
Testamos o sistema de postagem Paragraph
Lançado inicialmente em 2022, o Paragraph vem ganhando força entre usuários que buscam uma alternativa às plataformas centralizadas, como Substack ou Medium. Ao contrário dos serviços tradicionais, que armazenam dados em servidores proprietários e impõem diretrizes editoriais, o Paragraph aposta em uma infraestrutura aberta, permitindo que os autores possuam e monetizem diretamente seus conteúdos por meio de ferramentas baseadas em Web3. Para leitores exigentes, o Paragraph oferece um ambient...

Colando na escola com Inteligência (artificial)
GPT-3 (abreviação de "Generative Pre-trained Transformer 3") é um modelo de linguagem de inteligência artificial de última geração desenvolvido pela OpenAI. É um dos maiores e mais avançados modelos de linguagem atualmente disponíveis, com mais de 175 bilhões de parâmetros. Um dos principais usos do GPT-3 é gerar texto humano. Dado um prompt, o modelo pode gerar uma resposta coerente, fluente e muitas vezes difícil de distinguir do texto escrito por um ser humano. Esse recurso tem uma ampla g...

Mixin: messenger e wallet
O Mixin funciona como um aplicativo de mensagem descentralizada tipo whatsapp. No entanto, o Mixin possui uma carteira de criptomoedas de código aberto. Esta wallet suporta quase todas as criptomoedas populares. Se quiser conversar pelo Mixin, adicione meu ID 39371166 A proposta é bem interessante e pode ser útil se você pretende levar sempre consigo algum valor em criptomoeda para uso emergencial ou transferir gratuitamente algum valor para familiares ou amigos que também possuem o app insta...
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Para algumas pessoas o termo “incubadora de empresas” ainda é um “bicho-de-sete-cabeças”. Isso porque muitas não conhecem o movimento e nem a importância do setor para o desenvolvimento social e econômico. Sem contar que tratam o assunto como se fosse uma novidade, e nem se dão conta de que as incubadoras estão em crescente expansão, no Brasil e no mundo, há várias décadas.
E é com o objetivo de mostrar alguns dos principais acontecimentos sobre o setor de incubação, que Anprotec aos poucos resgatará fragmentos da história desse importante instrumento de apoio ao empreendedorismo inovador.
Muitos pesquisadores e historiadores afirmam que a primeira incubadora de empresas foi idealizada nos Estados Unidos. Segundo a National Business Incubation Association (NBIA), a primeira surgiu em New York, em 1959, na cidade de Batavia. Fundada por Joseph Mancuso, nas instalações de uma das fábricas abandonadas da Massey e Fergurson, esse mecanismo de apoio ao empreendedorismo chamava-se Batavia Industrial Center (Centro Industrial de Batavia).
Além da infra-estrutura física das instalações, Mancuso adicionou ao modelo um conjunto de serviços que poderiam ser compartilhados pelas empresas ali instaladas, como secretaria, contabilidade, vendas, marketing e outros, o que reduzia os custos operacionais das empresas e aumentava a competitividade. Uma das primeiras empresas instaladas na área foi um aviário, o que conferiu ao prédio a designação de “incubadora”.
Graças a esse primeiro passo na década de 50, o movimento começou a tomar a forma como hoje é conhecido. A partir daí, de acordo com a NBIA, foram várias as ações que contribuíram para o desenvolvimento das incubadoras nos EUA e no mundo.
Para Marco Antônio Tourinho Furtado, professor da Universidade Federal de Ouro Preto/MG e autor do livro “Fugindo do Quintal: Empreendedores e Incubadoras de Empresas de Base Tecnológica do Brasil”, a origem das Incubadoras de empresas é controversa.
Furtado explica que entre os pioneiros do setor está a University City Science Center, na Pensilvânia, nos EUA, que tinha inicialmente o objetivo de recuperação urbana, mas passou a abrigar pequenas empresas comprometidas com o desenvolvimento tecnológico. “Mas esse ainda não era o modelo de incubadora de empresas que acabou por se consagrar”, diz.
Para ele, um dos agentes colaboradores para a formação do modelo de incubação deu-se por meio da criação de centros inovadores voltados para conjugar o saber acadêmico e o esforço de pesquisa universitária com o fazer tecnológico.
Luís Afonso Bermúdez, diretor do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília (CDT/UnB), conta que a primeira iniciativa de interação entre universidade e empresa aconteceu em 1938, na Universidade de Stanford, quando dois jovens criaram a então mundialmente conhecida Hewlett-Packard (HP), nos laboratórios da Universidade. “Essa experiência não representou o surgimento das incubadoras, mas a primeira iniciativa, no mundo, de incubação de um empreendimento por uma Universidade”, reforça Bermúdez.
Nos anos 80 houve uma expansão das incubadoras devido às transformações nas estruturas do setor produtivo. Furtado explica que o fechamento das indústrias, as mudanças na gestão da tecnologia e a necessidade de transferir conhecimentos acadêmico-científicos para o setor produtivo foram os principais fatores que impulsionaram, na época, a multiplicação das incubadoras, e em seguida dos parques tecnológicos. “A construção de modelos de parceria na rede de produção de tecnologia e inovação ajudaram a formar as incubadoras de empresas, que passaram a ter este modelo, já consolidado e copiado em todo o mundo”, completa.
Vale lembrar que essas são algumas das versões existentes sobre o surgimento do movimento de incubadoras. Mas, independente da história, as incubadoras deram certo e hoje apoiam milhares de novos empreendimentos inovadores. Atualmente, os Estados Unidos contam com mais de 950 incubadoras de empresas em funcionamento, sendo que muitos outros países, como o Brasil, abraçaram a ideia.
Para algumas pessoas o termo “incubadora de empresas” ainda é um “bicho-de-sete-cabeças”. Isso porque muitas não conhecem o movimento e nem a importância do setor para o desenvolvimento social e econômico. Sem contar que tratam o assunto como se fosse uma novidade, e nem se dão conta de que as incubadoras estão em crescente expansão, no Brasil e no mundo, há várias décadas.
E é com o objetivo de mostrar alguns dos principais acontecimentos sobre o setor de incubação, que Anprotec aos poucos resgatará fragmentos da história desse importante instrumento de apoio ao empreendedorismo inovador.
Muitos pesquisadores e historiadores afirmam que a primeira incubadora de empresas foi idealizada nos Estados Unidos. Segundo a National Business Incubation Association (NBIA), a primeira surgiu em New York, em 1959, na cidade de Batavia. Fundada por Joseph Mancuso, nas instalações de uma das fábricas abandonadas da Massey e Fergurson, esse mecanismo de apoio ao empreendedorismo chamava-se Batavia Industrial Center (Centro Industrial de Batavia).
Além da infra-estrutura física das instalações, Mancuso adicionou ao modelo um conjunto de serviços que poderiam ser compartilhados pelas empresas ali instaladas, como secretaria, contabilidade, vendas, marketing e outros, o que reduzia os custos operacionais das empresas e aumentava a competitividade. Uma das primeiras empresas instaladas na área foi um aviário, o que conferiu ao prédio a designação de “incubadora”.
Graças a esse primeiro passo na década de 50, o movimento começou a tomar a forma como hoje é conhecido. A partir daí, de acordo com a NBIA, foram várias as ações que contribuíram para o desenvolvimento das incubadoras nos EUA e no mundo.
Para Marco Antônio Tourinho Furtado, professor da Universidade Federal de Ouro Preto/MG e autor do livro “Fugindo do Quintal: Empreendedores e Incubadoras de Empresas de Base Tecnológica do Brasil”, a origem das Incubadoras de empresas é controversa.
Furtado explica que entre os pioneiros do setor está a University City Science Center, na Pensilvânia, nos EUA, que tinha inicialmente o objetivo de recuperação urbana, mas passou a abrigar pequenas empresas comprometidas com o desenvolvimento tecnológico. “Mas esse ainda não era o modelo de incubadora de empresas que acabou por se consagrar”, diz.
Para ele, um dos agentes colaboradores para a formação do modelo de incubação deu-se por meio da criação de centros inovadores voltados para conjugar o saber acadêmico e o esforço de pesquisa universitária com o fazer tecnológico.
Luís Afonso Bermúdez, diretor do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília (CDT/UnB), conta que a primeira iniciativa de interação entre universidade e empresa aconteceu em 1938, na Universidade de Stanford, quando dois jovens criaram a então mundialmente conhecida Hewlett-Packard (HP), nos laboratórios da Universidade. “Essa experiência não representou o surgimento das incubadoras, mas a primeira iniciativa, no mundo, de incubação de um empreendimento por uma Universidade”, reforça Bermúdez.
Nos anos 80 houve uma expansão das incubadoras devido às transformações nas estruturas do setor produtivo. Furtado explica que o fechamento das indústrias, as mudanças na gestão da tecnologia e a necessidade de transferir conhecimentos acadêmico-científicos para o setor produtivo foram os principais fatores que impulsionaram, na época, a multiplicação das incubadoras, e em seguida dos parques tecnológicos. “A construção de modelos de parceria na rede de produção de tecnologia e inovação ajudaram a formar as incubadoras de empresas, que passaram a ter este modelo, já consolidado e copiado em todo o mundo”, completa.
Vale lembrar que essas são algumas das versões existentes sobre o surgimento do movimento de incubadoras. Mas, independente da história, as incubadoras deram certo e hoje apoiam milhares de novos empreendimentos inovadores. Atualmente, os Estados Unidos contam com mais de 950 incubadoras de empresas em funcionamento, sendo que muitos outros países, como o Brasil, abraçaram a ideia.
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