Fotograf.IA: um gerador de IA para fotos de formatura com base em selfies dos formandos
E mais: um estúdio de família no Brasil que já está usando a tecnologia para seus negócios
O momento dos NFTs em 2023 (não, eles não morreram...)
Veja essa e outras notícias de fotografia que podem te interessar no Spotlink de hoje

A visão de uma retratista que testou um gerador de retratos de IA
Veja as primeiras notícias de 2025 com foco em arte, inovação, negócios e fotografia
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Durante décadas, saber operar os equipamentos foi o nosso grande escudo. A câmera complexa, o flash difícil, o estúdio caro, o software inacessível. A técnica visível separava os profissionais dos amadores.
Esse escudo caiu.
Não porque a maestria técnica perdeu valor. Um fotógrafo que domina luz de verdade, composição com intenção e leitura de cena ainda é raro e extremamente valioso. Mas porque a operação básica virou commodity. O mercado ficou inundado de imagens “boas o suficiente”. E “bom o suficiente” virou o novo normal.
Hoje, um smartphone entrega um nível técnico que satisfaz o olhar do público comum. A edição com inteligência artificial resolve em segundos o que antes levava horas. O cliente vê centenas de imagens tecnicamente corretas todos os dias. Ele já parte do princípio de que você “sabe fazer”.
A técnica continua sendo a fundação.
Mas deixou de ser, sozinha, a diferenciação.
Para 2026, o filtro natural do mercado será impiedoso. Ele não vai eliminar quem não domina a tecnologia. Vai eliminar quem não consegue articular valor além dela.
Se tirarmos da conversa o equipamento, o software, os presets, os atalhos e até a própria IA (tudo aquilo que o cliente já assume que você domina) o que sobra da sua fotografia?
Pare, respire e encare o espelho:
Não são perguntas para responder correndo.
São perguntas para dar uma sacudida, mas que valem a pena.
Identidade e seu lugar no mundo
Se eu tivesse que explicar meu trabalho em uma única frase, ela seria cristalina para quem ouve?
O cliente me escolhe porque vê valor no que faço ou apenas porque eu estava fácil e disponível?
Meu portfólio mostra quem eu sou hoje ou ainda vive dos sucessos do passado?
Se o tratamento de imagem ficar 100% automático, o que sobra no meu trabalho que as pessoas pagariam para ter?
Eu estou realmente crescendo ou apenas me mantendo ocupado?

Negócio, Dinheiro e Realidade
6. De onde vem meu dinheiro hoje e por quanto tempo esse formato ainda se sustenta?
7. Eu sei, na ponta do lápis, quanto realmente sobra de lucro em cada clique que vendo?
8. Será que posso diversificar sem tirar o foco do meu nicho?
9. Meu preço comunica a qualidade que entrego ou o medo que tenho de perder o cliente?
10. Quanto do meu faturamento vem, de fato, do estilo de fotografia que eu amo fazer?
Tecnologia e o Novo Mercado
11. Estou usando IA para ser mais criativo ou só para fazer a mesma coisa mais rápido?
12. Se alguém com metade da minha experiência dominar as ferramentas digitais melhor que eu, o que acontece com meu espaço?
13. Meu cliente consegue perceber onde termina a tecnologia e onde começa o meu olhar?
Visibilidade e Conexão
14. Estou sendo visto por quem pode me contratar ou só ganhando likes de outros fotógrafos?
15. Quem me acompanha saberia explicar por que eu sou diferente do resto do mercado?
Algumas outras questões extras não menos importantes:
Quem me indicaria hoje e conseguiria explicar claramente o que eu faço?
Para quem é e para que serve o que eu faço?
Qual legado quero deixar? (Parece frescura? não é. Lembre-se da IA)
Talvez o maior risco para 2026 não seja tomar decisões erradas.
Seja em continuar tomando as mesmas decisões de sempre, fingindo que o mundo não mudou.
As perguntas acima já são um belo guia provocativo e de orientação. Acabei de aprofundar cada um desses pontos com quem está dentro da Fotograf.IA+C.E.Foto.
Porque pergunta sem direção vira ansiedade. Pergunta com método vira rota.

Durante décadas, saber operar os equipamentos foi o nosso grande escudo. A câmera complexa, o flash difícil, o estúdio caro, o software inacessível. A técnica visível separava os profissionais dos amadores.
Esse escudo caiu.
Não porque a maestria técnica perdeu valor. Um fotógrafo que domina luz de verdade, composição com intenção e leitura de cena ainda é raro e extremamente valioso. Mas porque a operação básica virou commodity. O mercado ficou inundado de imagens “boas o suficiente”. E “bom o suficiente” virou o novo normal.
Hoje, um smartphone entrega um nível técnico que satisfaz o olhar do público comum. A edição com inteligência artificial resolve em segundos o que antes levava horas. O cliente vê centenas de imagens tecnicamente corretas todos os dias. Ele já parte do princípio de que você “sabe fazer”.
A técnica continua sendo a fundação.
Mas deixou de ser, sozinha, a diferenciação.
Para 2026, o filtro natural do mercado será impiedoso. Ele não vai eliminar quem não domina a tecnologia. Vai eliminar quem não consegue articular valor além dela.
Se tirarmos da conversa o equipamento, o software, os presets, os atalhos e até a própria IA (tudo aquilo que o cliente já assume que você domina) o que sobra da sua fotografia?
Pare, respire e encare o espelho:
Não são perguntas para responder correndo.
São perguntas para dar uma sacudida, mas que valem a pena.
Identidade e seu lugar no mundo
Se eu tivesse que explicar meu trabalho em uma única frase, ela seria cristalina para quem ouve?
O cliente me escolhe porque vê valor no que faço ou apenas porque eu estava fácil e disponível?
Meu portfólio mostra quem eu sou hoje ou ainda vive dos sucessos do passado?
Se o tratamento de imagem ficar 100% automático, o que sobra no meu trabalho que as pessoas pagariam para ter?
Eu estou realmente crescendo ou apenas me mantendo ocupado?

Negócio, Dinheiro e Realidade
6. De onde vem meu dinheiro hoje e por quanto tempo esse formato ainda se sustenta?
7. Eu sei, na ponta do lápis, quanto realmente sobra de lucro em cada clique que vendo?
8. Será que posso diversificar sem tirar o foco do meu nicho?
9. Meu preço comunica a qualidade que entrego ou o medo que tenho de perder o cliente?
10. Quanto do meu faturamento vem, de fato, do estilo de fotografia que eu amo fazer?
Tecnologia e o Novo Mercado
11. Estou usando IA para ser mais criativo ou só para fazer a mesma coisa mais rápido?
12. Se alguém com metade da minha experiência dominar as ferramentas digitais melhor que eu, o que acontece com meu espaço?
13. Meu cliente consegue perceber onde termina a tecnologia e onde começa o meu olhar?
Visibilidade e Conexão
14. Estou sendo visto por quem pode me contratar ou só ganhando likes de outros fotógrafos?
15. Quem me acompanha saberia explicar por que eu sou diferente do resto do mercado?
Algumas outras questões extras não menos importantes:
Quem me indicaria hoje e conseguiria explicar claramente o que eu faço?
Para quem é e para que serve o que eu faço?
Qual legado quero deixar? (Parece frescura? não é. Lembre-se da IA)
Talvez o maior risco para 2026 não seja tomar decisões erradas.
Seja em continuar tomando as mesmas decisões de sempre, fingindo que o mundo não mudou.
As perguntas acima já são um belo guia provocativo e de orientação. Acabei de aprofundar cada um desses pontos com quem está dentro da Fotograf.IA+C.E.Foto.
Porque pergunta sem direção vira ansiedade. Pergunta com método vira rota.
Leo Saldanha
Leo Saldanha
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