
English version here.
GPS 38.782019777775815, -9.497362641195004
O Farol do Cabo da Roca é um farol português que se localiza no cabo de mesmo nome, na freguesia de Colares, Concelho de Sintra, Distrito de Lisboa, em Portugal.
Torre quadrangular de alvenaria, forrada a azulejos brancos e edifícios anexos, lanterna e varandim vermelhos.

História
Farol mais ocidental do continente europeu, foi mandado edificar pelo Alvará pombalino de 1 de Fevereiro de 1758. Entrou em funcionamento em 1772 e sofreu grandes alterações no ano de 1843.
Descrição
Tem uma torre com 22 metros de altura encontrando-se a sua luz 165 metros acima do nível do mar. No farol existem nove residências em virtude de, no passado, ter havido a necessidade de guarnecer a lanterna, o sinal sonoro, a fábrica de acetileno e o radiofarol. Actualmente é guarnecido por três faroleiros que asseguram o assinalamento marítimo entre o Cabo da Roca e a Ericeira.
Cronologia
1758, 1 Fevereiro - um alvará da Junta Geral da Fazenda do Reino manda edificar seis faróis; 1772 - o farol do Cabo da Roca entrou em funcionamento, sendo o terceiro mais antigo da nossa costa *1; 1843 - na gerência do engenheiro Gaudêncio Fontana, o farol sofreu importantes alterações, com a montagem de um novo aparelho de rotação, composto de dezasseis candeeiros de Argand com reflectores parabólicos; 1865 - levantavam-se vozes críticas contra a eficácia do farol; 1883 - aprovada a instalação de um farol eléctrico e de um sinal sonoro; 1897 - o farol eléctrico começa a funcionar, com um sistema de reserva composto por um candeeiro a petróleo de 3 torcidas; o aparelho óptico era de 4ª ordem, sendo a rotação produzida por um mecanismo de relojoaria; entra em funcionamento uma sereia a vapor (sinal sonoro); 1917 - construção de uma instalação para prodição de gás acetileno; 1932 - o sinal sonoro foi substituído por um de ar comprimido; 1937 - instalação de um rádio-farol; 1946 - montagem de um novo aparelho óptico; 1947 - este foi substituído por um de 3.ª ordem, tendo a lâmpada 3000W; 1949 - ligação à rede pública de abastecimento de águas; 1980 - instalação eléctrica; 1982 - colocação de uma sereia eléctrica; 1990 - automatização do farol e encerramento da produção de gás acetileno; 2000 - a sereia eléctrica deixou de funcionar; 2001 - desactivação do rádio-farol.
Fotos:





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O Farol do Cabo da Roca é um farol português que se localiza no cabo de mesmo nome, na freguesia de Colares, Concelho de Sintra, Distrito de Lisboa, em Portugal.
Torre quadrangular de alvenaria, forrada a azulejos brancos e edifícios anexos, lanterna e varandim vermelhos.

História
Farol mais ocidental do continente europeu, foi mandado edificar pelo Alvará pombalino de 1 de Fevereiro de 1758. Entrou em funcionamento em 1772 e sofreu grandes alterações no ano de 1843.
Descrição
Tem uma torre com 22 metros de altura encontrando-se a sua luz 165 metros acima do nível do mar. No farol existem nove residências em virtude de, no passado, ter havido a necessidade de guarnecer a lanterna, o sinal sonoro, a fábrica de acetileno e o radiofarol. Actualmente é guarnecido por três faroleiros que asseguram o assinalamento marítimo entre o Cabo da Roca e a Ericeira.
Cronologia
1758, 1 Fevereiro - um alvará da Junta Geral da Fazenda do Reino manda edificar seis faróis; 1772 - o farol do Cabo da Roca entrou em funcionamento, sendo o terceiro mais antigo da nossa costa *1; 1843 - na gerência do engenheiro Gaudêncio Fontana, o farol sofreu importantes alterações, com a montagem de um novo aparelho de rotação, composto de dezasseis candeeiros de Argand com reflectores parabólicos; 1865 - levantavam-se vozes críticas contra a eficácia do farol; 1883 - aprovada a instalação de um farol eléctrico e de um sinal sonoro; 1897 - o farol eléctrico começa a funcionar, com um sistema de reserva composto por um candeeiro a petróleo de 3 torcidas; o aparelho óptico era de 4ª ordem, sendo a rotação produzida por um mecanismo de relojoaria; entra em funcionamento uma sereia a vapor (sinal sonoro); 1917 - construção de uma instalação para prodição de gás acetileno; 1932 - o sinal sonoro foi substituído por um de ar comprimido; 1937 - instalação de um rádio-farol; 1946 - montagem de um novo aparelho óptico; 1947 - este foi substituído por um de 3.ª ordem, tendo a lâmpada 3000W; 1949 - ligação à rede pública de abastecimento de águas; 1980 - instalação eléctrica; 1982 - colocação de uma sereia eléctrica; 1990 - automatização do farol e encerramento da produção de gás acetileno; 2000 - a sereia eléctrica deixou de funcionar; 2001 - desactivação do rádio-farol.
Fotos:





Forte de Santa Marta, Cascais
English version here. GPS 38.6906645919396, -9.421208371684521 Foi mandado edificar depois de 1640, no âmbito do plano de defesa da Barra do Tejo, dirigido pelo conde de Cantanhede. Dotado de uma bateria de grandes dimensões relativamente ao forte e de três corpos retangulares justapostos, com áreas diversas, cruzava fogo com a bateria da Cidadela e defendia a pequena foz da Ribeira dos Mochos. Na segunda metade do século XVIII foi objeto de diversas campanhas de obras, sendo as mais signific...

Bateria da Galé, Cascais
English version here. GPS 38.72949085472567, -9.474938305717737 Parte de um conjunto denominadas Bateria Galé, Bateria Alta e Bateria Cresmina. O seu principal objectivo era o aquartelamento de pequenas guarnições que dificultassem o desembarque das forças inimigas enquanto o alarme era dado e os pontos críticos da defesa de Lisboa eram mobilizados. Procuraram compensar as deficiências na defesa desta faixa de costa contra o perigo de um ataque franco-espanhol, pelo que a escolha dos locais p...

Forte da Cruz (Palácio Barros), Cascais
English version here. GPS 38.70274629786391, -9.397730684708774 O Forte situado sobre a praia do Tamariz no Estoril estava inserido numa linha de fortificações de defesa da costa que se estendia da praia do Abano (Guincho) até Caxias. Destinava-se a evitar um eventual desembarque inimigo com a finalidade da ocupação da Capital.O seu nome original era Forte da Cruz de Santo António d’Assubida, e destinava-se a “cruzar fogo” com um outro forte, hoje destruído, que dava pelo nome de Forte de San...

Forte de Santa Marta, Cascais
English version here. GPS 38.6906645919396, -9.421208371684521 Foi mandado edificar depois de 1640, no âmbito do plano de defesa da Barra do Tejo, dirigido pelo conde de Cantanhede. Dotado de uma bateria de grandes dimensões relativamente ao forte e de três corpos retangulares justapostos, com áreas diversas, cruzava fogo com a bateria da Cidadela e defendia a pequena foz da Ribeira dos Mochos. Na segunda metade do século XVIII foi objeto de diversas campanhas de obras, sendo as mais signific...

Bateria da Galé, Cascais
English version here. GPS 38.72949085472567, -9.474938305717737 Parte de um conjunto denominadas Bateria Galé, Bateria Alta e Bateria Cresmina. O seu principal objectivo era o aquartelamento de pequenas guarnições que dificultassem o desembarque das forças inimigas enquanto o alarme era dado e os pontos críticos da defesa de Lisboa eram mobilizados. Procuraram compensar as deficiências na defesa desta faixa de costa contra o perigo de um ataque franco-espanhol, pelo que a escolha dos locais p...

Forte da Cruz (Palácio Barros), Cascais
English version here. GPS 38.70274629786391, -9.397730684708774 O Forte situado sobre a praia do Tamariz no Estoril estava inserido numa linha de fortificações de defesa da costa que se estendia da praia do Abano (Guincho) até Caxias. Destinava-se a evitar um eventual desembarque inimigo com a finalidade da ocupação da Capital.O seu nome original era Forte da Cruz de Santo António d’Assubida, e destinava-se a “cruzar fogo” com um outro forte, hoje destruído, que dava pelo nome de Forte de San...
Empresário e filantropo brasileiro.
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