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GPS 38.69604447740998, -9.193204715367989

O Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT) é um museu de arte contemporânea em Lisboa, Portugal que cruza três áreas num espaço de debate, de descoberta, de pensamento crítico e de diálogo internacional. Está situado na zona de Belém, junto a rio Tejo, em terrenos conquistados por Lisboa ao rio Tejo, no final do século XIX, numa das zonas de maior monumentalidade histórica da cidade onde podemos encontrar, entre outros, o Mosteiro dos Jerónimos, o Centro Cultural de Belém, a Torre de Belém , o Padrão dos Descobrimentos, o Palácio e Museu da Presidência da República Portuguesa, ou a Cordoaria Nacional.
Edifício classificado de Imóvel de Interesse Público, é constituído por dois pólos: a antiga Central Tejo e o Novo Edifício. A Central Tejo foi inaugurada em 1990, como Museu da Electricidade, com o reaproveitamento de uma antiga central de produção de energia eléctrica e novo edifício (da autoria da arquitecta britânica Amanda Levete) em outubro de 2016. O MAAT ocupa uma área de 38 mil metros quadrados e é parte integrante da Fundação EDP que pertence ao Grupo EDP - Energias de Portugal, SA. Os dois edifícios são unidos por um jardim pensado pelo arquitecto paisagista Vladimir Djurovic.

Pólos
O MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia traduz a ambição de apresentar exposições nacionais e internacionais com o contributo de artistas, arquitetos e pensadores contemporâneos, permitindo refletir sobre grandes temas e tendências atuais. A sua programação teve início a 30 de junho de 2016, com a apresentação de quatro exposições, em salas renovadas do edifício da Central Tejo. A 5 de outubro do mesmo ano, o novo edifício foi inaugurado com uma obra de grandes dimensões criada pela artista francesa Dominique Gonzalez-Foerster especificamente para este espaço.
Através do MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, a Fundação EDP oferece um novo impulso cultural e paisagístico à cidade de Lisboa. A diversidade de programas e de espaços tornam-no num importante ponto no roteiro cultural da cidade, uma proposta pensada para todos os públicos, para todas as idades.
O interior do MAAT

O interior do edifício contempla quatro espaços expositivos num total de cerca de 3 mil quadrados: a Galeria Oval, a Galeria Principal, o Vídeo Room e o Project Room. A Galeria Oval é a primeira área expositiva, com 800 metros quadrados, ao longo de uma curva, oferece um percurso pelo interior do edifício e pelos seus projetos especiais.
A Galeria Principal tem cerca de 1.000 metros quadrados e está localizada no piso mais baixo do edifício. É um espaço versátil que, consoante a programação, poderá apresentar-se como uma única unidade ou configurar-se em vários espaços. Por sua vez, o Project Room e o Video Room são duas salas destinadas à apresentação de projetos em filme ou vídeo, instalações, entre outros suportes.

Central Tejo
Praça do Carvão, recepção e início da visita ao pólo da Central Tejo. A Central Tejo constitui o antigo Museu da Electricidade e apresenta nos seus espaços, o passado, o presente e o futuro das Energias, num conceito de Museu de Ciência e de Arqueologia industrial, onde convivem lado a lado exposições temáticas e experimentais, com os mais variados eventos culturais e empresariais. O seu edifício desenvolve-se no perímetro da antiga central termoeléctrica - Central Tejo, que iluminou a cidade de Lisboa durante mais de quatro décadas.
A abertura inicial deste Museu deu-se em 1990, ainda como Museu da Electricidade. Passados dez anos, passou por um novo período de reabilitação dos seus edifícios e equipamentos, para reabrir ao público em 2006.
Hoje, pelo seu aspecto cultural e multidisciplinar, o visitante pode desfrutar de variados eventos; desde a exposição permanente do Museu, onde se mostra e explica por intermédio da maquinaria original da antiga Central Tejo o seu modo de funcionamento e o seu ambiente de trabalho, até às exposições temporárias de grande diversidade (fotografia, escultura, pintura, ...) passando ainda por espaços didácticos e mais lúdicos versando o tema das energias, como jogos pedagógicos, ou mostras de energia solar no exterior, teatro, concertos, conferências, etc.
O Interior da Central Tejo
Todo o conjunto que constitui a Central Tejo representa uma antiga Central Termoeléctrica que abasteceu de electricidade Lisboa e a sua região. Trata-se de um edifício único no panorama arquitectónico de Lisboa, e um dos mais belos exemplos de arquitetura industrial da primeira metade do século XX em Portugal.
A Central Tejo foi construída entre 1908 e 1951 conhecendo por isso ao longo deste período diversas fases de ampliação. A sua estrutura segue o tipo da arquitetura ocidental do ferro com revestimento em tijolo, que configura e decora as fachadas em estilos artísticos que abrangem desde a arte nova, nos seus corpos mais antigos (edifício de baixa pressão), até ao classicismo nos mais contemporâneos (edifício de alta pressão). Com a expansão da central foram adquiridos ao longo dos anos terrenos e outros edifícios contíguos à própria central, tornando-se hoje no grande conjunto industrial com diversos fins culturais tendo sempre como pano de fundo o rio Tejo que lhe deu o nome.
Devido ao seu estado de conservação, entre 2001 e 2005 o Museu sofreu obras de restauro para consolidar a sua estrutura, tratar das suas fachadas e maquinaria interior e, com um novo projecto museológico, transformou-se naquilo que hoje é visível.

Lista completa de Geochaching abaixo:
https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc
*Released*✅ *Reviewed*✅ Approved✅
Curator Body0xD87100cB3f3348c7D9feab81a932f0eACAEeFE56 0xfa056236FBC67e1F40B41b987558F48Ab78666e0 0x9A6F0Df3BE30246b199AC4b5106e2ac2FCD070f2 0x49478e011f68357F4Af38B92EADa8D7ddfE7e7Dc 0x083B4bE22ACA5dC213085F59a639663fB7C6C4d6
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O Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT) é um museu de arte contemporânea em Lisboa, Portugal que cruza três áreas num espaço de debate, de descoberta, de pensamento crítico e de diálogo internacional. Está situado na zona de Belém, junto a rio Tejo, em terrenos conquistados por Lisboa ao rio Tejo, no final do século XIX, numa das zonas de maior monumentalidade histórica da cidade onde podemos encontrar, entre outros, o Mosteiro dos Jerónimos, o Centro Cultural de Belém, a Torre de Belém , o Padrão dos Descobrimentos, o Palácio e Museu da Presidência da República Portuguesa, ou a Cordoaria Nacional.
Edifício classificado de Imóvel de Interesse Público, é constituído por dois pólos: a antiga Central Tejo e o Novo Edifício. A Central Tejo foi inaugurada em 1990, como Museu da Electricidade, com o reaproveitamento de uma antiga central de produção de energia eléctrica e novo edifício (da autoria da arquitecta britânica Amanda Levete) em outubro de 2016. O MAAT ocupa uma área de 38 mil metros quadrados e é parte integrante da Fundação EDP que pertence ao Grupo EDP - Energias de Portugal, SA. Os dois edifícios são unidos por um jardim pensado pelo arquitecto paisagista Vladimir Djurovic.

Pólos
O MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia traduz a ambição de apresentar exposições nacionais e internacionais com o contributo de artistas, arquitetos e pensadores contemporâneos, permitindo refletir sobre grandes temas e tendências atuais. A sua programação teve início a 30 de junho de 2016, com a apresentação de quatro exposições, em salas renovadas do edifício da Central Tejo. A 5 de outubro do mesmo ano, o novo edifício foi inaugurado com uma obra de grandes dimensões criada pela artista francesa Dominique Gonzalez-Foerster especificamente para este espaço.
Através do MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, a Fundação EDP oferece um novo impulso cultural e paisagístico à cidade de Lisboa. A diversidade de programas e de espaços tornam-no num importante ponto no roteiro cultural da cidade, uma proposta pensada para todos os públicos, para todas as idades.
O interior do MAAT

O interior do edifício contempla quatro espaços expositivos num total de cerca de 3 mil quadrados: a Galeria Oval, a Galeria Principal, o Vídeo Room e o Project Room. A Galeria Oval é a primeira área expositiva, com 800 metros quadrados, ao longo de uma curva, oferece um percurso pelo interior do edifício e pelos seus projetos especiais.
A Galeria Principal tem cerca de 1.000 metros quadrados e está localizada no piso mais baixo do edifício. É um espaço versátil que, consoante a programação, poderá apresentar-se como uma única unidade ou configurar-se em vários espaços. Por sua vez, o Project Room e o Video Room são duas salas destinadas à apresentação de projetos em filme ou vídeo, instalações, entre outros suportes.

Central Tejo
Praça do Carvão, recepção e início da visita ao pólo da Central Tejo. A Central Tejo constitui o antigo Museu da Electricidade e apresenta nos seus espaços, o passado, o presente e o futuro das Energias, num conceito de Museu de Ciência e de Arqueologia industrial, onde convivem lado a lado exposições temáticas e experimentais, com os mais variados eventos culturais e empresariais. O seu edifício desenvolve-se no perímetro da antiga central termoeléctrica - Central Tejo, que iluminou a cidade de Lisboa durante mais de quatro décadas.
A abertura inicial deste Museu deu-se em 1990, ainda como Museu da Electricidade. Passados dez anos, passou por um novo período de reabilitação dos seus edifícios e equipamentos, para reabrir ao público em 2006.
Hoje, pelo seu aspecto cultural e multidisciplinar, o visitante pode desfrutar de variados eventos; desde a exposição permanente do Museu, onde se mostra e explica por intermédio da maquinaria original da antiga Central Tejo o seu modo de funcionamento e o seu ambiente de trabalho, até às exposições temporárias de grande diversidade (fotografia, escultura, pintura, ...) passando ainda por espaços didácticos e mais lúdicos versando o tema das energias, como jogos pedagógicos, ou mostras de energia solar no exterior, teatro, concertos, conferências, etc.
O Interior da Central Tejo
Todo o conjunto que constitui a Central Tejo representa uma antiga Central Termoeléctrica que abasteceu de electricidade Lisboa e a sua região. Trata-se de um edifício único no panorama arquitectónico de Lisboa, e um dos mais belos exemplos de arquitetura industrial da primeira metade do século XX em Portugal.
A Central Tejo foi construída entre 1908 e 1951 conhecendo por isso ao longo deste período diversas fases de ampliação. A sua estrutura segue o tipo da arquitetura ocidental do ferro com revestimento em tijolo, que configura e decora as fachadas em estilos artísticos que abrangem desde a arte nova, nos seus corpos mais antigos (edifício de baixa pressão), até ao classicismo nos mais contemporâneos (edifício de alta pressão). Com a expansão da central foram adquiridos ao longo dos anos terrenos e outros edifícios contíguos à própria central, tornando-se hoje no grande conjunto industrial com diversos fins culturais tendo sempre como pano de fundo o rio Tejo que lhe deu o nome.
Devido ao seu estado de conservação, entre 2001 e 2005 o Museu sofreu obras de restauro para consolidar a sua estrutura, tratar das suas fachadas e maquinaria interior e, com um novo projecto museológico, transformou-se naquilo que hoje é visível.

Lista completa de Geochaching abaixo:
https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc
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