
Igreja do Carmo, Porto - en
Versão portuguesa aqui. GPS 41.1473612958721, -8.6162736819462 The Igreja do Carmo or Igreja da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo, is located at the intersection between Praça de Carlos Alberto and Rua do Carmo, close to the Church and Tower of Clérigos, in the Portuguese parish of Vitória, Porto.In Baroque/Rococo style, it was built in the second half of the 18th century, between 1756 and 1768, by the Terceira do Carmo Order, and was designed by the architect José Figueiredo...

Casa Grande, Braga
English version here. GPS 41.5495312237983, -8.430675983099679 A Casa dos Cunha Reis, também referida como Casa Grande, localiza-se na freguesia de Braga (Maximinos, Sé e Cividade), cidade e município de Braga, distrito do mesmo nome, em Portugal. Encontra-se classificada como Imóvel de Interesse Público desde 1977.História Foi erguida a partir do século XVIII no chamado "Campo das Hortas", constituindo-se numa das diversas marcas de poder que, ao longo dos séculos, os deões da Sé de Braga im...

Antiga "Vivenda Aleluia", Aveiro
English version here. GPS 40.64296572505552, -8.64602683924393 A Vivenda Aleluia representa a magistral articulação do estilo Arte Nova, o mais emblemático da obra de Silva Rocha, na criatividade e assimetria do jogo de volumes, na linguagem decorativa da serralharia, com o estilo Casa Tradicional Portuguesa de que é um dos principais ex-libris em Portugal pela riqueza dos elementos decorativos, que a integram, quer no exterior, quer no interior, na expressão da cerâmica e do azulejo, do que ...
The way is north...

Igreja do Carmo, Porto - en
Versão portuguesa aqui. GPS 41.1473612958721, -8.6162736819462 The Igreja do Carmo or Igreja da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo, is located at the intersection between Praça de Carlos Alberto and Rua do Carmo, close to the Church and Tower of Clérigos, in the Portuguese parish of Vitória, Porto.In Baroque/Rococo style, it was built in the second half of the 18th century, between 1756 and 1768, by the Terceira do Carmo Order, and was designed by the architect José Figueiredo...

Casa Grande, Braga
English version here. GPS 41.5495312237983, -8.430675983099679 A Casa dos Cunha Reis, também referida como Casa Grande, localiza-se na freguesia de Braga (Maximinos, Sé e Cividade), cidade e município de Braga, distrito do mesmo nome, em Portugal. Encontra-se classificada como Imóvel de Interesse Público desde 1977.História Foi erguida a partir do século XVIII no chamado "Campo das Hortas", constituindo-se numa das diversas marcas de poder que, ao longo dos séculos, os deões da Sé de Braga im...

Antiga "Vivenda Aleluia", Aveiro
English version here. GPS 40.64296572505552, -8.64602683924393 A Vivenda Aleluia representa a magistral articulação do estilo Arte Nova, o mais emblemático da obra de Silva Rocha, na criatividade e assimetria do jogo de volumes, na linguagem decorativa da serralharia, com o estilo Casa Tradicional Portuguesa de que é um dos principais ex-libris em Portugal pela riqueza dos elementos decorativos, que a integram, quer no exterior, quer no interior, na expressão da cerâmica e do azulejo, do que ...
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Versão inglesa aqui.
GPS 41.147675418575275, -8.6216580817411
O Museu Nacional Soares dos Reis está instalado no Palácio dos Carrancas, que foi residência de Manuel Mendes de Morais e Castro, na freguesia de Miragaia, na cidade e Distrito do Porto, em Portugal. Trata-se de um museu de belas artes, artes decorativas e arqueologia.
Historial
O palácio dos "Carrancas" foi propriedade de Manuel Mendes de Morais e Castro, cristão-novo, embora tenha sido contestada esta condição de convertido ao cristianismo, que tinha o privilégio real da fabricação de galões de ouro e desenvolvia a sua actividade comercial para o Reino de Portugal.
O Museu Portuense, também conhecido por Ateneu D. Pedro IV, foi mandado organizar oficialmente entre 9 e 11 de abril de 1833 por iniciativa do regente D. Pedro, Duque de Bragança. Constitui-se, assim, como o mais antigo museu público de arte de Portugal. O museu foi primeiramente instalado no edifício do Convento de Santo António da Cidade, actual edifício da Biblioteca Pública Municipal do Porto , em Santo Ildefonso. A galeria de exposição permanente do museu ocupava o antigo refeitório dos monges capuchos, situado no rés-do-chão do edifício. No andar superior situava-se uma sala destinada ao estudo e exposições temporárias.
Em 1911, o museu passou a designar-se Museu de Soares dos Reis em homenagem àquele escultor portuense. Grande parte do espólio do escultor pertence à coleção do Museu, sendo talvez a obra mais emblemática a escultura em mármore O desterrado.

O Palácio dos Carrancas, alcunha dada pelo povo a Manuel Mendes de Moraes e Castro, foi vendido à Santa Casa da Misericordiosa. Em 1940, o Estado adquiriu à Santa Casa de Misericórdia o Palácio dos Carrancas para o qual muito contribuiu o empenho do seu então diretor, Vasco Valente.
Concluídas as obras de adaptação do novo edifício, com projeto do engenheiro Fernandes de Sá, o museu foi inaugurado em 1942. À época, as alterações mais notáveis consistiram na transformação das oficinas da antiga fábrica em galeria com iluminação zenital, destinada à pintura. Assim como a criação de outra galeria de escultura, para alojar a obra de Soares dos Reis.
Em 1940-42, o Museu foi enriquecido com o depósito das coleções do Museu Municipal do Porto. De museu clássico, destinado às belas-artes, passou a museu misto incorporando as chamadas artes decorativas, que assentavam bem a um Porto industrial.
Sob a direção do escultor Salvador Barata Feyo, na década de 1950, o Museu adquiriu obras de pintura e escultura a jovens artistas.

Em 1992, na sequência da criação do Instituto Português de Museus, o Museu Nacional Soares dos Reis iniciou um projeto de remodelação e expansão, da autoria do arquiteto Fernando Távora, concluido em 2001.
Colecções
O acervo do museu contabiliza mais de 13000 peças, das quais cerca de 3000 correspondem a desenho e pintura. As restantes distribuem-se por coleções de escultura, gravura, artes decorativas (mobiliário, faiança, porcelana, vidros, ourivesaria, joalharia, têxteis) e coleções arqueológicas.
Entre os artistas representados no museu incluem-se os pintores Domingos Sequeira, Vieira Portuense, Augusto Roquemont, Miguel Ângelo Lupi, António Carvalho de Silva Porto, Marques de Oliveira, Henrique Pousão, Aurélia de Souza, Sofia Martins de Souza, Dórdio Gomes e Júlio Resende, e os escultores Soares do Reis, António Teixeira Lopes, Rodolfo Pinto do Couto, entre outros.
Exposições temporárias
O museu tem vindo a fazer várias exposições temporárias, por vezes em parceria com outras instituições. Por exemplo, as exposições Depositorium foram criadas em processos colaborativos com os colaboradores do MNSR, Reitoria da Universidade do Porto e direção das Faculdades de Medicina e Medicina Dentária e do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, e alunos da Universidade do Porto. A exposição Azul no Azul foi feita em colaboração com o Museu Nacional de Arte Contemporânea, levando obras que o artista Nelson Ferreira criou durante a sua residência artística e que marcaram os 150 anos de O Desterrado.
Lista completa de Geochaching abaixo:
https://mirror.xyz/madeinpt.eth/I5tjF3sn6ugnUw3nBnKOpOUr2DEh_g6cTN-0hivKCgc
*Released*✅ *Reviewed*✅ Approved✅
Curator Body0xDBf7D77231251Cb30772582d0af63D7F5Aa98300 0x2442a71E79E927a1bA97306D534A6ceFFB53b7cF 0x49478e011f68357F4Af38B92EADa8D7ddfE7e7Dc 0xD989E9E0cc7D16F58357197e305D79d43ca63F0F 0x2a965A4aE1798d5bbc654cc29a45e46fe791dc6D
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O Museu Nacional Soares dos Reis está instalado no Palácio dos Carrancas, que foi residência de Manuel Mendes de Morais e Castro, na freguesia de Miragaia, na cidade e Distrito do Porto, em Portugal. Trata-se de um museu de belas artes, artes decorativas e arqueologia.
Historial
O palácio dos "Carrancas" foi propriedade de Manuel Mendes de Morais e Castro, cristão-novo, embora tenha sido contestada esta condição de convertido ao cristianismo, que tinha o privilégio real da fabricação de galões de ouro e desenvolvia a sua actividade comercial para o Reino de Portugal.
O Museu Portuense, também conhecido por Ateneu D. Pedro IV, foi mandado organizar oficialmente entre 9 e 11 de abril de 1833 por iniciativa do regente D. Pedro, Duque de Bragança. Constitui-se, assim, como o mais antigo museu público de arte de Portugal. O museu foi primeiramente instalado no edifício do Convento de Santo António da Cidade, actual edifício da Biblioteca Pública Municipal do Porto , em Santo Ildefonso. A galeria de exposição permanente do museu ocupava o antigo refeitório dos monges capuchos, situado no rés-do-chão do edifício. No andar superior situava-se uma sala destinada ao estudo e exposições temporárias.
Em 1911, o museu passou a designar-se Museu de Soares dos Reis em homenagem àquele escultor portuense. Grande parte do espólio do escultor pertence à coleção do Museu, sendo talvez a obra mais emblemática a escultura em mármore O desterrado.

O Palácio dos Carrancas, alcunha dada pelo povo a Manuel Mendes de Moraes e Castro, foi vendido à Santa Casa da Misericordiosa. Em 1940, o Estado adquiriu à Santa Casa de Misericórdia o Palácio dos Carrancas para o qual muito contribuiu o empenho do seu então diretor, Vasco Valente.
Concluídas as obras de adaptação do novo edifício, com projeto do engenheiro Fernandes de Sá, o museu foi inaugurado em 1942. À época, as alterações mais notáveis consistiram na transformação das oficinas da antiga fábrica em galeria com iluminação zenital, destinada à pintura. Assim como a criação de outra galeria de escultura, para alojar a obra de Soares dos Reis.
Em 1940-42, o Museu foi enriquecido com o depósito das coleções do Museu Municipal do Porto. De museu clássico, destinado às belas-artes, passou a museu misto incorporando as chamadas artes decorativas, que assentavam bem a um Porto industrial.
Sob a direção do escultor Salvador Barata Feyo, na década de 1950, o Museu adquiriu obras de pintura e escultura a jovens artistas.

Em 1992, na sequência da criação do Instituto Português de Museus, o Museu Nacional Soares dos Reis iniciou um projeto de remodelação e expansão, da autoria do arquiteto Fernando Távora, concluido em 2001.
Colecções
O acervo do museu contabiliza mais de 13000 peças, das quais cerca de 3000 correspondem a desenho e pintura. As restantes distribuem-se por coleções de escultura, gravura, artes decorativas (mobiliário, faiança, porcelana, vidros, ourivesaria, joalharia, têxteis) e coleções arqueológicas.
Entre os artistas representados no museu incluem-se os pintores Domingos Sequeira, Vieira Portuense, Augusto Roquemont, Miguel Ângelo Lupi, António Carvalho de Silva Porto, Marques de Oliveira, Henrique Pousão, Aurélia de Souza, Sofia Martins de Souza, Dórdio Gomes e Júlio Resende, e os escultores Soares do Reis, António Teixeira Lopes, Rodolfo Pinto do Couto, entre outros.
Exposições temporárias
O museu tem vindo a fazer várias exposições temporárias, por vezes em parceria com outras instituições. Por exemplo, as exposições Depositorium foram criadas em processos colaborativos com os colaboradores do MNSR, Reitoria da Universidade do Porto e direção das Faculdades de Medicina e Medicina Dentária e do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, e alunos da Universidade do Porto. A exposição Azul no Azul foi feita em colaboração com o Museu Nacional de Arte Contemporânea, levando obras que o artista Nelson Ferreira criou durante a sua residência artística e que marcaram os 150 anos de O Desterrado.
Lista completa de Geochaching abaixo:
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