
Coletar, analisar e usar informações para gerar inteligência
Dominar técnicas e ferramentas de inteligência tornou-se essencial em um cenário marcado pela poluição informacional e pelo crescimento acelerado de conteúdos de baixa qualidade. Em meio à sobrecarga de dados, aumenta o risco de decisões equivocadas baseadas em informações distorcidas, desatualizadas ou enganosas. O uso estratégico do OSINT permite filtrar, verificar e contextualizar dados públicos de maneira sistemática, fornecendo uma base mais confiável para análises e escolhas bem fundame...

IA + SimpleX = Assistente privado sem intermediários
Executar uma IA local (como LLaMA.cpp, whisper.cpp, etc.) em um mini PC ou Raspberry Pi, combinada com um relay SimpleX privado rodando via .onion (com Tor), permite que você tenha um assistente pessoal inteligente sem depender de intermediários. Isso evita, por exemplo, o vazamento de dados sensíveis para empresas proprietárias dessas inteligências artificiais. Ideal para pesquisadores que utilizam esse tipo de assistente, mas ainda estão em fase de sigilo em seus estudos e experimentos. Tam...

Experimente a Rede Onion
Os serviços onion representam uma alternativa poderosa e acessível para hospedagem web, combinando economia, privacidade e independência de forma única no cenário atual da internet. Se você pretende manter um site básico, com apenas textos, sem vídeos ou arquivos pesados, executar um servidor web através da rede Tor oferece uma série de benefícios únicos que o diferenciam significativamente dos métodos tradicionais de hospedagem. A simplicidade e acessibilidade dessa tecnologi...



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Dominar técnicas e ferramentas de inteligência tornou-se essencial em um cenário marcado pela poluição informacional e pelo crescimento acelerado de conteúdos de baixa qualidade. Em meio à sobrecarga de dados, aumenta o risco de decisões equivocadas baseadas em informações distorcidas, desatualizadas ou enganosas. O uso estratégico do OSINT permite filtrar, verificar e contextualizar dados públicos de maneira sistemática, fornecendo uma base mais confiável para análises e escolhas bem fundame...

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Fornecer capacitação profissional para alguém que não pode estar presente em uma sala de aula é o principal objetivo da educação a distância, EaD. Tendo como resultado uma maior propagação do conhecimento.
Em 1728 nos EUA o professor Caleb Philips enviava lições por correspondência para seus alunos cuja distância impedia o acesso ao curso. Em 1840 era possível participar de um curso de taquigrafia por correspondência na Grã-Bretanha e cursos preparatórios a distância para concursos públicos já eram oferecidos em 1880.
Nesse sentido, é possível afirmar que a prática de ensino a distância não é algo novo na história da educação. No entanto, foi na década de 1970 que essa modalidade ganhou força, sendo adotada por universidades de diversos países. Entre elas, a Open University na Inglaterra, cujo êxito na educação a distância se tornou referência mundial.
No Brasil o ensino a distância chegou em 1904 através de uma instituição internacional de educação que oferecia cursos profissionalizantes para quem estava em busca de capacitação profissional. O material didático era enviado por correspondência até a residência do aluno. As dúvidas eram resolvidas através de cartas entre os professores e os estudantes.
Os primeiros métodos de ensino a distância iniciaram por correspondência, sendo adaptados conforme foi ocorrendo os avanços tecnológicos, como a popularização do rádio, televisão e dos computadores.
Com a popularização do rádio foi fundada em 1923 a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro com o objetivo de possibilitar a difusão de conteúdo educativo. Aulas em áudio eram transmitidas abordando diversas disciplinas. Esse modelo foi adotado por várias instituições com o tempo. Incluindo em 1950 o Senac, que tinha a Universidade do Ar, focado na transmissão radiofônica de aulas em áudio e variado conteúdo educativo. O governo também lançou através do rádio o Movimento Brasileiro de Alfabetização – MOBRAL, que se efetivou na década de 1970.
No âmbito da televisão foi popular no Brasil o Telecurso 2o grau, um método de ensino a distância em caráter de supletivo que abrangia da 1a à 3a série do ensino médio. Lançado em 1978 pela Fundação Roberto Marinho, foi elaborado em parceria com a TV Cultura e estreou em todo o país através de 39 emissoras comerciais e 9 TVs Educativas. O programa era voltado para pessoas com mais de 21 anos que pretendiam fazer os exames supletivos oficiais para obter certificado de conclusão do 2º grau. Depois, em 1981, a Fundação Roberto Marinho, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e a Universidade de Brasília (UnB), lançou o Telecurso 1º grau, que abrangia da 5ª à 8ª série do ensino fundamental.
Atualmente com a possibilidade dos computadores, celulares e tablets conectados na internet, o acesso e o surgimento de cursos online é na faixa dos milhares. Sem contar os e-books, apostilas, vídeos e podcast espalhados pelo mundo. O conhecimento está literalmente ao alcance da mão, ao passo de alguns cliques.
Fornecer capacitação profissional para alguém que não pode estar presente em uma sala de aula é o principal objetivo da educação a distância, EaD. Tendo como resultado uma maior propagação do conhecimento.
Em 1728 nos EUA o professor Caleb Philips enviava lições por correspondência para seus alunos cuja distância impedia o acesso ao curso. Em 1840 era possível participar de um curso de taquigrafia por correspondência na Grã-Bretanha e cursos preparatórios a distância para concursos públicos já eram oferecidos em 1880.
Nesse sentido, é possível afirmar que a prática de ensino a distância não é algo novo na história da educação. No entanto, foi na década de 1970 que essa modalidade ganhou força, sendo adotada por universidades de diversos países. Entre elas, a Open University na Inglaterra, cujo êxito na educação a distância se tornou referência mundial.
No Brasil o ensino a distância chegou em 1904 através de uma instituição internacional de educação que oferecia cursos profissionalizantes para quem estava em busca de capacitação profissional. O material didático era enviado por correspondência até a residência do aluno. As dúvidas eram resolvidas através de cartas entre os professores e os estudantes.
Os primeiros métodos de ensino a distância iniciaram por correspondência, sendo adaptados conforme foi ocorrendo os avanços tecnológicos, como a popularização do rádio, televisão e dos computadores.
Com a popularização do rádio foi fundada em 1923 a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro com o objetivo de possibilitar a difusão de conteúdo educativo. Aulas em áudio eram transmitidas abordando diversas disciplinas. Esse modelo foi adotado por várias instituições com o tempo. Incluindo em 1950 o Senac, que tinha a Universidade do Ar, focado na transmissão radiofônica de aulas em áudio e variado conteúdo educativo. O governo também lançou através do rádio o Movimento Brasileiro de Alfabetização – MOBRAL, que se efetivou na década de 1970.
No âmbito da televisão foi popular no Brasil o Telecurso 2o grau, um método de ensino a distância em caráter de supletivo que abrangia da 1a à 3a série do ensino médio. Lançado em 1978 pela Fundação Roberto Marinho, foi elaborado em parceria com a TV Cultura e estreou em todo o país através de 39 emissoras comerciais e 9 TVs Educativas. O programa era voltado para pessoas com mais de 21 anos que pretendiam fazer os exames supletivos oficiais para obter certificado de conclusão do 2º grau. Depois, em 1981, a Fundação Roberto Marinho, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e a Universidade de Brasília (UnB), lançou o Telecurso 1º grau, que abrangia da 5ª à 8ª série do ensino fundamental.
Atualmente com a possibilidade dos computadores, celulares e tablets conectados na internet, o acesso e o surgimento de cursos online é na faixa dos milhares. Sem contar os e-books, apostilas, vídeos e podcast espalhados pelo mundo. O conhecimento está literalmente ao alcance da mão, ao passo de alguns cliques.
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