
Coletar, analisar e usar informações para gerar inteligência
Dominar técnicas e ferramentas de inteligência tornou-se essencial em um cenário marcado pela poluição informacional e pelo crescimento acelerado de conteúdos de baixa qualidade. Em meio à sobrecarga de dados, aumenta o risco de decisões equivocadas baseadas em informações distorcidas, desatualizadas ou enganosas. O uso estratégico do OSINT permite filtrar, verificar e contextualizar dados públicos de maneira sistemática, fornecendo uma base mais confiável para análises e escolhas bem fundame...

IA + SimpleX = Assistente privado sem intermediários
Executar uma IA local (como LLaMA.cpp, whisper.cpp, etc.) em um mini PC ou Raspberry Pi, combinada com um relay SimpleX privado rodando via .onion (com Tor), permite que você tenha um assistente pessoal inteligente sem depender de intermediários. Isso evita, por exemplo, o vazamento de dados sensíveis para empresas proprietárias dessas inteligências artificiais. Ideal para pesquisadores que utilizam esse tipo de assistente, mas ainda estão em fase de sigilo em seus estudos e experimentos. Tam...

Experimente a Rede Onion
Os serviços onion representam uma alternativa poderosa e acessível para hospedagem web, combinando economia, privacidade e independência de forma única no cenário atual da internet. Se você pretende manter um site básico, com apenas textos, sem vídeos ou arquivos pesados, executar um servidor web através da rede Tor oferece uma série de benefícios únicos que o diferenciam significativamente dos métodos tradicionais de hospedagem. A simplicidade e acessibilidade dessa tecnologi...

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Não é novidade que o cérebro funciona com eletricidade. Esta por sua vez surge com o movimento dos elétrons que também produzem os campos eletromagnéticos. Desde que a ciência identificou esse fenômeno no cérebro diversos estudos buscam entender como a eletricidade cerebral e o magnetismo proveniente dela produzem nossas lembranças, percepções e inteligência.
Uma pesquisa bem conhecida, foi aquela chamada de capacete cerebral. Outro estudo importante é a tentativa de passar informações para o cérebro de alguns macacos usando eletricidade. A ideia se baseia no fato do cérebro ser necessariamente um dispositivo eletroquímico, onde a eletricidade é o que produz informações.
Os resultados de um estudo realizado por um par de neurologistas sobre o impacto da estimulação elétrica de baixo nível no cérebro, afetando movimento e percepção, chamou atenção da comunidade acadêmica.
A complexa rede de neurônios do cérebro nos permite interpretar e navegar sem esforço e interagir com o mundo que nos rodeia. Mas quando esses links são danificados devido a lesões ou acidentes vasculares cerebrais, tarefas críticas como percepção e movimento podem ser interrompidas. "Nossa pesquisa está ajudando a comunidade científica na descoberta de como aproveitar a plasticidade do cérebro para reeditar essas conexões perdidas, um avanço que poderia acelerar o desenvolvimento de próteses neuroprotetoras." Comentou o Dr. Marc Schieber, do departamento de Neurologia do Centro Médico da Universidade de Rochester.
Basicamente os pesquisadores conseguiram demonstrar que entregando pequenas doses de estimulantes elétricos ao córtex pré-motor de macacos, uma parte do cérebro responsável pelas habilidades motoras, eles conseguiram essencialmente substituir os prompts do cérebro original por instruções enviadas tecnologicamente.
Um dos vários usos com a aquisição deste conhecimento e desenvolvimento de técnicas de transmissão de informação diretamente ao cérebro por pulsos elétricos poderia ser, por exemplo, fazer um braço mecânico informar ao usuário se o objeto que está segurando é quente ou frio. No entanto, entregar esta informação para a parte do cérebro responsável pelo processamento de insumos sensoriais não funciona se esta parte do cérebro estiver ferida ou as conexões entre elas e o córtex motor forem perdidas.
Nesses casos, é necessário gerar alguma forma de entrada que substitua os sinais que combinam a percepção sensorial com o controle motor e o cérebro precisa "aprender" o que esses novos sinais significam.
A parte mais intrigante desse estudo é a proposta de levar informação ao cérebro através de impulsos elétricos. Outros estudos buscam entender como captar informações elétricas do cérebro para movimentar dispositivos eletrônicos.
Estes dois tipos de estudos, captar e enviar informações elétricas do cérebro, são complementares e permitiriam a criação de uma prótese totalmente funcional, onde o paciente teria as informações sensoriais do ambiente enviadas diretamente ao cérebro além de manusear com os pensamentos o dispositivo.
Não é novidade que o cérebro funciona com eletricidade. Esta por sua vez surge com o movimento dos elétrons que também produzem os campos eletromagnéticos. Desde que a ciência identificou esse fenômeno no cérebro diversos estudos buscam entender como a eletricidade cerebral e o magnetismo proveniente dela produzem nossas lembranças, percepções e inteligência.
Uma pesquisa bem conhecida, foi aquela chamada de capacete cerebral. Outro estudo importante é a tentativa de passar informações para o cérebro de alguns macacos usando eletricidade. A ideia se baseia no fato do cérebro ser necessariamente um dispositivo eletroquímico, onde a eletricidade é o que produz informações.
Os resultados de um estudo realizado por um par de neurologistas sobre o impacto da estimulação elétrica de baixo nível no cérebro, afetando movimento e percepção, chamou atenção da comunidade acadêmica.
A complexa rede de neurônios do cérebro nos permite interpretar e navegar sem esforço e interagir com o mundo que nos rodeia. Mas quando esses links são danificados devido a lesões ou acidentes vasculares cerebrais, tarefas críticas como percepção e movimento podem ser interrompidas. "Nossa pesquisa está ajudando a comunidade científica na descoberta de como aproveitar a plasticidade do cérebro para reeditar essas conexões perdidas, um avanço que poderia acelerar o desenvolvimento de próteses neuroprotetoras." Comentou o Dr. Marc Schieber, do departamento de Neurologia do Centro Médico da Universidade de Rochester.
Basicamente os pesquisadores conseguiram demonstrar que entregando pequenas doses de estimulantes elétricos ao córtex pré-motor de macacos, uma parte do cérebro responsável pelas habilidades motoras, eles conseguiram essencialmente substituir os prompts do cérebro original por instruções enviadas tecnologicamente.
Um dos vários usos com a aquisição deste conhecimento e desenvolvimento de técnicas de transmissão de informação diretamente ao cérebro por pulsos elétricos poderia ser, por exemplo, fazer um braço mecânico informar ao usuário se o objeto que está segurando é quente ou frio. No entanto, entregar esta informação para a parte do cérebro responsável pelo processamento de insumos sensoriais não funciona se esta parte do cérebro estiver ferida ou as conexões entre elas e o córtex motor forem perdidas.
Nesses casos, é necessário gerar alguma forma de entrada que substitua os sinais que combinam a percepção sensorial com o controle motor e o cérebro precisa "aprender" o que esses novos sinais significam.
A parte mais intrigante desse estudo é a proposta de levar informação ao cérebro através de impulsos elétricos. Outros estudos buscam entender como captar informações elétricas do cérebro para movimentar dispositivos eletrônicos.
Estes dois tipos de estudos, captar e enviar informações elétricas do cérebro, são complementares e permitiriam a criação de uma prótese totalmente funcional, onde o paciente teria as informações sensoriais do ambiente enviadas diretamente ao cérebro além de manusear com os pensamentos o dispositivo.
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