
Coletar, analisar e usar informações para gerar inteligência
Dominar técnicas e ferramentas de inteligência tornou-se essencial em um cenário marcado pela poluição informacional e pelo crescimento acelerado de conteúdos de baixa qualidade. Em meio à sobrecarga de dados, aumenta o risco de decisões equivocadas baseadas em informações distorcidas, desatualizadas ou enganosas. O uso estratégico do OSINT permite filtrar, verificar e contextualizar dados públicos de maneira sistemática, fornecendo uma base mais confiável para análises e escolhas bem fundame...

IA + SimpleX = Assistente privado sem intermediários
Executar uma IA local (como LLaMA.cpp, whisper.cpp, etc.) em um mini PC ou Raspberry Pi, combinada com um relay SimpleX privado rodando via .onion (com Tor), permite que você tenha um assistente pessoal inteligente sem depender de intermediários. Isso evita, por exemplo, o vazamento de dados sensíveis para empresas proprietárias dessas inteligências artificiais. Ideal para pesquisadores que utilizam esse tipo de assistente, mas ainda estão em fase de sigilo em seus estudos e experimentos. Tam...

Experimente a Rede Onion
Os serviços onion representam uma alternativa poderosa e acessível para hospedagem web, combinando economia, privacidade e independência de forma única no cenário atual da internet. Se você pretende manter um site básico, com apenas textos, sem vídeos ou arquivos pesados, executar um servidor web através da rede Tor oferece uma série de benefícios únicos que o diferenciam significativamente dos métodos tradicionais de hospedagem. A simplicidade e acessibilidade dessa tecnologi...

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O pensamento sistêmico surge no século XX em contraposição ao pensamento mecanicista desenvolvido no século XVII tendo como seus principais representantes Descartes, Bacon e Newton.
O pensamento mecanicista também conhecido como cartesiano tem como técnica de atuação a divisão do todo em pequenas partes, neste sentido, cada parte isolada do seu contexto torna-se um objeto de estudo independente.
Na medicina cartesiana o médico preocupa-se apenas com a parte doente e ignora a complexidade subjetiva do paciente, na agricultura a perspectiva mecanicista direciona o agricultor para o cultivo de apenas um produto por área de plantio ignorando o ecossistema.
Na educação o pensamento mecanicista fomentou o surgimento de teorias comportamentalistas entre elas encontramos a proposta de Skinner.
Uma das características da teoria mecanicista consiste na postura de exploração e domínio da natureza, uma espécie de imposição do homem para com os eventos, em outras palavras, uma tentativa do homem de manipular conforme sua vontade todo e qualquer fenômeno.
Embora a teoria mecanicista seja eficiente para o mapeamento e domínio de certos eventos ela carece de eficiência e equilíbrio quando lidamos com sistemas complexos como efetuar uma previsão do tempo, entender o comportamento humano ou prever a reação diante de certo desequilíbrio como poluição, doenças, etc.
Em resumo, nas ocasiões onde o número de elementos envolvidos é relativamente grande e com isso complexo, a teoria cartesiana não consegue proporcionar um resultado satisfatório ou equilibrado.
No século XX com a evolução do conhecimento os estudiosos foram percebendo a fragilidade do pensamento mecanicista e aos poucos estão migrando sua postura, antes dominadora, agora assume tarefa integradora.
Quando o assunto é integração o pensamento mecanicista não atende ao objetivo e surge uma nova proposta conhecida como pensamento sistêmico.
É importante observar que não se trata de abandonar o pensamento mecanicista, este é eficiente para certas tarefas, no entanto, a complexidade atingida pelo homem proporcionou percepções que exigem novas técnicas.
É aqui que ocorrem diversos problemas, uma vez que, nossa sociedade em sua maioria ainda é formada pelo pensamento mecanicista e este determina a percepção de mundo da maioria dos alunos, pais e professores.
Integrar é somar e não dividir, esta afirmação pode parecer óbvia, mas ao olhar para as reações sociais veremos que ainda estamos dividindo em muitas ocasiões por influência da nossa herança mecanicista, somar é sistêmico, é integrar.
Basta pesquisar na internet para encontrar pessoas discutindo muitas vezes de forma ofensiva, sobre qual técnica é mais eficiente para este ou aquele evento.
A ideia de exclusão, em geral, está relacionada com o pensamento mecanicista, eleger uma técnica como a melhor e descartar ou inferiorizar as outras é pensar de forma determinística, dominadora, mecanicista.
Novas regras educacionais estão surgindo numa tentativa de fomentar o comportamento e o pensamento sistêmico, este é um dos motivos que elevam o conceito de inclusão ao topo das prioridades sociais em diversos países.
A teoria por trás do fenômeno da inclusão é a teoria sistêmica.
Uma forma sistêmica de raciocínio é considerar todos os aspectos envolvidos em um determinado evento, em outras palavras, pensar de forma sistêmica é contextualizar, incluir no contexto. Como é o caso da perspectiva antropológica onde o humano é entendido como sendo uma construção do seu meio social, esta antropologia histórico social coloca o humano no contexto das relações sociais.
Outra perspectiva que aponta para a teoria dos sistemas é a epistemologia genética de Piaget.
Um exemplo de pensamento sistêmico pode ser encontrado na mudança da percepção de doença proposta por Winnicott, onde a doença é incluída no contexto da vida como algo natural e o conceito de saudável é atribuído a toda pessoa que possui forças para enfrentar seus problemas.
Note que a doença anteriormente negada e excluída agora é incluída e pensada como parte do todo, do sistema.
O maior desafio na educação parece estar associado ao fato da complexidade social evoluir em uma taxa maior que a capacidade de adequação dos sistemas de ensino.
Esta relação entre complexidade social e educação parece promover grande confusão entre os educadores ofuscando a percepção de pais e professores.
Neste sentido, uma teoria que vai ao encontro do pensamento sistêmico foi desenvolvida pelo psicólogo Richard Dawkins e parece proporcionar um melhor esclarecimento sobre o funcionamento das influências no processo social, denominado de Meme ou ciência memética, esta teoria aponta para o desenvolvimento de ideias problemáticas que promovem um funcionamento equivocado da percepção, distorcendo valores e proporcionando a manipulação do comportamento humano – equívocos do raciocínio.
Educar para prática do raciocínio sistêmico parece ser uma atividade em crescimento onde o desafio consiste em adequar esta nova percepção de mundo aos conteúdos ministrados no cotidiano da sala de aula.
O pensamento sistêmico surge no século XX em contraposição ao pensamento mecanicista desenvolvido no século XVII tendo como seus principais representantes Descartes, Bacon e Newton.
O pensamento mecanicista também conhecido como cartesiano tem como técnica de atuação a divisão do todo em pequenas partes, neste sentido, cada parte isolada do seu contexto torna-se um objeto de estudo independente.
Na medicina cartesiana o médico preocupa-se apenas com a parte doente e ignora a complexidade subjetiva do paciente, na agricultura a perspectiva mecanicista direciona o agricultor para o cultivo de apenas um produto por área de plantio ignorando o ecossistema.
Na educação o pensamento mecanicista fomentou o surgimento de teorias comportamentalistas entre elas encontramos a proposta de Skinner.
Uma das características da teoria mecanicista consiste na postura de exploração e domínio da natureza, uma espécie de imposição do homem para com os eventos, em outras palavras, uma tentativa do homem de manipular conforme sua vontade todo e qualquer fenômeno.
Embora a teoria mecanicista seja eficiente para o mapeamento e domínio de certos eventos ela carece de eficiência e equilíbrio quando lidamos com sistemas complexos como efetuar uma previsão do tempo, entender o comportamento humano ou prever a reação diante de certo desequilíbrio como poluição, doenças, etc.
Em resumo, nas ocasiões onde o número de elementos envolvidos é relativamente grande e com isso complexo, a teoria cartesiana não consegue proporcionar um resultado satisfatório ou equilibrado.
No século XX com a evolução do conhecimento os estudiosos foram percebendo a fragilidade do pensamento mecanicista e aos poucos estão migrando sua postura, antes dominadora, agora assume tarefa integradora.
Quando o assunto é integração o pensamento mecanicista não atende ao objetivo e surge uma nova proposta conhecida como pensamento sistêmico.
É importante observar que não se trata de abandonar o pensamento mecanicista, este é eficiente para certas tarefas, no entanto, a complexidade atingida pelo homem proporcionou percepções que exigem novas técnicas.
É aqui que ocorrem diversos problemas, uma vez que, nossa sociedade em sua maioria ainda é formada pelo pensamento mecanicista e este determina a percepção de mundo da maioria dos alunos, pais e professores.
Integrar é somar e não dividir, esta afirmação pode parecer óbvia, mas ao olhar para as reações sociais veremos que ainda estamos dividindo em muitas ocasiões por influência da nossa herança mecanicista, somar é sistêmico, é integrar.
Basta pesquisar na internet para encontrar pessoas discutindo muitas vezes de forma ofensiva, sobre qual técnica é mais eficiente para este ou aquele evento.
A ideia de exclusão, em geral, está relacionada com o pensamento mecanicista, eleger uma técnica como a melhor e descartar ou inferiorizar as outras é pensar de forma determinística, dominadora, mecanicista.
Novas regras educacionais estão surgindo numa tentativa de fomentar o comportamento e o pensamento sistêmico, este é um dos motivos que elevam o conceito de inclusão ao topo das prioridades sociais em diversos países.
A teoria por trás do fenômeno da inclusão é a teoria sistêmica.
Uma forma sistêmica de raciocínio é considerar todos os aspectos envolvidos em um determinado evento, em outras palavras, pensar de forma sistêmica é contextualizar, incluir no contexto. Como é o caso da perspectiva antropológica onde o humano é entendido como sendo uma construção do seu meio social, esta antropologia histórico social coloca o humano no contexto das relações sociais.
Outra perspectiva que aponta para a teoria dos sistemas é a epistemologia genética de Piaget.
Um exemplo de pensamento sistêmico pode ser encontrado na mudança da percepção de doença proposta por Winnicott, onde a doença é incluída no contexto da vida como algo natural e o conceito de saudável é atribuído a toda pessoa que possui forças para enfrentar seus problemas.
Note que a doença anteriormente negada e excluída agora é incluída e pensada como parte do todo, do sistema.
O maior desafio na educação parece estar associado ao fato da complexidade social evoluir em uma taxa maior que a capacidade de adequação dos sistemas de ensino.
Esta relação entre complexidade social e educação parece promover grande confusão entre os educadores ofuscando a percepção de pais e professores.
Neste sentido, uma teoria que vai ao encontro do pensamento sistêmico foi desenvolvida pelo psicólogo Richard Dawkins e parece proporcionar um melhor esclarecimento sobre o funcionamento das influências no processo social, denominado de Meme ou ciência memética, esta teoria aponta para o desenvolvimento de ideias problemáticas que promovem um funcionamento equivocado da percepção, distorcendo valores e proporcionando a manipulação do comportamento humano – equívocos do raciocínio.
Educar para prática do raciocínio sistêmico parece ser uma atividade em crescimento onde o desafio consiste em adequar esta nova percepção de mundo aos conteúdos ministrados no cotidiano da sala de aula.
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