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Testamos o sistema de postagem Paragraph
Lançado inicialmente em 2022, o Paragraph vem ganhando força entre usuários que buscam uma alternativa às plataformas centralizadas, como Substack ou Medium. Ao contrário dos serviços tradicionais, que armazenam dados em servidores proprietários e impõem diretrizes editoriais, o Paragraph aposta em uma infraestrutura aberta, permitindo que os autores possuam e monetizem diretamente seus conteúdos por meio de ferramentas baseadas em Web3. Para leitores exigentes, o Paragraph oferece um ambient...

Colando na escola com Inteligência (artificial)
GPT-3 (abreviação de "Generative Pre-trained Transformer 3") é um modelo de linguagem de inteligência artificial de última geração desenvolvido pela OpenAI. É um dos maiores e mais avançados modelos de linguagem atualmente disponíveis, com mais de 175 bilhões de parâmetros. Um dos principais usos do GPT-3 é gerar texto humano. Dado um prompt, o modelo pode gerar uma resposta coerente, fluente e muitas vezes difícil de distinguir do texto escrito por um ser humano. Esse recurso tem uma ampla g...

Mixin: messenger e wallet
O Mixin funciona como um aplicativo de mensagem descentralizada tipo whatsapp. No entanto, o Mixin possui uma carteira de criptomoedas de código aberto. Esta wallet suporta quase todas as criptomoedas populares. Se quiser conversar pelo Mixin, adicione meu ID 39371166 A proposta é bem interessante e pode ser útil se você pretende levar sempre consigo algum valor em criptomoeda para uso emergencial ou transferir gratuitamente algum valor para familiares ou amigos que também possuem o app insta...

Testamos o sistema de postagem Paragraph
Lançado inicialmente em 2022, o Paragraph vem ganhando força entre usuários que buscam uma alternativa às plataformas centralizadas, como Substack ou Medium. Ao contrário dos serviços tradicionais, que armazenam dados em servidores proprietários e impõem diretrizes editoriais, o Paragraph aposta em uma infraestrutura aberta, permitindo que os autores possuam e monetizem diretamente seus conteúdos por meio de ferramentas baseadas em Web3. Para leitores exigentes, o Paragraph oferece um ambient...

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O desejo humano de encontrar novas amizades, socializar por afinidades e trocar ideias é uma característica marcante da nossa espécie. Ao longo da história, temos utilizado a tecnologia de cada época para alcançar esses objetivos e expandir nossos círculos sociais.
Desde o surgimento da prensa de Johannes Gutenberg no século XV, a criação e distribuição de livros foram aperfeiçoadas, facilitando a formação de grupos temáticos como a "Bluestocking Society" na Inglaterra do século XVIII. Esse grupo desafiou normas sociais ao reunir mulheres intelectuais para discutir literatura e filosofia, sendo visto como precursor do movimento feminista.
Outro exemplo notável é o Círculo de Viena das décadas de 1920 e 1930, que influenciou profundamente a filosofia da ciência com o positivismo lógico.
Com o avanço das tecnologias de comunicação, como os transceptores e a internet, surgiram novas formas de agrupamentos sociais. Os radioamadores e a faixa do cidadão exploraram o potencial das ondas de rádio para conectar pessoas em todo o mundo, enquanto as redes sociais digitais modernas, iniciadas com o Six Degrees em 1997, revolucionaram como interagimos e formamos comunidades online.
Atualmente, vemos redes sociais especializadas, como as dedicadas a homenagear os falecidos ou a apoiar os idosos, como Respectance e Sioslife, respectivamente.
Diante dessas transformações tecnológicas, surge a questão das consequências da inteligência artificial sobre os grupos por afinidade. Estaremos caminhando para um futuro onde as amizades se tornarão predominantemente virtuais, afastando-nos da histórica busca por conexões humanas significativas?
O futuro, permeado pela incerteza, nos desafia a adaptar-nos sem perder o valor do contato humano.
Um e-book que aborda esse assunto de forma interessante pode ser acessado clicando aqui. Nesta obra, você encontrará uma coletânea de artigos que exploram as relações humanas e a inteligência artificial.
O desejo humano de encontrar novas amizades, socializar por afinidades e trocar ideias é uma característica marcante da nossa espécie. Ao longo da história, temos utilizado a tecnologia de cada época para alcançar esses objetivos e expandir nossos círculos sociais.
Desde o surgimento da prensa de Johannes Gutenberg no século XV, a criação e distribuição de livros foram aperfeiçoadas, facilitando a formação de grupos temáticos como a "Bluestocking Society" na Inglaterra do século XVIII. Esse grupo desafiou normas sociais ao reunir mulheres intelectuais para discutir literatura e filosofia, sendo visto como precursor do movimento feminista.
Outro exemplo notável é o Círculo de Viena das décadas de 1920 e 1930, que influenciou profundamente a filosofia da ciência com o positivismo lógico.
Com o avanço das tecnologias de comunicação, como os transceptores e a internet, surgiram novas formas de agrupamentos sociais. Os radioamadores e a faixa do cidadão exploraram o potencial das ondas de rádio para conectar pessoas em todo o mundo, enquanto as redes sociais digitais modernas, iniciadas com o Six Degrees em 1997, revolucionaram como interagimos e formamos comunidades online.
Atualmente, vemos redes sociais especializadas, como as dedicadas a homenagear os falecidos ou a apoiar os idosos, como Respectance e Sioslife, respectivamente.
Diante dessas transformações tecnológicas, surge a questão das consequências da inteligência artificial sobre os grupos por afinidade. Estaremos caminhando para um futuro onde as amizades se tornarão predominantemente virtuais, afastando-nos da histórica busca por conexões humanas significativas?
O futuro, permeado pela incerteza, nos desafia a adaptar-nos sem perder o valor do contato humano.
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