
Testamos o sistema de postagem Paragraph
Lançado inicialmente em 2022, o Paragraph vem ganhando força entre usuários que buscam uma alternativa às plataformas centralizadas, como Substack ou Medium. Ao contrário dos serviços tradicionais, que armazenam dados em servidores proprietários e impõem diretrizes editoriais, o Paragraph aposta em uma infraestrutura aberta, permitindo que os autores possuam e monetizem diretamente seus conteúdos por meio de ferramentas baseadas em Web3. Para leitores exigentes, o Paragraph oferece um ambient...

Colando na escola com Inteligência (artificial)
GPT-3 (abreviação de "Generative Pre-trained Transformer 3") é um modelo de linguagem de inteligência artificial de última geração desenvolvido pela OpenAI. É um dos maiores e mais avançados modelos de linguagem atualmente disponíveis, com mais de 175 bilhões de parâmetros. Um dos principais usos do GPT-3 é gerar texto humano. Dado um prompt, o modelo pode gerar uma resposta coerente, fluente e muitas vezes difícil de distinguir do texto escrito por um ser humano. Esse recurso tem uma ampla g...

Mixin: messenger e wallet
O Mixin funciona como um aplicativo de mensagem descentralizada tipo whatsapp. No entanto, o Mixin possui uma carteira de criptomoedas de código aberto. Esta wallet suporta quase todas as criptomoedas populares. Se quiser conversar pelo Mixin, adicione meu ID 39371166 A proposta é bem interessante e pode ser útil se você pretende levar sempre consigo algum valor em criptomoeda para uso emergencial ou transferir gratuitamente algum valor para familiares ou amigos que também possuem o app insta...
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No primeiro boletim do Seminário Nacional, a Anprotec mostrou duas das versões para o surgimento das incubadoras de empresas no mundo. Nesta edição, conheceremos a história do movimento no Brasil.
Nos Estados Unidos, no final da década de 50, surgia o primeiro modelo de incubadora de empresas no mundo. A partir daí, uma grande ferramenta de apoio ao desenvolvimento do empreendedorismo inovador começava a ser moldada, tomar força e ganhar corpo, espalhando-se por muitos países.
Trinta anos depois, em 1980, o Brasil ganhou suas primeiras incubadoras, inspiradas nas experiências internacionais desenvolvidas pelos science parks britânicos e americanos e pelas tecnópoles francesas. Foram criadas como meio de transformação da pesquisa científica desenvolvida nas universidades e centros de tecnologia em setores mais dinâmicos da economia brasileira como informática, biotecnologia e automação industrial, tendo na criação de empresas o mecanismo para trazer ao mercado novas idéias e tendências tecnológicas. Essa iniciativa foi apoiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e agências como a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).
O primeiro Programa de Parques Tecnológicos do Brasil foi resultante da Resolução Executiva (RE 084/84), assinada em 02 de fevereiro de 1984, pelo Prof. Lynaldo Cavalcanti, então presidente do CNPq. Esta resolução criava o Programa de Implantação de Parques de Tecnologia.
Em dezembro de 1984 foi implantada a Fundação Parque de Alta Tecnologia de São Carlos – ParqTec seguida da constituição de mais três incubadoras nas cidades de Campina Grande (PB), Florianópolis (SC) e Rio de Janeiro. Iniciava-se então a história do Movimento Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas no Brasil. A partir daí começou-se a conjecturar a realização do primeiro evento do setor, mais especificamente para parques e pólos tecnológicos.
Segundo Maurício Guedes, diretor executivo do Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro e coordenador da Incubadora de Empresas da COPPE/UFRJ, o movimento passou a ter visibilidade e iniciativas independentes começaram a ser reconhecidas somente a partir dos projetos financiados pela Finep e um estudo contratado na COPPE. “Esse estudo visava levantar dados sobre o que estava acontecendo nessa área de empreendedorismo e inovação no Brasil e em alguns países latino-americanos, como México, Chile, Argentina e Uruguai. Esse estudo foi encerrado com a realização de um seminário interno, realizado de 5 a 7 de outubro de 1987 na sede do BNDES, no Rio de Janeiro.
Essa foi a primeira oportunidade que os pioneiros desse movimento no Brasil - e América Latina - tiveram para conhecer esse movimento, de importância e dimensões reconhecidas mundialmente”, explica Maurício Guedes.
No primeiro boletim do Seminário Nacional, a Anprotec mostrou duas das versões para o surgimento das incubadoras de empresas no mundo. Nesta edição, conheceremos a história do movimento no Brasil.
Nos Estados Unidos, no final da década de 50, surgia o primeiro modelo de incubadora de empresas no mundo. A partir daí, uma grande ferramenta de apoio ao desenvolvimento do empreendedorismo inovador começava a ser moldada, tomar força e ganhar corpo, espalhando-se por muitos países.
Trinta anos depois, em 1980, o Brasil ganhou suas primeiras incubadoras, inspiradas nas experiências internacionais desenvolvidas pelos science parks britânicos e americanos e pelas tecnópoles francesas. Foram criadas como meio de transformação da pesquisa científica desenvolvida nas universidades e centros de tecnologia em setores mais dinâmicos da economia brasileira como informática, biotecnologia e automação industrial, tendo na criação de empresas o mecanismo para trazer ao mercado novas idéias e tendências tecnológicas. Essa iniciativa foi apoiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e agências como a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).
O primeiro Programa de Parques Tecnológicos do Brasil foi resultante da Resolução Executiva (RE 084/84), assinada em 02 de fevereiro de 1984, pelo Prof. Lynaldo Cavalcanti, então presidente do CNPq. Esta resolução criava o Programa de Implantação de Parques de Tecnologia.
Em dezembro de 1984 foi implantada a Fundação Parque de Alta Tecnologia de São Carlos – ParqTec seguida da constituição de mais três incubadoras nas cidades de Campina Grande (PB), Florianópolis (SC) e Rio de Janeiro. Iniciava-se então a história do Movimento Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas no Brasil. A partir daí começou-se a conjecturar a realização do primeiro evento do setor, mais especificamente para parques e pólos tecnológicos.
Segundo Maurício Guedes, diretor executivo do Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro e coordenador da Incubadora de Empresas da COPPE/UFRJ, o movimento passou a ter visibilidade e iniciativas independentes começaram a ser reconhecidas somente a partir dos projetos financiados pela Finep e um estudo contratado na COPPE. “Esse estudo visava levantar dados sobre o que estava acontecendo nessa área de empreendedorismo e inovação no Brasil e em alguns países latino-americanos, como México, Chile, Argentina e Uruguai. Esse estudo foi encerrado com a realização de um seminário interno, realizado de 5 a 7 de outubro de 1987 na sede do BNDES, no Rio de Janeiro.
Essa foi a primeira oportunidade que os pioneiros desse movimento no Brasil - e América Latina - tiveram para conhecer esse movimento, de importância e dimensões reconhecidas mundialmente”, explica Maurício Guedes.
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