
ReadMe.txt
(atualizei esse post em 4 de Dezembro de 2024) Li um artigo a uns meses atras (idos 2020), do Edson Rigonatti, falando sobre as maravilhas de ter um arquivo ReadMe.txt pessoal. Eu já possuía um rascunho em produção na época, resolvi finalizá-lo e postar aqui. O objetivo é tornar mais fácil a vida de quem se relaciona comigo profissionalmente. Postar me pareceu uma boa forma de democratizar essa informação com meu time. Espero que você se divirta lendo e use o material para o bem...¿Quien soy?...

O que penso que faz um bom generalista
Fontes da “minha cabeça” (rs). Brincadeiras à parte, ao longo da minha jornada, acumulei muitos conselhos valiosos de pessoas incríveis que conheci na vida, além de bastante conhecimento empírico adquirido nos últimos anos. Nessa caminhada, desenvolvi um framework de quatro blocos que me ajuda a organizar a mente e avaliar meu trabalho como generalista. Tendo migrado de área três vezes esse conjunto de ferramentas evoluiu com o tempo e, hoje, é algo que levo para onde quer que eu vá: Saber Ap...

A Estrada para a Vida que Sempre Tivemos
Meu ano foi marcado por (1) descobrir que "sucesso" não deve ser definido pelo ambiente, (2) a solução para o dilema não é hedonismo, e (3) a satisfação em algo que eu não consigo explicar.Sucesso pelo ambientePassei 3 anos em uma cidade onde eu estava muito atrás na vida. Os lugares que frequentava, o número de viagens que faria no ano, minhas prioridades e preocupações financeiras entregavam facilmente o quanto ganhava de dinheiro ,ou qualquer outra métrica de sucesso, e o quanto ainda prec...

ReadMe.txt
(atualizei esse post em 4 de Dezembro de 2024) Li um artigo a uns meses atras (idos 2020), do Edson Rigonatti, falando sobre as maravilhas de ter um arquivo ReadMe.txt pessoal. Eu já possuía um rascunho em produção na época, resolvi finalizá-lo e postar aqui. O objetivo é tornar mais fácil a vida de quem se relaciona comigo profissionalmente. Postar me pareceu uma boa forma de democratizar essa informação com meu time. Espero que você se divirta lendo e use o material para o bem...¿Quien soy?...

O que penso que faz um bom generalista
Fontes da “minha cabeça” (rs). Brincadeiras à parte, ao longo da minha jornada, acumulei muitos conselhos valiosos de pessoas incríveis que conheci na vida, além de bastante conhecimento empírico adquirido nos últimos anos. Nessa caminhada, desenvolvi um framework de quatro blocos que me ajuda a organizar a mente e avaliar meu trabalho como generalista. Tendo migrado de área três vezes esse conjunto de ferramentas evoluiu com o tempo e, hoje, é algo que levo para onde quer que eu vá: Saber Ap...

A Estrada para a Vida que Sempre Tivemos
Meu ano foi marcado por (1) descobrir que "sucesso" não deve ser definido pelo ambiente, (2) a solução para o dilema não é hedonismo, e (3) a satisfação em algo que eu não consigo explicar.Sucesso pelo ambientePassei 3 anos em uma cidade onde eu estava muito atrás na vida. Os lugares que frequentava, o número de viagens que faria no ano, minhas prioridades e preocupações financeiras entregavam facilmente o quanto ganhava de dinheiro ,ou qualquer outra métrica de sucesso, e o quanto ainda prec...
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"Happiness isn't on the road to anything. Happiness is the road" Dylan
No All Hands da Daki nessa última sexta minha carinha apareceu como um dos nomes próximos a completar 1 ano (ou já completo) de empresa.
De um ano de Daki, par de milhão de entregas, bilhão em valuation e formação de time saíram três aprendizados principais que coloquei aqui. Um ano resumido em encontrar e contratar high potentials, aprender a substituir o que perdemos pelo que temos (obrigado por essa frase há 3 anos Mansano), e saber que o time esquece, mas você não.
Quando sua preocupação for criar coisas novas ter pessoas de alto potêncial traz mais valor do que anos de "reconhecimento". Encontre pessoas high potencial e contrate elas rápido. Não perca tempo pensando sobre isso, a gente gastou algum tempo (não muito).
Por muitas vezes pensamos se poderíamos ter ido mais rápido contratando gente sênior ao invez de high potentials. Mas sempre concluímos que não. Montamos um time ambicioso, cheio de energia, sem vícios, mas muito inteligente e que se mexe rápido pra agregar mais valor na companhia. Trazer gente mais sênior teria aumentado risco desnecessariamente e muito provavelmente não teríamos alcançado o tanto de evolução em tão pouco tempo. Alguns analistas inteligentes tem muito menos ego e muito mais energia do que um punhado de gerentes que "sabem o que estão fazendo".
Além disso, desenvolver essas pessoas para serem melhores e entregar gente boa para o mercado é um presente de motivação. Estou assistindo Ted Lasso na Apple TV (indico fortemente) e não posso deixar de citar o técnico: "sucesso não tem a ver com vitórias ou derrotas. É ajudá-los a serem as melhores versões em campo ou não".
Momentos de "bonança" (expansão) te ensinam que você pode criar coisas rápido. Já momentos mais "responsáveis" te ensinam que você consegue sustentar as coisas por mais tempo do que você imagina. Experimentei os dois cenários nesse ano e pra muitos isso não deve ser novidade. Esse "bear market" ta distribuindo patada a torto e a direito.
Impressiona o quanto de boas decisões mais inteligentes você consegue tomar rápido quando sua liderança te "truca" muitas vezes e em sequência por uma resposta melhor (mais eficiente). Você fica mais criativo, dá mais oportunidades pra pessoas boas que merecem, acelera projetos que você sonhava, e de vez em sempre Deus ajuda com uma luz que acende e pela 10 vez você consegue fazer mais com menos. Vou repetir porque é importante: aprenda a substituir o que perdemos pelo que temos!
Eu ainda to aprendendo mas na velocidade com que a Daki/Jokr conseguiu acompanhar a "nova dança do momento" eu já me considero amante de alguns dos passos aprendidos. Temos um time forte, com capacidade rápida, e impressionante, de reação, e eu (e talvez você) tenho muito pra aprender com isso.
É importante esquecer por que te desafia a ir mais longe e te faz mais feliz às vezes. Mas o gestor tem que, sempre que necessário, fazer todo mundo lembrar de onde a gente saiu, onde a gente chegou e pra onde a gente vai. Parece ontem que o time de Rider Operations da Daki nem existia. Só um quadro branco desenhado com um organograma, problemas que cada um resolveria, quantas pessoas precisávamos e definindo quem iria atrás do que. Passado um ano temos um time de 30 pessoas fazendo uma operação eficiente, grande e escalável que deixa no chinelo a minha melhor imaginação na época.
Mas constantemente o time esquece disso, eu incluso. A síndrome do patinho feio, a ansiedade de achar que estamos indo devagar, o bicho feio e verde da inveja... é importante esquecer, porque força você a criar coisas novas e melhores, mas meu papel é fazer todos terem a memória do que foi construído até aqui. Um gestor faz isso.
Foi um excelente primeiro ano de Daki. Estou contente de ter um case de construção de um time sólido, high potential e preparado pros próximos passos. Feliz pelos mais de 2 mil entregadores que temos como parceiros, pelo par de milhão de pedidos entregues com experiências incríveis e por ter conhecido gente nova.
Obrigado, Daki.







"Happiness isn't on the road to anything. Happiness is the road" Dylan
No All Hands da Daki nessa última sexta minha carinha apareceu como um dos nomes próximos a completar 1 ano (ou já completo) de empresa.
De um ano de Daki, par de milhão de entregas, bilhão em valuation e formação de time saíram três aprendizados principais que coloquei aqui. Um ano resumido em encontrar e contratar high potentials, aprender a substituir o que perdemos pelo que temos (obrigado por essa frase há 3 anos Mansano), e saber que o time esquece, mas você não.
Quando sua preocupação for criar coisas novas ter pessoas de alto potêncial traz mais valor do que anos de "reconhecimento". Encontre pessoas high potencial e contrate elas rápido. Não perca tempo pensando sobre isso, a gente gastou algum tempo (não muito).
Por muitas vezes pensamos se poderíamos ter ido mais rápido contratando gente sênior ao invez de high potentials. Mas sempre concluímos que não. Montamos um time ambicioso, cheio de energia, sem vícios, mas muito inteligente e que se mexe rápido pra agregar mais valor na companhia. Trazer gente mais sênior teria aumentado risco desnecessariamente e muito provavelmente não teríamos alcançado o tanto de evolução em tão pouco tempo. Alguns analistas inteligentes tem muito menos ego e muito mais energia do que um punhado de gerentes que "sabem o que estão fazendo".
Além disso, desenvolver essas pessoas para serem melhores e entregar gente boa para o mercado é um presente de motivação. Estou assistindo Ted Lasso na Apple TV (indico fortemente) e não posso deixar de citar o técnico: "sucesso não tem a ver com vitórias ou derrotas. É ajudá-los a serem as melhores versões em campo ou não".
Momentos de "bonança" (expansão) te ensinam que você pode criar coisas rápido. Já momentos mais "responsáveis" te ensinam que você consegue sustentar as coisas por mais tempo do que você imagina. Experimentei os dois cenários nesse ano e pra muitos isso não deve ser novidade. Esse "bear market" ta distribuindo patada a torto e a direito.
Impressiona o quanto de boas decisões mais inteligentes você consegue tomar rápido quando sua liderança te "truca" muitas vezes e em sequência por uma resposta melhor (mais eficiente). Você fica mais criativo, dá mais oportunidades pra pessoas boas que merecem, acelera projetos que você sonhava, e de vez em sempre Deus ajuda com uma luz que acende e pela 10 vez você consegue fazer mais com menos. Vou repetir porque é importante: aprenda a substituir o que perdemos pelo que temos!
Eu ainda to aprendendo mas na velocidade com que a Daki/Jokr conseguiu acompanhar a "nova dança do momento" eu já me considero amante de alguns dos passos aprendidos. Temos um time forte, com capacidade rápida, e impressionante, de reação, e eu (e talvez você) tenho muito pra aprender com isso.
É importante esquecer por que te desafia a ir mais longe e te faz mais feliz às vezes. Mas o gestor tem que, sempre que necessário, fazer todo mundo lembrar de onde a gente saiu, onde a gente chegou e pra onde a gente vai. Parece ontem que o time de Rider Operations da Daki nem existia. Só um quadro branco desenhado com um organograma, problemas que cada um resolveria, quantas pessoas precisávamos e definindo quem iria atrás do que. Passado um ano temos um time de 30 pessoas fazendo uma operação eficiente, grande e escalável que deixa no chinelo a minha melhor imaginação na época.
Mas constantemente o time esquece disso, eu incluso. A síndrome do patinho feio, a ansiedade de achar que estamos indo devagar, o bicho feio e verde da inveja... é importante esquecer, porque força você a criar coisas novas e melhores, mas meu papel é fazer todos terem a memória do que foi construído até aqui. Um gestor faz isso.
Foi um excelente primeiro ano de Daki. Estou contente de ter um case de construção de um time sólido, high potential e preparado pros próximos passos. Feliz pelos mais de 2 mil entregadores que temos como parceiros, pelo par de milhão de pedidos entregues com experiências incríveis e por ter conhecido gente nova.
Obrigado, Daki.







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