
Testamos o sistema de postagem Paragraph
Lançado inicialmente em 2022, o Paragraph vem ganhando força entre usuários que buscam uma alternativa às plataformas centralizadas, como Substack ou Medium. Ao contrário dos serviços tradicionais, que armazenam dados em servidores proprietários e impõem diretrizes editoriais, o Paragraph aposta em uma infraestrutura aberta, permitindo que os autores possuam e monetizem diretamente seus conteúdos por meio de ferramentas baseadas em Web3. Para leitores exigentes, o Paragraph oferece um ambient...

Colando na escola com Inteligência (artificial)
GPT-3 (abreviação de "Generative Pre-trained Transformer 3") é um modelo de linguagem de inteligência artificial de última geração desenvolvido pela OpenAI. É um dos maiores e mais avançados modelos de linguagem atualmente disponíveis, com mais de 175 bilhões de parâmetros. Um dos principais usos do GPT-3 é gerar texto humano. Dado um prompt, o modelo pode gerar uma resposta coerente, fluente e muitas vezes difícil de distinguir do texto escrito por um ser humano. Esse recurso tem uma ampla g...

Mixin: messenger e wallet
O Mixin funciona como um aplicativo de mensagem descentralizada tipo whatsapp. No entanto, o Mixin possui uma carteira de criptomoedas de código aberto. Esta wallet suporta quase todas as criptomoedas populares. Se quiser conversar pelo Mixin, adicione meu ID 39371166 A proposta é bem interessante e pode ser útil se você pretende levar sempre consigo algum valor em criptomoeda para uso emergencial ou transferir gratuitamente algum valor para familiares ou amigos que também possuem o app insta...
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Uma falsa memória consiste basicamente na distorção de uma experiência por conta da forma como o cérebro recupera as informações armazenadas ou através da inserção de informações tendenciosamente manipuladas. Com o avanço da computação e das ciências cognitivas foi possível verificar alguns aspectos do comportamento humano e responder, ainda que precariamente, algumas questões sobre o funcionamento de nossas percepções de mundo.
Basicamente a memória se divide em três operações, codificação, armazenamento e recuperação. Na codificação, o que é sentido através dos mecanismos sensoriais do corpo recebe uma adequação que resulta no preparo da informação que é codificada para o armazenamento na memória. No armazenamento e recuperação ocorrem o arquivamento e acesso ao que foi percebido e registrado.
O que as ciências constataram é que os humanos não guardam informações de forma estática como em um computador, os humanos não possuem uma memória de eventos, mas sim uma memória de interpretações. Esta é a principal diferença entre um computador e um humano, quando o assunto é arquivamento de dados ou informações.
Um computador guarda na memória "dados", enquanto um humano arquiva informações significativas, ou seja, interpretações dos eventos vivenciados ou imaginados.
Como guardamos interpretações e não eventos estáticos, nossa memória muda com o passar do tempo. Mesmo quando alguém decora um determinado texto, imagem ou assunto, o arquivamento na memória ocorre através de complexa sucessão de interpretações. É por isso que não conseguimos memorizar coisas que não fazem sentido ou que não interpretamos como importante.
A memória humana é seletiva, o arquivamento das informações depende de como cada pessoa interpreta um determinado evento. Assim, um mesmo evento é guardado na memória com significados e interpretações diferentes em cada pessoa.
Não memorizamos o que ocorreu de fato, mas o que interpretamos dos fatos. Isso significa que a porta de entrada para memorizar alguma coisa é o significado que atribuímos ao que ocorreu.
É aqui que surge a falsa memória, também chamado de implante de memória. Basta manipular a interpretação e a memória também é modificada. Esta manipulação pode ocorrer de forma deliberada ou sem o conhecimento dos envolvidos. Uma das técnicas estudadas nesta direção é a chamada mensagem subliminar, técnica que busca meios de sugerir certas interpretações.
Nossa memória é constituída de ajustes feitos em concordância com nossas expectativas, interpretações e crenças sobre nós mesmos e sobre o mundo. No momento em que acessamos um evento guardado na memória modificamos este evento ajustando as lembranças com interpretações e significações do presente.
Uma falsa memória consiste basicamente na distorção de uma experiência por conta da forma como o cérebro recupera as informações armazenadas ou através da inserção de informações tendenciosamente manipuladas. Com o avanço da computação e das ciências cognitivas foi possível verificar alguns aspectos do comportamento humano e responder, ainda que precariamente, algumas questões sobre o funcionamento de nossas percepções de mundo.
Basicamente a memória se divide em três operações, codificação, armazenamento e recuperação. Na codificação, o que é sentido através dos mecanismos sensoriais do corpo recebe uma adequação que resulta no preparo da informação que é codificada para o armazenamento na memória. No armazenamento e recuperação ocorrem o arquivamento e acesso ao que foi percebido e registrado.
O que as ciências constataram é que os humanos não guardam informações de forma estática como em um computador, os humanos não possuem uma memória de eventos, mas sim uma memória de interpretações. Esta é a principal diferença entre um computador e um humano, quando o assunto é arquivamento de dados ou informações.
Um computador guarda na memória "dados", enquanto um humano arquiva informações significativas, ou seja, interpretações dos eventos vivenciados ou imaginados.
Como guardamos interpretações e não eventos estáticos, nossa memória muda com o passar do tempo. Mesmo quando alguém decora um determinado texto, imagem ou assunto, o arquivamento na memória ocorre através de complexa sucessão de interpretações. É por isso que não conseguimos memorizar coisas que não fazem sentido ou que não interpretamos como importante.
A memória humana é seletiva, o arquivamento das informações depende de como cada pessoa interpreta um determinado evento. Assim, um mesmo evento é guardado na memória com significados e interpretações diferentes em cada pessoa.
Não memorizamos o que ocorreu de fato, mas o que interpretamos dos fatos. Isso significa que a porta de entrada para memorizar alguma coisa é o significado que atribuímos ao que ocorreu.
É aqui que surge a falsa memória, também chamado de implante de memória. Basta manipular a interpretação e a memória também é modificada. Esta manipulação pode ocorrer de forma deliberada ou sem o conhecimento dos envolvidos. Uma das técnicas estudadas nesta direção é a chamada mensagem subliminar, técnica que busca meios de sugerir certas interpretações.
Nossa memória é constituída de ajustes feitos em concordância com nossas expectativas, interpretações e crenças sobre nós mesmos e sobre o mundo. No momento em que acessamos um evento guardado na memória modificamos este evento ajustando as lembranças com interpretações e significações do presente.
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