Na maioria das culturas, se não em todas, quando pensamos em expandir a família temos de pensar a longo prazo, ou seja, o sacrifício do presente para a expectativa do bem estar no futuro. Isto é, todos os sacrifícios do presente ao criar e educar uma criança são depois compensados quando somos mais velhos e precisamos de alguém para cuidar de nós.
Uma grande componente deste sacrifício é a poupança. Atualmente e infelizmente, sabemos que uma poupança é cada vez mais difícil, devido a uma guerra (cadeias de abastecimento descontroladas), inflação e expansão monetária (impressão de dinheiro descontrolada) e a falta de um dinheiro duro (como o ouro no passado).
A incapacidade de poupar deve-se às políticas monetárias que os estados decretam. Como consequência, constatamos que, cada vez mais, o pai e mãe têm de trabalhar mais horas para conseguir providenciar para a família e, mesmo assim, muitas vezes não chega, tendo o estado de intervir “com todo o gosto” com políticas monetárias!
Infantários, educação, saúde e reformas são cada vez mais da responsabilidade do estado, o que leva a que a necessidade de formar uma família seja menor, e os sacrifícios inerentes à criação sejam menos apelativos, ou seja, o primeiro filho vem cada vez mais tarde!
O que quero dizer é que a consequência de um estado muito interventivo torna os laços familiares mais fracos e descartáveis.
Reparamos que nas gerações anteriores, o estado não era tão interventivo, o que levava a que as pessoas investissem nas relações familiares para criarem famílias saudáveis e informadas para o futuro. Ou seja, a única forma de as crianças e os idosos sobreviverem no planeta Terra era a família.
O problema atual é que, mesmo que o estado esteja lá para providenciar a educação infantil e as reformas, boas ou más, esse mesmo estado não quer saber se estão bem, não gostam de ti e não te amam como uma família.
O que quero evidenciar é que nós, seres humanos, necessitamos de mais do que apoio financeiro. Precisamos de amor, carinho, sentido de responsabilidade familiar para uma vida realmente completa, e apenas conseguimos isto com um investimento nas relações familiares desde cedo.
Lembrem-se que somos animais, e nada mudou ao longos dos milénios acerca da nossa necessidade de amor, carinho e sacrifício familiar. Isto está gravado no nosso adn. O que mudou foi a nossa habilidade de pensar a longo prazo e de cuidar do nosso próprio futuro e das necessidades reais.
Parece que queremos tudo rápido e para ontem, sem pensar no custo financeiro ou familiar.
As coisas não mudam de um dia para o outro, mas a dependência do estado está, inconscientemente, a mudar a nossa essência.
Na maioria das culturas, se não em todas, quando pensamos em expandir a família temos de pensar a longo prazo, ou seja, o sacrifício do presente para a expectativa do bem estar no futuro. Isto é, todos os sacrifícios do presente ao criar e educar uma criança são depois compensados quando somos mais velhos e precisamos de alguém para cuidar de nós.
Uma grande componente deste sacrifício é a poupança. Atualmente e infelizmente, sabemos que uma poupança é cada vez mais difícil, devido a uma guerra (cadeias de abastecimento descontroladas), inflação e expansão monetária (impressão de dinheiro descontrolada) e a falta de um dinheiro duro (como o ouro no passado).
A incapacidade de poupar deve-se às políticas monetárias que os estados decretam. Como consequência, constatamos que, cada vez mais, o pai e mãe têm de trabalhar mais horas para conseguir providenciar para a família e, mesmo assim, muitas vezes não chega, tendo o estado de intervir “com todo o gosto” com políticas monetárias!
Infantários, educação, saúde e reformas são cada vez mais da responsabilidade do estado, o que leva a que a necessidade de formar uma família seja menor, e os sacrifícios inerentes à criação sejam menos apelativos, ou seja, o primeiro filho vem cada vez mais tarde!
O que quero dizer é que a consequência de um estado muito interventivo torna os laços familiares mais fracos e descartáveis.
Reparamos que nas gerações anteriores, o estado não era tão interventivo, o que levava a que as pessoas investissem nas relações familiares para criarem famílias saudáveis e informadas para o futuro. Ou seja, a única forma de as crianças e os idosos sobreviverem no planeta Terra era a família.
O problema atual é que, mesmo que o estado esteja lá para providenciar a educação infantil e as reformas, boas ou más, esse mesmo estado não quer saber se estão bem, não gostam de ti e não te amam como uma família.
O que quero evidenciar é que nós, seres humanos, necessitamos de mais do que apoio financeiro. Precisamos de amor, carinho, sentido de responsabilidade familiar para uma vida realmente completa, e apenas conseguimos isto com um investimento nas relações familiares desde cedo.
Lembrem-se que somos animais, e nada mudou ao longos dos milénios acerca da nossa necessidade de amor, carinho e sacrifício familiar. Isto está gravado no nosso adn. O que mudou foi a nossa habilidade de pensar a longo prazo e de cuidar do nosso próprio futuro e das necessidades reais.
Parece que queremos tudo rápido e para ontem, sem pensar no custo financeiro ou familiar.
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