
Coletar, analisar e usar informações para gerar inteligência
Dominar técnicas e ferramentas de inteligência tornou-se essencial em um cenário marcado pela poluição informacional e pelo crescimento acelerado de conteúdos de baixa qualidade. Em meio à sobrecarga de dados, aumenta o risco de decisões equivocadas baseadas em informações distorcidas, desatualizadas ou enganosas. O uso estratégico do OSINT permite filtrar, verificar e contextualizar dados públicos de maneira sistemática, fornecendo uma base mais confiável para análises e escolhas bem fundame...

IA + SimpleX = Assistente privado sem intermediários
Executar uma IA local (como LLaMA.cpp, whisper.cpp, etc.) em um mini PC ou Raspberry Pi, combinada com um relay SimpleX privado rodando via .onion (com Tor), permite que você tenha um assistente pessoal inteligente sem depender de intermediários. Isso evita, por exemplo, o vazamento de dados sensíveis para empresas proprietárias dessas inteligências artificiais. Ideal para pesquisadores que utilizam esse tipo de assistente, mas ainda estão em fase de sigilo em seus estudos e experimentos. Tam...

Experimente a Rede Onion
Os serviços onion representam uma alternativa poderosa e acessível para hospedagem web, combinando economia, privacidade e independência de forma única no cenário atual da internet. Se você pretende manter um site básico, com apenas textos, sem vídeos ou arquivos pesados, executar um servidor web através da rede Tor oferece uma série de benefícios únicos que o diferenciam significativamente dos métodos tradicionais de hospedagem. A simplicidade e acessibilidade dessa tecnologi...
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No primeiro boletim do Seminário Nacional, a Anprotec mostrou duas das versões para o surgimento das incubadoras de empresas no mundo. Nesta edição, conheceremos a história do movimento no Brasil.
Nos Estados Unidos, no final da década de 50, surgia o primeiro modelo de incubadora de empresas no mundo. A partir daí, uma grande ferramenta de apoio ao desenvolvimento do empreendedorismo inovador começava a ser moldada, tomar força e ganhar corpo, espalhando-se por muitos países.
Trinta anos depois, em 1980, o Brasil ganhou suas primeiras incubadoras, inspiradas nas experiências internacionais desenvolvidas pelos science parks britânicos e americanos e pelas tecnópoles francesas. Foram criadas como meio de transformação da pesquisa científica desenvolvida nas universidades e centros de tecnologia em setores mais dinâmicos da economia brasileira como informática, biotecnologia e automação industrial, tendo na criação de empresas o mecanismo para trazer ao mercado novas idéias e tendências tecnológicas. Essa iniciativa foi apoiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e agências como a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).
O primeiro Programa de Parques Tecnológicos do Brasil foi resultante da Resolução Executiva (RE 084/84), assinada em 02 de fevereiro de 1984, pelo Prof. Lynaldo Cavalcanti, então presidente do CNPq. Esta resolução criava o Programa de Implantação de Parques de Tecnologia.
Em dezembro de 1984 foi implantada a Fundação Parque de Alta Tecnologia de São Carlos – ParqTec seguida da constituição de mais três incubadoras nas cidades de Campina Grande (PB), Florianópolis (SC) e Rio de Janeiro. Iniciava-se então a história do Movimento Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas no Brasil. A partir daí começou-se a conjecturar a realização do primeiro evento do setor, mais especificamente para parques e pólos tecnológicos.
Segundo Maurício Guedes, diretor executivo do Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro e coordenador da Incubadora de Empresas da COPPE/UFRJ, o movimento passou a ter visibilidade e iniciativas independentes começaram a ser reconhecidas somente a partir dos projetos financiados pela Finep e um estudo contratado na COPPE. “Esse estudo visava levantar dados sobre o que estava acontecendo nessa área de empreendedorismo e inovação no Brasil e em alguns países latino-americanos, como México, Chile, Argentina e Uruguai. Esse estudo foi encerrado com a realização de um seminário interno, realizado de 5 a 7 de outubro de 1987 na sede do BNDES, no Rio de Janeiro.
Essa foi a primeira oportunidade que os pioneiros desse movimento no Brasil - e América Latina - tiveram para conhecer esse movimento, de importância e dimensões reconhecidas mundialmente”, explica Maurício Guedes.
No primeiro boletim do Seminário Nacional, a Anprotec mostrou duas das versões para o surgimento das incubadoras de empresas no mundo. Nesta edição, conheceremos a história do movimento no Brasil.
Nos Estados Unidos, no final da década de 50, surgia o primeiro modelo de incubadora de empresas no mundo. A partir daí, uma grande ferramenta de apoio ao desenvolvimento do empreendedorismo inovador começava a ser moldada, tomar força e ganhar corpo, espalhando-se por muitos países.
Trinta anos depois, em 1980, o Brasil ganhou suas primeiras incubadoras, inspiradas nas experiências internacionais desenvolvidas pelos science parks britânicos e americanos e pelas tecnópoles francesas. Foram criadas como meio de transformação da pesquisa científica desenvolvida nas universidades e centros de tecnologia em setores mais dinâmicos da economia brasileira como informática, biotecnologia e automação industrial, tendo na criação de empresas o mecanismo para trazer ao mercado novas idéias e tendências tecnológicas. Essa iniciativa foi apoiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e agências como a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).
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Em dezembro de 1984 foi implantada a Fundação Parque de Alta Tecnologia de São Carlos – ParqTec seguida da constituição de mais três incubadoras nas cidades de Campina Grande (PB), Florianópolis (SC) e Rio de Janeiro. Iniciava-se então a história do Movimento Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas no Brasil. A partir daí começou-se a conjecturar a realização do primeiro evento do setor, mais especificamente para parques e pólos tecnológicos.
Segundo Maurício Guedes, diretor executivo do Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro e coordenador da Incubadora de Empresas da COPPE/UFRJ, o movimento passou a ter visibilidade e iniciativas independentes começaram a ser reconhecidas somente a partir dos projetos financiados pela Finep e um estudo contratado na COPPE. “Esse estudo visava levantar dados sobre o que estava acontecendo nessa área de empreendedorismo e inovação no Brasil e em alguns países latino-americanos, como México, Chile, Argentina e Uruguai. Esse estudo foi encerrado com a realização de um seminário interno, realizado de 5 a 7 de outubro de 1987 na sede do BNDES, no Rio de Janeiro.
Essa foi a primeira oportunidade que os pioneiros desse movimento no Brasil - e América Latina - tiveram para conhecer esse movimento, de importância e dimensões reconhecidas mundialmente”, explica Maurício Guedes.
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