
BitLayer Racer Center
IntroduçãoA campanha do BitLayer Racer é focada em acumular bitlayer points, dados como recompensa pela sua participação na rede. O que mais conta:Quantidade de transaçõesVolume (em USD) usado em transaçõesA medida que acumula pontos, avança através de 6 níveis e sobe de ranking no Leatherboard. O objetivo recomendado é alcançar LV5 (150k pontos) e ficar entre 5k primeiros colocados A campanha é divida em diversos tipos:tarefas iniciais de onboarding (new racer tasks)tarefas diáriastarefas av...

Web 3 - Como se Manter Atualizado
IntroduçãoCom tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo, acompanhar as últimas novidades sobre o mundo web 3.0 é uma tarefa desafiadora, e requer uma certa organização e planejamento, e principalmente foco. Ainda mais quando você é um generalista, e precisa estar a par dos últimos acontecimentos de importância. Antes de mais nada, não se enganem, não é possível ficar por dentro de todos os detalhes da maioria dos protocolos, e isso não é nenhum problema. Evite correr risco de burnout!!!"Tentei a...
Produzindo Música em Casa - Parte 02
Esse artigo é a segunda parte da série de como criar e gravar álbuns de metal em casa. Confira aqui a primeira parte: https://mirror.xyz/antonvlassov.eth/1cE4IVjM6AZk_xk3T36KJUgxKhYkXYXY6n02odYJsNIShow me The MoneyAntes de prosseguir, uma pergunta que pode aparecer é: “quanto é que vai me custar essa brincadeira de produzir (grind) música”? Bem, já adianto, que mesmo com equipamento básico, não vai ser (muito) barato. Vamos começar com essencial: guitarra, pedal, caixa Minha guitarra foi comp...
Cirptoentusiasta

BitLayer Racer Center
IntroduçãoA campanha do BitLayer Racer é focada em acumular bitlayer points, dados como recompensa pela sua participação na rede. O que mais conta:Quantidade de transaçõesVolume (em USD) usado em transaçõesA medida que acumula pontos, avança através de 6 níveis e sobe de ranking no Leatherboard. O objetivo recomendado é alcançar LV5 (150k pontos) e ficar entre 5k primeiros colocados A campanha é divida em diversos tipos:tarefas iniciais de onboarding (new racer tasks)tarefas diáriastarefas av...

Web 3 - Como se Manter Atualizado
IntroduçãoCom tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo, acompanhar as últimas novidades sobre o mundo web 3.0 é uma tarefa desafiadora, e requer uma certa organização e planejamento, e principalmente foco. Ainda mais quando você é um generalista, e precisa estar a par dos últimos acontecimentos de importância. Antes de mais nada, não se enganem, não é possível ficar por dentro de todos os detalhes da maioria dos protocolos, e isso não é nenhum problema. Evite correr risco de burnout!!!"Tentei a...
Produzindo Música em Casa - Parte 02
Esse artigo é a segunda parte da série de como criar e gravar álbuns de metal em casa. Confira aqui a primeira parte: https://mirror.xyz/antonvlassov.eth/1cE4IVjM6AZk_xk3T36KJUgxKhYkXYXY6n02odYJsNIShow me The MoneyAntes de prosseguir, uma pergunta que pode aparecer é: “quanto é que vai me custar essa brincadeira de produzir (grind) música”? Bem, já adianto, que mesmo com equipamento básico, não vai ser (muito) barato. Vamos começar com essencial: guitarra, pedal, caixa Minha guitarra foi comp...
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“The journey of a thousand miles begins with one step.”
Vou abrir uma série de artigos sobre Web 3.0, com o objetivo de começar abordando o assunto da maneira prática.
Como eu faço parte disso? Como eu devo me preparar para o futuro? Por onde começo?
Vou adiantar se você possui ou faz trading de criptomoeda, você é um investidor ou um especulador, mas não um usuário ou participante ativo da Web 3.0
A motivação para escrever sobre isso vem de um portal “learn-to-earn” (opa, já estamos abordando um dos conceitos da Web 3.0) chamado Rabbithole:
Esse portal tem como objetivo incentivar as pessoas a ganhar experiência em utilizar na prática projetos e serviços Web 3.0, focado principalmente em DeFi (descentralized finances - mais um conceito aqui!).
Ao completar uma tarefa, você ganha um XP (eXperience Point). XP são públicos, e assim pessoas (e eventuais recrutadores no futuro) podem visualizar e comprovar qual experiência que você tem sobre um determinado assunto.
Existem duas maneiras de aprender Web 3.0 no RabbitHole:
Skills - são tarefas que você deve executar para provar seu conhecimento sobre a utilização da determinada plataforma. Além de ganhar XPs, skills te qualificam para Quests. Skills possuem um guia para te acompanhar na execução da tarefa.
Quests - são um conjunto de tarefas patrocinadas por alguma plataforma para atrair uma pessoa a se tornar usuário. Em troca da conclusão do Quest, além de XP podem ofertadas recompensas em tokens próprios, ou você pode ser qualificado para futuros airdrops (você poderá receber alguns tokens gratuitamente na sua carteira - mais sobre carteira no final do artigo)
O Roadmap deles é bem interessante. No futuro, onde empresas e pessoas participam desse ecossistema, será possível montar uma espécie de Linkedin “criptograficamente verificável”. O seu profile será construído automaticamente a partir da verificação da conclusão dos projetos nos quais você entregou, cursos que você concluiu, e outras atividades relevantes.
Mais um conceito web 3.0 sendo apresentado - descentralized reputation systems.
Porém o RabbitHole tem duas barreiras para entrada massiva de usuários: após algumas tarefas relativamente simples, já começa com “Skills” mais “intermediários” (participação efetiva em DeFi), algo que além de exigir um certo conhecimento, também exige um investimento prévio (aquisição de tokens das plataformas para quais você está criando Skills). Esse investimento será utilizado para realizar tarefas (como staking), e para pagas as taxas das redes utilizadas (principalmente as da rede Ethereum).
…… Voltando
Existem outras atividades mais simples (e que não envolvem custos) que podem ser realizadas para criar um primeiro “feeling” de como funciona a Web 3.0.
Começando com….. Este artigo. Sim, você já está usando Web 3.0 neste exato momento. Parabéns!! 1 XP já pode ser creditado para seu Web 3.0 CV :-)
Mirror é um “clone” descentralizado do Medium… e muito mais.
Primeiramente, atenção ao endereço (URL) que você está acessando.
mirror.xyz/antonvlassov.eth
O que você está vendo aí após o “mirror.xyz” é o ENS (Ethereum Name Service):
ENS serve como um “alias” para o endereço público da carteira Ethereum, com o qual eu logo no Mirror. Assim ele resolve para um dos meus endereços públicos do Ethereum:
0x55466621C84A123a340d5599f3A4706b952bE9BF
Você pode conferir no EtherScan.
Além disso, tecnicamente o ENS é um NFT associado ao meu endereço no Ethereum. Ou seja, não somente coleções, figurinhas e artes que podem ser representadas como NFT.
Pra eu criar uma conta, não preciso realizar um cadastro expondo meu email, usuário e senha. Basta conectar minha carteira MetaMask ao site, e assinar uma transação (assinatura digital e criptografia assimétrica são mais seguros de que usuário e senha) para comprovar que eu detenho a chave privada correspondente a endereço público com o qual estou me cadastrando.
Não preciso criar, enviar ou lembrar senhas. Nenhum dado é enviado para o Mirror, somente a assinatura digital, que pode ser validada usando a chave pública correspondente ao meu endereço.
Para ter um nível maior de “trust”, Mirror solicita uma comprovação que você “existe” em algum outro lugar por meio da verificação da sua conta Twitter (você envia um Twit, e o Mirror valida que pertence a conta que você especificou como do seu controle)
Mirror permite transformar um Post em um NFT . A Capa do Post vira a mídia associada ao NFT. Leitores e seguidores podem colaborar, premiar ou financiar o autor, comprando o NFT do artigo que gostaram.
É possível convidar colaboradores para o blog, e também definir um fluxo de pagamento para que as renumerações serem distribuídos entre os colaboradores ou outros participantes que ajudaram da elaboração de conteúdo (ou simplesmente motivaram ou inspiraram o autor)
Além disso, é possível criar um crowdsourcing para financiar algum projeto ou ideia, ou mesmo lançar tokens NFT ou tokens FT próprios. Vimos que MIrror não é somente uma engine de produção de conteúdo padrão, mas sim uma plataforma web 3.0 que permite interagir com conteúdo de uma maneira inovadora, criar ecossistemas e lançar tokens próprios.
Além disso, temos o próprio conteúdo em si. Cada postagem é depositada em uma rede de armazenamento descentralizado chamada ArWeave. Sim, esse texto que você está lendo não está nos servidores centrais do Mirror ou em alguma cloud pública, mas sim distribuído entre diversos nós que fazem parte da rede ArWeave.
ArWeave é um protocolo que permite armazenar conteúdo na web da maneira permanente (“Permaweb“). Qualquer um pode participar da rede provendo storage excedente que eventualmente possua na própria máquina. Disponibilizado o espaço e SLA (disponibilidade do nó na internet), um participante da rede é renumerado.
E assim abordamos mais um conceito web 3.0: plataformas que possuem próprios sistemas econômicos (conceito de Tokenomics). ArWeave possui seu próprio “coin” nativo da rede (AR) e cobra dos usuários para depositar arquivos (as taxas podem ser conferidos aqui). No momento esse custo é subsidiado pela Mirror, não sendo repassado para os criadores.
Vou pegar como exemplo o artigo de introdução sobre Self-Sovereign Identity deste mesmo blog. Se você dar um scroll até final da página, virá um quadro curioso:

A primeira linha é a transação no AR que persistiu o conteúdo na rede. A segunda linha é o meu endereço público no Ethereum, e a última é o “digest” (hash) do conteúdo para verificar sua integridade.
Se você clicar no link do Arweave Transaction, irá acessar o block explorer da rede, onde poderá visualizar os dados da transação que persistiu este conteúdo da maneira permanente na rede:

Podemos também confirmar a procedência identificando o ator do conteúdo no campo “Contributor”, que é o endereço da minha carteira com acesso o site:

A partir dessa tela é possível acessar um gateway que exibe de fato o conteúdo que foi armazenado no ArWeave pelo Mirror, consultando diretamente o blockchain (que é um arquivo JSON contendo o Markdown do conteúdo):

Com isso, temos a conceito de descentralização. O conteúdo do arquivo não está em um data center da Amazon (como por exemplo seria no S3) mas sim distribuído entre os participantes da rede.
Já perceberam porque muitos entusiastas chamam a busca pelo conhecimento em Web 3.0 de “Rabbit Hole”? Uma vez dentro, vai cavando e descobrindo cada vez mais.
Nos falamos de uma simples postagem em um blog, e diversos conceitos foram abordados:
Conceito learn-to-earn e plataforma Rabbit Hole
Sistemas de reputação descentralizadas
Carteira Metamask e conceito de contas, endereços públicos, assinaturas digitais e chaves privadas e Airdrops
EtherScan para visualizar transações (redes são públicas, assim o que acontece nessas redes é público)
Cadastro e login em serviços sem a necessidade de usuário e senha
ArWeave, plataformas de storage descentralizadas e conceito de “permaweb”
Validação da procedência do conteúdo explorando rede ArWeave.
Utilização de Ethereum Name Service (ENS) como alias para endereço público
Utilização de NFT: para representar o ENS ou um artigo no blog
Tokenomics e incentivos econômicos
E a cada novo passo, plataforma, conceito, moeda, termo e tecnologia; um novo mundo vai se abrindo. Estão preparados?
Então vamos lá.
Aprendemos alguns conceitos essenciais da Web 3.0: descentralização, colaboração, monetização, participação e tokenomics.
Agora vamos experimentar na prática. Primeiro passo é instalar e configurar MetaMask, seguindo o guia apresentado no vídeo abaixo:
A seguir, acessar o portal Zapper:
E conectar com sua carteira do MetaMask. Zapper proverá uma visão de dashboard com UX mais eficiente para acompanhar e visualizar seus ativos, além de operar a carteira. Além disso, esse portal possui integrações com alguns serviços de DeFi para integrar em uma mesma UI funcionalidades para troca entre moedas, empréstimos, investimentos e outras oportunidades.
A seguir, bora criar uma conta no Mirror para publicar seu primeiro artigo, relatando a experiência de ser um usuário Web 3.0.
Nos próximos artigos vou abordar alguns outras maneiras de interagir com plataformas web 3.0 que sejam fáceis e quando e se possível, gratuitas.
Curiosidade: a imagem que coloquei como cover do artigo é uma arte gerada pelo site abaixo, utilizando inteligência artificial (redes GAN), a partir da palavra “cryptocurrency”. :-)
https://creator.nightcafe.studio/
Dica: você pode experimentar com esse site para gerar algumas obras e tentar vendê-las como NFT.
“The journey of a thousand miles begins with one step.”
Vou abrir uma série de artigos sobre Web 3.0, com o objetivo de começar abordando o assunto da maneira prática.
Como eu faço parte disso? Como eu devo me preparar para o futuro? Por onde começo?
Vou adiantar se você possui ou faz trading de criptomoeda, você é um investidor ou um especulador, mas não um usuário ou participante ativo da Web 3.0
A motivação para escrever sobre isso vem de um portal “learn-to-earn” (opa, já estamos abordando um dos conceitos da Web 3.0) chamado Rabbithole:
Esse portal tem como objetivo incentivar as pessoas a ganhar experiência em utilizar na prática projetos e serviços Web 3.0, focado principalmente em DeFi (descentralized finances - mais um conceito aqui!).
Ao completar uma tarefa, você ganha um XP (eXperience Point). XP são públicos, e assim pessoas (e eventuais recrutadores no futuro) podem visualizar e comprovar qual experiência que você tem sobre um determinado assunto.
Existem duas maneiras de aprender Web 3.0 no RabbitHole:
Skills - são tarefas que você deve executar para provar seu conhecimento sobre a utilização da determinada plataforma. Além de ganhar XPs, skills te qualificam para Quests. Skills possuem um guia para te acompanhar na execução da tarefa.
Quests - são um conjunto de tarefas patrocinadas por alguma plataforma para atrair uma pessoa a se tornar usuário. Em troca da conclusão do Quest, além de XP podem ofertadas recompensas em tokens próprios, ou você pode ser qualificado para futuros airdrops (você poderá receber alguns tokens gratuitamente na sua carteira - mais sobre carteira no final do artigo)
O Roadmap deles é bem interessante. No futuro, onde empresas e pessoas participam desse ecossistema, será possível montar uma espécie de Linkedin “criptograficamente verificável”. O seu profile será construído automaticamente a partir da verificação da conclusão dos projetos nos quais você entregou, cursos que você concluiu, e outras atividades relevantes.
Mais um conceito web 3.0 sendo apresentado - descentralized reputation systems.
Porém o RabbitHole tem duas barreiras para entrada massiva de usuários: após algumas tarefas relativamente simples, já começa com “Skills” mais “intermediários” (participação efetiva em DeFi), algo que além de exigir um certo conhecimento, também exige um investimento prévio (aquisição de tokens das plataformas para quais você está criando Skills). Esse investimento será utilizado para realizar tarefas (como staking), e para pagas as taxas das redes utilizadas (principalmente as da rede Ethereum).
…… Voltando
Existem outras atividades mais simples (e que não envolvem custos) que podem ser realizadas para criar um primeiro “feeling” de como funciona a Web 3.0.
Começando com….. Este artigo. Sim, você já está usando Web 3.0 neste exato momento. Parabéns!! 1 XP já pode ser creditado para seu Web 3.0 CV :-)
Mirror é um “clone” descentralizado do Medium… e muito mais.
Primeiramente, atenção ao endereço (URL) que você está acessando.
mirror.xyz/antonvlassov.eth
O que você está vendo aí após o “mirror.xyz” é o ENS (Ethereum Name Service):
ENS serve como um “alias” para o endereço público da carteira Ethereum, com o qual eu logo no Mirror. Assim ele resolve para um dos meus endereços públicos do Ethereum:
0x55466621C84A123a340d5599f3A4706b952bE9BF
Você pode conferir no EtherScan.
Além disso, tecnicamente o ENS é um NFT associado ao meu endereço no Ethereum. Ou seja, não somente coleções, figurinhas e artes que podem ser representadas como NFT.
Pra eu criar uma conta, não preciso realizar um cadastro expondo meu email, usuário e senha. Basta conectar minha carteira MetaMask ao site, e assinar uma transação (assinatura digital e criptografia assimétrica são mais seguros de que usuário e senha) para comprovar que eu detenho a chave privada correspondente a endereço público com o qual estou me cadastrando.
Não preciso criar, enviar ou lembrar senhas. Nenhum dado é enviado para o Mirror, somente a assinatura digital, que pode ser validada usando a chave pública correspondente ao meu endereço.
Para ter um nível maior de “trust”, Mirror solicita uma comprovação que você “existe” em algum outro lugar por meio da verificação da sua conta Twitter (você envia um Twit, e o Mirror valida que pertence a conta que você especificou como do seu controle)
Mirror permite transformar um Post em um NFT . A Capa do Post vira a mídia associada ao NFT. Leitores e seguidores podem colaborar, premiar ou financiar o autor, comprando o NFT do artigo que gostaram.
É possível convidar colaboradores para o blog, e também definir um fluxo de pagamento para que as renumerações serem distribuídos entre os colaboradores ou outros participantes que ajudaram da elaboração de conteúdo (ou simplesmente motivaram ou inspiraram o autor)
Além disso, é possível criar um crowdsourcing para financiar algum projeto ou ideia, ou mesmo lançar tokens NFT ou tokens FT próprios. Vimos que MIrror não é somente uma engine de produção de conteúdo padrão, mas sim uma plataforma web 3.0 que permite interagir com conteúdo de uma maneira inovadora, criar ecossistemas e lançar tokens próprios.
Além disso, temos o próprio conteúdo em si. Cada postagem é depositada em uma rede de armazenamento descentralizado chamada ArWeave. Sim, esse texto que você está lendo não está nos servidores centrais do Mirror ou em alguma cloud pública, mas sim distribuído entre diversos nós que fazem parte da rede ArWeave.
ArWeave é um protocolo que permite armazenar conteúdo na web da maneira permanente (“Permaweb“). Qualquer um pode participar da rede provendo storage excedente que eventualmente possua na própria máquina. Disponibilizado o espaço e SLA (disponibilidade do nó na internet), um participante da rede é renumerado.
E assim abordamos mais um conceito web 3.0: plataformas que possuem próprios sistemas econômicos (conceito de Tokenomics). ArWeave possui seu próprio “coin” nativo da rede (AR) e cobra dos usuários para depositar arquivos (as taxas podem ser conferidos aqui). No momento esse custo é subsidiado pela Mirror, não sendo repassado para os criadores.
Vou pegar como exemplo o artigo de introdução sobre Self-Sovereign Identity deste mesmo blog. Se você dar um scroll até final da página, virá um quadro curioso:

A primeira linha é a transação no AR que persistiu o conteúdo na rede. A segunda linha é o meu endereço público no Ethereum, e a última é o “digest” (hash) do conteúdo para verificar sua integridade.
Se você clicar no link do Arweave Transaction, irá acessar o block explorer da rede, onde poderá visualizar os dados da transação que persistiu este conteúdo da maneira permanente na rede:

Podemos também confirmar a procedência identificando o ator do conteúdo no campo “Contributor”, que é o endereço da minha carteira com acesso o site:

A partir dessa tela é possível acessar um gateway que exibe de fato o conteúdo que foi armazenado no ArWeave pelo Mirror, consultando diretamente o blockchain (que é um arquivo JSON contendo o Markdown do conteúdo):

Com isso, temos a conceito de descentralização. O conteúdo do arquivo não está em um data center da Amazon (como por exemplo seria no S3) mas sim distribuído entre os participantes da rede.
Já perceberam porque muitos entusiastas chamam a busca pelo conhecimento em Web 3.0 de “Rabbit Hole”? Uma vez dentro, vai cavando e descobrindo cada vez mais.
Nos falamos de uma simples postagem em um blog, e diversos conceitos foram abordados:
Conceito learn-to-earn e plataforma Rabbit Hole
Sistemas de reputação descentralizadas
Carteira Metamask e conceito de contas, endereços públicos, assinaturas digitais e chaves privadas e Airdrops
EtherScan para visualizar transações (redes são públicas, assim o que acontece nessas redes é público)
Cadastro e login em serviços sem a necessidade de usuário e senha
ArWeave, plataformas de storage descentralizadas e conceito de “permaweb”
Validação da procedência do conteúdo explorando rede ArWeave.
Utilização de Ethereum Name Service (ENS) como alias para endereço público
Utilização de NFT: para representar o ENS ou um artigo no blog
Tokenomics e incentivos econômicos
E a cada novo passo, plataforma, conceito, moeda, termo e tecnologia; um novo mundo vai se abrindo. Estão preparados?
Então vamos lá.
Aprendemos alguns conceitos essenciais da Web 3.0: descentralização, colaboração, monetização, participação e tokenomics.
Agora vamos experimentar na prática. Primeiro passo é instalar e configurar MetaMask, seguindo o guia apresentado no vídeo abaixo:
A seguir, acessar o portal Zapper:
E conectar com sua carteira do MetaMask. Zapper proverá uma visão de dashboard com UX mais eficiente para acompanhar e visualizar seus ativos, além de operar a carteira. Além disso, esse portal possui integrações com alguns serviços de DeFi para integrar em uma mesma UI funcionalidades para troca entre moedas, empréstimos, investimentos e outras oportunidades.
A seguir, bora criar uma conta no Mirror para publicar seu primeiro artigo, relatando a experiência de ser um usuário Web 3.0.
Nos próximos artigos vou abordar alguns outras maneiras de interagir com plataformas web 3.0 que sejam fáceis e quando e se possível, gratuitas.
Curiosidade: a imagem que coloquei como cover do artigo é uma arte gerada pelo site abaixo, utilizando inteligência artificial (redes GAN), a partir da palavra “cryptocurrency”. :-)
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