
Casino Setubalense
English version here. GPS 38.52371953192777, -8.894994756099344 O Casino Setubalense foi inaugurado em 1908. Nesse mesmo ano foi sujeito a obras para poder receber sessões de cinema.O Casino Setubalense na primeira década do século XXA sala era bastante ampla, com capacidade para acolher 800 pessoas. O sucesso foi quase imediato com as sessões a esgotarem em muitas ocasiões. No inicio abria portas para a Rua dos Marmelinhos (actual Rua António Maria Eusébio), mas depois a entrada passou a rea...

Palácio Fryxell
English version here. GPS 38.52325256564484, -8.884779791841462 O edifício faz parte de um conjunto patrimonial que remonta, possivelmente, ao século XVI. Até ao final do séc. XVIII foi morada de importantes instituições religiosas, como o Convento de São Domingos, ou o Colégio dos Jesuítas, do qual resta hoje a Capela de São Francisco Xavier e os claustros, bem como um troço considerável de muralha medieval.Fachada PrincipalO edifício propriamente dito foi adaptado a palácio burguês no séc. ...

Castelo de Palmela - en
Versão portuguesa aqui. GPS 38.56604892045434, -8.900804097993495 The Castelo de Palmela is located in the village, parish and municipality of the same name, district of Setúbal, in Portugal.On the Setúbal peninsula, in the eastern spur of the Arrábida mountain range, it is located between the estuaries of the Tagus and Sado rivers, close to the mouth of the latter. It is part of the so-called Costa Azul, in the Arrábida Natural Park. From the top of its donjon, on clear days the view unfolds...
Apá sôce, atão isto é qué a Blockchain? Borra lá... é só escrrever. "Trranselacion": All gud men!

Casino Setubalense
English version here. GPS 38.52371953192777, -8.894994756099344 O Casino Setubalense foi inaugurado em 1908. Nesse mesmo ano foi sujeito a obras para poder receber sessões de cinema.O Casino Setubalense na primeira década do século XXA sala era bastante ampla, com capacidade para acolher 800 pessoas. O sucesso foi quase imediato com as sessões a esgotarem em muitas ocasiões. No inicio abria portas para a Rua dos Marmelinhos (actual Rua António Maria Eusébio), mas depois a entrada passou a rea...

Palácio Fryxell
English version here. GPS 38.52325256564484, -8.884779791841462 O edifício faz parte de um conjunto patrimonial que remonta, possivelmente, ao século XVI. Até ao final do séc. XVIII foi morada de importantes instituições religiosas, como o Convento de São Domingos, ou o Colégio dos Jesuítas, do qual resta hoje a Capela de São Francisco Xavier e os claustros, bem como um troço considerável de muralha medieval.Fachada PrincipalO edifício propriamente dito foi adaptado a palácio burguês no séc. ...

Castelo de Palmela - en
Versão portuguesa aqui. GPS 38.56604892045434, -8.900804097993495 The Castelo de Palmela is located in the village, parish and municipality of the same name, district of Setúbal, in Portugal.On the Setúbal peninsula, in the eastern spur of the Arrábida mountain range, it is located between the estuaries of the Tagus and Sado rivers, close to the mouth of the latter. It is part of the so-called Costa Azul, in the Arrábida Natural Park. From the top of its donjon, on clear days the view unfolds...
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GPS 38.5254449302628, -8.992121081398162
A Quinta da Bacalhoa é uma antiga propriedade da Casa Real Portuguesa. A quinta com o famoso Palácio da Bacalhoa - também conhecido como Palácio dos Albuquerques - situa-se na freguesia de Azeitão, município de Setúbal, mais precisamente na pequena aldeia de Vila Fresca de Azeitão.

O Palácio e a Quinta da Bacalhoa estão classificados como Monumento Nacional desde 1910, com alteração da designação em 1996.
É considerada a mais formosa quinta da primeira metade do século XVI, ainda existente em Portugal.
História No século XV pertenceu, como quinta de recreio, a João, Infante de Portugal, filho do rei D. João I. Herdou-a sua filha D. Brites, casada com o segundo Duque de Viseu e mãe do Rei D. Manuel I. Ainda existentes os edifícios, os muros com torreões de cúpulas aos gomos e também o grande tanque foram beneficiações mandadas construir por D. Brites.

Esta quinta viria a ser vendida em 1528 a Brás de Albuquerque, filho primogénito de Afonso de Albuquerque. O novo proprietário, além de ter enriquecido as construções com belos azulejos, mandou construir uma harmoniosa «casa de prazer», junto ao tanque, e dois robustos pavilhões, juntos aos muros laterais. Nos finais do século XVI, esta quinta fazia parte de morgadio pertencente a D. Jerónimo Teles Barreto — descendente de Afonso de Albuquerque. Este morgadio — em que estava incluída a Quinta da Bacalhoa — viria a ser herdado por sua irmã, D. Maria Mendonça de Albuquerque, casada com D. Jerónimo Manuel — da Casa da Atalaia — conhecido pela alcunha de «Bacalhau».
É muito provável que o nome de «Bacalhoa», pelo qual veio a ficar conhecida a antiga Quinta de Vila Fresca, em Azeitão, tenha tido origem no facto de a mulher de D. Jerónimo Manuel também ser designada da mesma forma sarcástica. Esta quinta ficou consagrada entre os tesouros artísticos de Portugal.
Após uma grande disputa judicial entre os descendentes, o morgado ficou para D. José Francisco da Costa de Sousa e Albuquerque (1740-1802), armeiro mor do Reino e armador mor do Rei, casado com Maria José de Sousa de Macedo, 2.ª viscondessa de Mesquitella, 5.ª baronesa de Mullingar (Reino Unido). O Morgado ficaria na família Mesquitella (posteriormente condes de Mesquitella e duques de Albuquerque), assim como os títulos palatinos de armeiro mor e armador mor do Reino e do Rei, até princípios do século XX.

Tendo, naturalmente, sofrido algumas modificações, no decurso dos seus cinco séculos de existência, conserva ainda as abóbadas ogivais dos seus tempos mais remotos, o palácio com janelas ao estilo renascentista, os cubelos representativos da Via Sacra e elementos cerâmicos decorativos, do século XVI. Nos azulejos encontra-se a data de 1565 e a assinatura do ceramista Francisco de Matos. Medalhões de faiança de origem flamenga emolduram bustos de significação histórica.
Em 1936, o Palácio da Bacalhoa foi comprado e restaurado por uma norte-americana, Orlena Scoville, cujo neto se incumbiu da missão de tornar a quinta num dos maiores produtores de vinho de Portugal. Mais tarde o Palácio e a Quinta da Bacalhôa pertenceu a José Antonio Borges.
Actualmente a Quinta da Bacalhoa pertence à Fundação Berardo, liderada pela família Berardo, a nona mais rica de Portugal, cujo patriarca é o madeirense Joe Berardo.
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A Quinta da Bacalhoa é uma antiga propriedade da Casa Real Portuguesa. A quinta com o famoso Palácio da Bacalhoa - também conhecido como Palácio dos Albuquerques - situa-se na freguesia de Azeitão, município de Setúbal, mais precisamente na pequena aldeia de Vila Fresca de Azeitão.

O Palácio e a Quinta da Bacalhoa estão classificados como Monumento Nacional desde 1910, com alteração da designação em 1996.
É considerada a mais formosa quinta da primeira metade do século XVI, ainda existente em Portugal.
História No século XV pertenceu, como quinta de recreio, a João, Infante de Portugal, filho do rei D. João I. Herdou-a sua filha D. Brites, casada com o segundo Duque de Viseu e mãe do Rei D. Manuel I. Ainda existentes os edifícios, os muros com torreões de cúpulas aos gomos e também o grande tanque foram beneficiações mandadas construir por D. Brites.

Esta quinta viria a ser vendida em 1528 a Brás de Albuquerque, filho primogénito de Afonso de Albuquerque. O novo proprietário, além de ter enriquecido as construções com belos azulejos, mandou construir uma harmoniosa «casa de prazer», junto ao tanque, e dois robustos pavilhões, juntos aos muros laterais. Nos finais do século XVI, esta quinta fazia parte de morgadio pertencente a D. Jerónimo Teles Barreto — descendente de Afonso de Albuquerque. Este morgadio — em que estava incluída a Quinta da Bacalhoa — viria a ser herdado por sua irmã, D. Maria Mendonça de Albuquerque, casada com D. Jerónimo Manuel — da Casa da Atalaia — conhecido pela alcunha de «Bacalhau».
É muito provável que o nome de «Bacalhoa», pelo qual veio a ficar conhecida a antiga Quinta de Vila Fresca, em Azeitão, tenha tido origem no facto de a mulher de D. Jerónimo Manuel também ser designada da mesma forma sarcástica. Esta quinta ficou consagrada entre os tesouros artísticos de Portugal.
Após uma grande disputa judicial entre os descendentes, o morgado ficou para D. José Francisco da Costa de Sousa e Albuquerque (1740-1802), armeiro mor do Reino e armador mor do Rei, casado com Maria José de Sousa de Macedo, 2.ª viscondessa de Mesquitella, 5.ª baronesa de Mullingar (Reino Unido). O Morgado ficaria na família Mesquitella (posteriormente condes de Mesquitella e duques de Albuquerque), assim como os títulos palatinos de armeiro mor e armador mor do Reino e do Rei, até princípios do século XX.

Tendo, naturalmente, sofrido algumas modificações, no decurso dos seus cinco séculos de existência, conserva ainda as abóbadas ogivais dos seus tempos mais remotos, o palácio com janelas ao estilo renascentista, os cubelos representativos da Via Sacra e elementos cerâmicos decorativos, do século XVI. Nos azulejos encontra-se a data de 1565 e a assinatura do ceramista Francisco de Matos. Medalhões de faiança de origem flamenga emolduram bustos de significação histórica.
Em 1936, o Palácio da Bacalhoa foi comprado e restaurado por uma norte-americana, Orlena Scoville, cujo neto se incumbiu da missão de tornar a quinta num dos maiores produtores de vinho de Portugal. Mais tarde o Palácio e a Quinta da Bacalhôa pertenceu a José Antonio Borges.
Actualmente a Quinta da Bacalhoa pertence à Fundação Berardo, liderada pela família Berardo, a nona mais rica de Portugal, cujo patriarca é o madeirense Joe Berardo.
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