

Testamos o sistema de postagem Paragraph
Lançado inicialmente em 2022, o Paragraph vem ganhando força entre usuários que buscam uma alternativa às plataformas centralizadas, como Substack ou Medium. Ao contrário dos serviços tradicionais, que armazenam dados em servidores proprietários e impõem diretrizes editoriais, o Paragraph aposta em uma infraestrutura aberta, permitindo que os autores possuam e monetizem diretamente seus conteúdos por meio de ferramentas baseadas em Web3. Para leitores exigentes, o Paragraph oferece um ambient...

Session: messenger de alta segurança
Session é um serviço de mensagem que contempla o idioma português. Uma das características que eu gosto nele é que não precisa de um número de celular nem de e-mail para funcionar. Basicamente, ele cria um ID aleatório e funciona como uma conta totalmente anônima. O usuário só precisa compartilhar o código ID com a pessoa de contato e começar a conversar sem se preocupar com problemas de monitoramento indesejado. No aplicativo Sessions, os endereços IP do dispositivo não são expostos à pessoa...

Colando na escola com Inteligência (artificial)
GPT-3 (abreviação de "Generative Pre-trained Transformer 3") é um modelo de linguagem de inteligência artificial de última geração desenvolvido pela OpenAI. É um dos maiores e mais avançados modelos de linguagem atualmente disponíveis, com mais de 175 bilhões de parâmetros. Um dos principais usos do GPT-3 é gerar texto humano. Dado um prompt, o modelo pode gerar uma resposta coerente, fluente e muitas vezes difícil de distinguir do texto escrito por um ser humano. Esse recurso tem uma ampla g...
Mantenho este espaço como forma de compartilhar informações e curiosidades em geral.


Testamos o sistema de postagem Paragraph
Lançado inicialmente em 2022, o Paragraph vem ganhando força entre usuários que buscam uma alternativa às plataformas centralizadas, como Substack ou Medium. Ao contrário dos serviços tradicionais, que armazenam dados em servidores proprietários e impõem diretrizes editoriais, o Paragraph aposta em uma infraestrutura aberta, permitindo que os autores possuam e monetizem diretamente seus conteúdos por meio de ferramentas baseadas em Web3. Para leitores exigentes, o Paragraph oferece um ambient...

Session: messenger de alta segurança
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Colando na escola com Inteligência (artificial)
GPT-3 (abreviação de "Generative Pre-trained Transformer 3") é um modelo de linguagem de inteligência artificial de última geração desenvolvido pela OpenAI. É um dos maiores e mais avançados modelos de linguagem atualmente disponíveis, com mais de 175 bilhões de parâmetros. Um dos principais usos do GPT-3 é gerar texto humano. Dado um prompt, o modelo pode gerar uma resposta coerente, fluente e muitas vezes difícil de distinguir do texto escrito por um ser humano. Esse recurso tem uma ampla g...
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Eliza, desenvolvido por Joseph Weizenbaum em 1966 e apelidado por alguns de “terapeuta” foi o primeiro chatterbot bem sucedido, tornando-se o marco inicial no desenvolvimento dos simuladores de diálogos.
Na ocasião o chatterbot Eliza impressionou devido ao fato das pessoas que conversaram com o robô saírem do diálogo convencidas que este era capaz de compreender. Este efeito que o software Eliza produziu nas pessoas surpreendeu os pesquisadores da época, motivando uma série de estudos.
O software Eliza foi desenvolvido tendo como pano de fundo a psicanálise com base nas teorias do psicólogo Carl Rogers, onde o terapeuta deve acolher o mundo particular do cliente assumindo como se fosse o seu próprio mundo. Esta conexão ou acolhimento estimula no paciente um caminho para reorganização da compreensão. Consiste basicamente em um ato de escuta e estimulo ao diálogo por parte do terapeuta, sem que este assuma um juízo ou tente explicar as ações do paciente.
Este procedimento foi conseguido com o software Eliza através do processo de introspecção, onde o interlocutor ao se comunicar com o aplicativo era encorajado a escrever mais sobre o assunto abordado. Ao colocar o interlocutor no centro do diálogo, Eliza pôde assumir um papel secundário onde sua função se restringia em estimular o usuário em responder suas próprias questões.
Através de um conjunto reduzido de expressões em aproximadamente 204 linhas, Eliza conseguia estimular uma investigação sobre o assunto abordado, veja um exemplo abaixo:
Usuário: Os homens são todos iguais.
Eliza: De que maneira?
Usuário: Eles estão sempre incomodando-nos sobre uma coisa ou outra.
Eliza: Você consegue pensar em um exemplo específico?
Usuário: Bem, meu namorado me fez vir aqui.
Eliza: Fico pesaroso pelo fato de você estar triste.
Usuário: É verdade. Eu sou infeliz.
Eliza: Isso tem algo a ver com o fato de seu namorado te fazer vir aqui?
Na construção do diálogo acima o chatterbot Eliza devolve ao interlocutor as questões colocadas dando a sensação de compreensão, embora a ferramenta seja incapaz de contextualizar sentenças.
Para cada expressão do usuário Eliza efetuava uma busca seqüencial por grupos de palavras estratégicas em uma tabela. A saída então era montada tendo como resposta um roteiro previamente inserido em cada grupo das palavras-chave.
O método de funcionamento do Eliza foi inspiração para surgimento dos sistemas populares de chatterbots baseados em AIML e também para organização e lançamento da fundação A.L.I.C.E.
Eliza, desenvolvido por Joseph Weizenbaum em 1966 e apelidado por alguns de “terapeuta” foi o primeiro chatterbot bem sucedido, tornando-se o marco inicial no desenvolvimento dos simuladores de diálogos.
Na ocasião o chatterbot Eliza impressionou devido ao fato das pessoas que conversaram com o robô saírem do diálogo convencidas que este era capaz de compreender. Este efeito que o software Eliza produziu nas pessoas surpreendeu os pesquisadores da época, motivando uma série de estudos.
O software Eliza foi desenvolvido tendo como pano de fundo a psicanálise com base nas teorias do psicólogo Carl Rogers, onde o terapeuta deve acolher o mundo particular do cliente assumindo como se fosse o seu próprio mundo. Esta conexão ou acolhimento estimula no paciente um caminho para reorganização da compreensão. Consiste basicamente em um ato de escuta e estimulo ao diálogo por parte do terapeuta, sem que este assuma um juízo ou tente explicar as ações do paciente.
Este procedimento foi conseguido com o software Eliza através do processo de introspecção, onde o interlocutor ao se comunicar com o aplicativo era encorajado a escrever mais sobre o assunto abordado. Ao colocar o interlocutor no centro do diálogo, Eliza pôde assumir um papel secundário onde sua função se restringia em estimular o usuário em responder suas próprias questões.
Através de um conjunto reduzido de expressões em aproximadamente 204 linhas, Eliza conseguia estimular uma investigação sobre o assunto abordado, veja um exemplo abaixo:
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Eliza: De que maneira?
Usuário: Eles estão sempre incomodando-nos sobre uma coisa ou outra.
Eliza: Você consegue pensar em um exemplo específico?
Usuário: Bem, meu namorado me fez vir aqui.
Eliza: Fico pesaroso pelo fato de você estar triste.
Usuário: É verdade. Eu sou infeliz.
Eliza: Isso tem algo a ver com o fato de seu namorado te fazer vir aqui?
Na construção do diálogo acima o chatterbot Eliza devolve ao interlocutor as questões colocadas dando a sensação de compreensão, embora a ferramenta seja incapaz de contextualizar sentenças.
Para cada expressão do usuário Eliza efetuava uma busca seqüencial por grupos de palavras estratégicas em uma tabela. A saída então era montada tendo como resposta um roteiro previamente inserido em cada grupo das palavras-chave.
O método de funcionamento do Eliza foi inspiração para surgimento dos sistemas populares de chatterbots baseados em AIML e também para organização e lançamento da fundação A.L.I.C.E.
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