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O meu interesse pela macroeconomia começou há uns meses, mal eu sabia que levar-me-ia para o maior “rabbit hole” que alguma vez experienciei. Qual foi a razão do meu interesse? A necessidade de sentir na pele os preços a subir, o salário estagnado e uma ambição de descobrir a razão e o porquê de ser um afortunado com este presente que é a vida.
Sempre gostei de pessoas, de as ouvir mas nunca tive interesse por política ou como o dinheiro funciona, até mesmo o que é o dinheiro, como a razão de o usarmos e o idolatrar todos os dias. No entanto, depois de alguns anos de independência percebi que a falta de interesse de minha parte foi induzida e programada na “folha em branco” desde o nascimento. Na minha opinião, esta folha em branco não está vazia, limpa e pronta para outras pessoas pintarem com as cores e texturas que idealizam. Acredito que quando nascemos a nossa tela já tem cor e desejos, não importa quais são, só sei que não é “branca”.
É com este desabafo que tentarei transmitir o que tenho estado a aprender, a informação que tenho consumido sobre as peças do jogo que é a vida. Espero que seja útil para vocês.
Lembrem-se é um desabafo de esperança num mundo que parece, mas não tem os dias contados.
O meu interesse pela macroeconomia começou há uns meses, mal eu sabia que levar-me-ia para o maior “rabbit hole” que alguma vez experienciei. Qual foi a razão do meu interesse? A necessidade de sentir na pele os preços a subir, o salário estagnado e uma ambição de descobrir a razão e o porquê de ser um afortunado com este presente que é a vida.
Sempre gostei de pessoas, de as ouvir mas nunca tive interesse por política ou como o dinheiro funciona, até mesmo o que é o dinheiro, como a razão de o usarmos e o idolatrar todos os dias. No entanto, depois de alguns anos de independência percebi que a falta de interesse de minha parte foi induzida e programada na “folha em branco” desde o nascimento. Na minha opinião, esta folha em branco não está vazia, limpa e pronta para outras pessoas pintarem com as cores e texturas que idealizam. Acredito que quando nascemos a nossa tela já tem cor e desejos, não importa quais são, só sei que não é “branca”.
É com este desabafo que tentarei transmitir o que tenho estado a aprender, a informação que tenho consumido sobre as peças do jogo que é a vida. Espero que seja útil para vocês.
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