
Ethereum: principal blockchain em DeFi, a Ethereum foi pioneira na implementação de smart contracts complexos capazes de permitir o desenvolvimento de complexos aplicativos descentralizados. Sua proposta é ser a infraestrutura para a computação on-chain (acessa os dados registrados e verificados na blockchain).
Exchange: empresas que fornecem serviços de negociação de criptomoedas.
F
Farmar: ato de acumular grandes quantidades de um item específico dentro de um jogo. Muito comum em jogos play-to-earn, quando um jogador está farmando ele está realizando alguma ação para conseguir ganhar um item repetidas vezes (tokens de utilidade).
Fee: refere-se a taxas, que pode ser taxa de conversão, transferência ou de saque etc.
Fiat: dinheiro fiduciário, ou seja, aquele que não é criptomoeda, como o Real, Dólar, Euro etc.
Flippening: evento em que o Ether hipoteticamente superaria o valor de mercado (marketcap) do Bitcoin.
Floor Price: preço mínimo pelo qual o item de uma coleção (NFTs) está à venda (não que alguém esteja comprando).
FUD: Fear, Uncertainty and Doubt ou medo, incerteza e dúvida. Espalhar medo e desinformação para obter vantagens.
FOMO: Fear Of Missing Out ou medo de perder uma oportunidade. Quando o usuário compra por impulso.
Fork: software desenvolvido a partir de um já existente, mas com modificações. Em blockchains, ocorrem quando há discordância nas atualizações realizadas no código, como o Bitcoin Cash, por exemplo. Em protocolos DeFi, forks são aplicativos que usaram o código-fonte de protocolos já consolidados.
G
Gas: taxa gasta para realizar transações nas blockchains.
Gwei: unidade de medição para o gas.
H
Halving: acontecimento que, a cada 210 mil novos blocos (na média, de 4 em 4 anos), diminui pela metade a recompensa em novos bitcoins por bloco minerado. Esse processo é um dos mecanismos que impede uma emissão descontrolada de novas moedas, na medida em que remove mineradores menos eficientes do mercado. Como a mineração tem custos, principalmente de energia e de equipamentos, a redução na quantidade de bitcoins que se ganha por bloco faz com que os mineradores cujo custo de produção é mais elevado saiam do mercado, para não terem prejuízos, ficando apenas os mais eficientes, de forma que a oferta é equilibrada.
HASH: uma função HASH é uma função que pode ser usada para converter qualquer texto em um conjunto de caracteres. Dentre os seus vários usos estão a capacidade de organizar dados e de criptografar informações, como a função SHA-256 usada pelo Bitcoin.
HASH Rate: número de HASHes processados por um minerador em um determinado período de tempo.
HODL: um erro de escrita feito por um usuário do fórum bitcoin talk, que escreveu a palavra Hold de forma errada. Hold On for Dear Life, “Buy and Hold”, comprar para manter por um longo período.
Hot Wallet: carteira de criptomoedas conectada à internet, que permite a interação com aplicativos Web3. Exemplos são a Metamask e Rainbow.
I
ICO: Initial Coin Offering, é como uma pré-venda de alguma criptomoeda. Você compra antes de lançarem, apostando que após o lançamento, ela valha mais do que você pagou nessa oferta inicial. É o equivalente a uma IPO (oferta inicial pública) no mercado tradicional de ações.
Impermanent Loss: perda impermanente é um termo comum em DeFi. Representa a mudança no valor dos tokens inseridos em uma pool de liquidez. Esta poderá ocorrer com a desvalorização ou valorização de um deles.
K
KYC: Know Your Customer ou conheça seu cliente. Regulamento utilizado para verificação de identidade de usuários.
L
LP: Liquidity Provider ou Provedor de Liquidez é uma representação do fornecimento de liquidez de um protocolo DeFi. Normalmente são depositados em pools para obter rendimentos passivos.
M
Maker: pessoa que compra criptomoedas fazendo ordem limite (limitando o preço de compra). Na Binance, as ordens limites possuem menores taxas.
Marketcap: em português significa capitalização de mercado. Termo usado para definir a quantidade de criptomoeda circulante multiplicado pelo preço/cotação da criptomoeda em questão.
Metamask: uma das principais hot wallets para interagir com protocolos DeFi e NFTs, compatível com a maioria dos DApps (aplicativos descentralizados) da Web3.
Metaverso: é um momento no tempo, é ter uma conta que vai com você aonde você for, é o estado final da era digital.
Mineração: processo pelo qual novos bitcoins são criados. É também o mecanismo de validação das transações feitas na Blockchain.
Mintar: o mint é o ato de emitir, criar tokens. Estes podem ser tokens fungíveis (USDC ou ETH) ou não fungíveis (NFTs).
N
NFT: Non-Fungible Token ou token não-fungível (ERC-721) pode ser definido como um certificado digital registrado via blockchain. Os NFTs possuem características únicas e essa diferenciação entre eles impedem sua fungibilidade, presente em tokens fungíveis.
NFA: Not a Financial Advice ou não é um conselho de investimento.
Nós: a rede de uma criptomoeda como o Bitcoin funciona graças aos seus nós, pois os computadores ligados a ela que mineram seus blocos e validam as transações.
P
Play-to Earn: “jogar para ganhar” são jogos em que se compra NFTs para jogar, os quais podem ser revendidos ou alugados à outros jogadores, e que possuem tokens de utilidade (ERC20 - tokens fungíveis) que são ganhos conforme você performa no jogo. Estes tokens de utilidade podem ser utilizados para “breedar” seus NFTs ou podem se valorizar. Os tokens de governança (ERC20 - tokens fungíveis) são utilizados para investimentos de longo prazo e dão direito ao detentor do token de votação sobre o futuro do jogo e de seus lucros.
P2P: peer-to-peer, que em tradução livre para o português seria "ponto-a-ponto". O Bitcoin foi projetado como um sistema peer-to-peer, ou seja, que não precisa de intermediários, como bancos centrais, para intermediar uma transação entre duas pessoas. No mercado, este termo é usado para descrever comercialização de criptomoedas entre duas partes, sem a necessidade de uma exchange, por exemplo.
Phishing: é uma técnica utilizada para aplicar golpes. Consiste em se passar por uma empresa e pedir os dados privados dos clientes. No mercado de criptomoedas, costuma ser via e-mail, informando que uma de suas carteiras de criptomoedas precisa ser atualizada por motivos de segurança. No link fornecido, eles pedem para que você abra sua carteira usando sua chave privada e senha de "descriptografia". Segundos depois, sua carteira está vazia e você acabou de se tornar vítima de um golpe de phishing. Também pode acontecer quando os fraudadores criam um site muito parecido com o da corretora que você usa para que você insira seus dados de login.
Pools: piscinas de investimento, uma espécie de cooperativa onde o valor investido de vários usuários se soma a fim de diminuir a volatilidade dos ganhos, fazendo com que os pagamentos sejam mais frequentes. O pagamento é dividido com todos os participantes da pool de acordo com a contribuição de cada um.
PoS: o Proof of Stake é um algoritmo de consenso alternativo ao Proof of Work, no qual validadores são responsáveis por validar/inserir novos blocos na blockchain. Ao contrário do Proof of Work em que existem gasto computacional com hardware e energia, no PoS o investimento é realizado nos tokens. Estes são bloqueados por um tempo determinado e quanto maior a quantidade de tokens, maior a chance de ser selecionado para validar os blocos (mínimo 32 ETH). Para evitar que apenas baleias contribuam com a rede e monopolizem as recompensas, outros critérios foram introduzidos como o tempo em que seus tokens estão travados na rede.
PoW: Proof of Work é o algoritmo de consenso utilizado no Bitcoin. Nele, a validação dos blocos baseia-se no gasto computacional para a solução de quebra-cabeças algorítmicos. Esta tarefa demanda a utilização de energia e hardware capazes de resolvê-los.
Primeira Camada: uma rede de primeira camada, também chamada de Layer 1 ou rede principal, se refere a um blockchain nativo. Então, a primeira camada é o termo usado para descrever a arquitetura principal e subjacente do blockchain. Como exemplos, temos as redes blockchain mais populares do mundo, Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH). De maneira geral, o principal problema da primeira camada é que à medida que os blockchains crescem em número de usuários, começam a lidar com mais transações, culminando em preços de taxas de transações que podem subir a níveis insustentáveis.
Price Impact: o impacto no preço dos tokens durante uma compra ou venda causado pela baixa liquidez para negociação dos tokens nas DEXes.
Prover Liquidez: ato de depositar tokens em pools de protocolos DeFi, como a Uniswap, contribuindo com a liquidez e recebendo recompensas pela atividade.
Pump: quando o preço sobe muito repentinamente.
R
Roadmap: funciona como um guia visual e objetivo que aponta os caminhos que uma empresa deve tomar para lançar um novo produto ou projeto. Assim, ele é fundamental para alcançar os objetivos estratégicos e agregar valor ao negócio durante a jornada.
ROI: Return On Investment ou retorno sobre o investimento.
S
SAFU: Secure Asset Fund for Users é uma espécie de Fundo Garantidor de Crédito implementados por corretoras como a Binance para assegurar os fundos dos usuários em situações de vulnerabilidade do sistema que impactem seus saldos.
Satoshi: menor divisão de um bitcoin (0.00000001btc).
Seed: chave privada. Uma forma fácil de humanos memorizarem um código binário com 256 ou 512 bits (256 ou 512 0s / 1s) de forma randômica de verdade. Uma seed restaura o acesso às moedas pertencentes a ela em qualquer wallet, em qualquer lugar ou momento do tempo. A seed é como sua chave de casa e seu endereço da wallet (0x...) é como seu CEP.
Segunda Camada: também chamada de Layer 2 ou rede secundária, é uma estrutura adjacente (ou um protocolo secundário) criada acima de um sistema blockchain existente, em que o objetivo principal é aumentar a velocidade de transações, reduzir taxas e resolver as dificuldades de escalabilidade enfrentadas pela rede principal. Deste modo, camadas de Layer 2 agem descongestionando a camada principal. Exemplos são a Polygon e a Binance Smart Chain.
Shitcoin: termo utilizado para classificar moedas scams, com baixa ou nenhuma reputação na comunidade.
Slippage: derrapagem é uma situação ocorrida com ativos tradicionais e criptoativos. Ocorre quando o preço de execução da ordem de compra ou venda é diferente daquela almejada pelo usuário*.* Caso aconteça, poderá causar a compra por um valor acima do praticado no mercado ou uma venda com valor menor. Quanto menor a liquidez do ativo, maior será a chance de o usuário sofrer slippage.
Smart Contract: contratos inteligentes são uma forma de firmar acordos para transferir um bem se certas condições forem cumpridas, de forma rápida e confiável, a partir de linhas de códigos programadas e implementadas em uma blockchain.
Stablecoin: um tipo de token com valor estável, muitas vezes atrelado a uma moeda fiduciária como o dólar, euro ou real, por exemplo.
Staking: ato de utilizar as criptomoedas para contribuir com a validação dos blocos na blockchain, travando-as e delegando-as ou rodando um nó validador.
T
Taker: pessoa que compra criptomoedas fazendo ordem à mercado.
Tokenomics: é a ciência da economia de tokens, ou seja, entender as características de oferta e demanda da criptomoeda em questão. Abrange todos os aspectos que envolvem a criação, gerenciamento e, às vezes, remoção de uma moeda de uma rede.
Token Fungível: ERC20, tokens que podem ser trocados entre si, pois possuem um valor igual, como criptomoedas.
Trade-off: uma escolha em detrimento da outra. Escolhendo “A” você abre mão de colher os frutos de “B” e vice-versa.
V
Vault: Vault NFT é uma metáfora para um endereço Ethereum que foi configurado para facilitar com segurança o armazenamento a longo prazo de NFTs. Como há a possibilidade de se fracionar os NFTs, e permitir a negociação dessas frações, os vaults servem para guardar o NFT inteiro.
W
Wallet: onde o investidor pode guardar suas moedas digitais de forma mais segura até o momento de venda ou troca.
Web2: seus dados pertencem às empresas que os hospedam como o Facebook, Instagram, Google etc., e em cada uma dessas plataformas é necessário fornecer seus dados para ter uma conta, ou seja, não estão conectadas.
Web3: se baseia na premissa de descentralização, permitida pela blockchain, onde tudo pode ser acessado “externamente”. Permite que as máquinas interpretem um volume muito maior de dados fazendo com que interagimos de forma muito mais profunda com outros usuários a partir de qualquer plataforma, pois estas estão conectadas através da sua wallet.
Withdrawal: retirada de algum valor, saque.
Whitepaper: descreve os fundamentos que serviram de base para a criação da criptomoeda, trazendo todas as informações relevantes sobre o criptoativo. Além de um resumo do seu funcionamento, esse documento tem também todas as especificações da criptomoeda em questão.
WGMI: We Are Gonna Make It ou nós vamos atingir o objetivo. Nós vamos conseguir.
Y
Yeld Farming: na tradução literal para o português significa produção agrícola, mas a prática também é conhecida como mineração de liquidez. De maneira bem objetiva, o yield farming é um processo que possibilita com que usuários depositem e bloqueiem algum criptoativo em um sistema e que sejam recompensados por isso de alguma maneira, enquanto geram liquidez para a rede. Esses usuários são chamados de Provedores de Liquidez, ou simplesmente LP. Isso acontece pois o ato de manter esses ativos bloqueados em uma plataforma aumenta a liquidez do mesmo, ou seja, garante que a rede vai conseguir suprir a sua própria demanda. Aumentar a liquidez da rede é o objetivo principal desta prática, do ponto de vista da plataforma, e recompensar os detentores de criptoativos foi a maneira encontrada para que eles continuem interessados em manter os ativos bloqueados, sem movimentação.
