
Coletar, analisar e usar informações para gerar inteligência
Dominar técnicas e ferramentas de inteligência tornou-se essencial em um cenário marcado pela poluição informacional e pelo crescimento acelerado de conteúdos de baixa qualidade. Em meio à sobrecarga de dados, aumenta o risco de decisões equivocadas baseadas em informações distorcidas, desatualizadas ou enganosas. O uso estratégico do OSINT permite filtrar, verificar e contextualizar dados públicos de maneira sistemática, fornecendo uma base mais confiável para análises e escolhas bem fundame...

IA + SimpleX = Assistente privado sem intermediários
Executar uma IA local (como LLaMA.cpp, whisper.cpp, etc.) em um mini PC ou Raspberry Pi, combinada com um relay SimpleX privado rodando via .onion (com Tor), permite que você tenha um assistente pessoal inteligente sem depender de intermediários. Isso evita, por exemplo, o vazamento de dados sensíveis para empresas proprietárias dessas inteligências artificiais. Ideal para pesquisadores que utilizam esse tipo de assistente, mas ainda estão em fase de sigilo em seus estudos e experimentos. Tam...

Experimente a Rede Onion
Os serviços onion representam uma alternativa poderosa e acessível para hospedagem web, combinando economia, privacidade e independência de forma única no cenário atual da internet. Se você pretende manter um site básico, com apenas textos, sem vídeos ou arquivos pesados, executar um servidor web através da rede Tor oferece uma série de benefícios únicos que o diferenciam significativamente dos métodos tradicionais de hospedagem. A simplicidade e acessibilidade dessa tecnologi...

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O nióbio é um mineral raro e considerado estratégico, já que o mesmo é insubstituível na produção de ligas utilizadas para fabricação de sofisticados instrumentos de precisão. O nióbio, depois de usinado, é empregado na produção de avançados produtos de alta tecnologia; desde instrumentos cirúrgicos, passando por armas, até complexos componentes de foguetes espaciais, satélites e módulos (tripulados ou não) que deixam a Terra em missão de sondagem espacial.
O Brasil é um país privilegiado com relação a este mineral, pois detém mais de 90% de todo o nióbio do mundo, distribuído em jazidas situadas na região Norte e no município de Araxá, em Minas Gerais. Em Araxá o nióbio é minerado pela Companhia Brasileira de Metais e Metalurgia (CBMM), empresa privada que conta com participação acionária do Governo do Estado de Minas Gerais, sendo a única autorizada a explorar o nióbio no País. A CBMM vende quase que totalidade de sua produção para o mercado externo e detém no Brasil o monopólio da indústria do nióbio.
Conforme os processos de produção da CBMM, a extração do nióbio se faz ao fatiar a terra e raspá-la, a ponto de se formar camadas sobrepostas de vários metros cada uma, no formato de imensos degraus. A terra raspada na mina (meio avermelhada e visualmente comum) é transportada através de uma esteira de cinco quilômetros de extensão até a usina de beneficiamento.
Somente após passar por processos metalúrgicos é possível separar o nióbio puro da terra em que está envolto e concentrá-lo na forma de um mineral sintético para uso científico, de forte brilho metálico e bastante pesado. Depois de usinado, o nióbio torna-se um metal pesado e de dureza sem igual, não podendo ser perfurado por nenhuma broca ou quaisquer ferramentas existentes na atualidade.
A produção no nióbio - um mineral com elevado grau de radioatividade - gera também diversas perdas ambientais, pois para extraí-lo é necessário devastar uma grande região natural. No caso de Araxá, tais efeitos são patentes, pois a degradação pode ser constatada a olhos vistos na região da CBMM, que altera de forma bastante agressiva, a paisagem suburbana.
Sabemos que os araxaenses aspiram também, grandes dosagens de poeira radioativa suspensa no ar, que desgarram da mineração a céu aberto, mesmo sendo esta, aguada diariamente por caminhões tanques. O procedimento de se manter em Araxá uma mineração a céu aberto recebe protestos de diversas entidades ambientais e da saúde. Além disso, é fato que esta cidade do Triângulo Mineiro detém um dos mais altos índices de casos de câncer no Estado, que é associado por algumas pessoas, às atividades desenvolvidas com a precária extração do nióbio naquela região.
Apesar de se tratar de um mineral estratégico e também “do futuro”, já que deverá ser empregado cada vez mais em diversas linhas de produção, dados os avanços tecnológicos vigentes, nenhum governo brasileiro, em toda a história do país, combateu o monopólio e veio propor uma política aberta para a exploração e comercialização do nióbio no País. Segundo o que apuramos, o que ocorre no Brasil é um monopólio onde apenas uma empresa atua na exploração do mineral, negociando o mesmo ao exterior por cifras sugeridas pelos compradores.
Em contrapartida ao que ocorre com o nióbio no Brasil, nos países árabes há toda uma política para a exploração e preservação da produção do seu mais valioso mineral: o petróleo. A política petrolífera na maioria dos países árabes gera inúmeros benefícios aos seus patriotas. Ao contrário da atual “política” do nióbio no Brasil, tais países, impõem ao mercado externo o preço de seu produto e somente o negocia dentro das conformidades de seus interesses. Os benéficos comuns surgem através, sobretudo, da geração de empregos e implementações públicas, graças aos lucros gerados pelo “ouro negro”. Neste caso, o esforço político retorna às respectivas populações na forma de benesses sociais diversas.
No Brasil, a indústria do nióbio parece trabalhar na surdina, fazendo se passar despercebida pela opinião pública, ocultando àqueles que, verdadeiramente, faturam com a falta de uma volátil política para a extração e industrialização desse nobre mineral no País.
O nióbio é um mineral raro e considerado estratégico, já que o mesmo é insubstituível na produção de ligas utilizadas para fabricação de sofisticados instrumentos de precisão. O nióbio, depois de usinado, é empregado na produção de avançados produtos de alta tecnologia; desde instrumentos cirúrgicos, passando por armas, até complexos componentes de foguetes espaciais, satélites e módulos (tripulados ou não) que deixam a Terra em missão de sondagem espacial.
O Brasil é um país privilegiado com relação a este mineral, pois detém mais de 90% de todo o nióbio do mundo, distribuído em jazidas situadas na região Norte e no município de Araxá, em Minas Gerais. Em Araxá o nióbio é minerado pela Companhia Brasileira de Metais e Metalurgia (CBMM), empresa privada que conta com participação acionária do Governo do Estado de Minas Gerais, sendo a única autorizada a explorar o nióbio no País. A CBMM vende quase que totalidade de sua produção para o mercado externo e detém no Brasil o monopólio da indústria do nióbio.
Conforme os processos de produção da CBMM, a extração do nióbio se faz ao fatiar a terra e raspá-la, a ponto de se formar camadas sobrepostas de vários metros cada uma, no formato de imensos degraus. A terra raspada na mina (meio avermelhada e visualmente comum) é transportada através de uma esteira de cinco quilômetros de extensão até a usina de beneficiamento.
Somente após passar por processos metalúrgicos é possível separar o nióbio puro da terra em que está envolto e concentrá-lo na forma de um mineral sintético para uso científico, de forte brilho metálico e bastante pesado. Depois de usinado, o nióbio torna-se um metal pesado e de dureza sem igual, não podendo ser perfurado por nenhuma broca ou quaisquer ferramentas existentes na atualidade.
A produção no nióbio - um mineral com elevado grau de radioatividade - gera também diversas perdas ambientais, pois para extraí-lo é necessário devastar uma grande região natural. No caso de Araxá, tais efeitos são patentes, pois a degradação pode ser constatada a olhos vistos na região da CBMM, que altera de forma bastante agressiva, a paisagem suburbana.
Sabemos que os araxaenses aspiram também, grandes dosagens de poeira radioativa suspensa no ar, que desgarram da mineração a céu aberto, mesmo sendo esta, aguada diariamente por caminhões tanques. O procedimento de se manter em Araxá uma mineração a céu aberto recebe protestos de diversas entidades ambientais e da saúde. Além disso, é fato que esta cidade do Triângulo Mineiro detém um dos mais altos índices de casos de câncer no Estado, que é associado por algumas pessoas, às atividades desenvolvidas com a precária extração do nióbio naquela região.
Apesar de se tratar de um mineral estratégico e também “do futuro”, já que deverá ser empregado cada vez mais em diversas linhas de produção, dados os avanços tecnológicos vigentes, nenhum governo brasileiro, em toda a história do país, combateu o monopólio e veio propor uma política aberta para a exploração e comercialização do nióbio no País. Segundo o que apuramos, o que ocorre no Brasil é um monopólio onde apenas uma empresa atua na exploração do mineral, negociando o mesmo ao exterior por cifras sugeridas pelos compradores.
Em contrapartida ao que ocorre com o nióbio no Brasil, nos países árabes há toda uma política para a exploração e preservação da produção do seu mais valioso mineral: o petróleo. A política petrolífera na maioria dos países árabes gera inúmeros benefícios aos seus patriotas. Ao contrário da atual “política” do nióbio no Brasil, tais países, impõem ao mercado externo o preço de seu produto e somente o negocia dentro das conformidades de seus interesses. Os benéficos comuns surgem através, sobretudo, da geração de empregos e implementações públicas, graças aos lucros gerados pelo “ouro negro”. Neste caso, o esforço político retorna às respectivas populações na forma de benesses sociais diversas.
No Brasil, a indústria do nióbio parece trabalhar na surdina, fazendo se passar despercebida pela opinião pública, ocultando àqueles que, verdadeiramente, faturam com a falta de uma volátil política para a extração e industrialização desse nobre mineral no País.
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