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O metaverso bombardeou o mercado no ano passado, os mais diversos projetos surgiram com a proposta de se ambientar neste mercado, principalmente após o anúncio feito por Mark Zuckerberg reposicionando o Facebook como META. Mas, afinal de contas, como seremos afetados por essas mudanças? Qual a relação do mercado cripto com toda essa novidade?

Uma tecnologia só se torna realmente relevante com o avanço de outros conceitos e tecnologias, lá no inicio dos anos 80, por exemplo, o telefone celular era uma invenção surreal, no entanto com a chegada dos smartphones e a tecnologia que acompanhou essa evolução, hoje conseguimos enviar e-mails, acessar mapas, enviar mensagens instantâneas e utilizar uma centena de aplicativos diferentes.
Este movimento de evolução não é diferente com o Metaverso, apesar de ser um conceito que já existe há algumas décadas, a revolução que as criptomoedas e os NFTS (tokens não fungíveis) trouxeram, permitiu que o conceito de Metaverso se desenvolvesse, algo semelhante ao que aconteceu com os celulares e smartphones. Os NFTS inseridos no Metaverso, representam um item, objeto, roupa ou qualquer coisa que é única. Isso permitirá, por exemplo, que as pessoas comprem, vendam ou troquem itens com segurança, neste contexto as criptomoedas também poderão ser utilizadas para negociação.

Parece uma realidade distante, mas algo semelhante já acontece em alguns jogos tanto no meio de criptomoedas quanto no mercado tradicional. No ano de 2021, vários jogos foram lançados com a interação realizada através de NFTS, jogos como Axie infinity, Bombcrypto, Cryptocars, StartAtlas e Sidus foram ao mercado com a proposta de utilizar os NFTs como o meio de interação com os jogos. Outras plataformas, que não utilizam a tecnologia cripto, mas que já possuem um “metaverso” e um sistema de negociação de itens, são os jogos Fortinite e Free Fire, plataformas que poderiam perfeitamente utilizar a blockchain para maior segurança dos usuários.

As aplicações poderão ir além dos jogos e da comunidade gamer, não há como prever o que vai acontecer, mas os entusiastas deste mercado afirmam que poderemos utilizar a realidade virtual para resolvermos problemas relacionados a negócios, interagir com comunidades de maneira real e aplicações que aumentarão muito as possibilidades tanto no meio do entretenimento quanto no ramo empresarial. Tenho certeza que assim como foi com os smartphones, nós veremos nos próximos anos o metaverso mudando a maneira que as pessoas interagem com a internet. Mas e você? Até onde você acha que o Metaverso pode ir?
O metaverso bombardeou o mercado no ano passado, os mais diversos projetos surgiram com a proposta de se ambientar neste mercado, principalmente após o anúncio feito por Mark Zuckerberg reposicionando o Facebook como META. Mas, afinal de contas, como seremos afetados por essas mudanças? Qual a relação do mercado cripto com toda essa novidade?

Uma tecnologia só se torna realmente relevante com o avanço de outros conceitos e tecnologias, lá no inicio dos anos 80, por exemplo, o telefone celular era uma invenção surreal, no entanto com a chegada dos smartphones e a tecnologia que acompanhou essa evolução, hoje conseguimos enviar e-mails, acessar mapas, enviar mensagens instantâneas e utilizar uma centena de aplicativos diferentes.
Este movimento de evolução não é diferente com o Metaverso, apesar de ser um conceito que já existe há algumas décadas, a revolução que as criptomoedas e os NFTS (tokens não fungíveis) trouxeram, permitiu que o conceito de Metaverso se desenvolvesse, algo semelhante ao que aconteceu com os celulares e smartphones. Os NFTS inseridos no Metaverso, representam um item, objeto, roupa ou qualquer coisa que é única. Isso permitirá, por exemplo, que as pessoas comprem, vendam ou troquem itens com segurança, neste contexto as criptomoedas também poderão ser utilizadas para negociação.

Parece uma realidade distante, mas algo semelhante já acontece em alguns jogos tanto no meio de criptomoedas quanto no mercado tradicional. No ano de 2021, vários jogos foram lançados com a interação realizada através de NFTS, jogos como Axie infinity, Bombcrypto, Cryptocars, StartAtlas e Sidus foram ao mercado com a proposta de utilizar os NFTs como o meio de interação com os jogos. Outras plataformas, que não utilizam a tecnologia cripto, mas que já possuem um “metaverso” e um sistema de negociação de itens, são os jogos Fortinite e Free Fire, plataformas que poderiam perfeitamente utilizar a blockchain para maior segurança dos usuários.

As aplicações poderão ir além dos jogos e da comunidade gamer, não há como prever o que vai acontecer, mas os entusiastas deste mercado afirmam que poderemos utilizar a realidade virtual para resolvermos problemas relacionados a negócios, interagir com comunidades de maneira real e aplicações que aumentarão muito as possibilidades tanto no meio do entretenimento quanto no ramo empresarial. Tenho certeza que assim como foi com os smartphones, nós veremos nos próximos anos o metaverso mudando a maneira que as pessoas interagem com a internet. Mas e você? Até onde você acha que o Metaverso pode ir?
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