17/11/2025
Quando uma pessoa sonha, ela revisita momentos estressantes, mas sem que haja hormônios de estresse inundando seus sistema. Isso, ao longo do tempo, ajuda a pessoa a lidar com o estresse. No entanto, se a pessoa não dorme direito ou não dorme o suficiente, os cientistas acreditam que ela terá menor capacidade de lidar com o estresse, poderá apresentar problemas de concentração, de pensar em profundidade, de fazer conexões, além dos distúrbios do humor e maiores chances de demência (Johann Har...
06/06/2025
Para alcançar a excelência, jamais aceite o inaceitável. E a questão é que as pessoas fazem isso o tempo todo… geralmente, para evitar que os outros ou elas mesmas se sintam desconfortáveis. Só que, colocar o conforto à frente do sucesso gera os piores resultados (Ray Dalio).
24/11/2023
3 sinais que podem indicar o momento para mudar de carreira:1° você gosta do que faz, mas não tem reconhecimento financeiro2° você não gosta do que faz, mas tem reconhecimento financeiro3° você não gosta do que faz e não tem reconhecimento financeiro
Uma mistura de estoicismo e kaizen suportados por liberdade, valores e excelência tendo como base qualidade de vida.
17/11/2025
Quando uma pessoa sonha, ela revisita momentos estressantes, mas sem que haja hormônios de estresse inundando seus sistema. Isso, ao longo do tempo, ajuda a pessoa a lidar com o estresse. No entanto, se a pessoa não dorme direito ou não dorme o suficiente, os cientistas acreditam que ela terá menor capacidade de lidar com o estresse, poderá apresentar problemas de concentração, de pensar em profundidade, de fazer conexões, além dos distúrbios do humor e maiores chances de demência (Johann Har...
06/06/2025
Para alcançar a excelência, jamais aceite o inaceitável. E a questão é que as pessoas fazem isso o tempo todo… geralmente, para evitar que os outros ou elas mesmas se sintam desconfortáveis. Só que, colocar o conforto à frente do sucesso gera os piores resultados (Ray Dalio).
24/11/2023
3 sinais que podem indicar o momento para mudar de carreira:1° você gosta do que faz, mas não tem reconhecimento financeiro2° você não gosta do que faz, mas tem reconhecimento financeiro3° você não gosta do que faz e não tem reconhecimento financeiro
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Uma mistura de estoicismo e kaizen suportados por liberdade, valores e excelência tendo como base qualidade de vida.
Perspectiva do sábio x Perspectiva do crítico
Uma parábola chinesa ilustra essa diferença: um velho fazendeiro mora em uma fazendo com o filho adolescente. Ele tem um belo garanhão, que cuida com muito amor.
Um dia o fazendeiro inscreve o garanhão em um concurso e ele ganha o primeiro lugar. Os vizinhos se reúnem para dar o parabéns e o fazendeiro diz “Quem sabe o que é bom ou ruim?”.
Na semana seguinte, ladrões que ouviram falar da vitória roubam o cavalo. Os vizinhos lamentam e o fazendeiro diz “Quem sabe o que é bom ou ruim?”.
Dias depois, o garanhão foge dos ladrões e aparece na fazenda levando com ele algumas éguas. Os vizinhos o parabenizam e o fazendeiro mais uma vez diz “Quem sabe o que é bom ou ruim?”.
Semanas depois, o filho do fazendeiro cai de uma das éguas e quebra a perna. Os vizinhos se juntam para lamentar e o fazendeiro diz “Quem sabe o que é bom ou ruim?”.
Na semana seguinte, o exército imperial marcha para recrutar todos os jovens para a guerra, mas o filho do fazendeiro é dispensado por causa da perna fraturada. Os vizinhos nem se dão ao trabalho de parabenizar o fazendeiro, porque já sabem o que ele vai dizer “Quem sabe o que é bom ou ruim?”.
Nosso crítico reage ao efeito imediato de algo e ignora as muitas possibilidades do impacto do que pode acontecer no longo prazo. Só que a vida não para no efeito imediato (Shirzad Chamine).
Perspectiva do sábio x Perspectiva do crítico
Uma parábola chinesa ilustra essa diferença: um velho fazendeiro mora em uma fazendo com o filho adolescente. Ele tem um belo garanhão, que cuida com muito amor.
Um dia o fazendeiro inscreve o garanhão em um concurso e ele ganha o primeiro lugar. Os vizinhos se reúnem para dar o parabéns e o fazendeiro diz “Quem sabe o que é bom ou ruim?”.
Na semana seguinte, ladrões que ouviram falar da vitória roubam o cavalo. Os vizinhos lamentam e o fazendeiro diz “Quem sabe o que é bom ou ruim?”.
Dias depois, o garanhão foge dos ladrões e aparece na fazenda levando com ele algumas éguas. Os vizinhos o parabenizam e o fazendeiro mais uma vez diz “Quem sabe o que é bom ou ruim?”.
Semanas depois, o filho do fazendeiro cai de uma das éguas e quebra a perna. Os vizinhos se juntam para lamentar e o fazendeiro diz “Quem sabe o que é bom ou ruim?”.
Na semana seguinte, o exército imperial marcha para recrutar todos os jovens para a guerra, mas o filho do fazendeiro é dispensado por causa da perna fraturada. Os vizinhos nem se dão ao trabalho de parabenizar o fazendeiro, porque já sabem o que ele vai dizer “Quem sabe o que é bom ou ruim?”.
Nosso crítico reage ao efeito imediato de algo e ignora as muitas possibilidades do impacto do que pode acontecer no longo prazo. Só que a vida não para no efeito imediato (Shirzad Chamine).

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