Nossa regeneração não é apenas externa. Ela é interna também. O amor no capitalismo é inspirado na propriedade privada: possessivo e egoísta. Mas se queremos uma revolução, precisamos reaprender a amar. Isso significa um respeito aos objetivos coletivos que seja maior do que um apego aos nossos próprios. Erros individuais acontecem e podem ser acolhidos, desde que não haja uma violência que mine a capacidade de conexão e de articulação coletiva. Nesse caso, faz-se compreensível a imposição de...