
Bom dia,
A fotografia está entrando em 2026 num ponto curioso: nunca houve tanta tecnologia disponível e, ao mesmo tempo, tanta dificuldade de decidir o que fazer com ela.
Esta edição reúne leituras que ajudam a separar inovação real de encenação, ferramenta de estratégia e ruído passageiro. Não é sobre “o que usar”, mas sobre como pensar.
Começo pelo essencial.
A pergunta que mais aparece não é sobre IA, mas sobre faturamento. No texto “Como faturar com fotografia em 2026”, a ideia central é simples e incômoda: os caminhos continuam existindo, mas só funcionam quando há critério. Plataformas, produtos híbridos, serviços e nichos seguem válidos, desde que não empurrem o fotógrafo para volume e preço baixo sem controle.
Leia aqui: Como faturar com fotografia em 2026: caminhos reais em um mercado que mudou
Essa dificuldade de decidir fica ainda mais clara quando falamos de agentes de IA. O artigo sobre OpenClaw entra exatamente nesse ponto: até onde estamos vendo inovação real e até onde estamos assistindo apenas uma boa encenação tecnológica? Nem tudo que “faz barulho” sustenta uso profissional. Leia aqui: OpenClaw, agentes de IA e o limite entre inovação real e encenação
Na outra ponta, vale observar como grandes marcas estão reposicionando a imagem. O filme da Apple analisado aqui não é sobre câmera ou IA, mas sobre processo criativo, autoria e narrativa. Um bom lembrete de que tecnologia não substitui intenção. Leia aqui: O que o novo filme da Apple revela sobre imagem e processo criativo em 2026
Falando em mercado, o texto sobre câmeras em 2026 ajuda a ajustar expectativas. O crescimento existe, mas o perfil mudou. Menos amador entusiasmado, mais usuário híbrido, mais profissional cauteloso, mais smartphone competindo com sistemas tradicionais. Leia aqui: O mercado de câmeras cresce em 2026, mas muda de perfil
Essa transição toda explica por que tanta gente está travada. Dois textos se conectam bem aqui:
– Fotografia em transição: o impacto real da inteligência artificial no trabalho profissional
– Fotografia, IA e decisões reais: por que direção vale mais do que velocidade
Ambos partem do mesmo ponto: a ferramenta não é o problema. O problema é decidir sem estratégia.
Se quiser um olhar mais prático, o texto sobre diagnóstico híbrido com IA mostra como estruturar decisões antes de executar. Não como fórmula, mas como método.
Saiba mais: O fotógrafo, o robô e o abismo entre eles: por que a mentoria tradicional morreu.
Para quem gosta de imagem em estado puro, duas leituras complementares.
A análise da perseguição filmada em VistaVision lembra que técnica ainda importa quando está a serviço da narrativa. Veja aqui: Por que filmar uma perseguição de carros em película ainda faz sentido em 2026
E o ensaio do fotógrafo brasileiro no Pantanal, publicado no The Guardian, recoloca a fotografia no lugar de documento, risco e responsabilidade. Leia aqui: Brasil em destaque internacional: fotógrafo documenta incêndios no Pantanal em reportagem do The Guardian
Por fim, dois sinais de futuro que merecem atenção, sem hype excessivo.
O Project Genie, do Google, e a ideia de mundos exploráveis a partir de imagens. Saiba mais: Quando a fotografia deixa de ser imagem e vira lugar
E projetos como Animaview e PGYTECH Retrova, que tentam devolver experiência física e interatividade à fotografia num mundo saturado de telas.
AnimaView propõe transformar uma foto em imagem interativa com IA
PGYTECH lança RetroVa no Kickstarter e aposta em experiência física para fotografia mobile
Se existe um fio comum entre todos esses conteúdos, ele é claro:
em 2026, não vence quem usa mais tecnologia, mas quem decide melhor.
Boa leitura,
Leo

Bom dia,
A fotografia está entrando em 2026 num ponto curioso: nunca houve tanta tecnologia disponível e, ao mesmo tempo, tanta dificuldade de decidir o que fazer com ela.
Esta edição reúne leituras que ajudam a separar inovação real de encenação, ferramenta de estratégia e ruído passageiro. Não é sobre “o que usar”, mas sobre como pensar.
Começo pelo essencial.
A pergunta que mais aparece não é sobre IA, mas sobre faturamento. No texto “Como faturar com fotografia em 2026”, a ideia central é simples e incômoda: os caminhos continuam existindo, mas só funcionam quando há critério. Plataformas, produtos híbridos, serviços e nichos seguem válidos, desde que não empurrem o fotógrafo para volume e preço baixo sem controle.
Leia aqui: Como faturar com fotografia em 2026: caminhos reais em um mercado que mudou
Essa dificuldade de decidir fica ainda mais clara quando falamos de agentes de IA. O artigo sobre OpenClaw entra exatamente nesse ponto: até onde estamos vendo inovação real e até onde estamos assistindo apenas uma boa encenação tecnológica? Nem tudo que “faz barulho” sustenta uso profissional. Leia aqui: OpenClaw, agentes de IA e o limite entre inovação real e encenação
Na outra ponta, vale observar como grandes marcas estão reposicionando a imagem. O filme da Apple analisado aqui não é sobre câmera ou IA, mas sobre processo criativo, autoria e narrativa. Um bom lembrete de que tecnologia não substitui intenção. Leia aqui: O que o novo filme da Apple revela sobre imagem e processo criativo em 2026
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Leo
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Leo Saldanha
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