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Muito se tem falado sobre a grande revolução dos NFTs principalmente pelas gigantescas vendas e entradas de pessoas públicas nesse mercado, temos coleções famosas como o Bored Ape que é a sensação do momento no Brasil, depois da compra realizada pelo Neymar, ou até mesmo, a coleção pioneira desse mundo, conhecida como o Crypto Punk. Mas o que está por trás dessas imagens e como saber os valores que ela possui?

A tecnologia por trás disso tudo é a famosa, mas ainda discreta, blockchain. Essa tecnologia tem possibilitado o crescimento e inovação em muitos setores: agropecuário, automotivo, moda, jogos, artes digitais, música, redes sociais, entre muitos outros, acrescentando a eles: segurança, rastreabilidade, posse, exclusividade e imutabilidade.

A principal função de uma blockchain é a capacidade de armazenar dados e torná-los imutáveis, desse modo as informações inseridas são as mais confiáveis possíveis, por não permitir que haja modificações, trapaças ou golpes (Alô políticos brasileiros!). Com essa informação, justificamos o adjetivo “discreto“ para a blockchain, pois apesar dela ter a capacidade gigantesca de inovar vários setores, ela não é a a tecnologia principal dessas empresas, apenas armazena as informações permitindo uma maior segurança e confiabilidade para as aplicações inovadoras do mercado.
As principais blockchains de hoje são a do bitcoin, como sendo o precursor dessa tecnologia no mundo, e a da ethereum, essa que veio para revolucionar o mercado permitindo que outras aplicações rodem utilizando sua tecnologia descentralizada e imutável, surgindo assim as Dapps (aplicativos descentralizados), inclusive, graças à essa característica, os NFTs foram possíveis de tornarem-se realidade, onde no mundo da tecnologia há muita dificuldade em definir propriedade intelectual, pois com dois cliques você consegue copiar uma imagem ou conteúdo e compartilhá-lo dificultando a capacidade de definir quem é o dono daquele ativo, entretanto com a blockchain, já é possível identificar o dono, buscando o criador que inseriu essa informação primeiro dentro da blockchain, assim como se fôssemos patentear uma ideia no cartório.

Acredito que estamos no início da onda de aplicações descentralizadas e a capacidade de inovações que isso pode trazer. E ai? Pra você com todas essas possibilidades, onde a blockchain poderia chegar?
Muito se tem falado sobre a grande revolução dos NFTs principalmente pelas gigantescas vendas e entradas de pessoas públicas nesse mercado, temos coleções famosas como o Bored Ape que é a sensação do momento no Brasil, depois da compra realizada pelo Neymar, ou até mesmo, a coleção pioneira desse mundo, conhecida como o Crypto Punk. Mas o que está por trás dessas imagens e como saber os valores que ela possui?

A tecnologia por trás disso tudo é a famosa, mas ainda discreta, blockchain. Essa tecnologia tem possibilitado o crescimento e inovação em muitos setores: agropecuário, automotivo, moda, jogos, artes digitais, música, redes sociais, entre muitos outros, acrescentando a eles: segurança, rastreabilidade, posse, exclusividade e imutabilidade.

A principal função de uma blockchain é a capacidade de armazenar dados e torná-los imutáveis, desse modo as informações inseridas são as mais confiáveis possíveis, por não permitir que haja modificações, trapaças ou golpes (Alô políticos brasileiros!). Com essa informação, justificamos o adjetivo “discreto“ para a blockchain, pois apesar dela ter a capacidade gigantesca de inovar vários setores, ela não é a a tecnologia principal dessas empresas, apenas armazena as informações permitindo uma maior segurança e confiabilidade para as aplicações inovadoras do mercado.
As principais blockchains de hoje são a do bitcoin, como sendo o precursor dessa tecnologia no mundo, e a da ethereum, essa que veio para revolucionar o mercado permitindo que outras aplicações rodem utilizando sua tecnologia descentralizada e imutável, surgindo assim as Dapps (aplicativos descentralizados), inclusive, graças à essa característica, os NFTs foram possíveis de tornarem-se realidade, onde no mundo da tecnologia há muita dificuldade em definir propriedade intelectual, pois com dois cliques você consegue copiar uma imagem ou conteúdo e compartilhá-lo dificultando a capacidade de definir quem é o dono daquele ativo, entretanto com a blockchain, já é possível identificar o dono, buscando o criador que inseriu essa informação primeiro dentro da blockchain, assim como se fôssemos patentear uma ideia no cartório.

Acredito que estamos no início da onda de aplicações descentralizadas e a capacidade de inovações que isso pode trazer. E ai? Pra você com todas essas possibilidades, onde a blockchain poderia chegar?
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