
Durante boa parte dos últimos dois anos, o vídeo gerado por inteligência artificial foi tratado como curiosidade técnica. Clipes curtos, demonstrações impressionantes e testes isolados dominaram a conversa. Em 2026, esse cenário começa a mudar de forma mais concreta.
Ferramentas como o Kling AI avançam para sequências mais longas e estáveis, enquanto plataformas como a Higgsfield deixam claro que o foco não está apenas em gerar imagens, mas em sustentar narrativas, personagens e identidade visual ao longo do tempo.
Esse movimento não nasce do entretenimento casual. Ele vem de uma demanda profissional. Dados recentes mostram que a maior parte do uso dessas plataformas está concentrada em marketing e comunicação digital, áreas onde prazo, consistência e escala importam mais do que efeitos pontuais.
A recente rodada de investimentos que levou a Higgsfield a uma avaliação superior a US$ 1,3 bilhão reforça esse sinal. O interesse do mercado não está no “vídeo bonito”, mas na redução do custo, do tempo e da complexidade de produção de narrativas visuais.
O ponto central não é a ferramenta em si, mas a mudança de função do vídeo com IA. Ele deixa de ser um recurso experimental e passa a operar como infraestrutura. Algo que não aparece, mas sustenta decisões, campanhas e entregas.
Esse tipo de transformação não se entende em uma única matéria nem em anúncios de ferramentas. Exige leitura de cenário, comparação de movimentos e, principalmente, decisões práticas sobre posicionamento e oferta.
Por isso, desenvolvi uma análise exclusiva para membros da Fotograf.IA + C.E.Foto, onde entro no uso do vídeo com IA como produto real, comparo as principais plataformas do mercado e exploro como fotografia e vídeo podem ser integrados como entrega de valor, não como hype, mas como trabalho vendável no dia a dia.
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Leo Saldanha
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