
Testamos o sistema de postagem Paragraph
Lançado inicialmente em 2022, o Paragraph vem ganhando força entre usuários que buscam uma alternativa às plataformas centralizadas, como Substack ou Medium. Ao contrário dos serviços tradicionais, que armazenam dados em servidores proprietários e impõem diretrizes editoriais, o Paragraph aposta em uma infraestrutura aberta, permitindo que os autores possuam e monetizem diretamente seus conteúdos por meio de ferramentas baseadas em Web3. Para leitores exigentes, o Paragraph oferece um ambient...

Colando na escola com Inteligência (artificial)
GPT-3 (abreviação de "Generative Pre-trained Transformer 3") é um modelo de linguagem de inteligência artificial de última geração desenvolvido pela OpenAI. É um dos maiores e mais avançados modelos de linguagem atualmente disponíveis, com mais de 175 bilhões de parâmetros. Um dos principais usos do GPT-3 é gerar texto humano. Dado um prompt, o modelo pode gerar uma resposta coerente, fluente e muitas vezes difícil de distinguir do texto escrito por um ser humano. Esse recurso tem uma ampla g...

Mixin: messenger e wallet
O Mixin funciona como um aplicativo de mensagem descentralizada tipo whatsapp. No entanto, o Mixin possui uma carteira de criptomoedas de código aberto. Esta wallet suporta quase todas as criptomoedas populares. Se quiser conversar pelo Mixin, adicione meu ID 39371166 A proposta é bem interessante e pode ser útil se você pretende levar sempre consigo algum valor em criptomoeda para uso emergencial ou transferir gratuitamente algum valor para familiares ou amigos que também possuem o app insta...
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Um estudo publicado no Journal of Neuroscience e elaborado por cientistas da Universidade de Newcastle buscou revelar alguns detalhes sobre a região do cérebro que processa o som, o córtex auditivo. Um tema interessante que mostra como os sons podem influenciar nosso comportamento.
O processamento de emoções negativas quando ouvimos certos tipos de sons ocorrem nesta região chamada de córtex auditivo.
Uma análise das características acústicas dos sons produzidos em frequências que vão de 2.000 a 5.000 Hz sugere que nestas frequências os sons podem estimular emoções desagradáveis. Neste sentido, é possível através do som influenciar as sensações e sentimentos.
Isso não é novidade, em alguns filmes são misturados sons que jogados sobre uma determinada cena potencializam as sensações. O curioso é o nível de reação que cada som pode produzir.
Segundo os pesquisadores um dos sons mais irritante é o de um metal raspando em vidro ou aquele som do giz raspando no quadro negro.
Uma melhor compreensão da reação do cérebro ao ruído pode ajudar na identificação de condições médicas que são influenciadas pelos sons. Enxaquecas e alguns distúrbios emocionais podem estar associados aos ruídos dependendo de como o cérebro reage diante deles. Uma compreensão detalhada destes efeitos poderia fornecer conteúdo para novos tratamentos e diagnósticos.
Basicamente, quando ouvimos um ruído desagradável, a amígdala modula a resposta do córtex auditivo, aumentando a atividade e provocando nossa reação negativa. Para sons agradáveis também ocorre alguma influência no nosso estado emocional.
Para aprofundar seu conhecimento, separamos um artigo acadêmico que pode ser acessado clicando num dos links abaixo.
Um estudo publicado no Journal of Neuroscience e elaborado por cientistas da Universidade de Newcastle buscou revelar alguns detalhes sobre a região do cérebro que processa o som, o córtex auditivo. Um tema interessante que mostra como os sons podem influenciar nosso comportamento.
O processamento de emoções negativas quando ouvimos certos tipos de sons ocorrem nesta região chamada de córtex auditivo.
Uma análise das características acústicas dos sons produzidos em frequências que vão de 2.000 a 5.000 Hz sugere que nestas frequências os sons podem estimular emoções desagradáveis. Neste sentido, é possível através do som influenciar as sensações e sentimentos.
Isso não é novidade, em alguns filmes são misturados sons que jogados sobre uma determinada cena potencializam as sensações. O curioso é o nível de reação que cada som pode produzir.
Segundo os pesquisadores um dos sons mais irritante é o de um metal raspando em vidro ou aquele som do giz raspando no quadro negro.
Uma melhor compreensão da reação do cérebro ao ruído pode ajudar na identificação de condições médicas que são influenciadas pelos sons. Enxaquecas e alguns distúrbios emocionais podem estar associados aos ruídos dependendo de como o cérebro reage diante deles. Uma compreensão detalhada destes efeitos poderia fornecer conteúdo para novos tratamentos e diagnósticos.
Basicamente, quando ouvimos um ruído desagradável, a amígdala modula a resposta do córtex auditivo, aumentando a atividade e provocando nossa reação negativa. Para sons agradáveis também ocorre alguma influência no nosso estado emocional.
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