
Os livros digitais também chamados de e-books já superaram nos EUA em número de vendas os livros tradicionais. No Brasil o crescimento é lento, somos um país que possui um baixo índice de hábito de leitura enquanto sociedade. Desde o surgimento dos e-books, alguns problemas foram detectados e grandes empresas vêm se unindo na tentativa de transformar os leitores de e-books em produtos atrativos.
O maior problema lá no início desta tecnologia, consistiu na portabilidade dos e-books. Cada empresa possuía seu próprio leitor de e-book que oferecia apenas um tipo de extensão de arquivo, ou seja, um tipo de e-book. Isso gerou uma grande quantidade de tipos de e-books, entre eles: PDF, ODT, LIT, DOC, OPF, PDB, VBO, TXT, RB, etc. A variedade é muito grande, o que dificultava a vida dos leitores.
A solução foi propor uma extensão padrão para todos os equipamentos leitores, evitando desta forma a incompatibilidade de equipamentos e demais confusões devido a grande variedade de tipos de e-books.
Numa tentativa de unificação surgiu a extensão para e-book denominada de EPUB que foi criada pelo International Digital Publishing Forum (IDPF). No entanto, embora este formato tenha se popularizado, a ideia de unificação acabou sendo abandonada, principalmente por motivos comerciais.
Existem duas categorias de e-books, uma sem proteção e outra com restrição de leitura. Os livros com restrição de leitura, ou seja, protegidos para comercialização. Só podem ser lidos através de software específico.
No Brasil as livrarias de e-books adotaram em grande maioria o aplicativo desenvolvido pela Adobe, para proteger os e-books. No caso dos e-books de livre acesso, estes podem ser lidos em qualquer aplicativo que aceite a extensão que o e-book foi formatado. Já os e-books com direito autoral e comercial precisam ser lidos em dispositivos com senha e login que identificam o comprador, proprietário do livro digital.
Uma vantagem que é considerada importante nos livros digitais é a fácil e imediata distribuição dos e-books e grande portabilidade, uma vez que são simples e não contemplam complexas animações, por conta disso, a exigência de hardware e de plataforma é mínima, além do fácil manuseio e produção.
Isso não agradou algumas pessoas que gostam de animações e interatividade multimídia. Mas não podemos esquecer que a proposta dos e-books é simular um livro, como letras em papel. Dito de outra forma, o e-reader é direcionado para leitores habituais.
Para quem tem o hábito da leitura, um e-reader faz toda a diferença. Eu tive a oportunidade de usar as marcas Kobo, Leve e Kindle. Dessas, aquela que mais me agradou e usei por alguns anos, foi o e-reader da marca Leve.
Minha preferência por esse e-reader foi pelo fato dele trabalhar bem com PDFs na época, O PDF é o formato dos artigos acadêmicos e outros materiais de estudo. Posteriormente passei a usar um Kindle, depois que eles melhoraram a conversão do PDF para este aparelho.
Passados alguns anos do surgimento do primeiro aparelho e-reader, o preço atualmente é acessível e a experiência de leitura fica bem agradável é muito melhor que ler no celular ou computador e tem algumas vantagens em relação aos livros em papel.
Uma vantagem que me agrada bastante é o fato de poder carregar vários livros, artigos e outros materiais de estudo em um pequeno aparelho, sem peso ou necessidade de grandes espaços. Se você já precisou retirar vários livros na biblioteca da faculdade e andar com a mochila bem pesada para todo o lado, entende o incômodo que isso gera.
Como o e-book é digital, fazer consultas e localizar uma das partes do texto no e-reader é bem fácil. Basta usar o campo de busca. A tecnologia que simula papel, também é um diferencial, realmente cansa menos a visão.
Nos últimos 4 anos acabei usando o Kindle como e-reader principal e a biblioteca online da Amazon permite que eu baixe emprestado os livros digitais disponíveis nesta modalidade e depois devolva como se fosse uma biblioteca acadêmica tradicional, com a diferença de não ocupar espaço ou ser pesado para carregar.
Atualmente a maioria dos livros já saem da editora no formato papel e digital.
A característica que mais gosto é a tela e-ink dos leitores digitais, sem dúvida é o principal ponto a se considerar a favor de um e-reader.

Os livros digitais também chamados de e-books já superaram nos EUA em número de vendas os livros tradicionais. No Brasil o crescimento é lento, somos um país que possui um baixo índice de hábito de leitura enquanto sociedade. Desde o surgimento dos e-books, alguns problemas foram detectados e grandes empresas vêm se unindo na tentativa de transformar os leitores de e-books em produtos atrativos.
O maior problema lá no início desta tecnologia, consistiu na portabilidade dos e-books. Cada empresa possuía seu próprio leitor de e-book que oferecia apenas um tipo de extensão de arquivo, ou seja, um tipo de e-book. Isso gerou uma grande quantidade de tipos de e-books, entre eles: PDF, ODT, LIT, DOC, OPF, PDB, VBO, TXT, RB, etc. A variedade é muito grande, o que dificultava a vida dos leitores.
A solução foi propor uma extensão padrão para todos os equipamentos leitores, evitando desta forma a incompatibilidade de equipamentos e demais confusões devido a grande variedade de tipos de e-books.
Numa tentativa de unificação surgiu a extensão para e-book denominada de EPUB que foi criada pelo International Digital Publishing Forum (IDPF). No entanto, embora este formato tenha se popularizado, a ideia de unificação acabou sendo abandonada, principalmente por motivos comerciais.
Existem duas categorias de e-books, uma sem proteção e outra com restrição de leitura. Os livros com restrição de leitura, ou seja, protegidos para comercialização. Só podem ser lidos através de software específico.
No Brasil as livrarias de e-books adotaram em grande maioria o aplicativo desenvolvido pela Adobe, para proteger os e-books. No caso dos e-books de livre acesso, estes podem ser lidos em qualquer aplicativo que aceite a extensão que o e-book foi formatado. Já os e-books com direito autoral e comercial precisam ser lidos em dispositivos com senha e login que identificam o comprador, proprietário do livro digital.
Uma vantagem que é considerada importante nos livros digitais é a fácil e imediata distribuição dos e-books e grande portabilidade, uma vez que são simples e não contemplam complexas animações, por conta disso, a exigência de hardware e de plataforma é mínima, além do fácil manuseio e produção.
Isso não agradou algumas pessoas que gostam de animações e interatividade multimídia. Mas não podemos esquecer que a proposta dos e-books é simular um livro, como letras em papel. Dito de outra forma, o e-reader é direcionado para leitores habituais.
Para quem tem o hábito da leitura, um e-reader faz toda a diferença. Eu tive a oportunidade de usar as marcas Kobo, Leve e Kindle. Dessas, aquela que mais me agradou e usei por alguns anos, foi o e-reader da marca Leve.
Minha preferência por esse e-reader foi pelo fato dele trabalhar bem com PDFs na época, O PDF é o formato dos artigos acadêmicos e outros materiais de estudo. Posteriormente passei a usar um Kindle, depois que eles melhoraram a conversão do PDF para este aparelho.
Passados alguns anos do surgimento do primeiro aparelho e-reader, o preço atualmente é acessível e a experiência de leitura fica bem agradável é muito melhor que ler no celular ou computador e tem algumas vantagens em relação aos livros em papel.
Uma vantagem que me agrada bastante é o fato de poder carregar vários livros, artigos e outros materiais de estudo em um pequeno aparelho, sem peso ou necessidade de grandes espaços. Se você já precisou retirar vários livros na biblioteca da faculdade e andar com a mochila bem pesada para todo o lado, entende o incômodo que isso gera.
Como o e-book é digital, fazer consultas e localizar uma das partes do texto no e-reader é bem fácil. Basta usar o campo de busca. A tecnologia que simula papel, também é um diferencial, realmente cansa menos a visão.
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Atualmente a maioria dos livros já saem da editora no formato papel e digital.
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Coletar, analisar e usar informações para gerar inteligência
Dominar técnicas e ferramentas de inteligência tornou-se essencial em um cenário marcado pela poluição informacional e pelo crescimento acelerado de conteúdos de baixa qualidade. Em meio à sobrecarga de dados, aumenta o risco de decisões equivocadas baseadas em informações distorcidas, desatualizadas ou enganosas. O uso estratégico do OSINT permite filtrar, verificar e contextualizar dados públicos de maneira sistemática, fornecendo uma base mais confiável para análises e escolhas bem fundame...

IA + SimpleX = Assistente privado sem intermediários
Executar uma IA local (como LLaMA.cpp, whisper.cpp, etc.) em um mini PC ou Raspberry Pi, combinada com um relay SimpleX privado rodando via .onion (com Tor), permite que você tenha um assistente pessoal inteligente sem depender de intermediários. Isso evita, por exemplo, o vazamento de dados sensíveis para empresas proprietárias dessas inteligências artificiais. Ideal para pesquisadores que utilizam esse tipo de assistente, mas ainda estão em fase de sigilo em seus estudos e experimentos. Tam...

Experimente a Rede Onion
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