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Você certamente já consumiu bastante conteúdo sobre o metaverso, inclusive aqui em nosso canal de texto nós já desmistificamos o assunto, entretanto poucas pessoas compreendem o quão grande é a evolução que essa nova era de conectividade digital trará e ainda acredita que tudo não passa de loucura. Neste artigo eu vou explorar o que está acontecendo com o metaverso, as dificuldades que o conceito ainda vai enfrentar e onde nós devemos mirar para não ficar de fora das mudanças que acontecerão nos anos seguintes. Ficou interessado em conhecer um pouco mais sobre o assunto? Acompanhe o artigo até o final.

Entendendo o metaverso
Antes de qualquer coisa, nós precisamos de uma vez por todas entender o que é o tal do metaverso; basicamente o metaverso é um conceito que mistura a realidade aumentada e ambientes virtuais. Podemos dizer que é a vida em um ambiente virtual, com influência do mundo real, uma rede integrada de mundos virtuais. É possível acessar esses “mundos” utilizando os famosos VR’s ou óculos de realidade aumentada. Os usuários navegam pelo metaverso usando seus movimentos oculares, controladores de feedback ou comandos de voz. O fone de ouvido mergulha o usuário, estimulando o que é conhecido como presença, que é criado ao gerar a sensação física de estar realmente ali.
Para encontrar metaversos que já funcionam, basta olhar para os jogos FreeFire, FortNite ou Horizon Worlds, todos os jogadores utilizam avatares para interagir com o jogo e com os demais participantes. Mas as aplicações vão além dos jogos, hoje nós temos movimentos interessantes para a indústria da música, algumas gravadoras e artistas, por exemplo, já organizaram shows nesse novo conceito de realidade aumentada, nós também encontramos o metaverso sendo requisitado no meio esportivo, com times de futebol construindo estádios virtuais, permitindo venda de conteúdo esportivo, interação com o ambiente do clube e transmissão de partidas em tempo real.

As aplicações são tão extensas que a maioria das empresas de tecnologia estão de olho na direção que este mercado está tomando. Seguindo os passos do Facebook, a Microsoft recentemente anunciou a aquisição da gigante Activision Blizzard, por cerca de US $70 bilhões, o anúncio veio junto com a declaração de estar mirando no metaverso. Outras empresas também estão mirando nessa nova onda, é o caso da Nike, Nivida Omniverse e até mesmo o Banco do Brasil.

Desafios enfrentados pelo metaverso
Mas existem obstáculos que precisam ser vencidos antes que o metaverso alcance popularidade. E eu diria que o obstáculo central é justamente a parte “virtual” deste universo.
Embora a realidade aumentada seja considerada um aspecto fundamental para o metaverso, a entrada no metaverso não deve se limitar a ter um óculos de realidade aumentada. De alguma maneira, qualquer pessoa com um computador ou smartphone deveria poder acessar uma experiência do metaverso, assim como já funciona com os jogos Free Fire e FortNite. Oferecer acessibilidade e democratização é a chave para fazer o metaverso funcionar.
O nicho de VRs apresentou mudanças razoáveis em um curto espaço de tempo. Poucos anos atrás, quem tivesse interesse em uma VR doméstica tinha que escolher entre sistemas extremamente caros ou em fones de ouvido baseados em smartphones de baixo custo, mas extremamente limitados. Hoje temos algumas opções como os VR’s desenvolvidos pela empresa META, que permitem que mais usuários conseguissem começar a experimentar deste novo universo. Apesar de ser um passo interessante, e as vendas terem crescido muito, sobretudo em 2021, o aparelho ainda está distante de ser acessível e abraçar todas as parcelas da população.

Fazer com que as pessoas usem seus dispositivos pode ser um desafio, pois estima-se que apenas 28% das pessoas que possuem óculos de realidade aumentada os usam diariamente. Como vários críticos de tecnologia apontaram, a revolução mainstream de VR que foi prometida por anos ainda não se concretizou.
Aparelhos desconfortáveis
Existem vários motivos, desde preços inacessíveis até obstáculos de fabricação, que explicam o por que a realidade aumentada não pegou de uma maneira maior. Mas é possível que o uso de um aparelho seja desagradável para a maior parte das pessoas, principalmente para uso continuo.
Apesar dos avanços impressionantes na tecnologia de tela, os desenvolvedores ainda estão tentando lidar com a “ ciberdoença ” – uma sensação de náusea semelhante ao enjoo – que seus dispositivos provocam em muitos usuários. Certamente são pontos relevantes que atrapalham a disseminação da utilização da realidade virtual a inserção completa do conceito de metaverso na sociedade.
Portanto, podemos afirmar que o metaverso ainda é um mar a ser explorado, há muitas perguntas que precisam ser respondidas, e alguns conceitos remodelados para que seja acessível e escalável. Apesar disso, a maioria das grandes empresas estão sim com os pés fincados no metaverso, a evolução está acontecendo de forma rápida e direcionada, e é possível aproveitar este rumo que o mercado está levando e investir ou até mesmo empreender neste nicho. Isso só é possível se dedicando e estudando muito sobre o tema, e você pode fazer isso acompanhando o nosso conteúdo semanal, nós somos especialistas em blockchain, criptomoedas, NFTs e metaverso. Você gostaria de saber mais sobre o tema? Basta interagir em nosso canal no Telegram ou em nossa página no LinkedIn.
Você certamente já consumiu bastante conteúdo sobre o metaverso, inclusive aqui em nosso canal de texto nós já desmistificamos o assunto, entretanto poucas pessoas compreendem o quão grande é a evolução que essa nova era de conectividade digital trará e ainda acredita que tudo não passa de loucura. Neste artigo eu vou explorar o que está acontecendo com o metaverso, as dificuldades que o conceito ainda vai enfrentar e onde nós devemos mirar para não ficar de fora das mudanças que acontecerão nos anos seguintes. Ficou interessado em conhecer um pouco mais sobre o assunto? Acompanhe o artigo até o final.

Entendendo o metaverso
Antes de qualquer coisa, nós precisamos de uma vez por todas entender o que é o tal do metaverso; basicamente o metaverso é um conceito que mistura a realidade aumentada e ambientes virtuais. Podemos dizer que é a vida em um ambiente virtual, com influência do mundo real, uma rede integrada de mundos virtuais. É possível acessar esses “mundos” utilizando os famosos VR’s ou óculos de realidade aumentada. Os usuários navegam pelo metaverso usando seus movimentos oculares, controladores de feedback ou comandos de voz. O fone de ouvido mergulha o usuário, estimulando o que é conhecido como presença, que é criado ao gerar a sensação física de estar realmente ali.
Para encontrar metaversos que já funcionam, basta olhar para os jogos FreeFire, FortNite ou Horizon Worlds, todos os jogadores utilizam avatares para interagir com o jogo e com os demais participantes. Mas as aplicações vão além dos jogos, hoje nós temos movimentos interessantes para a indústria da música, algumas gravadoras e artistas, por exemplo, já organizaram shows nesse novo conceito de realidade aumentada, nós também encontramos o metaverso sendo requisitado no meio esportivo, com times de futebol construindo estádios virtuais, permitindo venda de conteúdo esportivo, interação com o ambiente do clube e transmissão de partidas em tempo real.

As aplicações são tão extensas que a maioria das empresas de tecnologia estão de olho na direção que este mercado está tomando. Seguindo os passos do Facebook, a Microsoft recentemente anunciou a aquisição da gigante Activision Blizzard, por cerca de US $70 bilhões, o anúncio veio junto com a declaração de estar mirando no metaverso. Outras empresas também estão mirando nessa nova onda, é o caso da Nike, Nivida Omniverse e até mesmo o Banco do Brasil.

Desafios enfrentados pelo metaverso
Mas existem obstáculos que precisam ser vencidos antes que o metaverso alcance popularidade. E eu diria que o obstáculo central é justamente a parte “virtual” deste universo.
Embora a realidade aumentada seja considerada um aspecto fundamental para o metaverso, a entrada no metaverso não deve se limitar a ter um óculos de realidade aumentada. De alguma maneira, qualquer pessoa com um computador ou smartphone deveria poder acessar uma experiência do metaverso, assim como já funciona com os jogos Free Fire e FortNite. Oferecer acessibilidade e democratização é a chave para fazer o metaverso funcionar.
O nicho de VRs apresentou mudanças razoáveis em um curto espaço de tempo. Poucos anos atrás, quem tivesse interesse em uma VR doméstica tinha que escolher entre sistemas extremamente caros ou em fones de ouvido baseados em smartphones de baixo custo, mas extremamente limitados. Hoje temos algumas opções como os VR’s desenvolvidos pela empresa META, que permitem que mais usuários conseguissem começar a experimentar deste novo universo. Apesar de ser um passo interessante, e as vendas terem crescido muito, sobretudo em 2021, o aparelho ainda está distante de ser acessível e abraçar todas as parcelas da população.

Fazer com que as pessoas usem seus dispositivos pode ser um desafio, pois estima-se que apenas 28% das pessoas que possuem óculos de realidade aumentada os usam diariamente. Como vários críticos de tecnologia apontaram, a revolução mainstream de VR que foi prometida por anos ainda não se concretizou.
Aparelhos desconfortáveis
Existem vários motivos, desde preços inacessíveis até obstáculos de fabricação, que explicam o por que a realidade aumentada não pegou de uma maneira maior. Mas é possível que o uso de um aparelho seja desagradável para a maior parte das pessoas, principalmente para uso continuo.
Apesar dos avanços impressionantes na tecnologia de tela, os desenvolvedores ainda estão tentando lidar com a “ ciberdoença ” – uma sensação de náusea semelhante ao enjoo – que seus dispositivos provocam em muitos usuários. Certamente são pontos relevantes que atrapalham a disseminação da utilização da realidade virtual a inserção completa do conceito de metaverso na sociedade.
Portanto, podemos afirmar que o metaverso ainda é um mar a ser explorado, há muitas perguntas que precisam ser respondidas, e alguns conceitos remodelados para que seja acessível e escalável. Apesar disso, a maioria das grandes empresas estão sim com os pés fincados no metaverso, a evolução está acontecendo de forma rápida e direcionada, e é possível aproveitar este rumo que o mercado está levando e investir ou até mesmo empreender neste nicho. Isso só é possível se dedicando e estudando muito sobre o tema, e você pode fazer isso acompanhando o nosso conteúdo semanal, nós somos especialistas em blockchain, criptomoedas, NFTs e metaverso. Você gostaria de saber mais sobre o tema? Basta interagir em nosso canal no Telegram ou em nossa página no LinkedIn.
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