
O gigante bancário multinacional JP Morgan executou com sucesso sua primeira transação internacional usando DeFi em uma blockchain pública.
A transação foi facilitada pelo Projeto Guardian da Autoridade Monetária de Singapura (MAS) – que foi estabelecido como parte de um programa piloto para “explorar potenciais aplicações DeFi nos mercados de financiamento por atacado”.
Em outras palavras, o piloto foi mais um passo para examinar como as instituições financeiras tradicionais podem usar ativos tokenizados e protocolos DeFi para realizar transações, entre outros casos de uso.
A negociação foi executada na rede de camada 2 da Ethereum Polygon, usando uma versão modificada do código de contratos inteligentes do protocolo de empréstimos descentralizados Aave.
O maior banco de Singapura, o DBS Bank, a empresa bancária SBI Digital Asset Holdings com sede em Tóquio e a plataforma de liderança empresarial Oliver Wyman Forum também participaram do programa piloto. Se prepare para quando os institucionais entrarem com força no mercado 🚀

O Banco Central (BC) está testando diferentes redes blockchain para o real digital e em relação a Ethereum, “é uma possibilidade”. Uma vantagem da criação de Vitalik Buterin é que “há várias redes compatíveis com a tecnologia de Máquinas Virtuais Ethereum (EVMs, na sigla em inglês)”.
Foi o que disse o coordenador do projeto da moeda digital do BC, Fábio Araujo, em sua aula no curso sobre Defi do Lift Learning, programa da federação dos servidores do BC, Fenasbac, em parceria com o BC.
Os projetos que testam o real digital no Lift Challenge do BC incluem redes como Ethereum, Corda e Stellar. Um dos pontos mais importantes em teste é a interoperabilidade entre as redes, ou seja, o real digital poder ser emitido numa rede e stablecoins de bancos em outras. E todas “conversarem”.
A EVM é a ferramenta da Ethereum que permite implantar e executar contratos inteligentes e também controlar a situação de cada novo bloco da rede. Ter compatibilidade EVM significa que outra rede – como Solana e Polygon – consegue ter contratos inteligentes que podem executar em EVM.

Um projeto de rede social bem original, nascido a partir do Twitter, está em andamento. Trata-se da Bluesky, uma rede social descentralizada, com um protocolo que a torna compatível com outras redes sociais, de outras empresas. A ideia é garantir uma rede impossível de derrubar.
A equipe responsável vem fazendo avanços e, na semana passada, abriu uma discussão sobre criação de aplicativos na plataforma. Mas até sábado, o novo dono do Twitter, o bilionário Elon Musk, não se manifestou sobre investir ou não nesse projeto.
O projeto Bluesky foi lançado em 2019, sob a coordenação de Jack Dorsey, cofundador do Twitter. O alto status da iniciativa ficou claro no momento em que foi designado, como gestor, Parag Agrawal, então diretor de Tecnologia do Twitter e, posteriormente, sucessor de Dorsey como CEO.

A gigante de pagamentos Visa entrou com dois pedidos de marca registrada no Escritório de Patentes e Marcas Registradas dos Estados Unidos (USPTO) relacionados a carteiras digitais, NFT’s e o metaverso.
Parte de um dos pedidos diz respeito a marcas de software para “gestão de transações digitais; uso como uma carteira de moeda digital e software de serviços de armazenamento; uso como uma carteira de criptomoedas; e gerenciamento e verificação de transações de criptomoedas usando a tecnologia blockchain“.
A entrada da Visa no segmento vem na sequência de outras grandes empresas, como a American Express e a bolsa de valores de Nova York, que apresentaram pedidos semelhantes no ano passado. Em 2020, a Visa registrou um pedido de patente para um processo para transformar a moeda fiduciária física em uma versão recém-digitalizada.

A Polygon é uma das blockchains em proeminência atualmente. Graças a sua escalabilidade e seu constante desenvolvimento, firmou parcerias com empresas como Starbucks, Meta, JP Morgan entre outras.
É o momento da Polygon.
Contudo, ainda há alguns problemas a serem solucionados. A centralização do PoS - proof of stake - na blockchain gera receio quanto a sua segurança e vulnerabilidade a ataques de 51%.
Para solucionar esta fragilidade, os desenvolvedores estão trabalhando para transformá-la numa rollup, assim como a Optimism e Arbitrum. Adotando este modelo, a Polygon integra-se a Ethereum e usa-a como camada de segurança para o seu funcionamento.
Os co-fundadores da Polygon Anurag Arjun e Mihailo Bjelic confirmaram durante esta semana a intenção de transformar a blockchain numa “verdadeira L2” e que seus engenheiros estão trabalhando para esta melhoria ser implementada.

A Lens Protocol funciona como uma infraestrutura descentralizada para criação de dapps sociais. Lançada em maio pelo fundador e desenvolvedores da Aave, veio para transformar o universo de redes sociais web3.
O projeto não havia captado recursos de venture capital* *e todo seu desenvolvimento deu-se com fundos do protocolo DeFi de empréstimos. Contudo,nesta semana a Fortune informou que a FTX Ventures investiu na Lens Protocol.

GALA é o token nativo da Gala Games, uma empresa especializada em lançamento de games play to earn. Originalmente implementado na Ethereum, tem sua versão na BNB Chain, possibilitada pela pNetwork. Esta, é responsável por desenvolver bridges para protocolos.
Segundo a pNetwork, foi necessário emitir 28.4B de GALA - U$1B - para conseguir proteger usuários devido a falhas na bridge do protocolo. A impressão massiva dos tokens, fez seu valor cair 50% em minutos. A insegurança dos holders com a enxurrada de GALA impressa levou a muitos especularem um exploit na pNetwork.
Em nota, a Gala Games disse não ter sido informada do problema e da solução controversa adotada pela pNetwork. A operação dos GALA bridgeados para a BNB Chain são de completa responsabilidade da empresa e, por este motivo, a Gala Games fica sujeito ao sucesso (e fracasso) da terceirizada.
O caso da emissão de U$1B em GALA evidencia a fragilidade e centralização das bridges, principal vetor de risco de protocolos em 2022.

Andre Cronje é uma personalidade do cripto-mercado. Sozinho, desenvolveu e implementou a Yearn Finance, um dos protocolos DeFi com nascimento mais puro da história.
Após conseguir sucesso com a Yearn, Cronje trabalhou como technical advisor na Fantom, uma blockchain L1 concorrente de Avalanche, Solana, BNB Chain entre outras. Seu background em DeFi, fez muitos protocolos criativos serem lançados na rede e atrair um considerável volume em 2021.
No começo de 2022, o desenvolvedor havia afastado-se do cripto-mercado, criticando a cultura degenerada e as especulações de investidores deste nicho mercadológico.
Contudo, semana passada Cronje ressurgiu das cinzas. Num tweet usando uma fala conhecida no GTA San Andreas, ele apenas disse “E lá vamos nós de novo”. Além disso, o cargo de “Vice Presidente de Memes” foi inserido em seu Linkedin, demonstrando que Andre assumiu uma nova função dentro da Fantom.
Após ao tweet de Cronje, a FTM saltou 20%, demonstrando a positividade dos investidores com a notícia.

