
Palácio dos Maldonados, Beja
English version here. GPS 38.01548393495517, -7.861311272286941 Situado na Rua do Esquível, o Palácio dos Maldonados foi mandado edificar no séc. XVI por uma família local Furtado Mendonça, para a qual serviu de residência. Este Palácio dos Maldonados ainda hoje é denominado com o mesmo nome.Seguindo uma linha de residências do século, este edifício desenvolve-se sobre uma planta retangular, com um perfil renascentista espelhado no portal principal e na arcada em arcos de volta perfeita no pá...

Igreja Paroquial de Azaruja, São Bento do Mato
English version here. GPS 38.70583389379029, -7.77658038635573 Constitui um interessantíssimo exemplar de reaproveitamento de estruturas pré-históricas na construção de uma igreja, como que num gesto de assumida apropiração de um espaço há muito sacralizadoA Igreja de São Bento do Mato, igreja matriz da freguesia é um exemplar modesto, de planta retangular, característico da arquitetura tradicional da região, com vestígios de uma anta, sobre cujos esteiros assenta a abóbada. O dólmen anexo da...

Palácio dos Duques de Cadaval, Évora
English version here. GPS 38.573267719020755, -7.907607078709097 O Palácio dos Duques de Cadaval, Paço dos Duques de Cadaval ou Palácio da Torre das Cinco Quinas, como também é designado, é um palácio situado na acrópole de Évora, em Portugal.Este palácio, pertencente desde a sua fundação à Casa Cadaval, é constituído pela casa senhorial e pela Igreja dos Lóios, apresentando uma admirável combinação dos estilos mudéjar, gótico e manuelino. O Palácio tem incorporada uma Torre pentagonal (medie...
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Palácio dos Maldonados, Beja
English version here. GPS 38.01548393495517, -7.861311272286941 Situado na Rua do Esquível, o Palácio dos Maldonados foi mandado edificar no séc. XVI por uma família local Furtado Mendonça, para a qual serviu de residência. Este Palácio dos Maldonados ainda hoje é denominado com o mesmo nome.Seguindo uma linha de residências do século, este edifício desenvolve-se sobre uma planta retangular, com um perfil renascentista espelhado no portal principal e na arcada em arcos de volta perfeita no pá...

Igreja Paroquial de Azaruja, São Bento do Mato
English version here. GPS 38.70583389379029, -7.77658038635573 Constitui um interessantíssimo exemplar de reaproveitamento de estruturas pré-históricas na construção de uma igreja, como que num gesto de assumida apropiração de um espaço há muito sacralizadoA Igreja de São Bento do Mato, igreja matriz da freguesia é um exemplar modesto, de planta retangular, característico da arquitetura tradicional da região, com vestígios de uma anta, sobre cujos esteiros assenta a abóbada. O dólmen anexo da...

Palácio dos Duques de Cadaval, Évora
English version here. GPS 38.573267719020755, -7.907607078709097 O Palácio dos Duques de Cadaval, Paço dos Duques de Cadaval ou Palácio da Torre das Cinco Quinas, como também é designado, é um palácio situado na acrópole de Évora, em Portugal.Este palácio, pertencente desde a sua fundação à Casa Cadaval, é constituído pela casa senhorial e pela Igreja dos Lóios, apresentando uma admirável combinação dos estilos mudéjar, gótico e manuelino. O Palácio tem incorporada uma Torre pentagonal (medie...
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GPS 38.57220368597755, -7.907173942330393
O Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, anteriormente denominado Museu de Évora, é um museu de arte e arqueologia situado no centro histórico da cidade de Évora.

História
A 30 de julho de 1914, o Decreto-lei n.º226 autoriza a criação do Museu de Évora para, no ano seguinte, a 1 de março, o Decreto-lei nº1355 a oficializar, com o nome de Museu Regional de Évora. Abriu ao público no ano de 1921, no edifício do Palácio Amaral, do qual transitou para o atual edifício, ocupado na sua totalidade no ano de 1929. As primeiras quatro salas são inauguradas dois anos depois e, em 1936, nele é incorporado o Museu Arqueológico, que se encontrava anteriormente no rés-do-chão da Biblioteca Pública de Évora.
Tem como anexo, desde o ano de 1917, a Igreja do Convento das Mercês, edifício do século XVII. Este antigo convento dos Religiosos Agostinhos, que funciona como a secção de Artes Decorativas Religiosas do Museu, encontrando-se no presente encerrada por razões de conservação do edifício[2]. A importância e a diversidade da Coleção do Museu e o seu percurso histórico, cuja origem remonta a Frei Manuel do Cenáculo e à fundação de um pequeno museu anexo à Biblioteca Pública de Évora em 1805, transformam o Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo numa instituição incontornável para se conhecer e compreender a história e as manifestações artísticas e culturais de Évora, da região e do todo nacional.
Coleções
As coleções apresentam importantes núcleos de Arte e Arqueologia, reunindo igualmente uma Coleção de História Natural (Ciências da Terra e Ciências da Vida) a ainda objetos científicos (Ciência e Técnica). Do vasto espólio destaca-se a coleção de pintura, que abrange o período temporal do século XV ao XX, destacando-se a predominância de autores portugueses, como Baltazar Gomes Figueira (e sua filha Josefa de Óbidos, nascida em Sevilha, mas que viveu e produziu em Portugal), e de pinturas pertencentes às Igrejas e Conventos extintos da cidade. Neste âmbito, merecem destaque os retábulos flamengos do Altar-mor da Sé de Évora e da Capela do Esporão, o Tríptico do Conventinho de Valverde, de Gregório Lopes, bem como os Frei Carlos do Convento do Espinheiro e Francisco Henriques, pintor de São Francisco de Évora. Na coleção de pintura estrangeira, pertencente em grande parte a Frei Manuel do Cenáculo, destacam-se obras da escola Holandesa e Italiana.

Na coleção de escultura destacam-se os elementos de arquitetura provenientes de monumentos da cidade e ainda importantes exemplares de tumulária dos séculos XIV ao XVIII, com relevância artística as obras atribuídas a Nicolau Chanterene.
A coleção de mobiliário permite traçar um percurso tipológico do mobiliário cível entre os séc. XVI a XIX. A extinção das Ordens Religiosas e a consequente integração dos seus espólios contribuíram para a criação das coleções de Ourivesaria, sobretudo composta por alfaias litúrgicas, joalharia e têxteis, essencialmente paramentaria litúrgica.
A coleção de numismática e naturália provem essencialmente da coleção do arcebispo Frei Manuel do Cenáculo. A vasta e representativa coleção de arqueologia é composta por diversas coleções, de que se destaca a de Frei Manuel do Cenáculo.
Note-se que o arcebispo foi um dos primeiros a desenvolver trabalhos arqueológicos, dos quais dava conta na sua correspondência.
Refira-se ainda a coleção Leonor Pina com o fantástico espólio da Anta Grande do Zambujeiro, juntamente com a chamada coleção do Hospital, com achados referentes a outras antas do Concelho de Évora, Herdade das Casas, Castelo da Lousa, Castelo do Geraldo, peças encontradas em trabalhos de escavações anteriores à obra no edifício do museu, nomeadamente islâmicas e paleocristãs, peças que colmataram algumas falhas da coleção.
Lista completa de Geochaching abaixo:
https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc
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O Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, anteriormente denominado Museu de Évora, é um museu de arte e arqueologia situado no centro histórico da cidade de Évora.

História
A 30 de julho de 1914, o Decreto-lei n.º226 autoriza a criação do Museu de Évora para, no ano seguinte, a 1 de março, o Decreto-lei nº1355 a oficializar, com o nome de Museu Regional de Évora. Abriu ao público no ano de 1921, no edifício do Palácio Amaral, do qual transitou para o atual edifício, ocupado na sua totalidade no ano de 1929. As primeiras quatro salas são inauguradas dois anos depois e, em 1936, nele é incorporado o Museu Arqueológico, que se encontrava anteriormente no rés-do-chão da Biblioteca Pública de Évora.
Tem como anexo, desde o ano de 1917, a Igreja do Convento das Mercês, edifício do século XVII. Este antigo convento dos Religiosos Agostinhos, que funciona como a secção de Artes Decorativas Religiosas do Museu, encontrando-se no presente encerrada por razões de conservação do edifício[2]. A importância e a diversidade da Coleção do Museu e o seu percurso histórico, cuja origem remonta a Frei Manuel do Cenáculo e à fundação de um pequeno museu anexo à Biblioteca Pública de Évora em 1805, transformam o Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo numa instituição incontornável para se conhecer e compreender a história e as manifestações artísticas e culturais de Évora, da região e do todo nacional.
Coleções
As coleções apresentam importantes núcleos de Arte e Arqueologia, reunindo igualmente uma Coleção de História Natural (Ciências da Terra e Ciências da Vida) a ainda objetos científicos (Ciência e Técnica). Do vasto espólio destaca-se a coleção de pintura, que abrange o período temporal do século XV ao XX, destacando-se a predominância de autores portugueses, como Baltazar Gomes Figueira (e sua filha Josefa de Óbidos, nascida em Sevilha, mas que viveu e produziu em Portugal), e de pinturas pertencentes às Igrejas e Conventos extintos da cidade. Neste âmbito, merecem destaque os retábulos flamengos do Altar-mor da Sé de Évora e da Capela do Esporão, o Tríptico do Conventinho de Valverde, de Gregório Lopes, bem como os Frei Carlos do Convento do Espinheiro e Francisco Henriques, pintor de São Francisco de Évora. Na coleção de pintura estrangeira, pertencente em grande parte a Frei Manuel do Cenáculo, destacam-se obras da escola Holandesa e Italiana.

Na coleção de escultura destacam-se os elementos de arquitetura provenientes de monumentos da cidade e ainda importantes exemplares de tumulária dos séculos XIV ao XVIII, com relevância artística as obras atribuídas a Nicolau Chanterene.
A coleção de mobiliário permite traçar um percurso tipológico do mobiliário cível entre os séc. XVI a XIX. A extinção das Ordens Religiosas e a consequente integração dos seus espólios contribuíram para a criação das coleções de Ourivesaria, sobretudo composta por alfaias litúrgicas, joalharia e têxteis, essencialmente paramentaria litúrgica.
A coleção de numismática e naturália provem essencialmente da coleção do arcebispo Frei Manuel do Cenáculo. A vasta e representativa coleção de arqueologia é composta por diversas coleções, de que se destaca a de Frei Manuel do Cenáculo.
Note-se que o arcebispo foi um dos primeiros a desenvolver trabalhos arqueológicos, dos quais dava conta na sua correspondência.
Refira-se ainda a coleção Leonor Pina com o fantástico espólio da Anta Grande do Zambujeiro, juntamente com a chamada coleção do Hospital, com achados referentes a outras antas do Concelho de Évora, Herdade das Casas, Castelo da Lousa, Castelo do Geraldo, peças encontradas em trabalhos de escavações anteriores à obra no edifício do museu, nomeadamente islâmicas e paleocristãs, peças que colmataram algumas falhas da coleção.
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