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Testamos o sistema de postagem Paragraph
Lançado inicialmente em 2022, o Paragraph vem ganhando força entre usuários que buscam uma alternativa às plataformas centralizadas, como Substack ou Medium. Ao contrário dos serviços tradicionais, que armazenam dados em servidores proprietários e impõem diretrizes editoriais, o Paragraph aposta em uma infraestrutura aberta, permitindo que os autores possuam e monetizem diretamente seus conteúdos por meio de ferramentas baseadas em Web3. Para leitores exigentes, o Paragraph oferece um ambient...

Colando na escola com Inteligência (artificial)
GPT-3 (abreviação de "Generative Pre-trained Transformer 3") é um modelo de linguagem de inteligência artificial de última geração desenvolvido pela OpenAI. É um dos maiores e mais avançados modelos de linguagem atualmente disponíveis, com mais de 175 bilhões de parâmetros. Um dos principais usos do GPT-3 é gerar texto humano. Dado um prompt, o modelo pode gerar uma resposta coerente, fluente e muitas vezes difícil de distinguir do texto escrito por um ser humano. Esse recurso tem uma ampla g...

Mixin: messenger e wallet
O Mixin funciona como um aplicativo de mensagem descentralizada tipo whatsapp. No entanto, o Mixin possui uma carteira de criptomoedas de código aberto. Esta wallet suporta quase todas as criptomoedas populares. Se quiser conversar pelo Mixin, adicione meu ID 39371166 A proposta é bem interessante e pode ser útil se você pretende levar sempre consigo algum valor em criptomoeda para uso emergencial ou transferir gratuitamente algum valor para familiares ou amigos que também possuem o app insta...



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O Mixin funciona como um aplicativo de mensagem descentralizada tipo whatsapp. No entanto, o Mixin possui uma carteira de criptomoedas de código aberto. Esta wallet suporta quase todas as criptomoedas populares. Se quiser conversar pelo Mixin, adicione meu ID 39371166 A proposta é bem interessante e pode ser útil se você pretende levar sempre consigo algum valor em criptomoeda para uso emergencial ou transferir gratuitamente algum valor para familiares ou amigos que também possuem o app insta...
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A partir da década de 40 se propagou estudos acadêmicos na intenção de identificar a quantidade de álcool no sangue humano. Na imagem acima, o Dr. Kurt M. Duboski, do Norwalk Hospital, obtém uma amostra do fôlego de Harry Stevenson, um estudante voluntário que acaba de consumir uísques. Esse tipo de experimento foi o precursor do bafômetro.
É conhecido pelo nome de bafômetro o aparelho que permite medir a concentração de bebida alcoólica em uma pessoa, por meio da análise do ar exalado dos pulmões. O bafômetro é resultado de experiências iniciadas na década de 40 com dispositivos para análise de álcool no organismo humano, para uso pela polícia. Em 1954, o Dr. Robert Borkenstein da polícia do estado de Indiana inventou o primeiro bafômetro, o tipo de dispositivo de testagem de álcool usado ainda hoje.
O conceito fundamental por trás do funcionamento do dispositivo está na ideia de que o álcool que toda pessoa ingere aparece no hálito porque é absorvido pela boca, garganta, estômago e intestinos, e é absorvido pela corrente sanguínea. Apesar de ser absorvido, o álcool não é digerido após a absorção e nem sofre modificações químicas no sangue. Ao passar pelos pulmões, o sangue deixa parte do álcool nas membranas dos alvéolos (pequenos sacos de ar dos pulmões). A concentração de álcool no ar alveolar é proporcional à concentração de álcool no sangue, e à medida que o álcool do ar alveolar é exalado, pode ser detectado pelo bafômetro.
O bafômetro ganha relevância na medida em que os efeitos da bebida alcoólica sempre apresentaram problemas quando combinados com atividades complexas. O álcool produz alteração na capacidade de raciocínio com perda de julgamento da realidade e perda dos reflexos, entre outros problemas. No trânsito brasileiro, anualmente centenas de pessoas alcoolizadas provocam acidentes e mortes.
Este tipo de estatística coloca a invenção do bafômetro como fenômeno relevante na fiscalização e prevenção de acidentes. Muitas pessoas não são capazes de se controlar diante do desejo de consumo de álcool. Isso ocorre devido ao álcool provocar mudanças na forma como o cérebro processa as sensações, gerando em alguns casos dependência ao álcool.
A partir da década de 40 se propagou estudos acadêmicos na intenção de identificar a quantidade de álcool no sangue humano. Na imagem acima, o Dr. Kurt M. Duboski, do Norwalk Hospital, obtém uma amostra do fôlego de Harry Stevenson, um estudante voluntário que acaba de consumir uísques. Esse tipo de experimento foi o precursor do bafômetro.
É conhecido pelo nome de bafômetro o aparelho que permite medir a concentração de bebida alcoólica em uma pessoa, por meio da análise do ar exalado dos pulmões. O bafômetro é resultado de experiências iniciadas na década de 40 com dispositivos para análise de álcool no organismo humano, para uso pela polícia. Em 1954, o Dr. Robert Borkenstein da polícia do estado de Indiana inventou o primeiro bafômetro, o tipo de dispositivo de testagem de álcool usado ainda hoje.
O conceito fundamental por trás do funcionamento do dispositivo está na ideia de que o álcool que toda pessoa ingere aparece no hálito porque é absorvido pela boca, garganta, estômago e intestinos, e é absorvido pela corrente sanguínea. Apesar de ser absorvido, o álcool não é digerido após a absorção e nem sofre modificações químicas no sangue. Ao passar pelos pulmões, o sangue deixa parte do álcool nas membranas dos alvéolos (pequenos sacos de ar dos pulmões). A concentração de álcool no ar alveolar é proporcional à concentração de álcool no sangue, e à medida que o álcool do ar alveolar é exalado, pode ser detectado pelo bafômetro.
O bafômetro ganha relevância na medida em que os efeitos da bebida alcoólica sempre apresentaram problemas quando combinados com atividades complexas. O álcool produz alteração na capacidade de raciocínio com perda de julgamento da realidade e perda dos reflexos, entre outros problemas. No trânsito brasileiro, anualmente centenas de pessoas alcoolizadas provocam acidentes e mortes.
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