
Testamos o sistema de postagem Paragraph
Lançado inicialmente em 2022, o Paragraph vem ganhando força entre usuários que buscam uma alternativa às plataformas centralizadas, como Substack ou Medium. Ao contrário dos serviços tradicionais, que armazenam dados em servidores proprietários e impõem diretrizes editoriais, o Paragraph aposta em uma infraestrutura aberta, permitindo que os autores possuam e monetizem diretamente seus conteúdos por meio de ferramentas baseadas em Web3. Para leitores exigentes, o Paragraph oferece um ambient...

Colando na escola com Inteligência (artificial)
GPT-3 (abreviação de "Generative Pre-trained Transformer 3") é um modelo de linguagem de inteligência artificial de última geração desenvolvido pela OpenAI. É um dos maiores e mais avançados modelos de linguagem atualmente disponíveis, com mais de 175 bilhões de parâmetros. Um dos principais usos do GPT-3 é gerar texto humano. Dado um prompt, o modelo pode gerar uma resposta coerente, fluente e muitas vezes difícil de distinguir do texto escrito por um ser humano. Esse recurso tem uma ampla g...

Mixin: messenger e wallet
O Mixin funciona como um aplicativo de mensagem descentralizada tipo whatsapp. No entanto, o Mixin possui uma carteira de criptomoedas de código aberto. Esta wallet suporta quase todas as criptomoedas populares. Se quiser conversar pelo Mixin, adicione meu ID 39371166 A proposta é bem interessante e pode ser útil se você pretende levar sempre consigo algum valor em criptomoeda para uso emergencial ou transferir gratuitamente algum valor para familiares ou amigos que também possuem o app insta...
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O Mixin funciona como um aplicativo de mensagem descentralizada tipo whatsapp. No entanto, o Mixin possui uma carteira de criptomoedas de código aberto. Esta wallet suporta quase todas as criptomoedas populares. Se quiser conversar pelo Mixin, adicione meu ID 39371166 A proposta é bem interessante e pode ser útil se você pretende levar sempre consigo algum valor em criptomoeda para uso emergencial ou transferir gratuitamente algum valor para familiares ou amigos que também possuem o app insta...
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Pode parecer estranho, mas apagar partes da memória humana é uma prática que ocorre já faz muitos anos. O tratamento efetuado com choques elétricos surgiu por volta de 1930 para tratar depressão aguda entre outras patologias de ordem psiquiátrica. Um dos efeitos desta terapia é a perda de memória. Perder algumas lembranças no caso de algum trauma pode ser uma consequência com bom resultado terapêutico. No caso das terapias por choque elétrico a perda de memória é um efeito colateral.
No entanto, pesquisadores acreditam ter encontrado um meio de fazer isso de forma controlada, através da ingestão de medicamento.
Bastaria tomar o fármaco ao ir dormir e pela manhã algumas coisas seriam apagadas de suas lembranças. Alguns compostos químicos foram testados em ratos medrosos que não conseguiam enfrentar certos desafios e estes pareceram esquecer seus medos.
Um dos testes foi efetuado provocando dor nos bichinhos sob certas condições, por exemplo, ao lançar um odor específico no ambiente os ratos recebiam um estímulo doloroso. Assim, sempre que o perfume era lançado, os bichinhos entravam em comportamento de estresse.
Uma vez assimilado pelo animal o medo quando o odor era lançado no ambiente, pesquisadores administraram a droga e no dia seguinte o rato não lembrava mais a experiência traumática. A ideia é que em um futuro próximo seja possível administrar um fármaco capaz de eliminar ou diluir as lembranças que causam os traumas humanos, fobias e pânicos em geral.
Embora seja um avanço científico notável, é uma questão polêmica, em especial ao se considerar que a memória humana, mesmo aquelas dolorosas, são parte constituinte da identidade de um indivíduo.
Existem diversos caminhos para se considerar esta questão da funcionalidade da memória e manutenção seletiva sobre o que se deve lembrar ou esquecer com auxílio químico, farmacológico.
Se você se interessa por esse assunto, vale dar uma lida no artigo acadêmico que indica um filme sobre o tema e faz algumas ponderações interessantes sobre a possibilidade de manipulação da memória e suas consequências.
Para acessar o artigo com a sugestão do filme, clique em um dos servidores abaixo:
Pode parecer estranho, mas apagar partes da memória humana é uma prática que ocorre já faz muitos anos. O tratamento efetuado com choques elétricos surgiu por volta de 1930 para tratar depressão aguda entre outras patologias de ordem psiquiátrica. Um dos efeitos desta terapia é a perda de memória. Perder algumas lembranças no caso de algum trauma pode ser uma consequência com bom resultado terapêutico. No caso das terapias por choque elétrico a perda de memória é um efeito colateral.
No entanto, pesquisadores acreditam ter encontrado um meio de fazer isso de forma controlada, através da ingestão de medicamento.
Bastaria tomar o fármaco ao ir dormir e pela manhã algumas coisas seriam apagadas de suas lembranças. Alguns compostos químicos foram testados em ratos medrosos que não conseguiam enfrentar certos desafios e estes pareceram esquecer seus medos.
Um dos testes foi efetuado provocando dor nos bichinhos sob certas condições, por exemplo, ao lançar um odor específico no ambiente os ratos recebiam um estímulo doloroso. Assim, sempre que o perfume era lançado, os bichinhos entravam em comportamento de estresse.
Uma vez assimilado pelo animal o medo quando o odor era lançado no ambiente, pesquisadores administraram a droga e no dia seguinte o rato não lembrava mais a experiência traumática. A ideia é que em um futuro próximo seja possível administrar um fármaco capaz de eliminar ou diluir as lembranças que causam os traumas humanos, fobias e pânicos em geral.
Embora seja um avanço científico notável, é uma questão polêmica, em especial ao se considerar que a memória humana, mesmo aquelas dolorosas, são parte constituinte da identidade de um indivíduo.
Existem diversos caminhos para se considerar esta questão da funcionalidade da memória e manutenção seletiva sobre o que se deve lembrar ou esquecer com auxílio químico, farmacológico.
Se você se interessa por esse assunto, vale dar uma lida no artigo acadêmico que indica um filme sobre o tema e faz algumas ponderações interessantes sobre a possibilidade de manipulação da memória e suas consequências.
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