
Coletar, analisar e usar informações para gerar inteligência
Dominar técnicas e ferramentas de inteligência tornou-se essencial em um cenário marcado pela poluição informacional e pelo crescimento acelerado de conteúdos de baixa qualidade. Em meio à sobrecarga de dados, aumenta o risco de decisões equivocadas baseadas em informações distorcidas, desatualizadas ou enganosas. O uso estratégico do OSINT permite filtrar, verificar e contextualizar dados públicos de maneira sistemática, fornecendo uma base mais confiável para análises e escolhas bem fundame...

IA + SimpleX = Assistente privado sem intermediários
Executar uma IA local (como LLaMA.cpp, whisper.cpp, etc.) em um mini PC ou Raspberry Pi, combinada com um relay SimpleX privado rodando via .onion (com Tor), permite que você tenha um assistente pessoal inteligente sem depender de intermediários. Isso evita, por exemplo, o vazamento de dados sensíveis para empresas proprietárias dessas inteligências artificiais. Ideal para pesquisadores que utilizam esse tipo de assistente, mas ainda estão em fase de sigilo em seus estudos e experimentos. Tam...

Experimente a Rede Onion
Os serviços onion representam uma alternativa poderosa e acessível para hospedagem web, combinando economia, privacidade e independência de forma única no cenário atual da internet. Se você pretende manter um site básico, com apenas textos, sem vídeos ou arquivos pesados, executar um servidor web através da rede Tor oferece uma série de benefícios únicos que o diferenciam significativamente dos métodos tradicionais de hospedagem. A simplicidade e acessibilidade dessa tecnologi...
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As tecnologias que inventamos possuem um papel importante em vários aspectos. Entre eles o de igualar as pessoas. Com o avanço tecnológico cada vez mais podemos fazer de tudo, sem distinção de idade, sexo ou força física. Apenas para citar algumas vantagens, nós melhoramos a saúde com os remédios, superamos obstáculos com as próteses, eliminamos as distâncias com a internet e diminuímos trabalhos perigosos com o uso de robôs. Sem dúvida as tecnologias melhoraram muito nossas vidas.
No entanto, a forma como usamos esses equipamentos, também trazem uma série de complicações, acidentes e doenças que poderíamos evitar. Entre esses problemas se destaca uma séria diminuição da saúde em crianças. Alguns estudos sinalizam que nossas crianças estão cada vez mais fracas, obesas e acumulando uma variada gama de problemas físicos. Tudo devido ao excesso no uso de tecnologias como televisão, games, celulares, tablets e alimentação.
Alimentação e falta de exercício são os principais motivos na maioria dos problemas. Como atualmente os alimentos são industrializados, produzidos tecnologicamente e muito calóricos, com excesso de substâncias como sal, açúcar, entre outros, acabamos comendo mais que o necessário. A falta de exercícios potencializa o acúmulo de calorias e diminui a capacidade física, deixando as pessoas mais frágeis e propensas a uma série de doenças.
Alguns especialistas alertam na imprensa que provavelmente uma boa parcela de crianças dessa nova geração viveria menos que seus pais. Estamos perdendo hábitos importantes e saudáveis. Alguns indicadores apontam que 80% da população não faz o mínimo de exercício necessário para manter o corpo saudável. Na década de 80 caminhávamos em média 10 mil passos por dia, hoje baixamos para 2 mil apenas. Com as crianças não é diferente. Aos poucos, substituímos as brincadeiras de rua como jogar bola, correr, nadar, por brincadeiras com equipamentos digitais, games e atividades que mantém a criança parada em frente ao computador ou celular.
Um estudo elaborado pela educadora física Ana Beatriz Moreira, no Rio de Janeiro, em fevereiro de 2017, analisou 200 crianças entre seis e dezessete anos de idade e constatou que 75% dos jovens tinham menos força muscular que o esperado e 32% desses jovens estavam acima do peso. Em parte, devido ao fato da maioria dos pais não considerar o sobrepeso dos filhos como um problema de saúde. Entendendo como desnecessário cuidar do assunto, os pais acabam deixando as crianças sem supervisão, comprometendo a educação tecnológica e alimentar.
Uma outra característica interessante que alguns estudos sinalizam é uma possível diminuição da sociabilidade e do autocontrole, já que as crianças podem ir se isolando das outras diminuindo a experiência do contato direto. Se relacionar com outros através das redes digitais não tem o mesmo efeito que um relacionamento presencial, físico.
Pediatras aconselham que o contato com a tecnologia não ocorra antes dos dois anos de idade. Aconselham também, que os pais monitorem e ensinem seus filhos para um uso consciente das tecnologias. Sendo necessário estipular aos jovens longos períodos diários sem o uso de televisão, celulares, internet, etc. Uma tarefa difícil nos dias de hoje.
No entanto, sem uma educação que contemple o uso consciente de tecnologias, alimentação e prática de exercícios, provavelmente uma série de doenças que foram detectadas como ocorrências motivadas pelas tecnologias irão entrar em nossa rotina. Epidemias como o transtorno do sono em crianças, devido ao alto estímulo tecnológico e ausência de cansaço físico, distúrbios de comportamento e agravos psicológicos, devido diminuição do convívio social direto, sem mediação da tecnologia. Aumento do diabetes, da pressão alta, da obesidade, problemas musculares, auditivos e visuais podem se multiplicar em larga escala em pessoas jovens. Doenças que antes faziam parte da rotina dos idosos, podem afetar toda uma população jovem.
Substituir saúde e qualidade de vida por tecnologia, não parece uma boa ideia. O adequado é que consigamos conviver de forma saudável com nossas invenções. Para isso, educar as crianças é imprescindível.
As tecnologias que inventamos possuem um papel importante em vários aspectos. Entre eles o de igualar as pessoas. Com o avanço tecnológico cada vez mais podemos fazer de tudo, sem distinção de idade, sexo ou força física. Apenas para citar algumas vantagens, nós melhoramos a saúde com os remédios, superamos obstáculos com as próteses, eliminamos as distâncias com a internet e diminuímos trabalhos perigosos com o uso de robôs. Sem dúvida as tecnologias melhoraram muito nossas vidas.
No entanto, a forma como usamos esses equipamentos, também trazem uma série de complicações, acidentes e doenças que poderíamos evitar. Entre esses problemas se destaca uma séria diminuição da saúde em crianças. Alguns estudos sinalizam que nossas crianças estão cada vez mais fracas, obesas e acumulando uma variada gama de problemas físicos. Tudo devido ao excesso no uso de tecnologias como televisão, games, celulares, tablets e alimentação.
Alimentação e falta de exercício são os principais motivos na maioria dos problemas. Como atualmente os alimentos são industrializados, produzidos tecnologicamente e muito calóricos, com excesso de substâncias como sal, açúcar, entre outros, acabamos comendo mais que o necessário. A falta de exercícios potencializa o acúmulo de calorias e diminui a capacidade física, deixando as pessoas mais frágeis e propensas a uma série de doenças.
Alguns especialistas alertam na imprensa que provavelmente uma boa parcela de crianças dessa nova geração viveria menos que seus pais. Estamos perdendo hábitos importantes e saudáveis. Alguns indicadores apontam que 80% da população não faz o mínimo de exercício necessário para manter o corpo saudável. Na década de 80 caminhávamos em média 10 mil passos por dia, hoje baixamos para 2 mil apenas. Com as crianças não é diferente. Aos poucos, substituímos as brincadeiras de rua como jogar bola, correr, nadar, por brincadeiras com equipamentos digitais, games e atividades que mantém a criança parada em frente ao computador ou celular.
Um estudo elaborado pela educadora física Ana Beatriz Moreira, no Rio de Janeiro, em fevereiro de 2017, analisou 200 crianças entre seis e dezessete anos de idade e constatou que 75% dos jovens tinham menos força muscular que o esperado e 32% desses jovens estavam acima do peso. Em parte, devido ao fato da maioria dos pais não considerar o sobrepeso dos filhos como um problema de saúde. Entendendo como desnecessário cuidar do assunto, os pais acabam deixando as crianças sem supervisão, comprometendo a educação tecnológica e alimentar.
Uma outra característica interessante que alguns estudos sinalizam é uma possível diminuição da sociabilidade e do autocontrole, já que as crianças podem ir se isolando das outras diminuindo a experiência do contato direto. Se relacionar com outros através das redes digitais não tem o mesmo efeito que um relacionamento presencial, físico.
Pediatras aconselham que o contato com a tecnologia não ocorra antes dos dois anos de idade. Aconselham também, que os pais monitorem e ensinem seus filhos para um uso consciente das tecnologias. Sendo necessário estipular aos jovens longos períodos diários sem o uso de televisão, celulares, internet, etc. Uma tarefa difícil nos dias de hoje.
No entanto, sem uma educação que contemple o uso consciente de tecnologias, alimentação e prática de exercícios, provavelmente uma série de doenças que foram detectadas como ocorrências motivadas pelas tecnologias irão entrar em nossa rotina. Epidemias como o transtorno do sono em crianças, devido ao alto estímulo tecnológico e ausência de cansaço físico, distúrbios de comportamento e agravos psicológicos, devido diminuição do convívio social direto, sem mediação da tecnologia. Aumento do diabetes, da pressão alta, da obesidade, problemas musculares, auditivos e visuais podem se multiplicar em larga escala em pessoas jovens. Doenças que antes faziam parte da rotina dos idosos, podem afetar toda uma população jovem.
Substituir saúde e qualidade de vida por tecnologia, não parece uma boa ideia. O adequado é que consigamos conviver de forma saudável com nossas invenções. Para isso, educar as crianças é imprescindível.
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